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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versión impresa ISSN 0102-0935

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. v.52 n.3 Belo Horizonte jun. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352000000300018 

Ciclo reprodutivo de Parauchenipterus striatulus (Pisces - Auchenipteridae) na represa de Ribeirão das Lajes - RJ

[Reproductive cycle of Parauchenipterus striatulus (Pisces- Auchenipteridae) in the Ribeirão das Lajes reservoir - Brazil]

 

F.G. Araújo, S. Duarte, R.S. Goldberg, I. Fichberg

Posto de Aqüicultura da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ
Km 47 da Antiga Rodovia Rio – São Paulo
23851-970 – Seropédica, RJ.

 

Recebido para publicação, após modificações, em 16 de fevereiro de 2000
E-mail: gerson@ufrrj.br

 

 

RESUMO

Este trabalho teve como objetivo avaliar o ciclo reprodutivo do bagre de água doce Parauchenipterus striatulus, na represa de Ribeirão das Lajes, Rio de Janeiro. Foram descritos aspectos morfológicos dos estádios de maturação gonadal bem como variações no índice gonadossomático, relação peso:comprimento, fator de condição e condição gonadal. A amostragem dos peixes foi feita bimestralmente entre abril de 1996 e maio de 1997 com o uso de redes de espera de 100m de comprimento, 4m de altura e com malha entre 25 e 65mm de distância entrenós. Os 339 indivíduos capturados ao longo do período de amostragem corresponderam a 40% do total de peixes. Cinco estádios de maturação gonadal foram determinados por meio de análise macroscópica para ambos os sexos: imaturo, maturação I, maturação II, maduro, desovado (fêmeas) e esvaziado (machos). O índice gonadossomático foi mais elevado entre outubro e março para ambos os sexos, sugerindo amplo período de desova enquanto o fator de condição atingiu seu máximo entre fevereiro e junho, mostrando uma relação inversa entre essas duas características. A relação peso-comprimento para machos foi de W= 0,0095L3,0862 e fêmeas de W= 0,0116L3,0126, não tendo sido encontradas diferenças significativas entre os coeficientes de alometria para ambos os sexos.

Palavras-Chave: Peixe, bagre de água doce, Parauchenipterus striatulus, reprodução

 

ABSTRACT

The objective of this work was to evaluate aspects related to the reproductive cycle of the armored catfish Parauchenipterus striatulus in Ribeirão das Lajes Reservoir, state of Rio de Janeiro, Brazil. Gonadal stage, morphology, variations in the gonadosomatic index, weight:length relationship, condition factor and gonadal condition were described. Fish sampling was carried out bi-monthly, between April 1996 and May 1997, using gill nets 100m long, 4m wide, and 25-65mm of mesh sizes gill nets. Three hundred and thirty-nine fishes, corresponding to 40% of the total number, were capture. Five maturation stages were determined by macroscopic analysis of both sexes: immature, mature I, mature II, ripe and spawned (females) or empty (males). The gonadosomatic index was higher from October to March for both sexes, suggesting an ample spawning period, while the condition factor was higher from February to June, showing an inverse relationship between these two characteristics. Weight:length relationship for males was W = 0.0095L3.0862 and for females W = 0.0116L3.0126, with no significant differences between sexes in the allometric coefficient.

Keywords: Catfish, Parauchenipterus striatulus, reproduction

 

 

INTRODUÇÃO

A família Auchenipteridae, à qual pertence Parauchenipterus striatulus, vulgarmente conhecido como cangati ou cumbaca, encontra-se distribuída em rios de água doce de toda a América do Sul tropical estendendo-se desde a Argentina até o Panamá (Nelson, 1976). Essa espécie é a única representante dessa família encontrada na região da Represa Hidrelétrica de Ribeirão das Lajes e pouco se conhece sobre sua condição e biologia reprodutiva apesar de ser uma das mais abundantes (Araújo, 1997).

Aspectos de reprodução de peixes, baseados na maturação gonadal e na utilização de indicadores quantitativos, têm servido de parâmetro para o entendimento ecológico do papel desempenhado pelas espécies de um ambiente aquático. A gônada, ao amadurecer, passa por profundas modificações, podendo caracterizar fases durante o seu desenvolvimento. Nas fases finais, verifica-se um marcado aumento no volume e, conseqüentemente, no peso dos ovários, e o índice gonadossomático é um indicador quantitativo utilizado para avaliar o período de reprodução da espécie (Vazzoler, 1996).

