SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.52 issue4Effect of split ejaculation and seminal extenders on longevity of donkey semen preserved at 5° CAgronomic evaluation of six sorghum hibrids author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

Indicators

Related links

Share


Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.52 n.4 Belo Horizonte Aug. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352000000400016 

Mineralização óssea com quatro fontes de fósforo na terminação de suínos

[Bone mineralization with four phosphorus sources in finishing pigs]

 

J.A.F. Veloso1, S.L.S. Medeiros2, E.C.A. Costa3

1Escola de Veterinária da UFMG
Caixa Postal, 567
39123-970 - Belo Horizonte, MG
Bolsista do CNPq
2Estudante de Mestrado em Zootecnia EV/UFMG
3Bolsista de Aperfeiçoamento do CNPq EV/UFMG

 

Recebido para publicação, após modificações, em 27 de abril de 2000.
E-mail: javeloso@brhs.com.br
Projeto financiado pelo CNPq e pela FAPEMIG

 

 

RESUMO

Avaliou-se a inclusão de quatro fontes de fósforo (P), considerando-se seu fósforo disponível, sobre a mineralização óssea de suínos em terminação (60 a 100 kg). As fontes avaliadas foram fosfato bicálcico padrão (FBP), superfosfato supertriplo (FST), fosfato monoamônio (FMA) e consorciação de FBP (80%) com fosfato de Patos de Minas (FPM - 20%). Foram utilizados 32 leitões machos castrados, mestiços de raça tipo carne, com média de peso de 60kg. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente ao acaso, constituído de quatro tratamentos, com quatro repetições, cada uma com dois animais e um grupo controle de seis animais sacrificados ao início do experimento. As dietas foram isoprotéicas e isoenergéticas, adequadas para a fase de terminação. Avaliaram-se os teores de matéria seca, cinzas, cálcio, fósforo, flúor e relação Ca:P dos ossos. Os animais que receberam dietas suplementadas com FBP e FPM apresentaram maior (P<0,05) e menor porcentagem de P nas cinzas ósseas (P<0,05), respectivamente. Maior deposição de flúor nos ossos (P<0,05) ocorreu em suínos alimentados com a dieta suplementada com FPM, em relação aos demais tratamentos. Nos tratamentos com FBP e FMA, os níveis de deposição de F nos ossos foram menores (P<0,05) do que nos tratamentos que usaram FST e 20% de FPM+80% de FBP. As fontes de fósforo avaliadas, nas condições experimentais adotadas, podem ser utilizadas em rações de suínos em terminação, ressalvando-se que a indicação do fosfato de Patos de Minas deve ser em associação com outro fosfato de qualidade superior.

Palavras-chave: Suíno, terminação, fósforo disponível, mineralização óssea

 

ABSTRACT

Four phosphorus (P) sources for bone mineralization of finishing pigs, considering their available phosphorus were studied. Thirty-two castrated male crossbred pigs, averaging 60kg live weight were used in a randomized experimental design, with four treatments, four replicates of two animals each, and a control group of six pigs that were slaughtered at the beginning of the experiment. The evaluated P souces were: bicalcium phosphate-standard (BPS), triple superphosphate (TSP), monoammonium phosphate (MAP), and the association between 20% Patos de Minas rock phosphate (PMP) plus 80% BPS. Diets were isoproteic and isocaloric and properly indicated for finishing swine. Dry matter, ash, calcium, phosphorus and fluorine deposition levels and Ca:P ratio in swine bone were evaluated. Animals that received BPS and PMP diets showed higher and lower percent of P (P<0.05), respectively, in bone ashes. Higher fluorine deposition in bone ashes was observed in swines fed PMP diet, in relation to the other treatments. In animals fed BPS and MAP diet, the fluorine deposition levels were lower (P<0.05) than TSP and PMP 20% + BPS 80% diets. P sources, in this experimental conditions, may be used in finishing swine rations, but PMP may be associated with superior patern phosphate.

