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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.2001 no.5 Belo Horizonte Oct. 2001

https://doi.org/10.1590/S0102-09352001000500018 

Sincronização do estro, indução da ovulação e fertilidade de ovelhas deslanadas após tratamento hormonal com gonadotrofina coriônica eqüina

[Estrus synchronization, ovulation induction and fertility in hairless ewes treated with equine chorionic gonadotrophin]

 

F.E.F. Dias1, E.S. Lopes Junior1, A.B.S. Villaroel2, D. Rondina1, J.B. Lima-Verde1, N.R.O. Paula1, V.J.F. Freitas1*

1Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará
Av. Paranjana, 1700
60.740-000 – Fortaleza, CE
2Centro de Ciência Agrárias da Universidade Federal do Ceará

 

Recebido para publicação em 21 de junho de 2000.
*Autor para correspondência
E-mail:
vjff@uece.br

 

 

RESUMO

Utilizou-se a sincronização do estro com esponjas vaginais de 30mg de acetato de fluorogestona durante 12 dias para avaliar o efeito de diferentes doses de eCG sobre o desempenho reprodutivo de ovelhas. Na retirada das esponjas as ovelhas foram divididas em três grupos para receberem 0 (n=26), 200 (n=30) ou 400UI (n=30) de eCG. O estro foi detectado a cada 12h utilizando-se um rufião. As fêmeas foram inseminadas por laparoscopia 60h após a retirada das esponjas. Realizaram-se colheitas de sangue aos 5 e 18 dias pós-inseminação para dosagem de progesterona e determinação do número de ovulações e prenhezes, respectivamente. A fertilidade foi verificada por ecografia aos 60 dias e ao parto. Das 86 ovelhas 70,9% apresentaram estro. Essa porcentagem foi maior (P<0,05) nas fêmeas tratadas com eCG: 96,7% (400UI) e 76,7% (200UI) versus 34,6% (0 UI). O intervalo entre o final do tratamento e o início do estro foi maior (P<0,05) no grupo sem eCG, 54,7±6,3h versus 45,9±7,8h para 200UI e 40,4±10,3h para 400UI. Verificou-se menor (P<0,05) número de ovulações e prenhezes no grupo sem eCG. A não aplicação de eCG influiu negativamente no desempenho reprodutivo de ovelhas deslanadas.

Palavras-chave: Ovino, sincronização do estro, ovulação, eCG, fertilidade

 

ABSTRACT

The aim of this experiment was to evaluate the effect of different doses of eCG on reproductive performance of ewes. The estrus was synchronized with vaginal sponges with 30mg FGA during 12 days. At the time of sponge removal, ewes were distributed in three groups: 0 (n=26), 200IU eCG (n=30) and 400IU eCG (n=30). The estrus was detected by aid of a vasectomized ram. The ewes were inseminated by laparoscopy, 60h after sponge removal. Blood samples were collected at 5 and 18 days after insemination, in order to determine progesterone concentration. It was observed 70.9% of ewes in estrus after the end of treatment. The females that received eCG showed higher (P<0.05) percentage of estrus: 96.7% (400IU) and 76.7% (200IU) versus 34.6% (0 IU). The interval between the end of treatment and estrus onset was higher (P<0.05) in the group that did not receive eCG (54.7±6.3h) in comparison to the groups that received 200IU (45.9±7.8 h) and 400 IU eCG (40.4±10.3h). A lower (P<0.05) number of ovulating and pregnant ewes in the group that did not receive eCG was observed. The eCG withdraw resulted in negative effect on reproductive performance of ewes.

