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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.51 no.3 Belo Horizonte June 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09351999000300004 

Freqüência de lesões gástricas em suínos destinados ao abate na região de Ribeirão Preto, SP

(Frequency of gastric lesions on pigs at slaughter in Ribeirão Preto - SP, Brazil)

 

L.F.O.S. Carvalho1, C.J.B. Oliveira2, P.A.O. Martinez2, B.C. Mazzucato2, A.C. Alessi1

1Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias – UNESP
14870-000 – Jaboticabal, SP
2
Graduandos em Medicina Veterinária - UNESP, Jaboticabal

 

Recebido para publicação, após modificação, em 8 de abril de 1999.
Colaborador: F.C. Ferrante
E-mail: lfosc@fcav.unesp.br

 

 

RESUMO

Foram colhidos e examinados 1085 estômagos de suínos, machos castrados ou fêmeas, todos com idade entre 140 e 150 dias. As lesões encontradas foram classificadas de acordo com a localização, tipo e severidade. A análise macroscópica revelou que 694 (64%) estômagos apresentavam algum tipo de lesão. A paraqueratose foi identificada como alteração patológica única em 213 (19,6%) estômagos. Em outros 319 (29,4%) estômagos, ela estava associada apenas a processos erosivos ou associada a erosões e úlceras. Erosões isoladas ou associadas a ulcerações foram identificadas em 121 (11,2%) animais, enquanto que úlceras, foram verificadas em 41 (3,8%) animais. A avaliação por regiões, revelou que 62,8% apresentaram lesões na região gastresofágica e apenas 6,6% na região fúndica do órgão. Tais achados sugerem a existência de diferentes causas na etiopatogenia desses dois processos gástricos. A ulceração gastresofágica estava presente em 213 (19,6%) animais, dos quais 22,7% eram machos castrados e 16,5% eram fêmeas, fato que evidencia possível influência do sexo na freqüência dessa patologia em suínos. Os exames microscópicos, realizados em parte das amostras, apenas confirmaram as alterações, já identificadas pelo exame macroscópico. Apenas o exame macroscópico conduz a resultados confiáveis na avaliação de lesões gástricas em suínos.

Palavras-Chave: Suíno, lesão gástrica, úlcera gástrica, estômago.

 

ABSTRACT

Stomachs from 1085 female and castrated male, 140-150 days of age pigs, were collected and examined at slaughter. Macroscopic analysis revealed 694 (64.0%) stomachs with some degree of lesion. Parakeratosis alone was found in 213 (19.6%) stomachs. However, in 319 (29.4%) stomachs parakeratosis was associated with erosive, or with erosive and ulcerative processes. Discrete superficial erosions, associated or not with ulcers, were identified in 121 (11.2%) animals. Ulcers, alone, were found in 41 (3.8%) stomachs. These lesions were distributed in the fundic area (6.6%) but, mainly, in the pars oesophagea (62.8%) region, suggesting not only that they are independent, but that they may have different causes. Gastroesophageal ulcers and erosions were affecting 22.7% of castrated males, but only 16.5% of females, possible showing a sex linked interference on the pathogenesis of this syndrome. Microscopic analysis did not enhance or brought an additional aid for a better characterization of the macroscopic lesions, indicating that a fair and judicious macroscopic evaluation can be a good and reliable method for the evaluation of gastric lesions in pigs.

Keywords: Swine, stomach, gastric lesion, gastric ulcer

 

 

INTRODUÇÃO

A ocorrência de ulcerações gástricas em suínos tem sido relatada em diversas partes do mundo (O’Brien, 1993). O estudo desse problema se intensificou a partir da década de 60, já que está associado ao desenvolvimento crescente da suinocultura intensiva (Blachshaw & Kelly, 1980).

