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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.52 n.3 Belo Horizonte June 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352000000300002 

Fatores de risco associados aos problemas dos leitões na fase de creche em rebanhos da região Sul do Brasil

[Risk factors associated with post-weaning pigs problems in herds of South region of Brazil]

 

N. Morés1, J. Sobestansky2, W. Barioni Junior1, F. Madec3, O.A. Dalla Costa1, D.P. Paiva1, G.M.M. Lima1, A.L. Amaral1, C.C. Perdomo1, J.B.S. Coimbra4

1Centro Nacional de Pesquisa em Suínos e Aves – Embrapa
Caixa Postal 21
89700-000 – Concórdia, SC
2Departamento de Suinocultura - UFGo – Goiânia, GO
3Agence Française de Sécurité des Aliments, BP53, F-22440-Ploufrafan-França
4Emater, RS

 

Recebido para publicação em 6 de outubro de 1999.

 

 

RESUMO

Um experimento de pesquisa epidemiológica observacional foi realizado em 65 rebanhos da região Sul do Brasil, com o objetivo de identificar o conjunto de fatores de risco que melhor explicam a ocorrência de problemas com os leitões na fase de creche. Em cada rebanho acompanhou-se um lote de leitões durante as primeiras três semanas após o desmame, sendo avaliadas variáveis ligadas às instalações, à nutrição, ao manejo, ao ambiente e à saúde dos leitões. Na análise estatística dos dados foram utilizados métodos descritivos e multidimencionais. As variáveis objetivas usadas para descrever os problemas dos leitões na fase de creche foram: ganho de peso diário, coeficiente de variação do peso dos leitões aos 21 dias após o desmame, ocorrência de diarréia no lote, taxa de mortalidade e o uso de medicamentos curativos contra diarréia. Com essas variáveis elaborou-se uma variável sintética que discriminava as granjas em três categorias: boas, intermediárias e ruins. Dentre as variáveis explicativas, foram identificados 10 fatores de risco que melhor discriminaram os rebanhos estudados quanto a ocorrência de diarréia, mortalidade e desempenho dos leitões na fase de creche. Com isso, foi possível elaborar o perfil de granjas com alta tendência de apresentarem problemas com os leitões na fase de creche. Conclui-se que em muitos rebanhos da região Sul do Brasil existem vários fatores de risco que favorecem a ocorrência de problemas com os leitões na fase de creche, alguns deles sendo conseqüência da fase de maternidade.

Palavras-chave: Suíno, epidemiologia, ecopatologia, fatores de risco, creche, diarréia.

 

ABSTRACT

Epidemiological essay was carried out in 65 herds of southern Brazil, with the objective to identify risk factors that better explain the occurrence of problems with the pigs during post-weaning phase. In each herd, a batch of pigs was followed during the first three post-weaning weeks, when variables like building conditions, nutrition, management, environment and health were taken into account. Descriptive and multivariate methods had been used to analyze the data. Target variable used to describe pig problems during post-weaning phase had been: weight daily gain, weight coefficient of variation at 21 days post-weaning, occurrence of diarrhea in the batch, mortality rate and the medicine use dressings against the diarrhea. With the help of these variables a synthetic variable was created for discriminating the farms in three categories: good, intermediate and bad. Among explicative variables, 10 risk factors had been selected as more important, making it possible to identify farms with high trend to present problems during post-weaning phase. One concludes that in many herds of the south region of Brazil some risk factors exist that favor the occurrence of problems with the pigs during the weaning phase, some of as consequence of others from maternity phase.

Keywords: Pig, epidemiology, ecopathology, risks factors, post-weaning

 

 

