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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.51 no.2 Belo Horizonte Apr. 1999

https://doi.org/10.1590/S0102-09351999000200008 

Fontes lipídicas dietéticas associadas ou não à gonadotrofina coriônica humana (hCG) na função reprodutiva e no metabolismo de lípides de novilha

(Dietary lipid sources associated or not to hCG on the reproductive function and lipid metabolism of heifers)

 

A.B. Mancio1, F.I. Londoño Hernández2, F.A. Fonseca3, L.M. Angulo2

1Departamento de Zootecnia – Universidade Federal de Viçosa
Rua P.H. Rolfs, s/n
36571-000 - Viçosa, MG
2Estudante de Pós-Graduação do DZO da UFV
3Professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense, RJ

 

Recebido para publicação em 04 de fevereiro de 1998.

 

 

RESUMO

Vinte e quatro novilhas foram utilizadas para avaliar o efeito de diferentes fontes dietéticas lipídicas associadas ou não ao hCG sobre o níveis de progesterona e de metabólitos lipidícos e sobre a função luteal cíclica de novilhas. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, em um esquema fatorial de 2 ´ 3, (com e sem injeção de hCG e três dietas isoprotéicas). A concentração sérica de progesterona do sexto ao 12º dia pós-estro foi maior nas novilhas alimentadas com dietas hiperlipídicas em relação à da dieta-controle. As dietas hiperlipídicas interferiram no perfil metabólico lipídico, especialmente do sexto ao nono dia após o início do estro. Observou-se interação entre aplicação de hCG e dietas hiperlipídicas. Os metabólitos lipídicos que melhor indicaram alterações metabólicas foram o colesterol total e as lipoproteínas de alta densidade (HDL). Houve correlação positiva entre colesterol total, HDL e concentração de progesterona na fase luteal do ciclo estral. Colesterol total e HDL interferem na função luteal de novilhas, provavelmente como precursores na síntese esteroidogênica do ovário.

Palavras-Chave: Bovino, dieta hiperlipídica, reprodução, hCG, metabólitos lipídicos

 

ABSTRACT

Twenty-four heifers were allotted in a randomized block design in a 2 ´ 3 factorial arrangement (with or without the injection of hCG, three isoproteic diets) to evaluate the effect of different dietary lipid sources associated or not to hCG on the progesterone and lipid metabolite levels, and the cyclic luteal function of heifers in six different treatments. The progesterone concentration from the sixth to the 12th day postestrus were higher in heifers fed on hyperlipidemic diets than those fed on control diet. The hyperlipidemic diets were important in the lipidic metabolism profile, mainly from sixth to the ninth day after the onset of estrus because the interaction between the hCG and hyperlipidemic diets. The best lipidic metabolites to detect the lipometabolic alterations were the total cholesterol and high density lipoprotein (HDL). There was a positive correlation between the total cholesterol, HDL and progesterone concentration in postestrus animals. Total cholesterol and HDL probably can modify the luteal cyclic function of heifers and be the precursors in the esteroidogenic sinthesis in the ovary.

Keywords: Heifer, hiperlipidemic diets, reproduction, hCG, lipid metabolics

 

 

INTRODUÇÃO

Alternativas de uso de dietas hiperlipídicas com possibilidade de influenciar o processo reprodutivo foram sugeridas por diversos autores (Talavera et al., 1985; Williams, 1989; Lucy et al., l992) ao verificarem a influência da adição de gordura na condição reprodutiva de bovinos, obtendo desenvolvimento folicular aumentado em animais que ciclaram e receberam sais de cálcio de ácidos graxos ou de óleo de palmeira na dieta, mesmo quando a energia foi mantida constante.

Entretanto, não estão ainda esclarecidos os mecanismos fisiológicos e as alterações metabólicas capazes de interferir na função endócrina dos ovários. Poucos trabalhos consideram a importância do metabolismo específico como o do colesterol, a rota do metabolismo das lipoproteínas ou receptores de lipoproteínas na mediação da função luteal normal ou alterada. A progesterona é sintetizada a partir do colesterol que é derivado, em grande parte, de um "pool" de lipoproteínas conjugadas com colesterol (Gwynne & Strauss, 1982).

Os principais metabólitos que indicam a variação no metabolismo lipídico são colesterol total, triglicerídeos e lipoproteínas de baixa e alta densidade. Grummer & Carrol (1988) propuseram um modelo para explicar como uma dieta lipídica pode alterar a esteroidogênese ovariana. Acreditavam na possibilidade de interferência na função ovárica cíclica por via das modificações nas dietas. Essas dietas alterariam o nível do principal substrato, possivelmente o colesterol, sendo que o uso de hormônios ou fármacos específicos permitiria o aumento da internalização dos substratos esteroidais.

