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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.53 no.2 Belo Horizonte Apr. 2001

https://doi.org/10.1590/S0102-09352001000200018 

Consumo e digestibilidades aparentes total e parciais do feno de Stylosanthes guianensis

[Intake, total and partial apparent digestibilities of Stylosanthes guianensis hay]

 

M.M. Ladeira1, N.M. Rodriguez2, L.C. Gonçalves2, I. Borges2, E. Benedetti3, E.A. Teixeira4, L.B. Lara4

1R. Bernadino de Lima, 179/302
30430-090 - Belo Horizonte, MG

2
Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais

3
Departamento de Veterinária da Universidade Federal de Uberlândia

4
Bolsista do CNPq

 

Recebido para publicação, após modificações, em 19 de janeiro de 2001.
E-mail: mladeira@yahoo.com
Projeto financiado pela FAPEMIG

 

 

RESUMO

Utilizaram-se sete carneiros, sem raça definida, fistulados no rúmen e duodeno, para avaliar o consumo e as digestibilidades aparentes totais e parciais de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA), celulose (CEL) e hemicelulose (HCEL) do feno de Stylosanthes guianensis. Os animais receberam apenas feno de S. guianensis mais sal mineral como componentes da dieta. O fornecimento do feno foi ad libitum, sendo a quantidade calculada para permitir sobras de 20%. Utilizou-se óxido crômico como indicador para estimar a produção de fezes e o fluxo de digesta no duodeno. Os consumos de MS e MO do S. guianensis foram 67,71 e 64,70 g/kg0,75, respectivamente. As digestibilidades aparentes totais da MS, MO, PB, FDN e FDA foram 49,2, 51,3, 61,2, 42,0 e 42,7%, respectivamente. As digestibilidades aparentes ruminais da MS, MO, FDN e FDA foram 75,8, 84,7, 89,6 e 90,6%, respectivamente, em função do total digerido. A digestibilidade ruminal da PB foi 21,3%. Concluiu-se que o feno de S. guianensis, colhido em estádio de maturidade avançada, pode ser indicado para ruminantes, pois seu consumo é capaz de atender às necessidades energéticas de mantença já que seus valores, apesar de sua digestibilidade não ser elevada, são ligeiramente maiores do que os de outras forrageiras tropicais.

Palavras-chave: Ovino, Stylosanthes guianensis, feno, consumo, digestibilidade

 

ABSTRACT

Seven rumen and duodenal cannulated lambs were used to evaluate the intake and the total and the partial apparent digestibilities of dry matter (DM), organic matter (OM), crude protein (CP), ether extract (EE), neutral detergent fiber (NDF), acid detergent fiber (ADF), cellulose (CEL) and hemicellulose (HCEL) of the Stylosanthes guianensis hay. The diet was composed by the hay of S. guianensis plus mineral salt. The hay was offered ad libitum with the refusals estimated for being 20%. Chromium oxide was used as an external marker, to estimate fecal production and digesta flow to the duodenum. The intake of DM and OM of S. guianensis were 67.71 and 64.70 g/kg0.75, respectively. The total apparent digestibilities of DM, OM, CP, NDF and ADF were 49.2, 51.3, 61.2, 42.0 and 42.7%, respectively. Ruminal apparent digestibilities of DM, OM, NDF and ADF were 75.8, 84.7, 89.64 and 90.6%, respectively, as a function of total apparent digestibilities. The ruminal digestibility of CP was 21.3%. The use of S. guianensis hay, harvested at advanced stage of maturity may be indicated for sheep, because its DM intake and digestibility allowed energy supply for their maintenance requirements.

Keywords: Sheep, Stylosanthes guianensis, hay, intake, digestibility

 

 

INTRODUÇÃO

Como forma de contornar a deficiência protéica e a escassez de alimentos, devido aos períodos cíclicos de produção de forragens, tem-se recomendado a conservação de forragens e a utilização de leguminosas, visto que elas são capazes de fixar grande quantidade de nitrogênio que proporcionam maior concentração protéica por unidade de área (Borges, 1988).

Entre as leguminosas, a alfafa é reconhecida mundialmente como uma das melhores opções, em termos de valor nutritivo. Entretanto, sua utilização nos trópicos é limitada por seu alto custo de produção e devido a dificuldades de cultivo. Dessa forma, surgiu a oportunidade de usar leguminosas nativas dos trópicos americanos, que tiveram seu valor reconhecido em pesquisas conduzidas na Austrália, principalmente Stylosanthes guianensis, Centrosema pubescens e Desmodium uncinatum.

Segundo Mertens (1992), o consumo de matéria seca é regulado por vários fatores. Embora os ruminantes possuam mecanismos homeostáticos para regular o consumo de alimentos concentrados, o consumo de forragem é limitado pela taxa de desaparecimento desse material no rúmen. O desaparecimento está relacionado ao tamanho da partícula, à taxa de digestão e à digestibilidade dos nutrientes (McDonald et al., 1991).

