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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.51 no.4 Belo Horizonte Aug. 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09351999000400011 

Absorção real, perdas endógenas e exigência de fósforo para suínos em final de crescimento, pela técnica da diluição isotópica

(True absorption and endogenous fecal losses of phosphorus for swine in the final of the growing based on the isotopic dilution techinique)

 

J.B. Lopes1, D.M.S.S. Vitti2, A.V. Figueirêdo1, H.P. Barbosa3

1Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Piauí
Campus Universitário da Socopo – Teresina, PI
2Centro de Energia Nuclear na Agricultura – Universidade São Paulo – Piracicaba, SP
3Instituto de Zootecnia - Nova Odessa, SP

 

Recebido para publicação, após modificação, em 28 de dezembro de 1998.
Pesquisa financiada pela FAPESP
E-mail: jblopes@carpa.ciagri.usp.br

 

 

RESUMO

Determinaram-se as perdas endógenas mínimas, a exigência de fósforo e a absorção real do fósforo do fosfato bicálcico em suínos no final da fase de crescimento, pela técnica da diluição isotópica. Foram utilizados 20 leitões híbridos comerciais, com peso de 48kg, distribuídos em delineamento experimental de blocos ao acaso com cinco tratamentos, constituídos de dietas com diferentes níveis de P total (0,33, 0,36, 0,47, 0,54 e 0,61%), com quatro repetições. A excreção fecal e urinária, a absorção e a retenção de P foram influenciadas pelos níveis de consumo desse mineral. As perdas endógenas fecais não foram influenciadas pelos níveis de P consumido, indicando que os níveis ingeridos foram insuficientes para atender às exigências de P dos leitões. A biodisponibilidade do fósforo do fosfato bicálcico foi de 74,7% e a exigência de mantença de 10,02mgP/kg p.v./dia.

Palavras-Chave: Suíno, fósforo, diluição isotópica, absorção real, requisito

 

ABSTRACT

The experiment was carried out to determine the minimum fecal endogenous losses, the P requirement of pigs, and the true P absorption from phosphate dicalcium using pigs in the final of the growing phase through the isotopic dilution technique. Twenty commercial hybrid pigs, 48kg L.W., were arranged in experimental design complete randomized blocks with five treatments and four replications. Treatments consisted of different total P levels: 0.33, 0.36, 0.47, 0.54 and 0.61%. Fecal and urinary P outputs, absorption and retention of P were influenced by P intake; P endogenous losses were not affected by P intake, indicating that dietary P was not enough to achieve P requirements; the P biological availability from dicalcium phosphate was 74.7%; and the daily maintenance dietary requirement for pigs was 10.02mg P/kg L.W.

Keywords: Swine, phosphorus, isotopic dilution, true absorption, requirement

 

 

INTRODUÇÃO

Os minerais no trato gastrointestinal provêm de duas fontes: a exógena, como água e alimentos, e a endógena, representada pelas secreções e células de descamação. Quando se mede a diferença entre ingestão e excreção de fósforo obtém-se a assimilação aparente. A absorção real ou disponibilidade biológica é determinada quando se conhece o conteúdo endógeno.

De acordo com Chala & Braithwaite (1988), existe estreita relação entre o fósforo consumido e o endógeno fecal, com fortes razões fisiológicas para o estabelecimento dessa relação, uma vez que as perdas endógenas fecais têm importante papel na regulação do balanço de fósforo no organismo animal. Assim, as perdas endógenas são parte integrante da avaliação biológica do alimento, e devem ser incorporadas na avaliação do requisito nutricional, uma vez que, no caso dos minerais, o requisito representa a resposta líquida da fisiologia do suíno (Akinsoyinn, 1986; Fernandez, 1995b).

No campo da nutrição animal, o conhecimento da absorção real poderá contribuir na redução dos custos da produção animal, por meio de utilização mais racional dos nutrientes e alimentos. A técnica de diluição isotópica tem-se constituído no principal método de determinação das perdas endógenas e da absorção dos eNo campo da nutrição animal, o conhecimento da absorção real poderá contribuir na redução dos custos da produção animal, por meio de utilização mais racionallementos minerais (Bellaver et al., 1983; Vitti, 1989).