Keywords: Swine, finishing, available phosphorus, bone mineralization

 

 

INTRODUÇÃO

A utilização de fosfatos naturais e semi-elaborados na dieta animal tem como propósito reduzir o custo da alimentação. Entretanto, as principais restrições ao uso desses fosfatos são seu baixo teor de fósforo disponível e elevado teor de flúor quando comparados com os fosfatos elaborados. A ingestão de elevada proporção de flúor afeta o sistema esquelético, causando lesões nos osteócitos e osteoblastos e prejudicando a mineralização óssea. Em casos graves, prejudica o ganho de peso e o consumo de alimento e de água (Mineral..., 1980; Suttie, 1980). O acúmulo de flúor no organismo é influenciado diretamente pela concentração do mineral na dieta, pelo período em que o animal o ingere e pela forma química de apresentação do flúor na fonte (Gerry et al., 1947). Deve-se salientar que as exigências nutricionais de cálcio e de fósforo para o desenvolvimento ósseo são superiores àquelas para o ganho de peso (Cromwell et al., 1970; Crenshaw et al., 1981; Mahan, 1982; Koch et al., 1984). Ressalte-se que as exigências nutricionais e a composição óssea devem manter a relação Ca:P próxima de 2:1, considerada ótima fisiologicamente, sob o ponto de vista nutricional e metabólico, bem como da mineralização óssea.

O presente trabalho teve como objetivo avaliar os teores de cinzas, cálcio, fósforo e flúor nos ossos de suínos em terminação suplementados com quatro fontes de fósforo.

 

MATERIAL E MÉTODO

Foram utilizados 32 leitões mestiços, machos castrados, com média de peso de 60kg, alimentados com rações convencionais para as fases inicial e de crescimento. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente ao acaso, constituído de quatro tratamentos e quatro repetições por tratamento, com dois animais em cada uma e um grupo controle com seis animais abatidos ao início do experimento, com a finalidade de se obter a composição química dos ossos. Os tratamentos caracterizaram-se pela adição de quatro fontes de fósforo previamente avaliadas quanto aos seus valores de biodisponibilidade de fósforo, de maneira a suprir as exigências nutricionais de P, em termos de P disponível. Os tratamentos foram: T1 – fosfato bicálcico padrão (FBP), cujo fósforo é considerado 100% disponível; T2 – fosfato supertriplo (FST); T3 – fosfato monoamônio (FMA) e T4 – 20% de fosfato de Patos de Minas (FPM) mais 80% de FBP, além do grupo controle (animais sacrificados ao início do experimento).

As dietas experimentais foram preparadas a partir de uma dieta básica (Tab.1), suplementada com quatro fontes de P (Tab. 2).

 

a16tab01.gif (30965 bytes)

 

 

a16tab02.gif (34774 bytes)

 

A incorporação das fontes de fósforo nas dietas experimentais foi feita com base nos resultados das análises químicas e nos valores de biodisponibilidade de fósforo dos fosfatos obtidos por Veloso et al. (1996c), conforme dados da Tab. 2. As dietas foram calculadas para atender às exigências nutricionais da fase de terminação, de acordo com as recomendações e dados de Rostagno et al. (1987). A composição e o valor nutricional das dietas experimentais encontram-se na Tab.3. O fornecimento de ração e água foi ad libitum.

 

a16tab03.gif (51964 bytes)

 

As características ósseas avaliadas foram os teores de matéria seca, cinzas, cálcio, fósforo, flúor e relação Ca:P dos ossos. O experimento foi encerrado quando os animais do grupo T1 atingiram o peso médio de 100kg. No final do experimento um animal de cada repetição foi abatido, após jejum de 12 horas, perfazendo o total de 16 animais, quatro por tratamento, para a obtenção das amostras ósseas retiradas do terceiro e quarto metacarpos direitos.

Com a finalidade de comparar o status dos animais quanto à composição química dos ossos no início e no final do experimento aos 60 e aos 100kg de peso vivo, respectivamente, amostras ósseas, terceiro e quarto metacarpos direitos, foram acondicionadas, identificadas e congeladas para análises futuras.

