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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.52 n.5 Belo Horizonte Oct. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352000000500019 

Influência da aplicação de gesso na produção de matéria seca, na relação nitrogênio:enxofre e concentrações de enxofre, cobre, nitrogênio e nitrato
em pastagens de Brachiaria decumbens Stapf

[Influence of calcium sulphate fertilization on dry matter yield, nitrogen/sulfur relation and sulphur, copper, nitrogen and nitrate concentrations in Brachiaria decumbens Stapf]

 

L.M. Guedes1, D.S. Graça2, M.G. Morais3, R.C. Antunes4, L.C. Gonçalves2

1Técnica do Ministério da Agricultura
2Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG
Caixa Postal 567
30123-970 - Belo Horizonte, MG
3Departamento de Produção Animal da UFMS
4Mestrando em Zootecnia no DZO-EV-UFMG

 

Recebido para publicação, após modificações, em 12 de junho de 2000.
*Autor para correspondência

 

 

RESUMO

Em solo classificado como latossolo vermelho-amarelo, de pH igual a 5,2, foram estudados o efeito da adição crescente do gesso agrícola (CaSO4.2H2O) nos níveis de 0 t/ha (T); 0,5 t/ha (TA); 1,0 t/ha (TB) e 1,5 t/ha (TC), combinados com a aplicação de 20kg/ha de nitrogênio sob a forma de uréia mais 80kg de K2O/ha sob a forma de cloreto de potássio, sobre a produção de matéria seca (MS) da Brachiaria decumbens Stapf, no período de janeiro a dezembro. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com quatro repetições. Foram realizados três cortes (após 77, 133 e 341 dias do início do experimento) para determinar a produção de matéria seca/ha e as concentrações de enxofre (S), nitrogênio (N), cobre (Cu) e nitrato na forrageira. Observou-se que a produção de MS foi influenciada pelos tratamentos e época de corte da forrageira. Porém, não houve aumento significativo na produção de MS para níveis de adubação acima de 0,5 t/ha. As concentrações de S, N, Cu e nitrato não foram influenciadas pelos tratamentos.

Palavras-chave: Braquiária, gesso agrícola, enxofre, cobre, nitrato

 

ABSTRACT

The study was conducted in a Brachiaria decumbens pasture, in a dark red-yellow latosol, pH 5.2, with the objective of evaluating the influence of crescent levels of calcium sulphate application and cutting-age on dry matter yield and on N, S, Cu and nitrate content. Four treatments and three cuts were done as follow: T (control), 0 ton/ha of calcium sulphate; TA, 0.5 ton/ha; TB, 1.0 ton/ha; and TC, 1.5 ton/ha. The cuts were done 77, 133 and 341 days after the beginning of the experiment. The experiment was set in a randomized complete block design, with four replications. The dry matter yield of TA, TB and TC showed differences (P<0.05) related to the control treatment, although dry matter yield did not show differences (P>0.05) between TA, TB and TC. Concentrations of S, Cu, N and nitrate in dry matter did not show differences (P>0.05) between treatments. However, the grass cutting-age influenced grass mineral concentrations (P<0.05) in all treatments.

Keywords: Brachiaria, calcium sulphate, sulphur, copper, nitrate

 

 

INTRODUÇÃO

O enxofre é um macronutriente de grande importância na nutrição vegetal e animal. Nos vegetais participa da síntese de aminoácidos sulfurados (metionina, cisteína e cistina), proteínas, inclusive enzimas, e também é componente da coenzima A (CoA) que participa do metabolismo de carboidratos e lipídeos (Haag, 1984). Nos animais, é constituinte de proteínas, vitaminas (tiamina) e cartilagens (sulfato de condroitina).

Apesar de o enxofre ser um dos elementos mais abundantes da natureza, a deficiência de aminoácidos sulfurados, principalmente para monogástricos, e de fontes de enxofre para ruminantes constituem alguns dos mais sérios problemas na nutrição animal (Shirley & Mariante, 1967). Apesar dessa abundância os solos da América Tropical são deficientes em enxofre (Sanches & Salinas, 1981).