As ulcerações que ocorrem na região glandular do estômago, as chamadas úlceras pépticas, diferem, em sua etiologia, daquelas que afetam a pars oesophagea, o que sugere que se trata de patologias distintas (O’Brien, 1993). Em estudo realizado por Muggenburg et al. (1964a), foi demonstrado que somente 2,3% dos estômagos ulcerados apresentavam, concomitantemente, lesões na pars oesophagea e na região glandular, sugerindo que os dois processos devem ter etiologias distintas.

Segundo O’Brien (1993), as úlceras pépticas são bem menos freqüentes do que as úlceras gastresofágicas, cuja freqüência pode variar entre 5 e 100%. Muggenburg et al. (1964b), ao examinarem 3753 estômagos de suínos de ambos os sexos, de diferentes idades e raças, encontraram 13,5% dos animais com ulcerações, cifra que somada a outras patologias observadas na pars oesophagea resultou em 43,7% de animais com algum tipo de alteração na mucosa gástrica. Concluíram, também, haver influência do sexo sobre a incidência de lesões gastresofágicas, pois os machos, embora castrados, apresentaram maior susceptibilidade, na razão de 1,5:1,0. Contudo, estudo recente realizado por Guise et al. (1997), além de mostrar a ocorrência de 22,9% de ulceração gastresofágica, indicando possível aumento na prevalência dessa patologia no Reino Unido, revelou não haver influência do sexo sobre a freqüência de ulcerações na pars oesophagea do estômago. Adicionalmente, sexo parece não exercer qualquer influência sobre a ocorrência de úlceras pépticas (Curtin et al., 1963; Muggenburg et al., 1964b). Outros fatores como sazonalidade, manejo, localização geográfica da granja ou mesmo período de abate foram também estudados (Curtin et al., 1963; Muggenburg et al., 1964b; Davies et al., 1994) como fontes de influência na prevalência da úlcera gastresofágica.

Estudo desenvolvido por Elbers et al.(1995) relata que a freqüência de lesões erosivas e ulcerativas em suínos de abate foi de 11%, ao passo que a paraqueratose, que afetava a pars oesophagea, foi observada em 89% dos estômagos examinados.

No Brasil, Bivin et al. (1974) revelaram que 77,4% de um total de 3113 estômagos examinados apresentavam patologias localizadas na pars oesophagea, e que apenas 0,82% dos processos ulcerativos estavam localizados na região glandular. Observaram que em 58,6% dos afetados havia hiperqueratose na pars oesophagea. Em estudo realizado por Monticelli et al. (1995) foi possível demonstrar a influência do sexo na freqüência de alterações na pars oesophagea em suínos destinados ao abate. Roppa et al. (1995), ao avaliarem estômagos de suínos oriundos da região Sul do país, encontraram paraqueratose, erosões e ulcerações em 30%, 27,3% e 5,5% dos animais, respectivamente. Ciacci et al. (1991), ao estudarem a prevalência de lesões gástricas em três rebanhos suínos, relataram que 23,7% dos animais apresentaram lesões ulcerativas, independente do sexo. Resultados similares para machos e fêmeas foram obtidos por Fleury (1992) apud Ciacci et al. (1991).

A ulceração gastresofágica pode ser causa de morte súbita em suínos mantidos em sistema intensivo de produção (Ciacci et al., 1991). Há, porém, grande dificuldade para a avaliação dos prejuízos causados pelas formas subaguda e/ou crônica da patologia (O’Brien, 1993). Estudos realizados em suínos de abate, com o propósito de esclarecer esse aspecto, mostraram resultados contraditórios (Elbers et al., 1995; Monticelli et al., 1995; Guise et al., 1997).

Este estudo teve como objetivo determinar a freqüência e os tipos de lesões gástricas em suínos da região de Ribeirão Preto, SP.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Utilizaram-se 1085 estômagos de suínos, colhidos aleatoriamente durante o abate, no frigorífico Fripon – Frigorífico Pontal Ltda., localizado no município de Pontal, macrorregião de Ribeirão Preto, SP, durante o verão de 1997. Os animais eram de diversas linhagens oriundas de cruzamentos comerciais, com idade entre 140 e 150 dias e peso entre 90 e 100kg. Por ocasião da colheita das amostras foram anotados o sexo e a origem dos animais.

