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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.52 n.1 Belo Horizonte Feb. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352000000100016 

Estudo preliminar da influência do perímetro escrotal sobre a libido em touros jovens da raça Nelore

(Preliminar study of influence of scrotal circumference upon libido and seminal characteristics in young Nellore bulls)

 

N.R. Pineda1, V.O. Fonseca2, L.G. Albuquerque3

1 Fazenda Paredão – Caixa Postal 10
17570-000 – Oriente, SP
2Empresa Pesquisa Agropecuária Minas Gerais–EPAMIG
3 FCAV – UNESP – Jaboticabal, SP
Pesquisadora do CNPq.

 

Recebido para publicação, após modificação, em 10 de novembro de 1999.
E-mail: pineda@mii.zaz.com.br

 

 

RESUMO

O perímetro escrotal (PE) de 202 touros jovens da raça Nelore, sem experiência sexual prévia, classificados pela Associação Brasileira de Criadores de Zebu como superiores ou elite, foi medido aos 7, 12, 18 e 28 meses de idade, aproximadamente. Após a última medição, eles foram submetidos ao teste de libido e procedeu-se à colheita de sêmen por eletroejaculação, seguida de avaliação andrológica. As medidas do PE aos 7, 12, 18 e 28 meses foram de 18,30; 22,29; 27,54 e 33,26cm, respectivamente. Os coeficientes de correlação simples entre estas medidas variaram de 0,35 a 0,53. O coeficiente de correlação entre PE aos 28 meses e peso corporal na mesma idade foi de 0,43. A correlação entre a nota da libido e o perímetro escrotal medido aos l8 meses foi de 0,15 e entre aquela e o perímetro escrotal aos 28 meses foi de 0,13. Observou-se elevado crescimento do perímetro escrotal entre o 7º e 18º meses de idade. Utilizou-se o método de quadrados mínimos para analisar a libido, incluindo ano de nascimento como efeito fixo e como covariáveis os efeitos lineares da idade e peso no momento da avaliação e medidas de perímetro escrotal aos 7, l2, l8 e 28 meses. Cada covariável foi retida de forma seqüencial obtendo-se vários modelos de análises e as somas de quadrados foram decompostas de forma seqüencial e parcial. O ano de nascimento, a idade e o perímetro escrotal aos 18 meses de idade afetaram significativamente a libido. Os coeficientes de correlação entre a libido e concentração espermática, motilidade, peso e idade do animal no momento da avaliação foram de 0,34, 0,l6, 0,38 e 0,35, respectivamente.

Palavras-chave: Bovino, Nelore, circunferência escrotal, libido, características seminais

 

ABSTRACT

The scrotal circumference (SC) of 202 young Nelore bulls with no previous sexual experience, classified by Associação Brasileira de Criadores de Zebu as superiors and elite, was measured at 7, 12, 18 and 28 months of age. Immediately after the last measurement (28 months) they were submitted to libido tests receiving a score according to their libido (LS). At the same time their semen was collected by electroejaculation and analyzed. The SC means at the age of 7, 12, 18 and 28 months were 18.30, 22.29, 27.54 and 33.26cm, respectively. SC measured at different ages were correlated (correlation coefficients varying from 0.35 to 0.53). Also, 28 months SC was correlated to weight at the same age (r=0.43). LS were positively correlated to SC at yearling (0.15) and to SC at the time of the libido evaluation (0.13). LS were analyzed by least square method, including in the model the year of birth as main effect and linear effects of age, weight and SC measures. The effects were sequentially excluded from de model, so those six models were used. Year of birth, age and SC at 18 months of age significantly influence LS. Correlation coefficient between weight and LS was 0.38 and between age and LS was 0.35. LS were also correlated to some semen characteristics such as concentration and motility, with correlation coefficients of 0.34 and 0.16, respectively.

Key words: Cattle, Nelore, scrotal circumference, libido, seminal trait

 

 

INTRODUÇÃO

O perímetro escrotal é uma característica facilmente mensurável e de alta repetibilidade (Hahn et al., 1969). Seu conhecimento permite prever o potencial reprodutivo de touros jovens por estar associado ao desenvolvimento testicular (Wolf et al., 1965), à produção diária de espermatozóides (Willet & Ohms, 1975) e à idade à puberdade (Silva et al., 1988). A inclusão do perímetro escrotal nos programas de melhoramento bovino é fundamental, pois esta característica apresenta herdabilidade média a alta ao ano e sobreano (Coulter et al., 1976; Valvasori et al., 1985; Pinto et al., 1989; Martins Filho et al., 1990; Lôbo et al., 1996), e o coeficiente de correlação entre perímetro escrotal e características de crescimento é alto (Bergmann et al., 1996). Também está associado positivamente características reprodutivas e produtivas da fêmea (Meyer et al., 1990; Martins Filho, 1991; Bergmann, 1993; Gressler, 1998).