Keywords: Sheep, estrus synchronization, ovulation, eCG, fertility

 

 

INTRODUÇÃO

Entre os avanços tecnológicos para melhorar a eficiência reprodutiva incluem-se a indução e controle do estro e a inseminação artificial (IA) (Mazzoni-Gonzalez & Oliveira, 1991). A baixa fertilidade de ovelhas obtida na IA cervical com sêmen congelado é causada, principalmente, pelo comprometimento do espermatozóide em seu deslocamento através do cérvice, e na sua reduzida viabilidade no trato genital (Neves et al., 1996). A deposição do sêmen congelado por laparoscopia dentro do útero é um método que proporciona taxas mais altas de concepção (48 a 100%) do que as observadas na IA cervical (9 a 65%) (Maia, 1999). Esse autor cita que outra vantagem da IA intra-uterina em relação à IA cervical é a possibilidade de se usar menor dose inseminante.

Efetiva sincronização do estro tem sido obtida em pequenos ruminantes pelo uso de esponjas intravaginais impregnadas com progestágenos, tais como acetato de fluorogestona (FGA) e acetato de medroxiprogesterona (MAP) (Kusakari et al., 1995; Mufti et al., 1997). Muitos dos tratamentos de sincronização incorporam uma injeção de gonadotrofina coriônica eqüina (eCG), a qual aumenta a ocorrência e a velocidade de ovulação, além de favorecer a fertilidade (Armstrong et al., 1982). O emprego de eCG no incremento da taxa de ovulação feito por Armstrong et al. (1983) resultou em maior taxa de partos gemelares, atribuída ao efeito superovulatório dessa gonadotrofina. O uso de eCG é indispensável em programas de IA fora ou dentro da estação reprodutiva, tanto para indução do estro como para ovulação (Dutt, 1983). Dias et al. (1999), ao sincronizarem o estro de ovelhas sem raça definida (SRD) do Nordeste do Brasil, com diferentes doses de eCG, obtiveram 55, 81 e 95% de ovelhas em estro quando tratadas com 0, 200 e 400 UI de eCG, respectivamente. Cruz (1994), também trabalhando com ovelhas SRD, obteve 93,8% de fêmeas em estro decorridas 48 horas do final do tratamento. Nesse trabalho observou-se aumento da ocorrência de estros tardios relacionado com o surgimento de anti-corpos anti-eCG. Esse resultado é causado pela repetição dos tratamentos com eCG durante a vida da fêmea, induzindo efeitos negativos na resposta ovulatória e na fertilidade (Bodin et al., 1997).

No Brasil, e em especial no Nordeste, a técnica de sincronização do estro e da ovulação tem seu uso limitado pelo elevado custo e pequena disponibilidade de hormônios no mercado nacional. Além disso, a diminuição da resposta ao tratamento de sincronização dificulta a popularização dessa técnica. Os dados de literatura quanto à sincronização do estro em ovelhas deslanadas são restritos ao comportamento do estro, e quando existe a informação de ovulação ela foi obtida em um número restrito de animais. O presente estudo teve por objetivo verificar a resposta de ovelhas deslanadas, criadas em condições do Nordeste brasileiro, quanto ao aparecimento do estro, à ovulação e à fertilidade após tratamento hormonal de sincronização do estro com diferentes doses de eCG.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado entre setembro de 1998 e fevereiro de 1999 na Fazenda Experimental Vale do Curu, pertencente a Universidade Federal do Ceará, situada no Município de Pentecoste. Foram utilizadas 86 ovelhas deslanadas, adultas, com médias de idade e de escore corporal de quatro anos e 2,7 (notas de 0 a 5), respectivamente, e média de peso de 33,7kg. Os animais foram mantidos em regime intensivo de criação, recebendo capim-elefante (Pennisetum purpureum) duas vezes ao dia e sal mineral e água ad libitum.