No final do experimento, todas as amostras ósseas foram descongeladas e autoclavadas a 120° C e uma atmosfera de pressão, por 10 minutos, para facilitar a remoção dos tecidos moles (Furtado, 1991). Depois de limpos, os ossos foram secos em estufa de ventilação forçada a 65° C por 72 horas, e em seguida triturados e desengordurados com éter sulfúrico em extrator de Soxhlet, por oito horas. Após a extração da gordura, os ossos foram submetidos aos procedimentos usuais para determinação dos teores de matéria seca óssea (MSO) e de cinzas ósseas (CO), segundo Cunniff (1995). A partir das cinzas ósseas foram feitas as determinações dos teores de cálcio e de fósforo, de acordo com Cunnif (1995), e de flúor pela potenciometria direta com eletrodo íon seletivo (Singer & Armstrong, 1968).

Os dados foram submetidos à análise de variância pelo pacote computacional SAS (1985). No caso de efeito significativo de tratamento, a comparação de médias foi feita por meio do teste Student-Newman-Keuls, segundo Steel & Torrie (1960), no nível de 5% de probabilidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

De acordo com os dados da Tab. 4, observa-se que não houve diferença (P>0,05) nos teores de MSO, CO, Ca e na relação Ca:P entre os tratamentos (inclusive o grupo-controle), isto é, levando-se em conta a biodisponibilidade de fósforo (BDP), os fosfatos avaliados comportaram-se de maneira semelhante quanto àquelas características e quanto à capacidade de mineralização óssea de suínos de 60 a 100kg de peso vivo. Entretanto, os teores de fósforo nas cinzas ósseas foram maiores (P<0,05) nos animais que receberam FBP e menores (P<0,05) nos que receberam a associação de FPM + FBP. Observa-se também efeito significativo (P<0,05) sobre o teor de flúor nas cinzas ósseas, o que, aparentemente, relaciona-se com os níveis desse elemento nos fosfatos avaliados.

 

a16tab04.gif (34239 bytes)

 

Esperava-se que o teor de P nas cinzas ósseas não fosse influenciado pelos fosfatos por serem as dietas isofosfóricas e isocálcicas. Os resultados discordam dos de Veloso et al. (1996c), que trabalharam com suínos recém-desmamados até a idade de abate, aos 100kg de peso, com os mesmos fosfatos. Possivelmente, os efeitos da idade inicial, da composição racial (mestiçagem) dos animais e da época de condução dos experimentos, entre outros prováveis fatores, aspectos já mencionados por Rucker et al. (1968) e Grimbergen et al. (1985), tenham contribuído para essa diferença. Em frangos de corte não houve diferença significativa (P>0,05) nos teores de Ca e P nos ossos, quando se usaram as mesmas fontes de Ca e P (Veloso et al., 1991).

A menor porcentagem de fósforo nos ossos de animais do T4 pode estar influenciada pelo maior consumo de flúor nesse tratamento, influência esta já mencionada por Bellaver (1985), Gomes et al. (1989), Borges (1991) e Veloso et al. (1996c).

Segundo Gomes et al. (1989), as exigências de nutrientes para suínos, apresentadas pelo Nutrient... (1988), são definidas principalmente com base no desenvolvimento dos animais, sendo a exigência de P para maximizar o teor de cinza no osso superior àquela requerida para otimizar o desempenho dos suínos. As observações desses autores, corroboradas pelos resultados de Veloso et al. (1999), indicam que os níveis de cálcio e fósforo nas rações de suínos nas fases de crescimento e terminação podem variar consideravelmente sem prejudicar o desempenho dos animais.

Quanto ao teor de flúor nas cinzas ósseas, houve maior deposição no grupo de animais que recebeu FPM+FBP, provavelmente em função da maior concentração desse elemento no FPM (Tab. 2 e 3), fazendo supor que o maior consumo de ração, fato já observado por Veloso et al. (1999), tenha ocasionado o correspondente aumento no consumo de flúor e conseqüentemente maior deposição desse elemento nas cinzas ósseas. É provável que o excesso de flúor ingerido tenha afetado negativamente a deposição de fósforo nos ossos.

A porcentagem de flúor nos ossos foi afetada (P<0,05) pelo tratamentos, sendo tanto maior quanto mais alto o conteúdo de flúor no fosfato avaliado (ou na ração experimental correspondente). Isso sugere que a deposição desse elemento nos ossos está relacionada com a quantidade de flúor e o uso contínuo da ração que o contenha na fase de terminação de suínos. Os resultados concordam com as considerações de vários autores (Viana et al., 1989; Veloso et al., 1996a,b; Veloso et al., 1998). Isto se deve ao efeito cumulativo característico desse elemento, classicamente observado em animais alimentados por longos períodos com rações que contenham flúor.

