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Horticultura Brasileira

versão impressa ISSN 0102-0536

Hortic. Bras. vol.30 no.2 Vitoria da Conquista abr./jun. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362012000200029 

PÁGINA DO HORTICULTOR GROWER'S PAGE

 

Produção e qualidade da moranga híbrida em resposta a doses de nitrogênio

 

Yield and quality of hybrid squash (pumpkin) in response to nitrogen doses

 

 

Marinalva W PedrosaI; Maria Helena T MascarenhasI; Francisco M FreireI; Maria Celuta M VianaI; Luciano D GonçalvezII; José Francisco R LaraI; Pauline C FerreiraI

IEPAMIG-URECO, C. Postal 295, 35701-970 Sete Lagoas-MG; marinalva@epamig.br; mhtabimm@epamig.br; morel@epamig.br; mcv@epamig.br; joselara@epamig.br; pauline_correa@hotmail.com
IICEFET, C. Postal 05, 38900-000 Bambuí-MG; luciano.goncalves@ifmg.edu.br

 

 


RESUMO

Foram avaliados os efeitos de doses de N na produção e qualidade da moranga hibrida cv. Tetsukabuto (Takaima F1) em experimento na EPAMIG Centro Oeste, Prudente de Morais (MG), de 25/08 a 03/12/2008. Foram avaliadas cinco doses de nitrogênio (0; 37,5; 75; 150; 300 kg ha-1), na forma de uréia, divididas em quatro aplicações (30% no plantio, 20% aos 20 dias, 30% aos 40 dias e 20% aos 60 dias após a emergência), num delineamento experimental de blocos casualizados com quatro repetições. As doses de N influenciaram significativamente as características avaliadas. O número de frutos aumentou de 2.498 ao ponto de máximo de 6.794 frutos ha-1 com a aplicação de 219 kg ha-1 de N. O diâmetro e a espessura da polpa do fruto aumentaram de 14,97 e 2,33 cm, até atingirem os pontos máximos de 17,74 e 2,80 cm nas doses de 171 e 128 kg ha-1 de N, respectivamente. O teor de sólidos solúveis na polpa de frutos de moranga híbrida aumentou com o aumento das doses de N observando-se com a aplicação de 300 kg ha-1 de N teor de 8ºBrix. A produtividade de frutos foi também influenciada pelas doses de N estimando-se como valor máximo 11,55 t ha-1 de frutos com a aplicação de 300 kg ha-1 de N. A dose estimada de N relativa à máxima eficiência econômica foi obtida com a aplicação de 262 kg ha-1, considerando os preços de R$ 2,41 kg-1 de N e de R$ 560,00 t-1 de moranga.

Palavras-chave: Tetsukabuto (Cucurbita maxima x C. moschata), adubação nitrogenada, nutrição de plantas.


ABSTRACT

An experiment was carried out at EPAMIG Centro Oeste, Prudente de Morais, Minas Gerais state, Brazil, from August 25 to December 2, 2008, to evaluate the effects of N rates on production and quality of hybrid squash cv. Tetsukabuto (Takaima F1). The treatments were five N rates (0, 37.5, 75, 150, 300 kg ha-1), as urea, split in four applications (30% at planting date, 20% at 20 days, 30% at 40 days and 20% at 60 days after emergence) in a randomized complete block design, with four replications. The N rates significantly affected the characteristics evaluated. The number of fruits increased from 2,498, reaching the fruit maximum number (6,794 ha-1) when applying 219 kg ha-1 N. The fruit yield was also influenced by N rates, the maximum yield (11.55 t ha-1) being achieved when 300 kg ha-1 of N were applied. The diameter and thickness of fruit pulp increased from 14.97 and 2.33 cm to achieve maximum points of 17.74 and 2.80 cm with N doses of 171 and 128 kg ha-1, respectively. The soluble solids content in the fruit pulp increased with increasing N doses and the content of 8ºBrix was observed with the application of 300 kg ha-1 N. Fruit yield was also influenced by N rates being estimated 11.55 kg ha-1 as maximum yield with the application of 300 kg ha-1 N. The estimated dose of N on the maximum economic efficiency was obtained with the application of 262 kg ha-1, considering the prices of R$ 2.41 kg-1 of N and R$ 560.00 t-1 of hybrid squash fruits.

