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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.52 n.2 Belo Horizonte Apr. 2000

https://doi.org/10.1590/S0102-09352000000200015 

Níveis decrescentes de proteína em dietas suplementadas com complexo enzimático, para coelhos em crescimento. 2. Parâmetros digestivos e composição química do conteúdo cecal

[Decreasing levels of protein in diets supplemented with enzymatic complex for growing rabbits. 2. Digestive traits and caecal content composition]

 

G.S. Santiago1, J.C.C.A. Dias2*, W.M. Ferreira3, S.S. Valente3

1Faculdade de Veterinária da UECE
2Ministério da Agricultura/DFA-MG
Av. Raja Gabaglia, 245, Bairro Cidade Jardim
30380-090 – Belo Horizonte, MG
3Escola Veterinária – UFMG, Belo Horizonte

 

Recebido para publicação em 3 de setembro de 1999.
E-mail: joaocodo@horizontes.net
(*) Autor para correspondência

 

 

RESUMO

Estudou-se o efeito da redução do nível protéico da dieta, com e sem suplementação enzimática, sobre as características digestivas e composição do conteúdo cecal de coelhos em crescimento. Usou-se um delineamento inteiramente ao acaso, com 54 coelhos da raça Nova Zelândia Branco, de ambos os sexos, desmamados com 35 dias de idade, e divididos em cinco grupos (tratamentos), quatro de 11 e um de 10 coelhos. Os tratamentos constituíram-se de dietas calculadas como isoenergéticas e isoaminoacídicas, com 17, 16, 15 e 14% de proteína bruta (PB), suplementadas com 0,05% de um complexo enzimático comercial (Vegproâ) com atividades de protease e celulase e uma dieta controle com 17% PB sem adição do complexo enzimático. Os pesos do trato digestivo cheio, ceco cheio, ceco vazio e conteúdo cecal foram significativamente afetados pelo nível de PB da dieta. Das frações químicas do conteúdo cecal (matéria seca, proteína bruta, fibra em detergente ácido, matéria orgânica e nitrogênio amoniacal), matéria orgânica, nitrogênio amoniacal e proporções molares dos ácidos acético e propiônico foram significativamente afetadas pelo nível de PB da dieta. Os resultados permitem concluir que a redução do nível de PB da dieta para 14 % não influenciou negativamente as características estudadas.

Palavras-chave: Coelho, proteína, enzima, trato digestivo, conteúdo cecal

 

ABSTRACT

The effects of decreasing levels of crude protein (CP) and enzymatic supplementation on digestive traits and caecal content composition of growing rabbits were studied. In a completely randomized design 54 weaned New Zealand White rabbits were divided in four groups of 11 rabbits each and one group of 10 rabbits. The treatment groups fed on diets with 17, 16, 15 or 14% of CP supplemented with 0.05% of enzymatic complex (Vegproâ) with cellulase and protease activities. The control group fed a diet with 17% of CP without the enzymatic complex. The weigth of the full digestive tract, full and empty caecum, and caecum content were affected (P<0.05) by the CP level of the diet. Organic matter percentage, ammonia nitrogen percentage, and molar proportion of acetic and propionic acid in the caecum content were affected by CP level of the diet (P<0.05). The redution of CP level of the diet up to 14% did not show negative effects on evaluated traits.

Keywords: Rabbit, enzyme, protein, digestive tract, caecum content

 

 

INTRODUÇÃO

A atividade metabólica da flora cecal leva à produção de ácidos graxos voláteis (AGV) e amônia (NH3), após fermentação de açúcares simples e aminoácidos, respectivamente. O perfil dos AGV do ceco é específico para o coelho, com predominância de acetato (60 a 80 mMol%), seguido pelo butirato (8 a 20 mMol%) e pelo propionato (3 a 10 mMol%) (Gidenne, 1997). Fatores que favorecem o aumento do tempo de retenção do alimento no trato digestivo auxiliam também o aumento da concentração de AGV do ceco, especialmente do acetato, com fontes de fibra altamente digestíveis (polpa cítrica, polpa de beterraba) e do butirato, com dietas pobres em fibra bruta (<14%) (Santomá et al., 1989). Os níveis de NH3 cecal descritos na literatura variam muito, desde 6 a 8,5mg% (Carabaño et al., 1988), 7,5 a 10mg% (Fraga, 1998) e 6,6 a 30mg% (Gidenne, 1986) até valores muito elevados como 41 a 50mg% (Morrise et al., 1985).

Poucos trabalhos têm sido feitos para se estudar a atividade microbiana cecal de acordo com a proteína dietética. Tem-se demonstrado que o aumento do nível de PB da dieta promove a elevação do nitrogênio cecal (Fraga et al., 1984; Al-Bar & Al-Aghbari, 1996) bem como a da concentração cecal de AGV (Al-Bar & Al-Aghbari, 1996). Carabaño (1985) assinalou que ao aumentar o nível de proteína ligada ao concentrado aumentava-se a concentração de amônia, especialmente quando o nível de fibra era elevado. Segundo a autora, esse fato pode ser devido a alta velocidade de trânsito do alimento, observada quando se utilizam dietas fibrosas, que provocam maior entrada de substâncias nitrogenadas no ceco.