Segundo Pichardo et al. (1991), a função de um reprodutor é emprenhar a maior quantidade de fêmeas num tempo determinado. Se ele não cumpre esse objetivo sua superioridade genética para outras características tem pouca importância. Em regime extensivo de criação a avaliação do comportamento sexual do reprodutor, por meio da sua libido, é fundamental.

A libido foi definida por Hultnas (1959) como a espontaneidade e avidez do macho pela fêmea e sua habilidade de completar a monta. Chenoweth (1983) estimou a herdabilidade em 0,59 para esta característica. Os touros de alta libido deixam maior número de fêmeas gestantes no início da estação de monta (Chenoweth, 1983; Fonseca et al., 1996; Fonseca et al., 1997b; Pineda et al., 1997), aumentando, em conseqüência, a porcentagem de partos no início da estação de nascimento, com as evidentes vantagens que isso implica (Bergmann, 1993). Diferentes autores encontraram baixa correlação entre libido e perímetro escrotal em idade adulta e entre libido e características seminais (Barbosa, 1987; Crudelli, 1990; Pineda & Lemos, 1994; Pineda et al. 1997a,b; Silva, 1994).

O objetivo do presente trabalho foi estimar os coeficientes de correlação entre a libido e o perímetro escrotal medido em várias idades e entre a libido e as características seminais na idade adulta em touros jovens da raça Nelore, sem experiência sexual, e verificar a influência do perímetro escrotal sobre a libido.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Os dados utilizados neste trabalho referem-se a 202 machos da raça Nelore do rebanho da Fazenda Paredão, situada no município de Oriente, sudoeste do Estado de São Paulo. Os machos foram classificados como superiores ou elite no controle de desenvolvimento ponderal da ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu), nascidos sempre entre agosto e novembro dos anos de 1992, 1993, 1994 e 1995. Foram acompanhados desde a desmama, aos sete meses de idade, e submetidos a medições do perímetro escrotal aos 7, 12, 18 e 28 meses, sempre feitas pelo mesmo operador, conforme procedimentos habituais descritos na bibliografia. A avaliação do sêmen, realizada à idade média de 28,6±5,04 meses, obedeceu à metodologia de avaliação descrita por Fonseca et al. (1992). O sêmen foi obtido pelo método de eletroejaculação. Em média, dois dias após a colheita do sêmen foi realizado o teste de avaliação da libido, seguindo as modificações indicadas por Pineda et al. (1997a) à metodologia de Chenoweth (1983), atribuindo-se a cada animal notas de zero a dez. A nota zero correspondeu a nenhum interesse sexual e a dez foi atribuída àqueles indivíduos que completaram duas ou mais montas com cobrição completa.

Para as análises estatísticas foi utilizado o programa computacional do SAS (1990). Foram calculadas as médias simples das características avaliadas e seus respectivos desvios-padrão, estimadas as correlações de Pearson e seu grau de significância.

A libido foi analisada por quadrados mínimos, usando-se um modelo que incluiu o ano de nascimento como efeito fixo e como covariáveis os efeitos lineares da idade e peso no momento da avaliação e as medidas do perímetro escrotal aos 7, l2, l8 e 28 meses de idade. A seguir, cada covariável, com exceção da idade, foi excluída do modelo de forma seqüencial. Assim, o segundo modelo foi igual ao primeiro, excluindo-se o peso; o terceiro modelo foi igual ao segundo, excluindo-se o peso aos sete meses; o quarto foi igual ao terceiro, excluindo-se o peso aos l2 meses e o quinto foi igual ao quarto, excluindo-se o peso aos l8 meses. Todos os modelos incluíram os efeitos de ano de nascimento e idade. O sexto modelo incluiu também o perímetro escrotal aos l2 e l8 meses e excluiu o perímetro escrotal aos 28 meses e o sétimo modelo foi igual ao sexto, excluindo-se o perímetro escrotal aos l2 meses.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A Tab. 1 apresenta as médias e os respectivos desvios-padrão dos pontos conferidos à libido, das medidas testiculares, das qualidades físicas e morfológicas do sêmen e do peso dos touros.

 

 

As médias do perímetro escrotal observadas aos l2 e l8 meses foram superiores às observadas por Lôbo et al. (1996) e próximas às de Gressler (1998). Os valores encontrados para as características morfológicas do sêmen permitem classificar os touros como "excelentes" segundo Fonseca et al. (l992).