INTRODUÇÃO

Na suinocultura intensiva, a fase de creche é um período crítico na produção de leitões, devido à ocorrência de problemas de ordem sanitária, principalmente a síndrome da diarréia pós-desmame (SDPD) e a doença do edema (DE) (Svensmark et al., 1989a; Mores et al., 1993). Em rebanhos afetados, a taxa de mortalidade pode se elevar 4,5 vezes, podendo chegar a 8%, e os leitões levam em média 2,3 dias a mais para atingir 25kg de peso (Svensmark et al., 1989a). Entretanto, essas patologias são consideradas de etiologia multifatorial, na qual agentes infecciosos, como amostras patogênicas de E. coli e rotavírus, exercem seu poder patogênico, predominantemente em rebanhos sob condição de risco (Madec & Josse, 1983; Vieira et al., 1989). Então, fatores ligados ao manejo, ao ambiente e à nutrição dos leitões desempenham papel fundamental na ocorrência e severidade da SDPD e DE, uma vez que os agentes infecciosos estão presentes tanto em rebanhos com problemas, como em rebanhos sem eles (Jestin & Bernard, 1985; Svensmark et al., 1989b). Dessa forma, os programas de controle dos problemas dos leitões na fase de creche devem incluir a identificação e correção dos fatores de riscos. Tais fatores têm sido identificados em outros países como na França (Madec & Josse, 1983) e em Portugal (Vieira et al., 1989). No Brasil, em estudo ecopatológico realizado por Mores et al. (1993), em rebanhos de Santa Catarina, foram identificados 10 fatores de risco associados à ocorrência de diarréia nos leitões na fase de creche. Entretanto, nos últimos anos, houve evolução nos sistemas de produção de suínos do Brasil, principalmente quanto ao manejo, à nutrição e à redução da idade de desmame dos leitões, indicando a necessidade de estudos mais atualizados nessa área. Também, fatores de risco identificados em uma região ou país não podem ser totalmente válidos para outras regiões, devido a diferenças no manejo, no ambiente e na nutrição (Skirrow et al., 1992; Mores et al., 1993). Este trabalho teve por objetivo identificar o conjunto de fatores de risco que melhor explicam a ocorrência de problemas com os leitões na fase de creche em rebanhos da região Sul do Brasil.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Um experimento de pesquisa epidemiológica observacional foi realizado no período de maio de 1995 a dezembro de 1997, em 65 rebanhos suínos localizados na região Sul do Brasil, sendo 20 no Rio Grande do Sul, 26 em Santa Catarina e 19 no Paraná. Na amostragem das granjas foram incluídos rebanhos com diferentes níveis tecnológicos e de produtividade e os seguintes aspectos foram considerados: a) ser um rebanho de produção de suínos para abate; b) ter o consentimento e apoio do proprietário na aplicação do protocolo; c) ter no mínimo 30 matrizes e um lote de desmame de, no mínimo, seis leitegadas.

Em cada rebanho, acompanhou-se um lote de leitões provenientes de no mínimo seis leitegadas, por um período de 21 dias após desmame, realizado em média aos 27,2± 4,3 dias de idade. Nesse período, aplicou-se um protocolo com variáveis ligadas às instalações, à nutrição, ao manejo, ao ambiente e à saúde dos leitões. Esse protocolo havia sido previamente elaborado baseado em revisão bibliográfica, e testado em um estudo piloto realizado em três rebanhos, com o objetivo de definir os indicadores epidemiológicos a serem estudados e para treinar o pessoal técnico de apoio.

Para análise estatística dos dados foram utilizados métodos descritivos em que as variáveis foram examinadas isoladamente (parâmetros de dispersão) e, após, duas a duas (correlação, X2) utilizando-se o programa SAS (1989), e métodos multidimencionais (análise fatorial de correspondência múltipla e classificação hierárquica ascendente), de acordo com procedimentos sugeridos por Madec & Fourichon (1990) e Fourichon (1991), com auxilio do programa SPADN (Centre, 1994). A seqüência de análise foi interrompida quando a introdução ou abandono de uma variável explicativa não permitia melhorar a discriminação dos rebanhos quanto às variáveis objetivas. A última combinação de variáveis explicativas retidas foi denominada de conjunto de fatores de risco.

Cerca de 100 variáveis foram analisadas. Inicialmente foram separadas em variáveis objetivas (aquelas que melhor definiram os problemas dos leitões na fase de creche) e explicativas (aquelas que se constituíam em potenciais fatores de risco).

As variáveis objetivas usadas para descrever os problemas dos leitões na fase de creche foram: ganho de peso diário, coeficiente de variação do peso dos leitões aos 21 dias após o desmame, ocorrência de diarréia no lote, porcentagem de mortalidade de leitões e uso de medicamentos curativos contra a diarréia.

 

RESULTADOS

Na Tab. 1 são apresentados os valores da análise de c 2 das variações objetivas.