Cada estômago era examinado externa e internamente. O exame interno era feito por meio de incisão ao longo da curvatura maior, e as lesões encontradas foram agrupadas considerando a localização, o tipo e a severidade. Para o estudo histopatológico, foram colhidas cinco amostras de cada tipo de lesão e cinco amostras de estômagos macroscopicamente normais. Os fragmentos de tecido foram fixados em formalina a 10%, incluídos em parafina, seccionados com a espessura de cinco micrômetros e corados com hematoxilina-eosina (H/E) e tricrômico de Gomori.

Utilizou-se o método estatístico do qui-quadrado para analisar a influência do sexo sobre a prevalência das lesões.

 

RESULTADOS

Ao exame macroscópico dos 1085 estômagos verificou-se que 694 (64,0%) apresentavam algum tipo de lesão. As lesões foram classificadas como paraqueratose, erosões, ulcerações da mucosa gástrica e suas combinações (Tab. 1).

 

 

Conforme pode ser visto na Tab.2, as ulcerações foram encontradas principalmente na região gastresofágica.

 

 

Embora a amostra estudada não inclua machos inteiros mas apenas fêmeas inteiras e machos precocemente castrados, os resultados da Tab. 3 evidenciam que o sexo exerceu influência significativa (P<0,01) sobre a incidência de lesões gástricas na região gastresofágica.

 

 

Embora os animais fossem todos oriundos de uma mesma macrorregião, observou-se grande heterogeneidade na freqüência e na severidade das lesões gástricas entre os lotes de diferentes propriedades. Alguns lotes apresentaram alta freqüência de ulcerações, outros tinham poucos animais com alterações na mucosa gástrica.

Os estudos histopatológicos revelaram processos de paraqueratose, edema, acantose e degeneração celular em todos os fragmentos de tecido gástrico que, ao exame macroscópico, apresentaram processos identificados como paraqueratose. A hiperqueratose, quando presente, sempre se mostrava associada à paraqueratose. As amostras que ao exame macroscópico revelaram erosões na pars oesophagea da mucosa gástrica, ao exame microscópico apresentaram perda da continuidade superficial do epitélio, resultado de processo celular degenerativo. A infiltração de polimorfonucleares e edema também foram evidenciados.

Necrose epitelial, infiltração neutrofílica e eosinofílica abundante foram verificadas ao exame microscópico das amostras que apresentavam processos erosivos ao exame macroscópico. Maior proximidade das papilas da lâmina própria em relação à superfície epitelial nas regiões erosadas ou ulceradas também foi observada com freqüência.

Na grande maioria dos casos de ulceração aguda, observaram-se aumento da vascularização, degeneração fibrinóide de arteríolas, trombose vascular, infiltrado de células polimorfonucleares e hiperplasia linfóide na lâmina própria. A hiperplasia linfóide mostrou-se, quase sempre, associada às úlceras localizadas na região glandular do estômago. A presença de tecido conectivo, juntamente com algumas das alterações descritas acima, comprovou o aspecto crônico dos processos ulcerativos nas amostras assim classificadas ao exame macroscópico.

A maioria das amostras avaliadas mostrou total integridade da camada muscular da parede gástrica.

 

DISCUSSÃO

Os resultados revelaram que 64,0% dos animais apresentavam algum tipo de lesão gástrica, valor situado dentro dos limites indicados por O’Brien (1993), similar ao encontrado por Roppa et al. (1995), bastante superior àquele citado por Muggenburg et al. (1964b), porém inferior aos referidos por Bivin et al. (1974) e Elbers et al.(1995). Muitos podem ter sido os fatores que poderiam justificar essas diferenças de freqüência de lesões. A sazonalidade, o manejo, a localização geográfica ou, até mesmo, o período de abate são referidos na literatura (Curtin et al., 1963; O’Brien, 1993; Davies et al., 1994). Embora os animais fossem todos oriundos de granjas de uma mesma região, observou-se marcante variação na freqüência de lesões gástricas quando mudava a origem do lote de animais. Tal fato concorda com as observações de Muggenburg et al. (1964b) que identificaram grandes diferenças nos índices de prevalência de lesões gástricas de suínos oriundos de duas granjas da Universidade de Wisconsin e submetidos a algumas diferenças no manejo geral.