O presente trabalho teve o objetivo de determinar as perdas endógenas mínimas, a exigência de fósforo para mantença e a absorção real de P do fosfato bicálcico de suínos no final da fase de crescimento, pela técnica da diluição isotópica.

 

MATERIAL E MÉTODOS

A pesquisa foi desenvolvida no Laboratório de Nutrição Animal do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo, utilizando-se 20 leitões híbridos comerciais, machos, castrados, com peso vivo médio de 47,6±2,3kg.

Os tratamentos consistiram de rações formuladas à base de milho, farelo de soja, farelo de trigo e suplemento vitamínico e mineral, com diferentes níveis de fósforo: A- 0,33% de fósforo total (Pt), proveniente dos ingredientes de origem vegetal; B- 0,36% de Pt; C- 0,47% de Pt; D- 0,54% de Pt e E- 0,61% de Pt (Tab. 1). O ajuste do fósforo total nas dietas B, C, D e E foi obtido pela adição de fosfato bicálcico, e a concentração de P de origem vegetal foi de 0,33, 0,31, 0,32, 0,33 e 0,33% de P total, respectivamente, para as dietas A, B, C, D e E.

 

 

Os leitões foram alojados em gaiolas metabólicas por um período de sete dias de adaptação e sete dias de coleta total de fezes e de urina e de amostras de sangue. No primeiro dia da fase de coleta, foi introduzido como traçador, por via endovenosa, o 32P, na dose de 7,4MBq, como fosfato de sódio (Na2HPO4), livre de carregador.

Os animais receberam diariamente duas refeições, com as quantidades baseadas no peso metabólico (W0,75), levando em consideração o menor consumo observado na fase pré-experimental, dentro de cada bloco, e água fornecida à vontade.

A análise bromatológica das dietas foi realizada seguindo-se as recomendações de Official... (1980) e a determinação do cálcio, por espectrometria de absorção atômica (Zagatto et al., 1979). A concentração de fósforo inorgânico no plasma e na urina foi avaliada por colorimetria (Fiske & Subbarow, 1925), e nas fezes e nas dietas, pelo método vanadato-molibdato (Sarruge & Haag, 1974). A contagem da atividade do 32P foi realizada por efeito Cerenkov (International..., 1979; Nascimento Filho & Lobão, 1977).

Os cálculos do percentual da atividade injetada encontrada no plasma, nas fezes e na urina e as atividades específicas no plasma e nas fezes foram feitas de acordo com Lofgreen (1960), e o valor do fósforo endógeno baseado em Comar et al. (1953) e Vitti (1989).

No cálculo da disponibilidade biológica do fósforo do fosfato bicálcico levou-se em conta o fracionamento do fósforo consumido e do absorvido, em partes de origem vegetal, endógena e do fosfato bicálcico. Para a avaliação do fósforo de origem vegetal nas dietas com fosfato bicálcico, considerou-se o valor da disponibilidade do fósforo dessa fração, obtido na ração A, de acordo com Bellaver et al. (1983).

A meia-vida biológica do fósforo foi determinada utilizando-se um sistema cartesiano com a atividade específica no plasma, e o tempo, de acordo com a lei de decaimento dos átomos radioativos (International..., 1979).

O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com cinco tratamentos e quatro repetições. Os resultados foram submetidos à análise de regressão relacionando-os com o P consumido (SAS..., 1986).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os valores das variáveis estudadas segundo os tratamentos são apresentados na Tab. 2. As médias de fósforo e de matéria seca consumidas mostram uma relação linear positiva (P<0,01) entre a ingestão de P consumido (Y) e os níveis de P (X) da dieta, cuja equação foi Y=–2,7518+202,52X; R2=0,91; P<0,01. Os suínos apresentaram baixo consumo de P, em que as quantidades ingeridas não foram suficientes para atender às exigências diárias recomendadas pelo NRC (Nutrient..., 1988).

 

 

A resposta de ingestão de P em função dos níveis da dieta foi semelhante à observada nos resultados de Mudd et al. (1969), em pesquisa com suínos dos 23 aos 41kg de peso vivo, que receberam dietas com conteúdo de P entre 0,38 e 1,47%, e à de Fernandez (1995a), com suínos de 65kg de peso, também com níveis crescentes de P na dieta, porém, com conteúdo superior aos deste trabalho.