Além disso, Talavera et al. (1985) e Williams (1989) demonstraram que dietas com nível lipídico acima do recomendado, para fêmeas bovinas, alteraram o perfil metabólico dos lipídios; tais aumentos nos níveis de colesterol plasmático proporcionaram maior disponibilidade de precursores para a esteroidogênese ovariana.

A maior quantidade de colesterol para a síntese luteal de progesterona é derivada de fontes extracelulares de lipoproteína-colesterol (Gwynne & Strauss, 1982) e apesar de vários estudos a respeito da função luteal em novilhas e vacas, Williams (1989) relata que não há referências de via metabólica lipoprotéica ou mediação de receptores de lipoproteínas no fenômeno.

A escassez de informações sobre os efeitos de diferentes fontes lipídicas, associadas ou não a hormônios tróficos, no metabolismo do colesterol e das lipoproteínas e na função luteal cíclica justifica os seguintes objetivos deste trabalho: verificar o efeito de duas diferentes fontes de lipídios em dietas isoprotéicas sobre as concentrações sangüíneas de colesterol total, de lipoproteína de alta densidade (HDL), de triglicerídeos e de progesterona durante a fase luteal de novilhas, caracterizar a relação entre as concentrações de colesterol total, de HDL, de triglicerídeos e de progesterona na fase luteal de novilhas e verificar o efeito da administração da hCG nas concentrações de colesterol total, de HDL, de triglicerídeos e de progesterona na fase luteal de novilhas alimentadas com diferentes fontes lipídicas.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido no Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa. Vinte e quatro novilhas foram distribuídas, por sorteio, levando-se em conta grau de sangue (Holandês puro por cruzamento e de 15/16, 7/8 e 3/4 Holandês ´ Zebu) e peso vivo inicial, num delineamento de blocos ao acaso.

Os tratamentos constituíram um fatorial de 2 ´ 3, com e sem hormônio e três dietas isoprotéicas. Utilizaram-se dieta (controle) composta de silagem de capim-elefante e cana-de-açúcar, concentrado basal e uréia (T1), dieta similar ao T1 mais ácidos graxos complexados com sais de cálcio (T3) e dieta similar ao T1, mais grão de soja integral (T5) como fonte suplementar de lipídios. Os tratamentos T2, T4 e T6 foram similares aos tratamentos T1, T3 e T5 mas com a aplicação de hormônio trófico (hCG) no quarto dia pós-estro das novilhas.

Houve um período pré-experimental de 30 dias para adaptação dos animais e avaliações do consumo voluntário, da condição corporal, do peso vivo e do controle da atividade ovariana. O período experimental foi iniciado a partir da sincronização dos estros com a aplicação de duas injeções de prostaglandina F2-alfa (Ciosin - Cloprostenol sódico. Coopers).

Foram coletadas amostras de sangue em tubos de ensaio de 12ml sem anticoagulante às 6 horas em estado pré-prandial, no terceiro, sexto, nono, 12º, 15º e 18º dias do pós-estro. Após centrifugação do sangue a 3200rpm por 20min, com pipeta de Pasteur, colocava-se o soro em um frasco estéril com tampa, armazenando-o a –20ºC, até sua análise. As análises foram realizadas no Laboratório de Endocrinologia do Centro Nacional de Pesquisa em Gado de Leite (CNPGL - Embrapa) e Laboratório de Nutrição e Reprodução do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa.

A progesterona foi medida por radioimunoensaio utilizando-se kits comerciais (Serono) e o colesterol total, os triglicerídeos e a HDL foram avaliados por meio de kits comerciais (Bioclin), de acordo com metodologia específica de fotocolorimetria.

As novilhas dos tratamentos com hormônio trófico (hCG) receberam a partir do quarto dia pós-estro 3000UI de hCG (Profasi, 2000. Serono), conforme preconizado por Breuel et al. (1989). As fêmeas não incluídas nos tratamentos com hCG receberam um mililitro de solução salina (0,9%). Em virtude de os tratamentos com hCG terem sido feitos no quarto dia após o estro, a avaliação dos níveis de progesterona e de metabólitos lipídicos teve início no sexto dia após o estro, e término no 18º dia, quando os níveis de progesterona indicavam queda brusca, característica indicativa do próximo estro.

Foram estimadas correlações entre a concentração média de progesterona e as concentrações médias de colesterol, de HDL e de triglicerídeos. As comparações entre as médias foram feitas pelo teste de Student Newmann-Keuls ao nível de 5%.