As limitações minerais de Brachiaria decumbens foram estudadas por Ferrari Neto et al. (1994) em casa de vegetação. Constataram que os elementos mais limitantes para a produção de matéria seca foram, em ordem decrescente, nitrogênio, fósforo, potássio e enxofre. Alguns estudos confirmam que a deficiência de enxofre, além de reduzir a síntese protéica e a produção de MS, favorece o acúmulo de compostos nitrogenados não protéicos como nitratos e amidas, diminuindo o valor biológico da proteína bruta da planta (Cowling & Bristow, 1979; Millard, 1985).

O gesso agrícola (fosfogesso) é uma fonte de enxofre comercial bastante disponível no Brasil. Os principais esquemas de adubação sugerem a aplicação de 2000kg de gesso/ha, equivalentes a 340kg de enxofre/ha, quantidade muito alta em relação aos 66kg de enxofre/ha aplicados em pastagens de capim pangola (Digitária decumbens) na Austrália (Ress et al., 1974).

Os objetivos deste trabalho foram avaliar o efeito da quantidade de enxofre aplicada em pastagens de B. decumbens sobre a produção de MS e estudar a influência de diversos níveis de adubação sulfatada e da idade de corte na concentração de enxofre, de cobre, de nitrogênio e de nitrato nessa forrageira.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O ensaio foi realizado em uma pastagem de Brachiaria decumbens Stapf, localizada em área de cerrado, na Fazenda Experimental "Professor Hélio Barbosa", Igarapé - MG, no período de janeiro a dezembro. A área dessa pastagem é de latossolo vermelho-amarelo com pH igual a 5,2.

A área experimental foi fertilizada com 60kg/ha de nitrogênio sob a forma de uréia, divididos em três aplicações de 20kg/ha feitas após os cortes (de uniformização e do primeiro e do segundo cortes), 80kg/ha de potássio sob a forma de cloreto de potássio, em dose única antes da implementação do experimento e em doses crescentes de gesso agrícola (fosfogesso) como segue: T (testemunha), 0 t/ha de gesso; TA, 0,5 t/ha; TB, 1,0 t/ha e TC, 1,5 t/ha. O início do experimento foi marcado por um corte de uniformização da forrageira a 5cm do solo no dia 14 de janeiro. Os cortes foram realizados a 5cm do solo na área de 1m2 em cada canteiro de 2m2, desprezando-se a bordadura, após 77, 133 e 341 dias do início do período experimental.

O material foi pesado para posterior determinação da produção de MS da área. Uma amostra significativa de cada parcela foi levada à estufa a 65ºC, por 72 horas, para pré-secagem. Após esse período, o material foi pesado, para determinação da MS, moído e submetido às seguintes análises químicas: dosagem do teor de nitrogênio (N) pelo método de semimicro de Kjeldahl, segundo Official... (1980), do teor de enxofre por turbidimetria (Sarruge & Haag, 1974), do teor de cobre por espectrofotometria de absorção atômica (Graça, 1985) e teor de nitrato (Guedes, 1987).

O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso com quatro tratamentos e quatro repetições e as médias das amostras foram comparadas segundo o teste de Tuckey com nível de significância a 5%.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados da aplicação de doses crescentes de gesso agrícola e da influência da idade dos cortes sobre a produção de matéria seca da braquiária são encontrados na Tab. 1. A produção de MS dos tratamentos A, B e C foram superiores à testemunha (P<0,05), mostrando os efeitos benéficos da adubação sulfatada para a forrageira. Porém, a produção de MS não foi diferente (P>0,05) entre as três aplicações de gesso. Este fato pode ser explicado pela baixa exigência em enxofre das gramíneas (Wilkinson & Langlale, 1974). Os efeitos positivos da adubação sulfatada também foram relatados pelo Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT, 1981) em capim-colonião (Panicum maximum) e braquiária (Brachiaria decumbens) com aplicação de 15 a 20kg/ha de enxofre, e por Casagrande & Souza (1982) em braquiária e outras gramíneas. Ferrari Neto et al. (1994), em um estudo de limitações nutricionais de capim-colonião e braquiária em casa de vegetação, verificaram que a deficiência severa de N, P, K e S no solo foram responsáveis pela queda de 75, 75, 70 e 60%, respectivamente, na produção de MS da parte aérea.

