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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.51 no.4 Belo Horizonte Aug. 1999

https://doi.org/10.1590/S0102-09351999000400018 

Peso de carcaça e idade dos bovinos abatidos em Minas Gerais

(Carcass weight and age of bovines slaughtered in Minas Gerais, Brazil)

 

F. Baptista1,5, E.C. Moreira2*, W.L.M. Santos3, B.R. Dieguez4

1Estudante de Doutorado da Escola de Veterinária da UFMG
2Escola de Veterinária da UFMG
Caixa Postal 567
30123-970 - Belo Horizonte, MG
3Departamento de Tecnologia e Inspeção da Escola de Veterinária da UFMG
4Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SIPA)
5Bolsista da CAPES

 

Recebido para publicação em 19 de fevereiro de 1999.
*Autor para correspondência
E-mail: elviocm@vet.ufmg.br

 

 

RESUMO

O peso médio da carcaça quente de 505.005 bovinos abatidos em Minas Gerais, de janeiro a dezembro de 1997, foi de 222,31kg. Esses bovinos repartiram-se por sete categorias, com os seguintes pesos médios de carcaça: touro 235,58kg, novilhão 236,31kg, novilho intermediário 235,32kg, novilho 237,64kg, vaca 176,90kg, novilhona 176,86kg e novilha 148,60kg. Com base nos pesos médios de carcaça quente de categorias próximas, tomadas duas a duas, novilhões, novilhos intermediários e novilhos foram mensalmente comparados entre si. Da mesma forma, as novilhonas foram comparadas com as vacas. Os novilhos apresentaram sempre peso médio de carcaça significativamente superior ao dos novilhos intermediários (P<0,05). Nas restantes comparações, as categorias tiveram comportamento inconstante, com peso médio de carcaça significativamente maior em alguns meses, significativamente menor noutros ou mesmo sem diferença significativa (P>0,05). Setenta e três por cento dos bovinos abatidos tinham idade igual ou superior a quatro anos. Tendo-se como indicador o binômio idade-peso ao abate, constatou-se um ainda insuficiente progresso qualitativo na produção de bovinos de abate em Minas Gerais.

Palavras-Chave: Bovino, peso morto, carcaça, Brasil

 

ABSTRACT

The mean carcass weight of 505,005 bovines, slaughtered at Minas Gerais State, Brazil, from January to December 1997, was 222.31kg. The bovines, belonging to seven categories, had the following mean carcass weights: bull 235.58kg, old bullock 236.31kg, intermediate bullock 235.32kg, bullock 237.64kg, cow 176.90kg, old heifer 176.86kg and heifer 148.60kg. Regarding hot carcass, mean weight of each two close classes such as old bullocks, intermediate bullocks and bullocks were compared. Cows and old heifers were also compared. Bullocks, when compared to intermediate bullocks, always presented significant higher carcass, mean weight (P<0.05). In all other comparisons, no uniformity concerning weights was observed since carcass mean weights were significantly higher in some months, significantly lower in other months, and sometimes no significant difference was found (P>0.05). Seventy three percent of these bovines were four-year-old or over. Concerning age and weight at slaughter, no qualitative progress in cattle breeding in the State of Minas Gerais was observed.

Keywords: Bovine, slaughtered weight, carcass, Brazil

 

 

INTRODUÇÃO

O peso da carcaça, aliado à idade de abate dos animais é um indicador do tipo de pecuária prevalente em uma região, estado ou país. O ideal seria que os animais fossem abatidos quando o aumento do seu peso deixasse de compensar gastos adicionais com alimentação, manejo e prevenção de doenças infecto-contagiosas e parasitárias e fosse garantida, uma boa qualidade para a carne.

O peso da carcaça é, ainda, o ponto de partida para se avaliarem perdas na produção e na condenação de carcaças nos frigoríficos. Müller (1987) aponta o peso de abate, para uma mesma idade, como fator indicativo da eficiência produtiva do produtor. Esta eficiência produtiva, avaliada no fim da cadeia produtiva pela análise do binômio idade-peso, depende da interação de múltiplos fatores, políticos, econômicos, administrativos, de infra-estrutura, tecnológicos, científicos e culturais.