Quanto aos efeitos da suplementação enzimática, os estudos com coelhos são muito escassos e, na sua totalidade, avaliam o desempenho produtivo e/ou a digestibilidade dos nutrientes (Tor-Agbdye et al., 1992; Remois et al., 1996; Fernández et al., 1996; Bolis et al., 1997). Desse modo, não foi encontrada informação com respeito à influência da suplementação enzimática na literatura consultada.

Este estudo teve como objetivo verificar o efeito da redução do nível de PB da dieta, com suplementação enzimática, sobre características digestivas e composição química do conteúdo cecal de coelhos em crescimento.

 

MATERIAL E MÉTODOS

A descrição do experimento, na qual consta o número de animais usados, a formulação das dietas e a formação dos grupos experimentais (tratamentos) encontra-se em Dias et al. (2000).

Todos os animais foram abatidos às 18h, com base nos trabalhos de Gidenne & Lebas (1984) e Fraga et al. (1984), os quais observaram certa estabilidade das características digestivas após este horário. Após o abate, realizado com uma pancada na base do crânio, os animais foram suspensos pelas patas posteriores e sangrados por corte da jugular. De imediato retiraram-se a pele, anexos (cauda, patas anteriores e pele da cabeça) e cabeça, procedendo-se à evisceração.

O sistema digestivo foi retirado intacto e, excluindo-se o fígado e o pâncreas, obtiveram-se os pesos do trato digestivo, do ceco com conteúdo, do ceco vazio e do conteúdo cecal. O conteúdo cecal foi transferido para um frasco hermeticamente fechado e conservado a –10° C, para posteriores análises químicas. Para realizar as análises de ácidos graxos voláteis (AGV), recolheram-se, em um tubo de ensaio contendo 2ml de ácido metafosfórico 3M, cerca de 20g do conteúdo cecal. Após a homogeneização da mistura, o tubo foi fechado hermeticamente e também conservado a –10°C, até a realização das análises.

As amostras de conteúdo cecal foram descongeladas à temperatura ambiente, sendo parte retirada para determinação do nitrogênio amoniacal (N-NH3) e o restante transferido para uma bandeja de alumínio, pesado e colocado em estufa com circulação forçada a 60°C por 72 horas; após secagem as amostras foram colocadas sobre a bancada para equilibrar sua umidade com o ambiente. Em seguida, após nova pesagem, elas foram moídas em moinho do tipo Wiley, utilizando peneira de 1,0mm de malha e, em seguida, acondicionadas em recipientes para as análises químicas.

Os frascos com material para análise de ácidos graxos voláteis (AGV) foram descongelados à temperatura ambiente e centrifugados a 3000rpm por 15 minutos, separando-se o sobrenadante, que foi transferido para um tubo de ensaio.

As análises químicas foram realizadas no Laboratório de Nutrição Animal do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG. Os ingredientes, as dietas e o conteúdo cecal foram submetidos às análises de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), fibra bruta (FB), matéria orgânica (MO) e nitrogênio amoniacal (N-NH3) de acordo com AOAC (1995). As análises do componente da parede celular e fibra em detergente ácido (FDA) seguiram as recomendações de Van Soest (1967) e Van Soest et al. (1991).

A concentração de AGV do líquido cecal foi determinada por cromatografia gasosa em aparelho VARIAN, modelo 2485, usando colunas de vidro de ¼ de polegada de diâmetro, medindo aproximadamente 5m e "Chromosorb 101" de 80 a 100 mesh como fase estacionária.

O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente ao acaso. Os dados obtidos foram submetidos à analise de variância de acordo com Snedecor & Cochran (1980) e as médias comparadas pelo teste SNK, usando-se o pacote estatístico SAS (1996). O modelo estatístico utilizado foi descrito por Dias et al. (2000).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os pesos (g) e os rendimentos como porcentagem do peso vivo do trato digestivo cheio, ceco cheio, ceco vazio e conteúdo cecal são mostrados na Tab. 1.

 

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Foram encontradas diferenças significativas (P<0,05) entre os tratamentos para peso do trato digestivo cheio, ceco cheio, ceco vazio e conteúdo cecal. O maior peso do trato digestivo cheio observado no tratamento 15C pode ser, em parte, explicado pelo maior peso do ceco cheio e pelo fato de os animais que receberam esse tratamento terem alcançado, junto com o tratamento 14C, os maiores valores de peso vivo final. Ferreira (1990) observou diferenças significativas para o peso do conteúdo cecal e do trato digestivo cheio. Os valores encontrados para o trato digestivo variaram de 431,5 a 486,5g, superiores ao deste experimento. Diferentemente desses resultados, Gomes (1996) não encontrou diferenças (P>0,05) quando fez variar as fontes de fibra da dieta para coelhos.