A relação peso:comprimento é usada para descrever o aumento de comprimento e conseqüente ganho de peso ou estimar o peso médio quando se conhece o comprimento. No ciclo reprodutivo essa relação tem sido usada também como uma maneira de estimar o fator de condição (Braga, 1997), que avalia o bem-estar da espécie condicionada à interação com o meio (acúmulo de gordura, suscetibilidade às mu-danças ambientais, grau de repleção do estômago e desenvolvimento gonadal, particularmente nos adultos), cujas variações são conhecidas durante o ciclo sexual (Barbieri & Verani, 1987).

O presente trabalho teve por objetivo analisar esses indicadores de natureza reprodutiva, bem como detectar os estádios de maturação gonadal de P. striatulus, visando contribuir para o conhecimento da bioecologia da espécie.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram examinados 339 exemplares de P. striatulus, provenientes de 78 excursões de coleta bimestrais realizadas entre abril de 1996 e maio de 1997 na Represa Hidrelétrica de Ribeirão das Lajes (22o42’-22o50’S;43o53’-44o05’W), o maior ambiente de água represada do Estado do Rio de Janeiro, apresentando espelho d’água de cerca de 30km2 (Fig. 1).

 

 

Os peixes foram capturados por meio de redes de espera com comprimento de 100m, altura de 4m e malhas de 25 a 65mm de distância entre nós consecutivos. Após a captura, os exemplares foram transportados para o laboratório em caixa isotérmica com gelo. De cada exemplar foram registrados o sexo, o comprimento total (Lt; cm), os pesos total (Wt; g) e das gônadas (Wg; g), além dos estádios de maturação.

Os estádios de maturação gonadal foram identificados considerando-se aspectos macros-cópicos (cor, transparência, vascularização superficial e visualização dos ovócitos), sendo as gônadas posteriormente fixadas em formol 10%. A interpretação macroscópica desse material baseou-se na literatura corrente (Isaac-Nahum & Vazzoler, 1983; Bazzoli & Godinho, 1991; Vazzoler,1996; Mazzoni & Caramaschi, 1997).

O índice gonadossomático (IGS), utilizado para inferir acerca do ciclo reprodutivo, foi calculado por meio da expressão: IGS = Wg / Wt - Wg.

A relação peso:comprimento foi calculada considerando-se o peso como variável dependente (y) e o comprimento como variável independente (x). A curva de potência obtida, representada por y = axb foi linearizada tomando-se os logaritmos naturais dos dados de y e x conseqüentemente assumindo ln y = ln A + B ln x, obtendo-se pelo método dos quadrados mínimos os valores de constante de regressão (A) e do coeficiente de regressão (B). Finalmente, estimaram-se os valores de a e b da curva de potência, sendo a = e A e b = B (Ricker, 1975; Santos, 1978).

O fator de condição (K) foi estimado pela seguinte expressão: K= Wt/Ltb. O cálculo da condição gonadal levou em conta a influência do peso das gônadas sobre o fator de condição pelo emprego da fórmula: DK = (Wt/Ltb) - (Wt – Wg/Ltb). Os dados referentes a cada uma das amostras foram agrupados bimestralmente.

 

RESULTADOS

As gônadas de ambos os sexos são conspicuamente distintas (Fig. 2). Nos machos, apresentam-se como estruturas pares, longitudinais, de formato irregular, e seus peso e volume estão sujeitos a mudanças sazonais. De maior extensão e volume que os ovários na cavidade abdominal, os testículos dessa espécie destacam-se na sua morfologia pela presença de vários "lóbulos". Nas fêmeas, os ovários apresentam-se também em pares, longitudinais, porém de forma compacta e regular, sem lóbulos.

 

 

Cinco estádios foram diferenciados macroscopicamente para machos (Fig. 3) e fêmeas (Fig. 4): imaturo, maturação I, maturação II, maduro, esvaziado (machos) ou desovado (fêmeas). Na Tab. 1 são apresentadas as descrições de cada estágio gonadal por sexo.

 

 

 

 

 

 

Os valores do índice gonadossomático atingiram seus máximos entre outubro e novembro, mantiveram-se elevados até janeiro para os machos e até março para as fêmeas (Fig. 5). Os valores mínimos para ambos os sexos foram verificados nos meses de abril a setembro.