Utilizando-se os mesmos fosfatos, porém com suínos recém-desmamados, Veloso et al. (1996c) verificaram maior concentração de flúor nas cinzas ósseas do que se observou no presente trabalho (Tab.3).

A relação cálcio:fósforo nas cinzas ósseas mantiveram-se entre 1:1,77 e 1:1,95, não havendo diferença (P>0,05) entre tratamentos. Estes resultados mostraram-se uniformes e aparentemente dentro dos limites fisiológicos normais, indicando que a deposição desses elementos na mineralização óssea manteve a proporcionalidade normal na composição óssea, independentemente dos fosfatos que supriram o fósforo disponível. Esses resultados concordam com os de Veloso et al. (1996a) que encontraram, em média, uma relação de 2,12:1 para leitões de 23 a 40kg.

Convém ressaltar que no presente trabalho foram usados os mesmos fosfatos avaliados anteriormente com suínos na fase de crescimento (Veloso et al., 1996c). Desta vez, porém, foram utilizados animais em terminação (60 a 100kg de peso vivo), com a finalidade de eliminar as possíveis influências das dietas durante as fases iniciais, especificamente aquelas relacionadas com fosfatos e seu conteúdo de flúor sobre o desempenho e mineralização óssea dos animais. Assim, pode-se considerar que os animais mantiveram desempenho e mineralização óssea satisfatórios e comparáveis aos de outros trabalhos. Portanto, as fontes de fósforo avaliadas podem ser indicadas como suplementos alternativos das rações de suínos na fase de terminação. Ressalve-se, porém, que aparentemente o FPM pode ser usado desde que em combinação com outro fosfato de qualidade superior, comparável à do FBP, como neste experimento.

 

CONCLUSÕES

As fontes de fósforo avaliadas, levando-se em conta seus valores de biodisponibilidade de P, podem ser utilizadas em rações de suínos em terminação. No entanto, ressalta-se que, aparentemente, há necessidade de consorciar um outro fosfato de qualidade superior com o fosfato de Patos de Minas, quando este for utilizado.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BELLAVER, C., GUIDONI, F., ALBINO, L.F.T. et al. Fontes e níveis de fosfatos de rocha sobre o desempenho de frangos de corte. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 22, 1985, Camboriú. Anais... Camboriú: SBZ, 1985, p. 106. Resumo.         [ Links ]

BORGES, F.M.O. Utilização do fósforo disponível de dez fontes de fósforo para frangos de corte. Belo Horizonte: Escola de Veterinária da UFMG, 1991. 55p. (Tese, Mestrado).         [ Links ]

CRENSHAW, T.D., PEO Jr., E.R., LEWIS, A.S. et al. Bone strength as a trait for assessing mineralization in swine: a critical review of techniques involved. J. Anim. Sci., v.53, p.827-835, 1981.         [ Links ]

CROMWELL, G.L., HAYS, V.W., CHANEY, C.H. et al. Effects of dietary phosphorus and calcium level on perfomance, bone mineralization and carcass characteristics of swine. J. Anim. Sci., v.30, p.519-525, 1970.         [ Links ]

CUNNIFF, P. (Ed.). Official methods of analysis of AOAC International. 16.ed. Arlington: AOAC International, 1995. v.1.        [ Links ]

FURTADO, M.A.O. Determinação da biodisponibilidade de fósforo em suplementos de fósforo para aves e suínos. Belo Horizonte: Escola de Veterinária da UFMG, 1991. 60p. (Tese, Mestrado).        [ Links ]

GERRY, R.W., CARRICK, C.W., ROBERTS, R.W. et al. Phosphate supplements of different fluorine content as sources of phosphorus for chickens. Poult. Sci., v. 26, p.323-334, 1947.         [ Links ]