Keywords:Tetsukabuto (Cucurbita maxima x C. moschata), nitrogen fertilization, plant nutrition.


 

 

A moranga híbrida é o resultado do cruzamento entre moranga (Cucurbita máxima) com a abóbora (Cucurbita moschata). É hortaliça de paladar muito agradável, de ótima aceitação comercial, especialmente pela resistência ao transporte e armazenamento. Minas Gerais destaca-se como o maior estado produtor do país (Mascarenhas et al., 2007). Nas CEASAS de Minas Gerais, em 2008, foram comercializadas 43,7 toneladas de moranga hibrida, sendo 84% deste volume proveniente do próprio estado. Desse total 38,5% foram oriundas da região central de Minas Gerais (CEASA, 2009), demonstrando a importância desta região na produção dessa hortaliça.

No período entre 1994-2003 houve expressivos incrementos na área plantada (49%) e na produção (160%). O aumento na produção, muito maior que o ocorrido na área plantada, evidencia ganho expressivo na produtividade, atribuído a avanços na geração e utilização de tecnologias (Mascarenhas et al., 2007).

Entre as tecnologias geradas, diversos trabalhos mostram que o crescimento ótimo da moranga é alcançado em solos de boa fertilidade, sendo relatados efeitos significativos de nitrogênio e fósforo (Puiatti & Silva, 2005; Buwalda, 1987). O nitrogênio, de grande importância para a produção de hortaliças, é o segundo nutriente mais absorvido pela maioria destas espécies (Jones et al. 1991).

No entanto, tem-se verificado que doses elevadas desse nutriente favorecem a manifestação de doenças. Em melancia foram observados níveis mais altos de severidade do crestamento gomoso e míldio nos tratamentos que receberam maiores dosagens de nitrogênio (80 e 120 kg ha-1) enquanto que a dose de 40 kg ha-1 proporcionou maior produtividade e maior peso médio de frutos (Santos et al., 2009). Aliado a isto, quando os fertilizantes são usados excessivamente ou as condições são propícias à lixiviação ou ao escorrimento superficial, há perdas de recursos, prejudicam a qualidade ambiental e oneram o produtor quanto aos déficits, que comprometem o rendimento projetado. Assim, é importante que a quantidade de N por aplicar nas culturas seja a mais exata possível (Amado et al., 2002).

O presente trabalho teve por objetivo avaliar a produção e alguns atributos de qualidade da moranga híbrida em resposta a doses de nitrogênio.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Santa Rita da EPAMIG, em Prudente de Morais (MG), de agosto a dezembro de 2008, em solo classificado como Latossolo Vermelho Amarelo distrófico, textura argilosa. O solo foi caracterizado quimicamente, apresentando para a profundidade de 0 a 20 cm as características: pH em água = 5,4; matéria orgânica = 2,48 dag kg-1; H + Al= 4,46 cmolc dm-3; Al3+= 0,00 cmolc dm-3; Ca2+ = 2,56 cmolc dm-3; Mg2+= 0,37 cmolc dm-3; K= 105 mg dm-3; P= 24 mg dm-3. Previamente à instalação do experimento foi realizada a calagem do solo visando elevar a saturação de bases a 70% (Alvarez & Ribeiro, 1999).

