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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.51 no.5 Belo Horizonte Oct. 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09351999000500013 

Avaliação nutricional do fósforo disponível de quatro fontes de fósforo para suínos em fase de terminação

(Nutritional evaluation of available phosphorus from four sources for finishing pigs)

 

J.A.F. Veloso1, S.L.S. Medeiros2

1Escola de Veterinária da UFMG
Caixa Postal, 567
30123-970 - Belo Horizonte, MG
Bolsista do CNPq
2Estudante de Mestrado em Zootecnia EV/UFMG

 

Recebido para publicação, após modificação, em 28 de maio de 1999.
Projeto financiado pelo CNPq e FAPEMIG

 

 

RESUMO

O experimento teve como objetivo avaliar a inclusão de fontes de fósforo (P), considerando-se seu fósforo disponível, sobre o desempenho de suínos em fase de terminação (60 a 100kg). As fontes avaliadas foram: fosfato bicálcico padrão (FBP), fosfato supertriplo (FST), fosfato monoamônio (FMA) e a consorciação de fosfato bicálcico padrão (80%) com o fosfato de Patos de Minas (FPM - 20%). Foram utilizados 32 leitões, machos, castrados, mestiços de raça tipo carne, com peso médio de 60kg. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente ao acaso, com 4 tratamentos, com 4 repetições de 2 animais cada. As dietas foram isoprotéicas e isoenergéticas adequadas para a fase de terminação. Avaliaram-se o ganho de peso, o consumo de ração, a conversão alimentar e o consumo de flúor. Foram observadas diferenças significativas (P<0,05) entre tratamentos somente para ganho de peso e consumo de ração. O fosfato supertriplo foi significativamente inferior aos demais fosfatos, apresentando o menor ganho de peso (37,4kg). Porém, não houve diferença no ganho de peso entre os animais alimentados com os fosfatos FBP (40,45kg), FMA (40,45kg) e a mistura de 20% de FPM e 80% de FBP (45,10kg). Também não houve diferença no consumo de ração em função dos fosfatos FBP (133,91kg), FMA (144,70kg) e da mistura de 20% FPM e 80% de FBP (146,71kg). A conversão alimentar não foi afetada pelos fosfatos, variando entre 3,24 e 3,54. O consumo de flúor, diferiu estatisticamente nos quatro tratamentos, sendo maior nos animais alimentados com 20% de FPM (30,80g), seguido do FST (9,24g), FBP (3,65g) e FMA (2,16g). Os níveis de fósforo disponível das fontes avaliadas revelaram-se adequados para suínos em fase de terminação, portanto a adoção dos valores de biodisponibilidade do fósforo dos suplementos deve ser um critério recomendado nas formulações e rações. As fontes de fósforo testadas podem ser recomendadas para utilização em rações de suínos em fase de terminação, ressaltando a indicação da consorciação do fosfato de Patos de Minas com outro fosfato de qualidade superior.

Palavras-Chave: Suíno, biodisponibilidade de fósforo, fontes de fósforo

 

ABSTRACT

The objective of this experiment was to evaluate four phosphorus (P) sources on finishing pigs perfomance from 60 to 100kg weight, considering their available phosphorus. Thirty two castrated male crossbred pigs, were randomly distributed in four treatments with four replications with two animals each. The rations used were isoproteic and isocaloric and the P sources were added to complete 100% of the available P pig requirements, according to the P biological value, previously determined. The P sources were: bicalcium phosphate standard (BPS), triple superphosphate (TSP), monoammonium phosphate (MAP) and the association between 20% Patos de Minas rock phosphate (PMP) and 80% BPS. The parameters analyzed by SNK test were: weight gain, feed consumption, feed conversion and fluorine consumption. Only weight gain and feed consumption were significantly different (P<0,05) amongst the treatments. TSP treatment showed the lowest values of weight gain and feed consumption. The fluorine consumption was significantly different amongst the treatments. Lower fluorine consumption was observed in MAP and BPS, while it was highest with PMP and TSP treatments. The use of available phosphorus values appear to be appropriate for diet calculation. The phosphorus sources tested could be used on finishing swine feeding, with emphasis in the association between PMP with better quality phosphate.

Keywords: Pig, phosphorus biological availability, phosphorus sources

 

 

INTRODUÇÃO

O interesse pelo estudo do fósforo na nutrição animal deve-se à sua essencialidade no metabolismo e ao seu alto preço no mercado, o que contribui para elevar os custos finais das rações. Para aves e suínos a dieta é baseada em alimentos de origem vegetal em que mais da metade do fósforo presente encontra-se sob a forma de fitatos, pouco utilizáveis por esses animais (Peeler, 1972). Conseqüentemente, a deficiência de fósforo deve ser suprida por outras fontes. As fontes de fósforo de origem animal, como farinha de osso e a farinha de carne e osso, além de serem insuficientes para abastecer o mercado, apresentam alto custo. Para os fosfatos elaborados, como fosfato bicálcico, a situação não difere em função da necessidade de importar insumos, como o ácido fosfórico, além dos custos envolvidos no processamento da matéria-prima (fosfatos naturais).