O índice mais elevado de lesões na região gastresofágica, quando comparado àquele observado nas regiões glandulares do estômago, permite sugerir a participação de fatores diversos e independentes na etiologia dos dois processos, aspecto já sugerido por Rothenbacher et al. (1963).

A freqüência de lesões localizadas nas regiões glandulares do estômago foi maior que as relatadas por diversos outros autores (Curtin et al.,1963; Muggenburg et al., 1964b; Bivin et al., 1974). As lesões situavam-se nas regiões pilórica, fúndica e cárdica, com predominância de lesões que afetavam a região fúndica. Tal distribuição difere dos raros achados de lesões citados nos estudos acima, nos quais as lesões localizavam-se, principalmente, nas regiões do piloro e do cárdia.

Houve influência significativa do sexo sobre a ocorrência de lesões na região gastresofágica do estômago, sendo o índice dos animais castrados quase 10 pontos percentuais mais elevado que o das fêmeas, semelhante ao observado por outros autores (Monticelli et al.,1995; Roppa et al., 1995). Resultados de um recente estudo realizado por Guise et al. (1997) não indicaram influência do sexo. Embora não tenham detectado diferenças estatísticas entre as freqüências obtidas para castrados e fêmeas, esses autores verificaram tendência de maior freqüência de lesões em machos castrados.

Não houve influência significativa de sexo sobre a freqüência de lesões localizadas nas regiões glandulares do órgão, fato já constatado no estudo realizado por Muggenburg et al. (1964b).

Os resultados da análise histopatológica das amostras de tecido gástrico foram semelhantes aos já relatados por outros autores (Curtin et al., 1963; Muggenburg et al., 1964a; O’Brien, 1993) e apenas confirmaram as alterações patológicas identificadas pelo exame macroscópico. Tal fato não apenas qualifica a avaliação visual como método adequado para estudos de ocorrência de lesões gástricas na espécie suína, mas também a possibilidade de dispensar outros métodos auxiliares empregados para o mesmo fim.

A alta freqüência de lesões, principalmente as pré-ulcerativas localizadas na pars oesophagea do estômago, observada no presente estudo, e resultados obtidos em outras investigações realizadas no País (Ciacci et al., 1991; Monticelli et al., 1995; Roppa et al., 1995) sugerem que essa patologia seja bastante freqüente no rebanho suíno brasileiro.

Justificam-se, pois, novas pesquisas sobre o assunto, em especial investigações que procurem identificar as principais causas do problema, e os meios específicos para o seu controle.

 

CONCLUSÕES

Com base no material, condições e metodologia empregados neste estudo foi possível concluir que: a elevada freqüência de lesões na região gastresofágica do estômago e a baixa freqüência de lesões nas regiões glandulares sugerem que elas têm componentes etiológicos diversos; machos castrados são mais sujeitos a lesões da região gastresofágica do estômago do que fêmeas; há grande variação na freqüência de lesões gástricas segundo a origem (granja) dos animais; o exame histopatológico apenas confirmou os achados já identificados pelo exame macroscópico, isto é, a macroscopia fornece resultados confiáveis na avaliação da freqüência de lesões gástricas na espécie suína.

 

AGRADECIMENTOS

Ao Frigorífico Fripon Ltda., por viabilizar a realização deste estudo; às técnicas Maria I.Y. Campos e Francisca A. Ardisson, pela preparação das amostras para histopatologia

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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