 

 

Nos bimestres de abril/maio e agosto/setembro de 96, a média dessa característica nos machos foi superior à das fêmeas, e essa diferença acentuou-se entre outubro e janeiro; a partir de fevereiro até o fim do período de amostragens as fêmeas passaram a apresentar IGS mais elevado do que os machos.

Verificou-se forte relação de dependência direta entre o IGS e a condição gonadal (Fig. 6) com coeficiente de correlação linear r = 0,96. A expressão que relaciona o IGS (variável independente) e a condição gonadal (variável dependente) ajustada pelo método dos quadrados mínimos é: y = 106,54 ´ –0,0006.

 

 

As regressões lineares estabelecidas para machos e fêmeas na relação peso:comprimento (Fig. 7) foram as seguintes: Ymachos = 3,0862 x - 4,6604 e Yfêmeas = 3,0126 ´ –4,4558.

 

 

O coeficiente de correlação linear calculado para as relações logarítmicas entre Wt e Lt foi de 0,93 para machos e 0,92 para fêmeas.

Aplicando-se o teste t entre os valores da constante b, não foi verificada diferença significativa no nível de 5%. As equações de melhor ajuste para cada sexo demonstraram que, até o comprimento de 15cm, as fêmeas apresentaram incremento de peso superior ao dos machos e em tamanhos superiores a 15cm essa situação se inverteu. As equações exponenciais que descrevem a relação peso:comprimento foram as seguintes: Ymachos = 0,0095 x 3,0862 e Yfêmeas = 0, 0116x3,0126.

Os valores médios do fator de condição para ambos os sexos foram maiores entre fevereiro e junho e menores entre agosto e janeiro (Fig. 8). As fêmeas apresentaram sempre maiores valores do que os machos, com ambos os sexos apresentando pequena variação entre as médias bimestrais.

 

 

DISCUSSÃO

Os machos de P. striatulus possuem um órgão copulador situado nos primeiros raios anais, permitindo a fecundação interna. Essa característica sexual secundária é encontrada em outras espécies de Auchenipteridae, como Parauchenipterus galeatus, Auchenipterus nuchalis (Vazzoler, 1996). A parte anterior da nadadeira anal dos machos apresenta um acúleo com coloração avermelhada sendo mais evidente no período de reprodução. Tal estrutura não é apresentada pelas fêmeas.

As gônadas pares e longitudinais do P. striatulus situam-se na parte posterior da cavidade abdominal, presas a um único ducto a partir da papila urogenital. Sua análise macroscópica permitiu o reconhecimento de cinco estádios de desenvolvimento para machos e fêmeas: imaturo, maturação I, maturação II, maduro e desovado (fêmeas) e esvaziado (machos).

Diversos métodos são propostos e utilizados visando investigar a maturação gonadal, em sua maioria com o emprego de técnicas histológicas a fim de determinar mais precisamente os estádios intermediários, especialmente na fase de maturação gonadal (Bazzoli & Godinho, 1991; Menezes & Caramaschi, 1994; Teles & Godinho, 1997). Modificações na aparência e no peso das gônadas também têm sido eficientemente utilizadas para a separação das diversas fases de maturação.

A morfologia externa dos testículos do P. striatulus difere da descrita para a maior parte dos peixes teleósteos, notadamente pela presença de estruturas lobuladas, característica comum a vários siluriformes. No estádio imaturo, apesar de apresentar forma ligeiramente filiforme, estes lóbulos, ainda que minúsculos, já são visíveis. No estádio esvaziado, esse "testículo franjado" apresenta-se enrugado. Em comum com outros teleósteos observa-se a coloração esbranquiçada, na fase de maturação, e esperma leitoso, quando o testículo atinge tamanho máximo (maduro) na cavidade abdominal (Vazzoler, 1982; Barbieri & Barbieri, 1984; Menezes & Caramaschi, 1994; Teles & Godinho, 1997).

Os ovários não mostraram variação morfológica tão notável durante o processo de amadurecimento. Durante a maturação apresentam-se flácidos e com coloração rósea, podendo confundir-se com o estádio desovado. Na maturação II, apresentam ovócitos que se tornam visíveis através da fina membrana na parede ovariana. Do estádio imaturo até a maturação II, é comum observarem-se diferenças entre o comprimento do par de gônadas, sendo que, a partir dessa fase os ovários são aproximadamente do mesmo comprimento. Isaac-Nahum & Vazzoler (1987) mencionaram a ocorrência de assimetria dos ovários para Micropogonias furnieri.