Na Fig. 1 pode-se observar que o perímetro escrotal aumentou com a idade do animal de forma quadrática. O crescimento foi mais rápido entre o 7º e 18º meses, tendendo a diminuir com o aumento da idade. Resultados semelhantes foram descritos por Dearagon & Ledic (1990), Freitas et al. (1997) e Gressler (1998). Entre essas idades o crescimento foi de aproximadamente 50% do total, o que determinou, nesse intervalo, o alcance da puberdade. Gressler (1998) verificou crescimento linear do perímetro escrotal entre o 7º e 18º meses de idade, com tendência curvilínea após essa faixa etária. O crescimento rápido nessa fase, seguido do crescimento mais lento nas idades posteriores, é um indicativo da precocidade sexual como postula Gressler (1998), e encontra amparo em Bergmann et al. (1996) que descreveram crescimento sigmoidal com fase inicial lenta, seguido de uma fase de rápido crescimento que coincide com a puberdade e, em seqüência, outra fase mais lenta de crescimento.

 

 

Provavelmente, essas curvas semelhantes de crescimento testicular encerram dentro de si as diferentes fases biológicas da vida reprodutiva de um touro, quais sejam: a infância, a puberdade, a adolescência e a maturidade sexual, sendo a puberdade o primeiro indicativo da capacidade de gerar e a maturidade sexual o indicativo de seu potencial reprodutivo máximo quando, então, não há mais crescimento testicular e nem dos órgãos acessórios do sistema genital, conforme referido por Fonseca (1989) e Fonseca et al. (1997a). Os coeficientes de correlação simples entre libido, características seminais, peso e idade no momento da colheita do sêmen são apresentados na Tab. 2 e os coeficientes de correlação entre libido e perímetro escrotal em várias idades, na Tab. 3.

 

 

 

 

As correlações entre libido e concentração espermática e libido e motilidade foram significativas e superiores às observadas por Barbosa (1987), Crudelli (1990), Pineda & Lemos (l994) e Silva (1994). É possível que essa diferença seja decorrente das condições específicas deste experimento, no qual os touros eram jovens e sem experiência sexual. Nessa fase, a adolescência, ainda ocorrem os efeitos da idade e do início da atividade sexual sobre a qualidade do sêmen, comprovada pelas correlações positivas entre idade e concentração espermática (r=0,49, P<0,001) e entre idade e motilidade (r=0,22, P<0,05). À medida em que a idade avança as características físicas, e também as morfológicas, do sêmen tendem a melhorar, até atingir a maturidade sexual, quando o animal está em sua plenitude reprodutiva. As correlações baixas ou próximas de zero entre a libido e as outras características biológicas do sêmen eram esperadas e confirmam os dados da literatura citada.

A correlação altamente significativa entre libido e peso decorre do fato de o peso e idade serem correlacionados entre si (r=0,66; P<0,001). A idade determina a maior libido, pois com o seu avanço caminha-se na direção da maturidade sexual quando a libido atinge sua expressão máxima.

As correlações entre perímetro escrotal aos 18 meses de idade (PESA) e idades mais novas foram altas e significativas. Lôbo et al. (1996) encontraram herdabilidade do perímetro escrotal aos l8 meses de 0,37 e correlação genética entre essa característica e peso aos 120 dias de 0,22. Autores como Pinto, l994 e Bergmann, 1996 recomendam incluir o perímetro escrotal aos 18 meses de idade como critério de seleção de touros da raça Nelore.

As variações da libido entre indivíduos e entre raças envolvem fatores genéticos, ambientais e sociais (Falcon, 1981). O temperamento dos touros da raça Nelore, sempre atentos e sensíveis a mudanças no meio em que se realizam os testes demonstrativos da sua competência para a monta, é uma fonte de variação da libido (Crudelli 1990; Pineda et al. 1997b). A importância da libido como um dos fatores para melhorar os índices de gestação no início da estação de monta e aumentar a proporção de vacas por touro já foi evidenciada por Falcon (1981), Chenoweth (1983), Pineda & Lemos (1994), Fonseca et al. (1996) e Pineda et al. (1997a). A determinação de sinais seguros que ajudem a identificação precoce de touros de alta libido torna-se de grande valia para o melhoramento genético e, principalmente, para a economia da pecuária de corte do país, uma vez que a monta natural responde por mais de 90% das gestações alcançadas no rebanho de corte nacional. Correlação alta e significativa (r=0,62, P<0,05) entre a capacidade de serviço e a libido foi descrita por Pineda & Lemos (1994) e Fonseca et al. (1996).