O baixo conteúdo de PB no alimento pode ser limitante tanto para o consumo como para a digestibilidade, devido à falta de substrato nitrogenado adequado para os microrganismos (Fick et al., 1973).

A digestibilidade do alimento é dependente de fatores inerentes ao alimento e ao animal. Nos ruminantes, a digestibilidade é determinada pelo grau de fermentação de algumas porções do alimento no rúmen, particularmente os constituintes da parede celular ou porção fibrosa, além da absorção intestinal dos nutrientes.

A determinação do fluxo de matéria seca nos diversos segmentos do trato gastrointestinal torna-se essencial para expressar e quantificar o local de digestão dos nutrientes. Sabe-se que a digestão dos componentes fibrosos ocorre principalmente no rúmen, mas uma parte poderá sofrer fermentação no ceco (Borges, 1988; Carneiro, 1994).

As leguminosas forrageiras são fonte de proteína metabolizável (PM) para os ruminantes. Ela pode ser oriunda da proteína microbiana sintetizada no rúmen ou da proteína não degradada no rúmen (PNDR). Segundo Broderick (1995), quando há uma rápida e extensa degradação de proteína no rúmen, geralmente há decréscimo na eficiência protéica pela elevada produção de amônia. Esse autor também relata que quando a degradação protéica é muito rápida, os microrganismos do rúmen podem não utilizar todos os aminoácidos e a amônia liberados, resultando em maior degradação que síntese de proteína.

Como a maioria dos trabalhos encontrados sobre S. guianensis apresentaram dados satisfatórios sobre características agronômicas (Costa et al., 1995; Fernandes et al. 2000), o próximo passo seria avaliá-lo quanto ao valor nutritivo para ruminantes. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o consumo voluntário e as digestibilidades aparentes total e parciais da MS, MO, PB, EE, FDN, FDA, CEL e HCEL do feno de S. guianensis, usando-se carneiros fistulados no rúmen e no duodeno.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido nas dependências do Departamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais.

Utilizaram-se sete carneiros sem raça definida, com média de peso de 33kg, fistulados no rúmen e duodeno, alimentados à vontade com feno picado de Stylosanthes guianensis, produzido na fazenda experimental da Universidade Federal de Uberlândia, mais sal mineral. O S. guianensis foi cortado no estádio reprodutivo, quando mais da metade das plantas apresentavam inflorescências. A quantidade de feno fornecida foi estimada para que houvesse sobras de 20%. O feno fornecido e as sobras foram pesados diariamente. Os animais foram pesados no início e fim do experimento.

O experimento teve 18 dias de duração, sendo 15 dias de adaptação e três dias para coletas de feno, das sobras, das fezes e da digesta do duodeno. As coletas de digesta do duodeno e das fezes foram realizadas segundo metodologia adaptada de Zinn et al. (1994), colhendo-se seis amostras em horários diferentes. O esquema foi o seguinte: dia 1, coletas às 8 e 16h; dia 2, coletas às 10 e 18h e dia 3, coletas às 12 e 20h. As amostras foram armazenadas a –20ºC, depois foram secas em estufa ventilada a 56ºC e com base nos pesos secos foram feitas amostras compostas por animal.

Foi utilizado o óxido crômico, em duas doses diárias de 1g cada, como indicador externo para estimar o fluxo de digesta no duodeno e a produção fecal. O óxido crômico foi fornecido do 11º ao 18º dia do experimento.

As análises de MS, MO, PB, EE, FDN, FDA do feno, das sobras, das digestas de duodeno e das fezes foram realizadas segundo Silva (1990). Os CHO foram calculados de acordo com Sniffen et al. (1992), isto é, 100 – (%PB + %EE + % cinzas). De acordo com esses autores, foram obtidos os teores de carboidratos não estruturais (CNE) pela diferença entre CHO e FDN.

As análises dos resultados foram feitas de forma descritiva, utilizando-se dados da literatura sobre a alfafa para comparação. A opção de comparar os resultados deste experimento com os da alfafa foi devido à escassez de dados sobre avaliação nutricional mais detalhada do Stylosanthes guianensis, além de a alfafa ser a leguminosa padrão e de alto valor nutricional.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados das análises bromatológicas do feno de Stylosanthes guianensis e de fenos de alfafa são apresentados na Tab. 1. O teor de PB do S. guianensis foi baixo para uma leguminosa, bem inferior ao da alfafa, mesmo quando a alfafa foi colhida em estádio avançado de maturidade. Os teores de FDN e de FDA foram superiores aos da alfafa. Semelhante ao trabalho de Kawas et al. (1990), os teores da porção fibrosa do S. guianensis foram mais próximos aos da alfafa.

 

 

Os valores de energia metabolizável (EM) do feno (1,6 Mcal/kg MS) também foram inferiores aos valores encontrados na tabela do NRC (Nutrient... 1996) para a alfafa em estádio de maturidade avançada para bovinos de corte (2,0 Mcal/kg MS). Segundo Nutrient... (1975), carneiros com peso vivo de 33kg apresentam 1,35 Mcal/dia de exigências de mantença. O consumo de EM no experimento foi de 1,50 Mcal/dia, ou seja, superior às exigências de mantença.