As dietas isoprotéicas foram constituídas de silagem de capim-elefante (Pennisetum purpureum, Schum) variedade "Cameroon" e cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) na proporção de 2:1, ad libitum, mais concentrado. O fornecimento da dieta foi feito de acordo com as exigências nutricionais recomendadas pelo Nutrient... (1988) para novilhas com 400kg de peso vivo e ganhos de até 200g/dia.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Todas as novilhas apresentaram (P>0,05) escore acima de 7 (escala de 1 a 9), indicando boa condição nutricional durante todo o período experimental.

As concentrações de progesterona (P4) no soro das novilhas foram maiores (P<0,05) para os tratamentos com dieta hiperlipídica em relação ao tratamento-controle (Tab. 1).

 

 

Além disso, novilhas que receberam tratamento com hCG apresentaram maior concentração (P<0,01) de progesterona do que as que não receberam, indicando que a ação luteotrófica do hormônio, possivelmente, aumentou a absorção de lipoproteínas e da esteroidogênese pelo tecido luteal. Na avaliação das concentrações de progesterona verificaram-se, como mostra a Fig. 1, alterações no sexto, nono e 12º dia pós-estro em resposta ao tipo de dieta (P<0,05) e aplicação do hCG (P<0,01).

 

 

Na comparação das médias nos cinco períodos de coleta, observou-se que os tratamentos com dietas hiperlipídicas afetaram as concentrações de progesterona no soro sangüíneo até o 12º dia pós-estro, sendo que no sexto, nono e 12º dia houve diferença (P<0,05) entre as dietas 1, 2 e 3 com 1,72, 2,28 e 2,81ng/ml de progesterona, respectivamente. Já no 15º e 18º dia pós-estro não houve diferença nos níveis de progesterona devido ao tipo de dieta.

Para os tratamentos com hCG, observaram-se níveis de progesterona maiores que nos tratamentos sem hCG nos dias 6, 9, 12 e 15 pós-estro (P<0,01). As concentrações mais elevadas de progesterona foram para as novilhas que tiveram tratamentos com dietas hiperlipídicas até o 12º dia no pós-estro, o que concorda com Talavera et al. (1985) na fase luteal média, ou seja, do décimo ao 16º dia pós-estro. Os tratamentos com hCG corresponderam às mais elevadas concentrações de P4, confirmando a hipótese de Grummer & Carrol (1988) de que a manipulação nutricional e hormonal poderá proporcionar maior esteroidogênese ovariana.

Houve tendência para aumento do período do ciclo estral nas novilhas tratadas com hCG. Esses resultados concordam com os de Wiltbank et al. (1961), de que o hCG exibe propriedades luteotróficas pelo prolongamento funcional do corpo lúteo de bovinos, e com os encontrados por Veenhuizen et al. (1972), Helmer & Britt (1987) e Breuel et al. (1989).

Na avaliação do colesterol total e HDL (Fig. 2 e 3), ficou evidente que as dietas hiperlipídicas foram fator de aumento (P<0,05) na concentração de ambos os metabólitos, porém o tratamento com hCG afetou somente a concentração do colesterol no nono dia pós-estro (P<0,01). Os maiores valores médios de colesterol total e HDL foram para a dieta com grão de soja integral, seguido da dieta com ácido graxo complexado e da dieta-controle.

 

 

 

Os resultados revelaram declínio transitório do colesterol total durante a fase luteal do sexto ao nono dia no pós-estro nos tratamentos com hCG (Fig. 2), demonstrando que os níveis de metabólitos lipídicos apresentaram mudanças durante o ciclo estral de novilhas, como também relatado por Talavera et al. (1985)..

Vários fatores podem modificar a concentração dos metabólitos lipídicos durante o ciclo estral de novilhas. Talavera et al. (1985) citam que, possivelmente, o declínio do colesterol total durante a fase luteal pode ser resultante de sua captação e utilização pelo tecido luteal porque o colesterol derivado da lipoproteína plasmática é a principal fonte do colesterol para a produção de progesterona pelo ovário (Andersen & Diestsch, 1978).

A diminuição nos níveis sangüíneos de colesterol total e HDL (Fig. 2 e 3) do sexto ao nono dia no pós-estro nas novilhas tratadas com hCG correspondeu, possivelmente, à fase luteal de maior intensidade na captação e internalização desses metabólitos lipídicos, visto que, após essa fase, ocorreu aumento desses metabólitos. Porém, os mecanismos que controlam tais eventos metabólicos e endócrinos são complexos e ainda não foram esclarecidos totalmente (Grummer & Carrol, 1988).