Quanto aos rendimentos como porcentagem de peso vivo, não foram verificadas diferenças significativas (P>0,05) entre os tratamentos para todas as variáveis apresentadas, o que está de acordo com o descrito por Gomes (1996). Resultado diferente foi relatado por Garcia et al. (1995) que encontraram aumento linear do rendimento como porcentagem de peso vivo para trato digestivo cheio, ceco vazio e conteúdo cecal quando aumentaram o nível de fibra em detergente neutro da dieta. Para o trato digestivo completo os rendimentos variaram de 20,45 a 25,51% do peso vivo, valores mais elevados do que os observados neste trabalho e semelhantes ao descrito por Ferreira (1990). Para o ceco vazio e conteúdo cecal os resultados foram semelhantes aos deste experimento, variando de 1,46 a 1,65% do peso vivo e 5,17 a 7,16% do peso vivo, respectivamente.

Os resultados referentes à composição química do conteúdo cecal, expressos na Tab. 2, apresentaram algumas variações. Para MS, PB e FDA não foram verificadas diferenças significativas (P>0,05) entre os tratamentos, semelhante ao encontrado por Ferreira (1990) que também não observou diferenças para MS e PB. Os valores descritos por Carabaño et al.(1988) para MS foram de 23,13%, em média, próximos aos obtidos neste experimento. Não houve efeito (P>0,05) do teor protéico da dieta sobre a concentração de PB do conteúdo cecal, o que pode ser devido ao fato de a maior parte da PB dietética ser digerida antes do ceco e a proteína microbiana, também na sua maior parte, ser sintetizada a partir da uréia e de outras fontes nitrogenadas endógenas. Com respeito à fração fibrosa do conteúdo cecal, estimada pela FDA, as médias não revelaram variação.

 

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Para MO e NH3 foi observada influência dos tratamentos (P<0,05). Os diferentes valores encontrados para MO provavelmente têm relação com as diferenças de composição das dietas experimentais. Para o NH3 foi constatada diferença entre os tratamentos 17C e 15C, o que, segundo Garcia et al. (1995) e Fraga (1998), pode estar relacionado com o consumo excessivo de proteína. Segundo esses autores, quando a ingestão de proteína excede à exigência nutricional, há aumento da uréia reciclada do sangue para o ceco, elevando a concentração de NH3 cecal. Os valores encontrados para NH3 são próximos aos níveis descritos por Carabaño et al. (1988), Ferreira (1990), Gidenne (1996) e Fraga (1998).

Gomes (1996) encontrou valores significativa-mente distintos (P<0,05) para todas as variáveis citadas, o que, segundo o autor, é devido ao fato de a composição química do conteúdo cecal estar diretamente relacionada com o tipo de substrato que escapou da digestão enzimática e que vai ser utilizado pelos microrganismos para a síntese de diversos princípios nutritivos. Assim, espera-se influência da dieta sobre a composição do conteúdo cecal.

A Tab. 3 mostra a concentração total e as proporções molares dos ácidos graxos voláteis (AGV) acético, propiônico e butírico. Os resultados demonstram que a concentração total dos AGV no conteúdo cecal não foi afetada pelo nível de proteína da dieta, resultado semelhante ao obtido por Deshmukh et al. (1997), quando utilizaram níveis de 13, 16 e 20% de PB, e ao encontrado por Carabaño et al. (1997), que substituíram parte do feno de alfafa da dieta por polpa de beterraba. Carabaño et al. (1988) encontraram efeito da dieta sobre a concentração total dos AGV, isto é, a concentração diminuiu à medida que eles aumentaram o teor de FB da dieta. Segundo Santomá et al. (1989), fatores que favorecem o aumento do tempo de retenção do alimento no intestino favorecem, também, o aumento da concentração dos AGV no ceco.

 

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A proporção molar do ácido acético aumentou significativamente (P<0,05) com o aumento do teor de PB da dieta e, de forma inversa, a proporção molar do ácido butírico alcançou maiores médias nas dietas com menores teores de PB, semelhante ao encontrado por Ferreira (1990), ao utilizar diferentes níveis de bagaço de uva na dieta, divergindo do resultado descrito por Gomes (1996) que não observou diferenças no perfil dos AGV, ao variar a fonte de fibra da dieta.

Os valores encontrados para a proporção molar dos AGV cecais são semelhantes aos achados por Santomá et al. (1989) os quais descrevem 73, 17 e 8% para acético, butírico e propiônico, respectivamente. Para Gidenne (1997), a proporção molar dos AGV é de 60 a 80% para o ácido acético, 8 a 20% para o ácido butírico e 3 a 10% para o ácido propiônico.

Uma comparação entre os tratamentos 17C e 17S permite uma especulação sobre o efeito da suplementação enzimática. Assim, a suplementação com complexo enzimático, para este nível de proteína, não se mostrou efetiva, uma vez que para todas as variáveis estudadas não houve diferença significativa (P>0,05). Por outro lado, hipotetizar sobre o efeito da suplementação enzimática para os tratamentos com teores mais baixos de proteína em relação ao grupo controle pode trazer confundimento, uma vez que para esses tratamentos foi feita correção para os principais aminoácidos limitantes (metionina + cistina e lisina), o que pode ter contribuído, decisivamente, para as diferenças encontradas.

 

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