GOMES, P.C., ROSTAGNO, H.S., FONSECA, J.B. et al. Exigência de fósforo total e disponível para suínos na fase de terminação. Rev. Soc. Bras. Zootec., v.18, p.240-247, 1989.        [ Links ]

GRIMBERGEN, A.H.M., CORNELISEN, J.P., SHAPPERS, H.P. The relative availability of phosphorus in inorganic feed phosphate for young turkeys and pigs. Anim. Feed Sci. Technol., v.13, p.117-130, 1985.        [ Links ]

KOCH, M.E., MAHAN, D.C., CORLEY, J.R. An evaluation of various biological characteristics in assessing low phosphorus intake in weanling swine. J. Anim. Sci., v.59, p.1546-1556, 1984.         [ Links ]

MAHAN, D.C. Dietary calcium and phosphorus levels for weanling swine. J. Anim. Sci., v.54, p.559-564, 1982.        [ Links ]

MINERAL tolerance of domestic animals. Washington: National Academy of Sciences, 1980. 577p.        [ Links ]

NUTRIENT requirements of swine. 9.ed. Washington: National Academy of Sciences, 1988. 93p.        [ Links ]

ROSTAGNO, H.S., SILVA, D.J., COSTA, P.M.A. et al. Composição de alimentos e exigências nutricionais de aves e suínos (Tabelas brasileiras). 4.ed. Viçosa: Imprensa Universitária da UFV, 1987. 60p.         [ Links ]

RUCKER, R.B., PARKER, H.E., ROGLER, J.C. Utilization of calcium and phosphorus from hidrous and anhidrous dicalcium phosphates. J. Nutr., v.96, p.513-518, 1968.        [ Links ]

SAS. User’s guide: Statistics, 5.ed.Cary: SAS Institute Inc. 1985, v.1. 956p.        [ Links ]

SINGER, L., ARMSTRONG, W.D. Determination of fluoride in bone with fluoride eletrode. Anal. Chem., v.40, p. 613-614, 1968.        [ Links ]

STEEL, R.G.D., TORRIE, J.H. Principles and procedures of statistics with special reference to the biological science. New York: McGraw Hill Book, 1960. 418p.        [ Links ]

SUTTIE, J.W. Nutritional aspects of fluoride toxicosis. J. Anim. Sci., v.51, p.759-766, 1980.        [ Links ]

VELOSO, J.A.F., BORGES, F.M.O., FURTADO, M.A.O. et al. Avaliação de fontes de fósforo. III. Efeito do fósforo disponível de dez fontes sobre os teores de cinzas, cálcio, fósforo e flúor nos ossos de frangos de corte. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 28, 1991, João Pessoa. Anais... João Pessoa: SBZ, 1991b, p. 327. Resumo.        [ Links ]

VELOSO, J.A.F., CAVALCANTE, S.G., HOSSAIN, S.M. et al. Disponibilidade biológica de fósforo de cinco fontes alternativas de fósforo para leitões recém-desmamados. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.48, p.451-461, 1996c .        [ Links ]

VELOSO, J.A.F., FURTADO, M.A.O., BORGES, F.M.O. et al. Biodisponibilidade de fósforo para aves e suínos: teor de cinzas ósseas e atividade da fosfatase alcalina. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.48, p.575-593, 1996a .        [ Links ]

VELOSO, J.A.F., GONZÁLEZ, C.I.L., BARBOSA, A.M.A. Biodisponibilidade relativa de fósforo de seis fontes industriais e naturais para frangos de corte. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.48, p.189-202, 1996b.        [ Links ]

VELOSO, J.A.F., MEDEIROS, S.L.S. Avaliação nutricional do fósforo disponível de quatro fontes de fósforo para suínos em fase de terminação. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.51, p.471-476, 1999.        [ Links ]

VELOSO, J.A.F., REZENDE, M.J.M., HOSSAIN, S.M. et al. Influência do flúor de fontes de fósforo sobre o desempenho de frangos de corte. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.50, p.705-710, 1998.        [ Links ]

VIANA, J.A.C., COUTO, O.B., VELOSO, J.A.F. Biodisponibilidade do fósforo em concentrados de fosfatos naturais em frangos de corte. Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.41, p.145-127, 1989.        [ Links ]

Creative Commons License All the contents of this journal, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License