Foram avaliados cinco tratamentos equivalentes à aplicação de 0; 37,5; 75; 150; 300 kg ha-1 de N, na forma de uréia, divididas em quatro aplicações (30% no plantio, 20% aos 20 dias, 30% aos 40 dias e 20% aos 60 dias após a emergência). O delineamento experimental foi de blocos casualizados com quatro repetições e as parcelas constituídas de três linhas de seis covas. O espaçamento foi de 3,0 m entre linhas e 2,0 m entre covas. Como parcela útil, considerou-se a linha central, desprezando-se uma cova em cada extremidade.

No preparo das covas antes do plantio foi realizada a adubação fosfatada (400 g de superfosfato simples) e potássica (80 g de cloreto de potássio), sendo as quantidades destes adubos estabelecidas a partir dos resultados da análise química do solo e de acordo com as recomendações de adubação para a cultura da moranga híbrida (Casali, 1999). Para atender as necessidades de micronutrientes, junto com a adubação fosfatada e potássica foram adicionados 50 kg ha-1 de FTE, tendo sido aplicados 4,5 kg ha-1 de Zn; 0,9 kg ha-1 de B; 0,4 kg ha-1 de Cu e 50 g ha-1 de Mo. Buscou-se com isso atender a recomendação de aplicação de micronutrientes proposta por Fontes (1999).

Utilizou-se a cultivar de moranga híbrida Tetsukabuto (Takaima F1) que apresenta casca grossa e dura, de cor verde-escura e a polpa alaranjada e de sabor doce (Mascarenhas et al., 2007). Plantaram-se duas sementes por cova de 20x25x20 cm (largura, comprimento e profundidade, respectivamente), deixando-se uma planta após o desbaste. A irrigação foi pelo sistema de aspersão convencional, sendo a lâmina de água calculada em função da evapotranspiração de referência, precipitação pluvial e o Kc da cultura. Foi utilizado o ácido 2,4-D para indução de formação de frutos partenocárpicos (Puiatti & Silva, 2005). Por ocasião da colheita, nas parcelas úteis, foram avaliados os frutos comerciais. Conforme a classificação da moranga híbrida nas Ceasas-MG, são considerados frutos comerciais os de 'primeira', com peso superior a 2,0 kg, sem mancha de encosto, sem defeitos de formação e ausentes de ataque de pragas e doenças (Mascarenhas et al., 2007). Foram avaliados o número total de frutos (comerciais), peso total de frutos (comerciais), diâmetro equatorial dos frutos, espessura da polpa mais casca (na região equatorial) e teor de sólidos solúveis (ºBrix). Estas determinações foram realizadas de acordo com metodologia proposta por Chitarra et al. (1979).

Os dados foram submetidos às análises de variância (f<0,05) e de regressão, utilizando-se o Programa SAEG (Ribeiro Júnior, 2001). O programa calcula e apresenta uma série de equações ajustadas, com suas características próprias, sendo que a escolha da equação foi baseada na resposta biológica e na significância dos coeficientes. A dose relativa à máxima eficiência econômica (MEE) foi obtida igualando-se a primeira derivada da equação que relaciona a produção de moranga híbrida com as doses de N a 0,0043036, correspondente à relação entre preços do nitrogênio (R$ 2,41 kg-1) e de frutos (R$ 560,00 t-1).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As doses de N influenciaram significativamente as características avaliadas. O número de frutos comerciais aumentou de 2.498, atingindo o ponto de máximo de 6.794 frutos ha-1 com a aplicação de 219 kg ha-1 de N (Figura 1A). Comportamento semelhante foi observado por Blum et al. (2003) que verificaram produção total de 3.190 frutos ha-1 com a aplicação 100 g de fertilizante 5-20-10 por cova e 6.090 frutos ha-1 com a aplicação adicional de 30 t ha-1 de cama de frango.