 

Tabela 1. Produção média de matéria seca, em kg/ha, de três cortes da Brachiaria decumbens adubada com doses crescentes de gesso agrícola

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Médias dos cortes e dos tratamentos seguidas por letras iguais não diferem entre si (Tuckey, P>0,05).

 

O valores obtidos aos 77 e 341 dias foram maiores (P<0,05) que o rendimento aos 133 dias, possivelmente influenciados pelo efeito favorável da precipitação pluviométrica (Tab. 2) anterior aos cortes de março a dezembro.

 

Tabela 2. Precipitação pluviométrica (mm) da região de Igarapé, MG no ano do experimento

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1O primeiro dia do período experimental foi marcado pelo corte de uniformização da pastagem no dia 14 de janeiro.
2O primeiro, segundo e terceiro cortes experimentais na pastagem de B. decumbens foram feitos, respectivamente, nos dias 2 de março, 26 de maio e 21 de dezembro.

 

A Tab. 3 mostra a concentração média de enxofre na MS de acordo com os tratamentos. Observa-se que a adição de doses crescentes de gesso no solo não resultaram em aumentos significativos nos teores de S na MS. Isso pode ser explicado, em parte, pelas condições do solo que favorecem a complexação do enxofre com cátions como Ca2+, Mg2+ e Al3+, formando compostos iônicos neutros. A provável lixiviação do íon sulfato também pode ter contribuído para a obtenção desses resultados. A concentração de S na MS foi significativamente influenciada pelos cortes, com aumento do primeiro para o último corte. Resultados semelhantes foram obtidos por Leite et al. (1985) ao trabalhar com capim-colonião e siratro adubados com gesso. Os relatos de Faquin et al.(1994) mostraram que as concentrações de S na parte aérea do colonião e da braquiária cultivados em solos deficientes nesse elemento foram extremamente baixos (0,06 e 0,04%, respectivamente), não atendendo aos requisitos mínimos dos bovinos em pastejo, segundo o NRC (1976), que é de 0,10%.

 

Tabela 3. Concentração de S (% da MS) em três cortes da Brachiaria decumbens adubada com doses crescentes de gesso agrícola

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Médias dos cortes seguidas por letras iguais não diferem entre si (Tuckey, P>0,05).

 

Conforme pode ser visto na Tab. 4, os tratamentos não influenciaram o teor de nitrogênio na MS, indicando que a adubação sulfatada não interferiu na absorção de N pela planta. Esses valores foram afetados pela idade de corte (P<0,05). Os baixos valores de N no primeiro corte podem ser justificados, em parte, pelas condições da adubação nitrogenada, que favoreceram a lixiviação e a volatilização da uréia (temperatura e umidade altas). Os teores de N do primeiro corte, conforme Jardim et al. (1962) e Gallo et al. (1974), são insuficientes para atender ao requisito mínimo dos ruminantes, que é de 1,28% na MS. O aumento do teor de N no segundo e terceiro cortes deve-se, provavelmente, ao estádio vegetativo da forrageira (melhor relação folha/haste) e à aplicação de adubação nitrogenada na forma de uréia (correspondente a 20kg de N/ha) após os cortes. Segundo Fernandes et al. (1985), a fertilização nitrogenada influenciou positivamente no aumento da concentração de N na MS das gramíneas.

 

Tabela 4. Concentração de N (% da MS) em três cortes da B. decumbens adubada com doses crescentes de gesso agrícola

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Médias dos cortes seguidas por letras iguais não diferem entre si (Tuckey, P>0,05).