Apesar de o peso da carcaça ser de fácil determinação, o mesmo não se passa com a classificação dos animais quanto à idade. As dificuldades vão desde a organização da produção nas fazendas até às questões estruturais, operacionais e técnicas em todos os procedimentos que deveriam culminar com a tipificação das carcaças nos matadouros. Como resultado, ter-se-ão classes etárias mal definidas e, conseqüentemente, de difícil comparação. Uma classificação pouco criteriosa pode mascarar variações de raça e manejo, dificultando a identificação e a atuação sobre os fatores que governam o binômio idade-peso, no sentido da redução do primeiro termo e aumento simultâneo do segundo, dentro do economicamente favorável.

Marion (1990), ao referir-se à pecuária de corte no Brasil, declara que ela teve grande desenvolvimento no fim da década de 60, com consolidação ao longo da década de 70. O autor considera o crescimento da pecuária brasileira como tendo sido fundamentalmente quantitativo, o que se justificaria por se tratar de uma primeira fase à qual se seguiria, por imposição da realidade por ela criada, uma maior atenção para com os aspectos qualitativos. Esta consolidaria essa realidade, segundo adequados padrões técnicos, e permitiria a implantação de controles anteriormente inexistentes.

O presente trabalho teve como objetivo determinar o peso médio de carcaça quente, geral e por categoria segundo idade e sexo, de bovinos abatidos em frigoríficos de Minas Gerais sujeitos à Inspeção Federal, de janeiro a dezembro de 1997.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram utilizados dados relativos à idade, peso e procedência de bovinos abatidos de janeiro a dezembro de 1997, em 11 dos 28 frigoríficos de Minas Gerais sujeitos à Inspeção Federal. Os dados constavam de dois formulários dos Serviços de Inspeção do Ministério da Agricultura, designados por demonstrativos 1 e 2. O primeiro destinado ao registro do número mensal de bovinos abatidos por categoria, segundo idade e sexo e do respectivo peso de carcaça quente; o segundo, também para o registro do número mensal de bovinos abatidos por categoria, mas com referência aos locais de sua procedência e das doenças diagnosticadas nos exames ante e post mortem.

Os formulários, preenchidos pelos frigoríficos, foram fornecidos pelos Serviços de Inspeção dos Produtos de Origem Animal (SIPA), da Delegacia Federal do Ministério da Agricultura e Abastecimento em Minas Gerais, ambos sediados em Belo Horizonte.

Os frigoríficos, com Serviço de Inspeção Federal (SIF) 0147, 0177, 0267, 0418, 0504, 0547, 0927, 1290, 1772, 2484 e 3030, aleatoriamente incluídos na amostra, distribuem-se por localidades das quatro regiões de Minas Gerais onde está funcionando esse tipo de estabelecimento: Centro (Betim - 0927, Contagem - 0147, Pará de Minas - 2484 e Sabará - 3030), Oeste (Araguari - 0177, Ituiutaba - 0504 e Uberlândia - 0418), Noroeste (Campo Belo - 0267 e Poços de Caldas - 1290 e 1772) e Nordeste (Governador Valadares - 0547).

Dos 513.422 bovinos registrados no demonstrativo 1, 5544 não foram considerados neste trabalho por indefinição etária e 2658 deles foram classificados como machos e os 2886 restantes como fêmeas. Por registro de peso discrepante, foram também retirados do trabalho 2655 novilhões e 218 touros. Os novilhões foram abatidos em janeiro no frigorífico 2484 e os touros em março, no frigorífico 0927. Por conseguinte, foram considerados nas análises de idade e peso 505.005 bovinos.

No demonstrativo 1 foram encontradas as categorias "macho", "fêmea", "touro", "vaca", "novilho", "novilho intermediário", "novilhão", "novilha" e "novilhona". Dessas nove categorias, apenas as seguintes cinco constam da classificação estabelecida pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento (Brasil, 1981): touro - bovino macho, não castrado, considerado a partir da queda das pinças da primeira dentição; vaca - fêmea adulta com mais de seis dentes incisivos da segunda dentição; novilhão - macho adulto, castrado, com mais de seis dentes incisivos da segunda dentição; novilho - macho castrado com evolução dentária incompleta (até seis incisivos completos, com cantos da primeira dentição); novilha - fêmea com evolução dentária incompleta (até seis incisivos completos, com cantos da primeira dentição).

Embora não conste dessa classificação, surgem nesses demonstrativos as categorias "novilho intermediário" e "novilhona", consideradas como formadas por novilhos com quatro a seis dentes da segunda dentição e por fêmeas com idade idêntica à dos novilhões (mais de seis dentes incisivos da segunda dentição), mas que não tenham procriado, respectivamente (Azevedo, 1997 - informação verbal) (AZEVEDO, H.F. 1997. (Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal -Delegacia Federal do Ministério da Agricultura e Abastecimento em Minas Gerais - Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil)).