Existem fortes indícios de que o sistema que rege as atividades reprodutivas do touro intervém no seu comportamento sexual. Barbosa (1987) encontrou correlação positiva (r=0,82, P<0,05) entre a capacidade de serviço e o níveis plasmáticos de testosterona. Embora todos esses indícios induzam ao consenso geral de que o comportamento sexual depende de fatores hormonais, não se conseguiu até agora provas conclusivas sobre o assunto (D’Occhio & Kinder 1992).

As correlações foram positivas entre libido e perímetro escrotal aos l8 e 28 meses de idade. O grande desenvolvimento testicular observado nesta pesquisa entre o 7º e 18º meses de idade, que respondeu por 50% do seu crescimento total, e o início da puberdade, que envolve níveis plasmáticos elevados de testosterona, seriam fatores determinantes e explicariam a correlação entre libido e circunferência escrotal aos 18 meses de idade.

Os efeitos de cada variável sobre a libido em todos os modelos estudados podem ser observados na Tab. 4. Ano de nascimento e idade do animal afetaram significativamente a libido, independentemente do modelo ou do tipo de decomposição da soma de quadrados. O efeito de ano de nascimento sugere diferenças climáticas, de manejo e de alimentação, bem como mudanças genéticas. O efeito de idade, como discutido anteriormente, deve estar associado ao desenvolvimento/maturidade sexual do animal.

 

 

Na decomposição seqüencial pode-se verificar que o peso, após o ano e a idade, não afetou significativamente a libido (modelo 1). Como peso e idade apresentaram correlação relativamente alta (0,66), o possível efeito do peso já estaria sendo levado em conta pela idade. O PED afetou significativamente a libido, mesmo após os efeitos de ano, idade e peso terem sido considerados (modelo 1).

Excluindo-se o peso do modelo, tanto o PED como o PESA apresentaram efeitos significativos sobre a libido, após terem sido considerados os efeitos de ano e idade (modelo 2). Quando o PED foi retirado do modelo, além do PESA, o PEA também passou a apresentar efeito significativo sobre a libido. Entretanto, o PE só apresenta efeito significativo sobre a libido se nenhuma outra medida de perímetro escrotal for incluída no modelo. Isso provavelmente aconteceu pelo fato de o PE ter sido medido em uma idade mais tardia, após os animais terem atingido a puberdade e/ou pelo fato dele estar correlacionado com as medidas anteriores.

Na decomposição parcial nos modelos de 1 a 3, apenas ano de nascimento e idade afetaram significativamente a libido e esses modelos explicaram 27% da variação total observada para esta característica. No modelo 4, que excluiu os efeitos de peso, PED e PEA, PESA passou a influenciar significativamente a libido, entretanto a retirada do PEA fez com que o coeficiente de determinação ficasse um pouco mais baixo (0,26). O modelo 5, que excluiu também o PESA, apresentou coeficiente de determinação ainda mais baixo (0,24). O modelo 6, que incluiu o PEA e o PESA, apresentou coeficiente de determinação de 0,27, mas PEA não influenciou significativamente a libido. Entretanto, o modelo 7, que não considerou o PEA, explicou apenas 25,9% da variação total. Estes resultados sugerem que a não inclusão do PEA no modelo pode levar a alguma perda de informação, embora a mesma não afete significativamente a libido. Provavelmente isto aconteceu devido a essa medida ter sido tomada em idade próxima à puberdade. Bergmann et al. (1998), trabalhando com animais da raça Nelore, verificaram que o crescimento máximo dos testículos ocorreu por volta dos 10,8 meses de idade, o que seria uma evidência de maior crescimento do parênquima testicular sugerindo o início do período prepúbere, em torno de 12 meses de idade.

Em populações selecionadas para precocidade sexual o efeito do PEA deve ser reavaliado repetidamente, pois à medida que animais mais precoces passam a ser utilizados, o resultado encontrado no presente trabalho pode ser diferente. Pelo exposto, parece que entre os modelos estudados, o modelo 6 seria o mais indicado para explicar a variação observada na libido, embora todos os modelos tenham explicado, no máximo, 27% dela. De acordo com esse modelo, as notas da libido aumentaram com o ano de nascimento, com acréscimo de 2,04 pontos na média entre 1992 e 1995, e a cada mês de aumento na idade, houve acréscimo de 0,16±0,03 pontos na libido. A libido também aumentou com o perímetro escrotal. A cada centímetro de aumento em PEA e PESA, a libido foi acrescida em 0,06±0,04 e 0,16±0,06 pontos, respectivamente.

 

REFERÊNCIAS

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