 

 

A Tab. 2 apresenta as classes e freqüências de granjas para cada uma dessas variáveis, as quais representam situações boas, intermediarias ou ruins. A análise fatorial de correspondência (Fig. 1) e a classificação hierárquica ascendente (Fig. 2) permitiram a elaboração de uma variável sintética que discrimina as granjas em três categorias, em função dos problemas apresentados pelos leitões na fase de creche (Tab. 3). Na Tab. 4 são citados os valores dos quatro primeiros eixos obtidos na análise fatorial de correspondência múltipla, sendo que os eixos 1 e 3 foram usados para elaboração do mapa (Fig. 1).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Das variáveis explicativas analisadas, identificaram-se 10 que melhor discriminaram os rebanhos quanto à ocorrência dos problemas nos leitões (definidos nas variáveis objetivas), as quais podem ser visualizadas no mapa dos fatores de risco (Fig. 3). Essas 10 variáveis que formam o conjunto de fatores de risco, juntamente com suas classes e freqüência de granjas em cada classe, são descritas na Tab. 5.

 

 

 

 

No mapa dos fatores de risco (Fig. 3), observa-se que à esquerda estão localizadas as variáveis IDE1, PMD1, VOL1, ONF1, PB1, TB1, LOC1, ART- e SUC1, as quais formam o perfil das granjas boas que não apresentaram problemas com os leitões na fase de creche. Ao contrário, à direita do mapa, principalmente acima do eixo 1, estão localizadas as variáveis IDE3, PMD3, ONF3, TB2, ART+, UR3 e SUC2, as quais formam o perfil das granjas ruins, que apresentaram problemas graves com os leitões na fase de creche. Na Fig. 4, onde foram localizadas as 65 granjas no mapa dos fatores de risco, observa-se nítida tendência das granjas boas localizarem-se na direita superior do mapa (região considerada alvo) e as granjas ruins, na esquerda inferior do mapa (região considerada de risco).

 

 

DISCUSSÃO

Os resultados deste estudo permitiram a identificação de 10 variáveis que melhor explicaram a ocorrência de problemas com os leitões na fase de creche. Com essas variáveis foi possível estabelecer dois perfis de granjas para a região Sul do Brasil: a) aquelas com alta tendência de apresentarem problemas com os leitões na fase de creche (desmamam os leitões com menos de 25 dias, com peso médio inferior a 6,3kg, com ocorrência de onfalite em mais de 8% dos leitões e casos de artrite entre os leitões; ocorre vício de sucção entre os leitões logo após o desmame; usam bebedouros inadequados na fase de creche; possuem problemas ambientais com umidade relativa do ar maior que 82% e volume de ar menor que 1,4m3/leitão na sala onde estão alojados os leitões; usam ração pré-inicial com menos de 18% de proteína bruta; e a granja está localizada na encosta sul ou fundo de vale) e b) aquelas com baixa tendência de apresentarem problemas com os leitões na fase de creche (desmamam os leitões com mais de 28 dias, com peso médio maior de 7,3kg, com menos de 8% de onfalite nos leitões e ausência de artrite entre os leitões; não ocorre vicio de sucção entre os leitões logo após o desmame; a granja está localizada na encosta norte ou topo do morro; usam bebedouros do tipo chupeta especifico para leitões em fase de creche; usam ração pré-inicial com mais de 20% de proteína bruta; fornecem ambiente aos leitões com mais de 2,0m3 de volume de ar por leitão e umidade relativa do ar menor que 82% na sala onde estão alojados os leitões).

Na metodologia usada neste estudo para identificação dos fatores de risco, os dados epidemiológicos são registrados in situ e os fenômenos patológicos ocorrem espontanea-mente, sem nenhum artifício e independente da vontade do homem. O objetivo da análise estatística é, no final de um estudo comparativo, fazer aparecer a melhor combinação de parâmetros, dentre um grande número de variáveis, que são associados ao problema estudado (Madec & Fourichon 1990). Portanto, as técnicas aqui utilizadas conduzem à noção de "perfil" de indivíduo, definido pelo valor obtido no conjunto de variáveis. Assim, deve-se falar em "perfil de risco" dos indivíduos (granjas), a probabilidade de ocorrência do problema em uma granja, em função do valor obtido sobre o conjunto de parâmetros considerados simultaneamente. Na prática, portanto, não é desejável visualizar um fator de risco independentemente dos outros. Por fim, os fatores de risco aqui identificados não possuem nem valor definitivo, nem universal, uma vez que há necessidade de se fazer atualizações periódicas (Madec & Fourichon, 1990) e eles podem não ser totalmente válidos de uma região para outra (Skirrow et al., 1992; Mores et al., 1993).