Para as análises que envolviam a procedência dos animais abatidos, foram utilizados os dados de 513.615 bovinos registrados no demonstrativo 2.

A idade dos bovinos abatidos foi apreciada à luz da classificação estabelecida pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento (Brasil, 1981).

Pelo fato de o demonstrativo 1 não conter o peso da carcaça de cada bovino, as comparações foram feitas com base nos pesos dos bovinos agrupados mensalmente nas categorias registradas. Para cada mês do ano foi calculada uma variância comum a todas as categorias, pelo emprego da fórmula:

s2 = (Sni(Pi)2 / Sni) - (SniPi / Sni)2,

onde ni representa o número de bovinos abatidos em cada categoria e Pi o correspondente peso médio de carcaça quente (Soares et al., 1988). As comparações entre categorias foram feitas mês a mês, ao nível de significância de 0,05. Para o efeito empregou-se o teste "t" de Student e calculou-se o desvio padrão do peso médio mensal de cada categoria, extraindo a raiz quadrada do quociente s2/ni correspondente (Carvalho, 1962; Snedecor, 1970).

A constituição das bases de dados e as análises de freqüências foram feitas com recurso ao "software" "EPI-INFO.604".

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Dos 513.615 bovinos registrados no demonstrativo 2, 79,02% eram procedentes de Minas Gerais, 19,79% de Goiás, 0,84% de outros estados da União e 0,35% de Estado não identificado.

Setenta e três por cento dos bovinos abatidos tinham idade igual ou superior a quatro anos (novilhões, novilhonas e vacas; Tab. 1). Essa proporção sobe para cerca de 74% se forem incluídos os touros. Embora não se disponha de trabalhos anteriores para comparação, essa idade de abate é alta, quer pela elevada proporção de novilhões abatidos (50,09%), quer por não ter sido registrado o abate de novilhos precoces, apesar de essa categoria ser incluída no sistema de classificação oficial (Brasil, 1981).

 

 

O peso médio anual de carcaça quente dos 505.005 bovinos foi de 222,31kg (Tab. 1), valor que se coloca entre os pesos médios das carcaças de bovinos obtidos em 1978, para diferentes regiões de Minas Gerais, os quais variaram entre 182,11kg e 238,83kg (Boletim..., 1979). Peso médio de carcaça quente superior, 265,81kg, foi encontrado por Brant et al. (1968), em 52 bovinos de Minas Gerais. O pequeno tamanho desta amostra prejudica a comparação com dados do presente estudo.

Os bovinos abatidos foram divididos em três grupos, de acordo com a distribuição anual dos respectivos pesos médios de carcaça: o das novilhas, o das novilhonas e vacas e o dos novilhões, novilhos intermediários, novilhos e touros (Fig. 1). Contudo, os pesos médios de carcaça em cada grupo foram influenciados pela diversidade dos sistemas de produção que configuram a estrutura do gado de abate e por um sistema de classificação pouco preciso, por não ser rotineira a determinação da idade por cronologia dentária. Essa realidade é espelhada pela instabilidade relativa de cada categoria dentro do respectivo grupo (Fig.1 e 2). Assim, as novilhonas apresentaram peso médio de carcaça significativamente maior (P<0,05) em janeiro, março, abril e julho, as vacas, maior em junho, setembro, outubro, novembro e dezembro e nos outros meses do ano, a diferença entre as duas categorias não foi significativa (P>0,05; Fig. 2). No grupo dos novilhos a situação é idêntica (Fig. 2). Os novilhos, que só aparecem nos registros dos primeiros cinco meses do ano, têm sempre peso médio de carcaça superior ao dos novilhos intermediários, embora aqueles, por definição (até seis dentes da segunda dentição), possam ter idade igual ou inferior à destes (quatro a seis dentes da segunda dentição). Relativamente aos novilhões, os novilhos tiveram peso significativamente menor (P<0,05) em janeiro, fevereiro e março, tendo-se invertido este quadro nos dois meses seguintes (Fig. 2).