 

A concentração de cobre não foi influenciada pelos tratamentos (P>0,05), mostrando que doses crescentes de gesso agrícola não interferiram na absorção de cobre pela gramínea, que assimilou o cobre originalmente presente no solo, uma vez que não foi feita nenhuma adubação que contivesse cobre durante o experimento. Os níveis deste foram influenciados negativamente pela idade de corte da forrageira (P<0,05), conforme pode ser visto na Tab. 5. Fernandes & Santiago (1972) e Ferrari Jr. et al.(1994) também verificaram que os níveis de cobre decresciam à medida que a idade da gramínea avançava. De qualquer maneira, os níveis de cobre da forrageira encontrados neste experimento atenderiam os requisitos dos bovinos, segundo o NRC (1984).

 

Tabela 5. Concentração de cobre (mg/kg na MS) em três cortes da B. decumbens adubada com doses crescentes de gesso agrícola

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Médias dos cortes seguidas por letras iguais não diferem entre si (Tuckey P>0,05).

 

Conforme pode ser visto na Tab. 6, os teores de nitrato na MS não foram influenciados pelos tratamentos. Os teores do primeiro e segundo cortes foram significativamente maiores que o do terceiro (P<0,05), indicando que as concentrações desse composto decresceram com o avanço da idade da forrageira, fato já mencionado por Crowford et al. (1961) ao estudarem o efeito da adubação nitrogenada em aveia (Avena sativa). Segundo esses autores, a concentração de nitrato diminui pela redução dos teores de nitrato do solo e pela diluição desse composto devido ao aumento de produção de MS pela forrageira. De acordo com Queiroz Filho et al.(1982), é muito difícil estabelecer a concentração de nitrato na planta que seja tóxica para os animais. Segundo os autores, a condição nutricional do animal aumenta ou diminui a gravidade da intoxicação. Wright & Davidson (1964) citaram que níveis de 3.400 a 4.500 ppm de nitrato são potencialmente tóxicos para bovinos. Portanto, os níveis de nitrato encontrados neste experimento não apresentam riscos de toxicidade para os animais.

 

Tabela 6. Concentração de nitrato (% na MS), em três cortes da B. decumbens adubada com doses crescentes de gesso agrícola

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Médias dos cortes seguidas por letras iguais não diferem entre si (Tuckey, P>0,05).

 

A Tab. 7 mostra o efeito dos tratamentos e da idade de corte sobre a relação N:S na parte aérea da braquiária. Doses crescentes de gesso no solo não proporcionaram diferenças significativas na relação N:S. Observa-se aumento significativo no segundo corte em relação ao primeiro e ao terceiro. Isso se deve à maior acumulação de nitrogênio pelas plantas nesse período, explicada pela maior relação folha:haste observada no segundo corte. As médias da relação não são semelhantes às relações encontradas por Pumphrey & Moore (1965) e Haag et al. (1967) que encontraram 11:1 na alfafa e 12:1 no capim-colonião, respectivamente. Em todos os tratamentos e cortes as relações proporcionariam adequado suprimento de enxofre para os bovinos, mantendo-se sempre acima de suas exigências, que segundo o NRC (1984) deve ser em torno de 10:1.

 

Tabela 7. Relação nitrogênio:enxofre1, na MS, em três cortes da Brachiaria decumbens, adubada com doses crescentes de gesso agrícola

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1A relação N:S na MS é apresentada de forma operacionalizada na tabela.
Médias dos cortes seguidas por letras iguais não diferem entre si (Tuckey, P>0,05).

 

CONCLUSÕES

Os resultados permitem concluir que a aplicação de gesso proporciona aumento da produção de matéria seca mas não há respostas significativas com adubações acima de 0,5 t/ha. Os níveis de enxofre, nitrogênio, cobre e nitrato na MS não são afetados pelos tratamentos mas são influenciados pela idade de corte da forrageira. A relação N:S, em todos os tratamentos e cortes, indica que os níveis de enxofre na forrageira supririam as necessidades dos bovinos.

 

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