A concorrente elevação dos níveis de progesterona com os níveis de colesterol, HDL e triglicerídeos (Fig. 4) foram observados durante o nono e 12º dia pós-estro, como também foi encontrado por Talavera et al. (1985) e Williams (1989), sugerindo que a hiperlipidemia induzida pode ser o fator de aumento da biossíntese de progesterona luteal.

 

 

Mahley & Innerarity (1983) sugeriram que os resultados obtidos por Mahley em 1981, 1982 e 1983 e por Havel et al. em 1980 e 1982 com dietas com alto nível de gordura e colesterol podem ser a causa da alteração no metabolismo lipídico, especialmente das lipoproteínas. Tais achados podem ser confirmados pelas alterações dos níveis de colesterol, HDL e triglicerídeos nas dietas hiperlipídicas das novilhas nos diferentes dias pós-estro, mostrando que a alteração metabólica provocada pelas dietas envolve fatores não conhecidos que superam o controle homeostático do metabolismo dos lipídios, como foi citado por Williamns (1989).

A correlação entre a concentração de progesterona e os metabólitos lipídicos, colesterol total, HDL e triglicerídeos (Tab. 2), foi significativa no sexto e 12º dia pós-estro (P<0,01 ou P<0,05).

 

 

A correlação entre os níveis de metabólitos lipídicos e a concentração de progesterona sérica, independentemente da dieta e tratamento hormonal, não foi significativa para os outros dias de coleta. Talavera et al. (1985) obtiveram correlação negativa entre concentração de colesterol total e concentração de progesterona do segundo ao nono dia do ciclo estral, não correspondendo aos encontrados no presente estudo.

Houve diferenças no consumo de matéria seca das dietas oferecidas às novilhas, e o tratamento hormonal não interferiu no consumo, nem houve interação entre dietas e hormônio (Tab. 3). O maior consumo foi para os animais que receberam grão de soja integral como fonte hiperlipídica (T5 e T6) e animais que receberam dieta-controle (T1 e T2) e menor para as novilhas que receberam dietas com ácido graxo protegido (T3 e T4). Esses dados confirmam os achados de Macleod et al. (1977), nos quais a ingestão de lipídeo protegido (sebo protegido com formaldeído) diminuiu a ingestão de matéria seca total. Entretanto, Rosado (1991) não observou queda de consumo de matéria seca em vacas leiteiras que receberam dietas com ácido graxo protegido.

 

 

O consumo de proteína bruta total foi alterado (P<0,01) pelo tipo de dieta (T1, T3 e T5), pelo hormônio (T2, T4 e T6) e pela interação de dieta e hormônio (Tab. 3). Na decomposição da interação hormônio e dieta verificou-se que o hormônio foi, aparentemente, fator sinérgico para a maior ingestão de proteína bruta na dieta-controle e na com grão de soja integral.

Na avaliação do peso vivo final pode-se verificar o efeito dos tratamentos com diferenças (P<0,01) para dietas e interação dieta ´ hormônio (Tab. 3). Os pesos das novilhas de T3, T5 e T6 (394,04; 394,87 e 397,16kg, respectivamente), foram superiores (P<0,01) ao de T2 (386,00kg) que foi maior que os T1 e T4 (365,00 e 384,00kg, respectivamente).

A avaliação do peso corporal final no período experimental de 60 dias indicou que as novilhas que receberam dieta com grão de soja integral (com e sem hCG) tiveram pesos idênticos aos das que receberam dieta com ácido graxo protegido (sem hCG) e foram maiores que os pesos de novilhas com dietas-controle sem hCG e com ácido graxo com hCG, que não diferiram entre si. Esses resultados não são consistentes para um período de observação tão curto, reforçando os resultados encontrados por Diaz Gonzalez (1991) de que a variável peso corporal não é a melhor estimativa para definir estado nutricional de um animal, senão por períodos prolongados.

 

CONCLUSÕES

As dietas hiperlipídicas aumentaram as concentrações de progesterona em novilhas. A aplicação de hCG também proporcionou aumentos nas concentrações de progesterona, com sinergismo entre as dietas-controle, o grão de soja integral e o hCG para aumento nas concentrações de progesterona. Dietas hiperlipídicas aumentaram as concentrações de colesterol e HDL, enquanto o hCG causou queda na concentração desses metabólitos no nono dia após o estro. A correlação entre as concentrações de progesterona e as de HDL e colesterol, do sexto ao 18º dia após o estro, é indicativa de que tais metabólitos lipídicos podem indicar efeito da nutrição na função luteal cíclica de novilhas.

 

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