O índice gonadossomático (IGS) pode constituir subsídio para a avaliação da fase de maturação gonadal. Agostinho et al. (1991), Bazzoli & Godinho (1991) e Teles & Godinho (1997), estudando, respectivamente, as espécies Hypostomus commersoni, Acestrorhynchus lacustris e Serrasalmus brandtii, detectaram os maiores valores do IGS na época de maior ocorrência de fêmeas maturas e os mínimos na de fêmeas desovadas. Lamas & Godinho (1996), entretanto, salientaram que essa comparação por si só não foi capaz de diferenciar ovários no estádio de maturação intermediária e parcialmente esgotados da espécie Serrasalmus spilopleura.

Os maiores valores do índice gonadossomático encontrados entre outubro e janeiro sugerem amplo período de reprodução, entre fins da primavera e início do verão, e uma fase de inatividade entre abril e setembro para P. striatulus. Tanto os machos como as fêmeas apresentaram elevada variação nesse índice. Teles & Godinho (1997), estudando o IGS em pirambebas (S. brandtii), não encontraram variações acentuadas no IGS ao longo do ciclo reprodutivo para machos. Vazoller (1996) encontrou em A. nuchalis e P. galeatus, espécies da família Auchenipteridae, desovas sazonais com picos entre setembro e março, para a primeira espécie, o que coincide com o observado para este trabalho, e entre novembro e dezembro, para a segunda espécie. A condição gonadal (DK) é estimada estabelecendo os períodos em que os ovários apresentaram-se com peso máximo em relação ao peso do indivíduo, tendo atingido maturidade máxima. Relação direta entre o IGS e o DK foi encontrada em P. striatulus.

Não foram encontradas diferenças no coeficiente de alometria entre sexos em P. striatulus, também observado por Andrian & Barbieri (1992) para P. galeatus. O coeficiente de alometria de machos foi menor que o de fêmeas, ocorrendo o inverso em relação à constante de regressão, que está associada ao fator de condição.

A tendência de os machos apresentarem maior peso em relação às fêmeas em indivíduos com comprimento superior a 15cm contrapõe-se à encontrada por Adrian & Barbieri (1992) em P. galeatus em que as fêmeas se tornam mais pesadas a partir dos 16cm. Nomura et al. (1976), também estudando P. galeatus, relataram que nas classes de 12, 14 e 18cm, os pesos dos machos foram mais elevados ocorrendo o inverso nas classes de 16 a 20cm.

O estudo do fator de condição (K), segundo Vazzoler & Vazzoler (1965), permite que se avaliem as variações das condições gerais de bem-estar do peixe, dentre elas, a disponibilidade de alimento. Os valores máximos, encontrados nos meses de abril e maio correspondentes ao outono, sugerem então que as melhores condições alimentares da época de verão tenham proporcionado acúmulo de reservas e conseqüentemente melhor condição fisiológica.

Mc Gregor (1959) relacionou a variação desse fator em função do tamanho da população de acordo com o princípio de que altos níveis populacionais resultam em menor disponibilidade de alimento e conseqüentemente um valor mais baixo para K.

Os valores de K foram superiores nas fêmeas, a exemplo do que foi verificado por Bannister (1976) com a espécie Coryphaena hippurus. Segundo esse autor, tal tendência se deve ao fato de a constante b da relação entre peso e comprimento ter sido mais elevada em machos. Tal padrão também foi constatado neste trabalho.

A relação direta entre o fator de condição e o estádio de maturação gonadal é destacada por inúmeros autores. Vazzoler & Vazzoler (1965) verificaram que na espécie Sardinella aurita (costa centro-sul do Brasil), os valores mais elevados de K ocorreram em peixes imaturos e os mínimos nos maturos. Tal comportamento é explicado pelos autores em função do consumo de reservas lipídicas durante a época de desova.

Comportamento inverso foi verificado por Barbieri & Verani (1987) em Hypostomus aff plecostomus e Le Cren (1951) em Perca fluviatillis. Para essas espécies, o fator de condição atingiu valores máximos na época de desova. Neste estudo, o fator de condição parece se comportar de maneira inversa ao índice gonadossomático, o que pode sugerir melhor condição no inverno, quando pouca energia está sendo deslocada para os processos reprodutivos.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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