É importante salientar que três (média de peso baixo ao desmame, ocorrência de inflamação do umbigo e de artrite) dos 10 fatores de risco identificados são conseqüência de problemas existentes na fase de maternidade, com reflexos negativos no período pós-desmame. Svensmark et al. (1989a), usando outra metodologia de análise dos dados, verificaram forte influência do peso e da idade ao desmame sobre a ocorrência de diarréia e taxa de mortalidade de leitões na fase de creche. Madec & Josse (1983), Vieira et al. (1989), Skirrow et al. (1992), Mores et al. (1993) e Madec (1997), em estudos ecopatológicos, também encontraram variáveis da maternidade como fatores de risco para a fase de creche. Portanto, para solucionar os problemas com os leitões na fase de creche, várias medidas corretivas deverão ser direcionadas para a fase de maternidade, para que os leitões sejam desmamados sem problemas de saúde e com bom peso.

Em estudo anterior, realizado em granjas de Santa Catarina (Mores et al., 1993), outras variáveis como vazio sanitário, nível nutricional das matrizes, lotação nas baias, comprimento do comedouro e ocorrência de doenças respiratórias mostraram-se importantes fatores de risco na fase de creche. Então, embora essas variáveis não tenham aparecido como fatores de risco neste estudo, de maneira alguma devem ser negligenciadas. Em estudo semelhante realizado na França (Madec, 1997), várias outras variáveis como qualidade da higiene e da ventilação e temperatura ambiental mostraram-se importantes fatores de risco para os leitões em fase de creche, enquanto algumas identificadas neste estudo não foram relevantes naquele trabalho. Essas diferenças provavelmente se devem à grande variabilidade dos tipos de instalações e manejo existentes nas granjas estudadas.

Das variáveis ambientais analisadas somente o volume de ar/leitão e a umidade relativa do ar mostraram-se importantes. A umidade relativa do ar elevada é mais importante sob condições de calor, nas quais a habilidade do suíno em perder calor é limitada. Nessas condições, reduz a higiene do ar por aumentar a viabilidade de microorganismos patogênicos (Nicks et al., 1993). Entretanto, a densidade animal é o mais importante fator na determinação da concentração de bactérias na instalação. Nicks et al. (1993) encontraram maior concentração de bactérias no ar quando o volume de ar/leitão era menor. A percentagem de proteína bruta na ração, fornecida aos leitões nas três primeiras semanas do desmame, mostrou-se fator de risco até 18%. Castaing & Cambeilh (1998) verificaram que uma dieta com 17% de proteína total, fornecida aos leitões dos 38 a 52 dias de idade, reduz o ganho de peso em comparação com dietas com 19 e 21% de proteína total, mantidos equilibrados os níveis de energia e de aminoácidos.

Produtores, juntamente com os técnicos responsáveis pela assistência, poderão diretamente utilizar esta tecnologia para elaborar estratégias de correção dos fatores de risco presentes nos rebanhos, com o objetivo de prevenir a ocorrência de problemas nos leitões na fase de creche. Para isso recomenda-se: a- aplicar um questionário para medir as variáveis objetivas e explicativas, em um grupo de no mínimo seis leitegadas no período pós-desmame; b- avaliar os dados obtidos e estabelecer o perfil do lote acompanhado de acordo com as Tab. 2 e 4, deste trabalho; c- verificar quais os fatores de risco existentes e estabelecer uma estratégia para corrigi-los; d- após a correção dos fatores de risco existentes, aplicar novamente o questionário e verificar se os objetivos estabelecidos na tabela estão sendo atingidos.

 

CONCLUSÕES

Foram identificados 10 fatores de risco que melhor discriminaram os rebanhos estudados quanto a ocorrência de diarréia, mortalidade e baixo desempenho dos leitões na fase de creche. Vários desses fatores estão relacionados com problemas que ocorrem na fase de maternidade dos leitões.

 

AGRADECIMENTOS

Aos 65 produtores de suínos por disporem seus rebanhos para o estudo e pela colaboração nas anotações de dados. Aos técnicos das agroindústrias e da extensão rural que colaboraram na identificação dos rebanhos e na aplicação dos protocolos.

 

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