O P excretado nas fezes e na urina apresentou resposta linear significativa aos níveis de P consumido, de acordo com as equações,

Y=22,272+0,2371X; R2=0,51 e
Y=–1,4288+0,0396X; R2=0,32,
respectivamente.

O mesmo comportamento foi observado por Fernandez (1995a), com suínos de 65kg de peso, em que a excreção de P nas fezes de 33,85; 58,46 e 83,08mgP/kg p.v./dia esteve associada à ingestão de 56,92, 124,62 e 200,00mgP/kg p.v./dia. Essas taxas mais elevadas relacionadas com o maior consumo de P dos animais ressaltam, segundo Georgievskii (1982) e Breves & Schröder (1991), a importância do trato gastrointestinal e dos rins na excreção e na homeostase do P.

Os níveis de P consumido não afetaram as perdas endógenas fecais (P>0,05), provavelmente devido às quantidades ingeridas de P não terem atendido às exigências dietéticas desse mineral, o que pode ter provocado maior taxa de reabsorção do P endógeno secretado no trato gastrointestinal.

Os valores encontrados para as perdas endógenas estão de acordo com Cupák et al. (1972), em pesquisa com suínos de 20kg, e Jongbloed et al. (1992), ao relatarem que o P endógeno fecal para suínos varia de 5 a 10mgP/kg p.v./dia. Foram, também, bem próximos aos de Bellaver et al. (1983) que, ao fornecerem dietas para suínos em crescimento com e sem suplementação de P, constataram que a ingestão de 184,22 e de 132,64mgP/kg p.v./dia estava associada a 5,18 e 4,11mgP/kg p.v./dia de perdas endógenas fecais.

A quantidade média de P endógeno fecal excretada pelos animais foi de 4,27mgP/kg p.v./dia, e pode ser considerada como mínima, uma vez que não foi influenciada pelos níveis de P dietético, representando assim as perdas fecais obrigatórias. Associando-se este valor ao de 1,43mgP/kg p.v./dia do P urinário, no nível zero de consumo de P, proveniente da equação Y=–1,4288+0,0396X, obtém-se o valor de 5,70mgP/kg p.v./dia, representando as perdas endógenas mínimas totais. Para transformar essas perdas em exigência de mantença em dietas suplementadas com fosfato bicálcico, considerou-se a disponibilidade média de 56,90% das dietas com fosfato bicálcico, e assim obteve-se o valor de 10,02mgP/kg p.v./dia.

O P absorvido e o coeficiente de absorção estabeleceram uma relação linear positiva (P<0,01) em função do P consumido (X), de acordo com as equações, respectivamente,

Y=–17,02+0,7521X; R2=0,92 e
Y=0,3483+0,0022X; R2=0,48.

Esta observação pode ser explicada, segundo Reinhardt et al. (1988) e Breves & Schröder (1991), pelos mecanismos de absorção ligados ao transporte passivo, não saturável, que nos níveis de maior concentração de P no trato gastrointestinal resulta em maior pressão deste mineral no epitélio do intestino delgado, aumentando, por conseqüência, a sua absorção.

O tratamento A, constituído de P de origem vegetal, apresentou menor disponibilidade biológica do P, 48,5%, devido à predominância de P fítico que, de acordo com Ketaren et al. (1993), apresenta menor disponibilidade de P, visto que a molécula de fitato encontra-se fortemente ligada a certos cátions, não permitindo uma eficiente hidrólise dos grupos ortofosfatos existentes. Porém, esse valor está de acordo com Peeller (1972), ao destacar que a disponibilidade do P fítico, em suínos, varia entre 20 e 60%.

A disponibilidade biológica média do fósforo das dietas com fosfato bicálcico foi de 56,9%, enquanto a do P do fosfato bicálcico quando se eliminou a interferência do P de origem vegetal, pelo fracionamento do P consumido e do absorvido, em partes de origem vegetal e endógena, foi de 74,7%, valor superior aos 72% obtidos por Cupák et al. (1972), para o P do fosfato bicálcico, e aos 71% de Guéguen et al. (1968), para o P do fosfato dissódico.