Diante da grande variedade das fontes de fósforo existentes, tem-se trabalhado muito na determinação da biodisponibilidade do fósforo (BDP), como também no seu uso em dietas de animais. A utilização do fósforo é medida pela sua BDP e refere-se à proporção do elemento num composto que pode ser utilizada para garantir os processos fisiológicos do animal (Veloso, 1991).

Vários fatores influenciam a utilização do fósforo, tais como, ingredientes da dieta, forma química do elemento, relação cálcio:fósforo, idade e sexo do animal, níveis de energia e de gordura na dieta, manejo alimentar, doenças e parasitas, interações com outros nutrientes e minerais, processamento, entre outros (Peeler, 1972). Já foram observadas variações nos valores de BDP entre espécies, provavelmente devido às particularidades do trato gastrointestinal como pH, enzimas, digestão microbiana, comprimento e taxa de passagem que certamente interferem na utilização do fósforo (Furtado, 1991).

Tem sido estudado o uso de fosfatos naturais e seus derivados, como suplementos alternativos de fósforo na alimentação animal. Contudo, as principais restrições ao uso dessas fontes na alimentação animal são seus baixos teores de fósforo e baixa BDP, além do elevado teor de flúor (Veloso et al., 1996b). Esses fosfatos, por possuírem menor teor de fósforo disponível, quando comparados com os fosfatos elaborados, exigem maior incorporação às dietas, para que supram as exigências de fósforo dos animais, resultando em maior concentração de flúor nas dietas. Segundo Gomes et al. (1989), a avaliação da toxidez do flúor nos fosfatos naturais é necessária para permitir apurar o prejuízo provocado nos animais adultos e nos animais em crescimento. Nestes últimos, o flúor interfere no ganho de peso e no teor de cinzas ósseas por formar complexo com o fósforo, tornando este elemento pouco disponível para absorção e utilização no metabolismo animal.

A tolerância à toxidez do flúor está relacionada com a idade e a espécie do animal, quantidade ingerida, sua biodisponibilidade (BDF) e com a duração e continuidade do consumo. Evidentemente, quanto mais alta a BDF nas fontes, maiores deverão ser seus efeitos danosos. Estes podem interferir na determinação da BDP na medida em que modificam parâmetros como consumo, ganho de peso e o teor de cinzas ósseas (Furtado, 1991). Segundo Huyghebaert et al. (1988), os resultados encontrados na literatura são contraditórios e se devem em parte a essas variáveis. Barbosa (1991) verificou que níveis de até 300ppm de flúor, provenientes do FPM, não provocaram efeitos depressivos no desempenho e nas características do osso de suínos em crescimento e terminação.

O presente trabalho teve como objetivo comparar o desempenho de suínos na fase de terminação suplementados com quatro diferentes fontes de fósforo, levando em consideração a biodisponibilidade do fósforo de cada fonte.

 

MATERIAL E MÉTODOS

A partir de um grupo de 48 leitões, machos, castrados, mestiços de raça tipo carne, criado até o peso médio de 60kg e alimentado com rações convencionais para as fases inicial e de crescimento, foram utilizados 32 leitões para a instalação do experimento. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente ao acaso, com 4 tratamentos e 4 repetições de 2 animais cada. Os tratamentos se caracterizaram pela adição de quatro fontes de fósforo previamente avaliadas quanto aos seus valores de biodisponibilidade de fósforo. Os tratamentos foram: T1 - FBP (fosfato bicálcico padrão, cujo fósforo foi considerado 100% disponível); T2 - FST (fosfato supertriplo); T3 - FMA (fosfato monoamônio) e T4 - 20% FPM (fosfato de Patos de Minas) e 80% de FBP. Em todos os tratamentos a exigência de fósforo disponível foi preenchida considerando as exigências nutricionais de suínos, segundo Rostagno et al. (1987).

As dietas eram isoprotéicas e isocalóricas com 13,2% de PB e 3300 kcal/kg ED e foram preparadas a partir de uma dieta básica, cuja composição percentual e química encontra-se na Tab. 1. A incorporação das fontes de fósforo nas dietas experimentais baseou-se nos valores de biodisponibilidade de fósforo dos fosfatos obtidos por Cavalcante (1994), conforme a Tab. 2. As dietas experimentais foram calculadas para atender às exigências nutricionais da fase de terminação, segundo as recomendações e dados de Rostagno et al. (1987), resultados de análises químicas das fontes de fósforo avaliadas e os valores de biodisponibilidade de fósforo dos fosfatos, segundo Cavalcante (1994). As composições percentuais e químicas das dietas experimentais encontram-se na Tab. 3.

 

 

 

 

 

 

Foram feitas análises de proteína bruta, cálcio e fósforo pelo método (AOAC..., 1980), e de flúor pela potenciometria direta com eletrodo íon seletivo, segundo Singer & Armstrong (1968).