A produtividade de frutos também foi influenciada pelas doses de N estimando-se como produtividade máxima 11,55 t ha-1 de frutos com a aplicação de 300 kg ha-1 de N (Figura 1B) havendo redução no incremento da produtividade a partir da dose de 75 kg ha-1 de N. Dependendo das condições de cultivo e do clima, a produtividade pode variar entre 10 e 15 t de frutos ha-1, sendo que a média na região do Alto Rio das Velhas (centro de MG) é de 10 t ha-1 (Mascarenhas et al., 2007). O efeito da adubação sobre o rendimento de frutos de moranga híbrida também foi verificado por Blum et al. (2003) quando se obteve aumento de cerca de 120% com a aplicação de 30 t ha-1 de cama de frango o que corresponde à aplicação de 750 kg ha-1 de N, considerando que a mesma apresenta 2,5% de N (Kiehl, 1985). Faria et al. (2003) também verificaram resposta do meloeiro à adubação nitrogenada, mas esta resposta se mostrou dependente do tipo e textura do solo.

O diâmetro do fruto e a espessura da sua polpa aumentaram de 14,97 e 2,33 cm, até atingirem pontos máximos de 17,74 e 2,80 cm nas doses de 171 e 128 kg ha-1 de N, respectivamente (Figura 1C). Coelho et al. (2003) também verificaram aumento do diâmetro de frutos e espessura da polpa do fruto de melão com o aumento das doses de N tanto em condições de campo quanto em ambiente protegido.

O teor de sólidos solúveis na polpa de frutos de moranga híbrida aumentou com o aumento das doses de N observando-se com a aplicação de 300 kg ha-1 de N teor de 8ºBrix (Figura 1D). Medeiros et al (2006) também verificaram aumento do teor de sólidos solúveis em melão com o aumento da dose de N; no entanto, observaram que este aumento dependeu da dose de K aplicado e da lâmina de irrigação. Já em trabalho conduzido com melão por Coelho et al. (2003), o teor de sólidos solúveis não foi influenciado por doses de N.

A dose de N relativa à MEE também foi calculada obtendo-se o valor de 262 kg ha-1 de N que é superior aos 80 kg ha-1 de N recomendados por Casali (1999) para o cultivo da moranga híbrida em Minas Gerais. No entanto, deve-se considerar que este autor também recomenda a adubação orgânica juntamente com a adubação mineral como fonte de N.

Deve-se ressaltar que durante a condução do experimento não foram verificadas incidência de pragas, doenças e nem a manifestação de sintomas de toxidez ou deficiência na cultura. Porém, os critérios de adubação nitrogenada para a cultura da moranga híbrida precisam ser mais bem elucidados considerando as diversidades de solo e condições de cultivo, além das interações entre outros nutrientes.

Como os preços do N e da moranga híbrida podem variar durante o ano em função do mercado, depreende-se que a cada alteração dos seus valores novas doses de N devem ser calculadas. Sabe-se ainda que a metodologia de igualar a primeira derivada da equação que relaciona a produção de frutos desta cultura com as doses de N aplicadas a um valor correspondente à relação entre os preços do N e da moranga híbrida permite calcular quantidades de N a serem recomendadas que variem de maneira contínua. Assim, para a recomendação de adubação nitrogenada, é proposta uma tabela nos moldes de preços preestabelecidos de N e da moranga híbrida (Tabela 1). Verifica-se que, à medida que os preços do N decrescem e os da moranga híbrida aumentam, maiores quantidades deste insumo são recomendadas. Inversamente, com a elevação dos preços do N e redução dos da moranga híbrida, doses menores de N são, assim, indicadas.

Pelo exposto, a utilização desta tabela, que utiliza preço do insumo e preço do produto, pode auxiliar na definição da dose econômica de N a ser recomendada para a cultura da moranga híbrida.

 

AGRADECIMENTOS

À FAPEMIG pelo apoio financeiro e pela concessão das bolsas BIPDT e PIBIC.

 

REFERÊNCIAS

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(Recebido para publicação em 18 de fevereiro de 2011; aceito em 31 de maio de 2012)

(Received on February 18, 2011; accepted on May 31, 2012)