Os valores do balanço ou fósforo retido (Tab. 2) revelaram correlação positiva (P<0,001) com os níveis de P consumido,

Y=–20,836+0,7223X; R2=0,90,

similar ao observado por Ketaren et al. (1993) e Fernandez (1995a), com leitões na fase de terminação. A análise da equação do P retido em função do P consumido revela que, ao se extrapolar para o nível zero de retenção, o consumo de P dietético deveria ser de 28,81mgP/kg p.v./dia, o que representaria o requisito dietético mínimo desse mineral, em dietas suplementadas com fosfato bicálcico.

Constatou-se que houve diferença no valor do requisito de P para mantença dos leitões entre o processo de determinação, fundamentado nas perdas endógenas mínimas (10,02mg de P/kg p.v./dia), e o da equação de P retido (28,81mgP/kg p.v./dia). Essas diferenças podem estar vinculadas ao problema da restrição de P que, mesmo não tendo influenciado nas perdas endógenas de origem fecal, afetou as perdas urinárias, produzindo valores muito baixos. Como conseqüência, as perdas endógenas totais apresentaram, também, o mesmo padrão. Já na determinação do P retido, são levadas em consideração as perdas totais de P nas fezes e na urina. Assim, o P retido recebeu maior influência das perdas fecais, uma vez que o P urinário teve valores muito baixos.

A concentração de P no plasma não apresentou resposta significativa aos níveis de P consumido (P>0,05), sendo os resultados semelhantes aos encontrados no trabalho de Farmatre et al. (1977), com leitões na fase de terminação. Koch & Mahan (1986), em experimento com 35 dias de duração, verificaram em leitões na fase de terminação, que receberam dieta com níveis de P entre 0,09 e 0,31%, efeito linear significativo na concentração de fósforo inorgânico no soro sangüíneo. O mesmo foi observado por Engstron et al. (1985), em dietas de 0,085, 0,3 e 0,6% de P, que aumentaram linearmente a taxa de P no plasma. Os resultados do presente estudo divergem desses achados, provavelmente devido aos diferentes níveis P consumido, à idade dos animais e ao curto período experimental. Nesse sentido, Engstron et al. (1985) afirmaram que a hipofosfatemia em suínos atinge a média mínima de P inorgânico no plasma em torno de 34 a 41 dias de restrição do mineral na dieta.

Verificou-se que não houve efeito linear (P>0,05) entre meia-vida biológica do 32P no plasma e os níveis de P consumido, contrastando com os resultados obtidos com leitões no início da fase de crescimento (Lopes, 1998), em que se observou uma relação linear negativa, o que pode ser explicado, em parte, pelas diferenças de idade dos animais e dos níveis de P consumido, bem como pelo fato de as atividade metabólicas dos animais mais velhos serem menos intensas e a utilização do P pelos tecidos, principalmente o ósseo, seguir o mesmo comportamento.

Por outro lado, os valores similares da meia-vida biológica indicam, ainda, que os leitões tiveram comportamento semelhante em termos de metabolismo, em relação aos diferentes níveis de P consumido, provavelmente, pelo fato de não ter atendido o consumo às exigências nutricionais, cujo consumo, segundo o Nutrient... (1988), para leitões de 20 a 50kg, deve ser de 9,50g de P total. No entanto, no estudo em pauta, os animais do tratamento de maior ingestão consumiram 5,78g/dia.

 

CONCLUSÕES

De acordo com as condições experimentais concluiu-se que: 1- a excreção de P fecal e urinário, a absorção e a retenção de P foram influenciados pelos níveis de ingestão de P; 2 - as perdas endógenas fecais não foram influenciadas pelos níveis de P consumido, indicando que os níveis ingeridos não foram suficientes para atender às exigências de P dos suínos; 3- os suínos no final da fase de crescimento (48kg p.v.) necessitam de 5,70mgP/kg p.v./dia para manutenção de suas funções vitais, valor este que corresponde a 10,02mgP/kg p.v./dia de P de dietas com fosfato bicálcico; 4- a disponibilidade biológica do P do fosfato bicálcico foi de 74,7%.

 

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