As ovelhas receberam aplicações de esponjas vaginais impregnadas com 30mg de FGA (Chrono-gest, Intervet), as quais permaneceram na porção cranial da vagina por 12 dias. No momento da retirada das esponjas as ovelhas foram divididas em três grupos homogêneos quanto à idade, ao peso e ao escore corporal, para receberem um dos seguintes tratamentos: 2ml de solução fisiológica (n=26), 200UI (n=30) ou 400UI (n=30) de eCG2, aplicados por via intramuscular. A detecção do estro foi realizada duas vezes ao dia, com auxílio de um carneiro vasectomizado, iniciando-se 24h e concluindo-se 60h após a retirada da esponja. A IA foi realizada com sêmen congelado em pellets (400 x 106 sptz/pellet). Foi usado sêmen de dois carneiros, distribuídos uniformemente entre os grupos a fim de se evitar o "efeito carneiro" sobre a fertilidade. A IA intra-uterina foi realizada aproximadamente 60h após a retirada das esponjas, por meio da técnica citada por Killen & Caffery (1982). Amostras de sangue (5 ml) foram colhidas por venopunção da jugular, em tubos vacutainer heparinizados, para posterior dosagem de progesterona. As amostras foram colhidas aos cinco (para verificação da ocorrência da ovulação) e 18 dias (para diagnóstico precoce de prenhez) após a IA. Elas foram centrifugadas a 3000rpm durante 15 minutos e o plasma obtido congelado a -18° C para posterior dosagem de progesterona, por meio de um teste semi-quantitativo (Terqui & Thimonier, 1974) de radioimunoensaio (RIA), feito no laboratório de dosagem hormonal do Institut National de la Recherche Agronomique (INRA-França). Esse teste apresentou sensibilidade de 0,1ng/ml e coeficientes de variação inter e intra-ensaio de 15% e 13%, respectivamente, para concentração de 2ng/ml de progesterona. A fertilidade foi também verificada por ecografia aos 60 dias após IA, utilizando-se um ecógrafo Shimasonic SDL-32, munido de um transdutor trans-abdominal de 3,5 MHz. Os partos foram acompanhados para determinação da fertilidade ao parto.

Utilizou-se o teste do qui-quadrado para verificar diferenças entre grupos quanto à percentagem de fêmeas em estro, ovuladas, prenhes e paridas. A análise de variância foi utilizada para estudar a característica intervalo (em horas) fim do tratamento-início do estro. Todos os testes foram realizados no pacote estatístico Stat View 4.5 (1995).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Das 86 ovelhas, 70,9% apresentaram estro. As que receberam 200 e 400 UI de eCG apresentaram maior percentual de estro, 76,7% e 96,7%, respectivamente, contra 34,6% das que não receberam eCG (Tab. 1). Estes resultados estão de acordo com os encontrados por Crosby et al. (1991), que obtiveram 90%, e por Kusakari et al. (1995), que observaram 78,6% (fora da estação de monta) e 100% (durante a estação de monta) de fêmeas em estro. Os tratamentos hormonais com progestágenos associados ao eCG têm apresentado bons resultados de respostas de estro, uma vez que essa gonadotrofina atua no recrutamento folicular ovariano de fêmeas cíclicas ou acíclicas (Mies Filho et al., 1989).

 

 

Quanto ao intervalo médio entre o fim do tratamento e o início do estro, observaram-se diferenças (P<0,05) entre os três tratamentos. As fêmeas que receberam eCG mostraram intervalo mais curto além de concentrarem maior número de ovelhas em estro entre 36 e 48h após o fim do tratamento (Tab. 1 e Fig. 1). Estes resultados estão de acordo com aqueles encontrados por Rodrigues Iglesias et al. (1997), que observaram intervalos médios de 54,8h para tratamentos sem eCG. Os menores intervalos para os grupos que receberam eCG são explicados pelo fato de a gonadotrofina provocar aumento na concentração de estrógeno, induzindo o aparecimento precoce do estro e do pique pré-ovulatório de LH e FSH (Neves & Luz, 1994).