 

 

 

Santos (1977), referindo-se a dados levantados por Miguel Cione Pardi no período de janeiro de 1944 a dezembro de 1950, apresenta o peso morto frio de 378.072 novilhos gordos, provenientes de Minas Gerais e abatidos em São Paulo, de 246,90kg. Considerando este peso como o peso médio de uma população e comparando-o com os pesos médios mensais dos novilhões objeto deste trabalho (Tab. 2), rejeita-se a hipótese de os bovinos dessas amostras mensais de novilhões virem daquela população de novilhos (P<0,05). Embora o presente trabalho se refira apenas a um ano de abate e a uma amostra influenciada por gado proveniente de outros Estados, o grande número de animais abatidos, associado à idade registrada no abate, faz supor a não existência de um possível aumento no peso de abate de novilhos gordos ocorrido há 48 anos e no peso dos atuais novilhões, isto é, os resultados aqui obtidos sinalizam insuficiente progresso qualitativo na produção de bovinos de abate no Estado de Minas Gerais. Contudo, a análise feita não nega a possibilidade de, em determinados segmentos da bovinocultura mineira, ter havido redução da idade e, simultaneamente, ganho significativo no peso de carcaça, no período usado para comparação. Os resultados mostram simplesmente que os avanços que eventualmente possam ter sido alcançados em determinados setores da bovinocultura mineira, pela redução da idade e aumento simultâneo do peso de abate, precisam ser estendidos a todos os segmentos para que possam refletir nas análises de conjunto da pecuária do Estado.

 

 

Pardi et al. (1993) apresenta o aumento que considera expressivo, do peso médio das carcaças de novilhos abatidos em um frigorífico localizado em Barretos, no Estado de São Paulo, no período de 1944 a 1985, o qual passou de 244,00kg para 252,20kg. Contudo, o autor aponta esse fato como podendo ser devido a uma posição estratégica do frigorífico, relativamente às regiões Sudeste e Centro-Oeste do País. Acrescente-se a essa observação o quadro de abate próprio de cada frigorífico, configurado pelas características deste e, por isso, refletindo mais o cenário das unidades de produção fornecedoras do que realidades regionais. Assim, a informação de um único frigorífico, ou de um número limitado deles, dificilmente conduzirá a uma imagem regional. Pode-se mesmo dizer que, para determinadas finalidades, epidemiológicas por exemplo, esta limitação prende-se ainda ao fato de o gado de abate não poder ser visto como amostra representativa das unidades de produção, por carecer de casualidade na sua formação. Este aspeto, porém, não retira a devida e fundamental importância dos frigoríficos no controle higiênico e sanitário da carne e de seus derivados, ou no monitoramento da produção e sanidade animal.

Para ilustrar a influência dos bovinos de outros estados, principalmente de Goiás, no peso de abate dos bovinos de Minas Gerais, na Tab. 3 são apresentados três frigoríficos da amostra nos quais foi possível estabelecer o peso médio de carcaça de novilhões e o percentual de animais abatidos desta categoria, segundo o Estado de procedência. Repare-se que o peso médio de carcaça é menor nos dois frigoríficos em que a quase totalidade dos novilhões são de Minas Gerais.

 

 

A não observância de critério e nomenclatura únicos nos registros dos frigoríficos, de acordo com definição oficial do Ministério da Agricultura e Abastecimento, e o fato de a ficha de registro do peso de carcaça quente não contemplar a procedência dos animais, impediram uma análise mais detalhada, dificultaram comparações e determinaram perda de informação. Assim, não foi possível, para todos os frigoríficos, a apreciação dos pesos de carcaça segundo o Estado de procedência dos bovinos, nem incluir na análise todos os bovinos abatidos no período.

 

CONCLUSÕES

A análise do binômio idade ao abate-peso médio de carcaça revelou baixo índice produtivo, indicado pela elevada idade e pequeno peso de abate, na produção global de bovinos de abate em Minas Gerais. Constatou-se a necessidade de revisão e aprimoramento dos modelos e do registro do movimento de abate dos frigoríficos sob Inspeção Federal, tendo em vista esclarecimentos de ordem epidemiológica e zootécnica, incluindo a adoção de uma classificação única dos bovinos, segundo critério uniforme definido pelo Ministério da Agricultura.

 

AGRADECIMENTOS

Ao Serviço de Inspeção de Produto de Origem Animal da Delegacia Federal do Ministério da Agricultura e Abastecimento de Minas Gerais pela ajuda e acesso aos dados utilizados neste trabalho. À CAPES e CNPq pelo financiamento. Ao Professor Ivan Barbosa Machado Sampaio pelas sugestões e pareceres na análise estatística dos dados.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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