As variáveis avaliadas foram consumo de ração, ganho de peso, conversão alimentar e consumo de flúor.

Todos os dados coletados foram submetidos à análise de variância pelo pacote computacional SAS (1985), comparando-se as médias pelo teste   Student-Newman-Keuls (SNK) .

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os valores médios de consumo de ração (CR), ganho de peso (GP), conversão alimentar (CA) e consumo de flúor (CF) conforme os tratamentos encontram-se na Tab. 4.

 

 

O menor ganho de peso e o menor consumo de ração (P<0,05) observados nos animais que receberam FST, talvez tenham sido devidos a fatores não identificados e que ainda prejudicaram a eficiência de utilização do alimento, conforme evidencia a tendência de pior CA dos animais desse tratamento. Efeitos de fatores, sejam estes nutricionais, fisiológicos ou desconhecidos, podem interferir no desempenho animal, quando os fosfatos de rocha ou alguns de seus derivados são incorporados às dietas, segundo Borges (1991).

Apesar da presença do flúor nos fosfatos de rocha estudados por vários autores, alguns trabalhos indicam efeitos contrários quanto àquele elemento para suínos, em determinadas condições. Assim, Gomes et al. (1985) não encontraram diferenças significativas no consumo de ração e ganho de peso, ao fornecerem FBP, FPM, fosfato de Araxá e fosfato natural de Goiás para suínos nas fases de crescimento e terminação. Mas, a CA, considerando o período total, diferiu estatisticamente (P<0,05), sendo que suínos que receberam FBP apresentaram a melhor CA. Os autores suspeitaram não ter havido grandes variações na BDP desses fosfatos. No entanto, Gomes et al. (1989), ao trabalharem com suínos, e Veloso et al. (1991), com aves, também não verificaram diferenças significativas (P>0,05) para essa variável. Também, Barbosa (1991) trabalhando com suínos de 22,5kg em média observou que até 300ppm de F na dieta proveniente do FPM não afetou significativamente o GP, CR e CA. A partir daí, porém, a diferença foi notável (P<0,05).

Da mesma forma, Furtado (1991), trabalhando com suínos com 23,3kg de peso, não observou diferenças significativas para consumo de ração, ganho de peso e conversão alimentar entre os tratamentos com FST, FMA e FPM. Porém, Veloso et al. (1996a), ao estudarem os mesmos fosfatos para suínos recém-desmamados, verificaram que o consumo de ração, ganho de peso e conversão alimentar foram semelhantes (P>0,05) para os animais alimentados com FPM e FST. Entretanto, o consumo de F foi significativamente maior (P<0,05) para os animais alimentados com FPM do que para aqueles alimentados com FST. Os animais alimentados com FMA não apresentaram diferenças significativas quanto ao ganho de peso e à conversão alimentar, podendo-se verificar que o consumo de F foi significativamente menor (P<0,05) em relação aos animais alimentados com FPM e FST. O consumo de ração dos animais foi significativamente maior (P<0,05) quando comparado com os observados no FPM e semelhante (P>0,05) ao do FST.

De acordo com (Nutrient..., 1988) os níveis de consumo e desempenho esperados para suínos em fase de terminação alimentados ad libitum para consumo de alimento, ganho de peso diário e conversão alimentar são, respectivamente, 3110g/dia, 820g/dia, 3,79g alimento/g de ganho. No presente trabalho foram encontradas as médias de, 3029, 912, 3,34 respectivamente, para as mesmas variáveis, podendo-se constatar que os animais deste experimento apresentaram desempenho comparativamente bom para a fase em questão. Deve-se entretanto, atentar para as possibilidades de variações de custo-benefício inerentes à proposta do NRC (1988) e para os resultados aqui alcançados, considerando o emprego de fontes alternativas, a priori, de custos inferiores aos das fontes tradicionais de fósforo usadas na alimentação de suínos.

Diante dos resultados desta pesquisa e dos trabalhos consultados, verifica-se que as variações, às vezes contraditórias, nos parâmetros de desempenho avaliados, encontram-se amparadas na literatura e são decorrentes de fatores diversos, como idade do animal (Barbosa, 1991; Cavalcante, 1994; Veloso et al., 1996a), biodisponibilidade de cálcio, fósforo e flúor (Furtado, 1991; Cavalcante, 1994; Veloso et al., 1994 e 1996a) entre muitos outros fatores mencionados na literatura.

 

CONCLUSÕES

Pode-se concluir que os níveis de fósforo disponível das fontes avaliadas revelaram-se adequados para suínos em fase de terminação, sendo necessário considerar, a priori, a biodisponibilidade do fósforo dos fosfatos nas formulações das rações. Além disso, as fontes de fósforo testadas podem ser recomendadas para utilização em rações de suínos em fase de terminação, ressaltando a indicação da consorciação do fosfato de Patos de Minas com outro fosfato de qualidade superior.

 

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