Os consumos de MS e de MO são apresentados Tab. 2. Para carneiros nessa faixa de peso, Nutrient... (1975) preconiza o consumo de 1,3kg de MS e para concentração de EM de 1,6 Mcal/kg MS, o consumo seria de 115 g/kg0,75. Esses valores são superiores aos consumos obtidos com o feno de S. guianensis, isto é, o menor consumo pode ser devido ao alto teor de fibra. O consumo de MS em g/kg0,75 (67,7) foi próximo ao relatado por Kawas et al. (1990) (66,2), os quais trabalharam com feno de alfafa em estádio avançado de maturidade.

 

 

A digestibilidade aparente total da MS (Tab. 3) do S. guianensis foi um pouco inferior aos dados encontrados para a alfafa, por Foster et al. (1991) e Petit et al. (1994). Em relação a MO, a digestibilidade foi próxima à encontrada por Kawas et al. (1990). A digestibilidade aparente total da PB do S. guianensis foi inferior às digestibilidades relatadas pelos autores citados, mesmo com o feno de alfafa colhido maduro.

 

 

A grande variação na digestibilidade das porções fibrosas dos fenos de alfafa mostra que é possível obter digestibilidades de FDN e de FDA do S. guianensis semelhantes às da alfafa. No feno a digestibilidade da FDN foi inferior à da FDA. Isso ocorreu devido ao fato de a digestibilidade da celulose ter sido superior à da hemicelulose. O alto teor de lignina nas leguminosas e sua maior associação com a hemicelulose mediante ligações covalentes pode conduzir à queda da digestibilidade desta última.

O coeficiente de digestibilidade da energia (48,2%) foi inferior ao observado nas alfafas, inclusive naquela com maior teor de FDN (52,1%).

Os valores de digestibilidade ruminal e pós-ruminal do S. guianensis encontram-se nas Tab. 4 e 5. A digestibilidade ruminal da MO foi superior aos valores encontrados em dois trabalhos com alfafa. A digestibilidade intestinal foi inferior. Isto pode ter ocorrido pelo maior teor de fibra do S. guianensis em relação à alfafa, o que pode levar à maior permanência do material no rúmen e conseqüentemente maior digestão. Kawas et al. (1990) avaliaram a digestibilidade parcial da MO do feno de alfafa em diversos estádios de maturidade e encontraram maior digestibilidade ruminal para os fenos com estádio de maturidade avançada, ou seja, maior teor de FDN.

 

 

 

 

As digestibilidades parciais da FDN e FDA do S. guianensis não foram diferentes dos valores encontrados para a alfafa. No S. guianensis foi observada maior digestão intestinal da hemicelulose em relação à celulose. A digestibilidade da FDA não diferiu da digestibilidade encontrada por Kawas et al. (1990) para a alfafa colhida tardia (34,7%), mas foi inferior à encontrada por Elizalde et al. (1999) (57,4%). Essa menor digestibilidade ocorre devido à maior lignificação da planta com aumento da maturidade.

A digestibilidade ruminal da PB pode indicar que houve perda de nitrogênio (N) no rúmen. Essa perda pode ser devida ao fato de as leguminosas apresentarem alta taxa de degradação da PB, verificada por Ladeira et al. (2000) com feno de S. guianensis e por Petit et al. (1994) com feno de alfafa. Segundo Broderick (1995), quando a degradação protéica é muito rápida, os microrganismos do rúmen não podem utilizar todos os aminoácidos e amônia liberados, o que resulta em maior degradação do que síntese de proteína. A digestibilidade ruminal da PB foi inferior à encontrada no trabalho de Kawas et al. (1990). A digestibilidade ruminal da PB ideal deveria ser zero, ou seja, toda a proteína ingerida pelo animal deveria chegar ao duodeno, seja na forma de proteína do próprio alimento ou como proteína microbiana. Dessa forma, esperar-se-ia maior eficiência de síntese microbiana para o S. guianensis do que para a alfafa, ou maior porcentagem de proteína não degradada no rúmen (PNDR). O valor de PNDR encontrado por Ladeira et al. (2000) para o feno de S. guianensis foi 56,4% e o PNDR da alfafa em estádio de maturidade avançado, segundo Nutrient... (1996) é de 23,0%. No intestino, a alfafa estudada por Kawas et al. (1990) apresentou maior digestibilidade da PB do que o S. guianensis.

A partição da digestão da energia foi de 84,4% e de 15,6% no rúmen e após o rúmen, respectivamente. A alta contribuição do rúmen ocorre devido ao alimento utilizado ser volumoso, ou seja, apresentar alto teor de fibra.

 

CONCLUSÃO

O feno de S. guianensis, colhido em estádio avançado de maturidade avançado, pode ser indicado para ruminantes, pois seu consumo é capaz de atender às necessidades energéticas de mantença, já que seus valores, apesar de sua digestibilidade não ser elevada, são ligeiramente superiores aos de outras forrageiras tropicais.

 

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