 

 

A presença de progesterona no plasma foi indicativo de resposta ovulatória das ovelhas (Tab. 2). Os resultados obtidos são inferiores àqueles encontrados na literatura. Mufti et al. (1997) observaram, por laparotomia, 92% de ovelhas em ovulação, enquanto Kusakari et al. (1995) observaram, por laparoscopia, 14,3%, 66,6% e 62,5% de ovelhas em ovulação após tratamento com progesterona associado ao eCG nos meses de maio, junho e outubro a dezembro, respectivamente. Na presente pesquisa, a percentagem de ovelhas em ovulação não diferiu entre os grupos tratados com eCG. Entretanto, a diferença foi significativa (P<0,05) entre os grupos tratados com eCG e o não tratado. Isto se deve ao fato de as ovelhas tratadas com eCG receberam um estímulo exógeno de FSH e principalmente LH, resultando em maior percentagem de ovulação (Mies Filho et al., 1989).

 

 

O resultado do diagnóstico de prenhez realizado aos 18 (dosagem de progesterona) e aos 60 dias (ecografia) após a IA são apresentados na Tab. 2. Os resultados obtidos para os tratamentos com eCG são semelhantes aos encontrados na literatura (Ghalsasi & Nimbkar, 1996). Esses autores observaram taxa de concepção de 77%. Os resultados do tratamento sem eCG foram inferiores aos obtidos por Neves & Luz (1994), que conseguiram apenas uma taxa de prenhez de 40,9% na estação reprodutiva. A superioridade de fertilidade nos grupos tratados com eCG (P<0,05) pode ser explicada pelo estímulo da gonadotrofina, a qual promoveu foliculogênese terminal ao final do tratamento e aumentou o número de ovulações e, conseqüentemente, a possibilidade de fecundação (Mies Filho et al., 1989). No tratamento que não recebeu essa gonadotrofina, as ovulações dependeram exclusivamente da liberação de gonadotrofinas endógenas induzida pela retirada do progestágeno.

Os resultados de fertilidade ao parto foram baixos (Tab. 2). Eles são inferiores aos citados na literatura, pois Ghalsasi & Nimbkar (1996) conseguiram 60% e Mies Filho et al. (1984) 61% de parições, enquanto que Vallet et al. (1992) obtiveram 68,2% de parições após IA intra-uterina por laparoscopia. Poder-se-ia supor que a baixa fertilidade no grupo 0 UI de eCG seria devido à IA precoce, já que neste grupo 11 fêmeas não tinham apresentado estro no momento da IA. No entanto, essa possibilidade é descartada pela informação da não ocorrência de ovulação, isto é, além de não apresentar estro também não houve ovulação, impossibilitando, evidentemente, a fecundação.

As baixas taxas de fertilidade aos 60 dias após a IA e ao parto, comparadas àquelas obtidas aos 18 dias após IA, revelam elevada taxa de mortalidade embrionária. Em ovinos existem evidências de diminuição de desenvolvimento de embriões quando a taxa de ovulação for superior a três (Dolling & Nicolson, 1967; Restall et al., 1976). Este é o caso de ovulações induzidas por eCG (Allison, 1975) ou com raças ovinas altamente prolíferas como Booroola e Finnsheep (Bindon, 1984).

Perdas embrionárias induzidas por baixo nível nutricional são mais evidentes em ovelhas com múltiplas ovulações do que naquelas com ovulação simples (Edney, 1966). Segundo Nancarrow (1994), embriões de ovelhas com condição corporal baixa no momento da fecundação e no decorrer da gestação estão mais sujeitos à mortalidade embrionária precoce. Neste experimento, entretanto, deve-se descartar o possível efeito da deficiência nutricional pois as ovelhas foram submetidas a criação intensiva, quando supostamente não teriam tais deficiências.

 

CONCLUSÕES

O tratamento sem o uso de eCG mostrou-se ineficiente para sincronizar o estro e induzir a ovulação de ovelhas deslanadas. Aumento de fertilidade é obtido após sincronização do estro associada a 200 ou 400 UI de eCG e IA intra-uterina com sêmen congelado.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores expressam seus agradecimentos à CAPES pela concessão da bolsa de mestrado à autora principal, e ao CNPq pelo auxílio financeiro e ao Laboratório Hormonal (INRA – França) pela dosagem de progesterona.

 

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