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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.54 no.5 Belo Horizonte Oct. 2002

https://doi.org/10.1590/S0102-09352002000500004 

Influência do hipogonadismo na histomorfometria e função tireoidiana de ratas hipotireóideas

[Influence of hypogonadism on the morphology and function of the thyroid from hypothyroid rats]

 

R. Serakides, V.A. Nunes, C.M. Silva, A.F.C. Ribeiro, G.V. Serra, M.G. Gomes, N.M. Ocarino

Escola de Veterinária da UFMG
Caixa Postal 567
30123-970 - Belo Horizonte, MG

 

Recebido para publicação em 11 de dezembro de 2001
Recebido para publicação, após modificações, em 3 de maio de 2002
Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, CAG899/97
Trabalho do Núcleo de Estudo em Patologia da Nutrição - NEPAN
E-mail:
serakide@dedalus.lcc.ufmg.br

 

 

RESUMO

Foram investigadas a morfologia e a função tireoidiana de ratas Wistar, adultas, castradas e não castradas e mantidas em estado hipotireóideo pela administração diária de propiltiouracil por 120 dias. Ratas eutireóideas castradas e não castradas serviram de controle. As tireóides, colhidas ao final do experimento, foram pesadas, processadas histologicamente e submetidas à análise morfométrica, pela qual foi determinada a proporção dos componentes glandulares (epitélio folicular, colóide e estroma). No plasma sangüíneo, colhido também ao final do período experimental, foram determinadas as concentrações de T3 total, T4 livre e TSH. O peso e a histomorfometria da tireóide não sofreu influência da castração e o aumento do componente epitelial e decréscimo da quantidade de colóide só foram detectados no hipotireoidismo. No estado eutireóideo a deficiência dos esteróides sexuais levou ao aumento dos valores de T4 livre e T3 total e no hipotireoidismo, exacerbou a queda de T3 total, mas não a de T4 livre. Os valores de TSH não se alteraram em nenhum dos estados funcionais da glândula ou das gônadas. Conclui-se que o hipogonadismo não modifica a hiperplasia glandular e a queda dos níveis plasmáticos de tiroxina livre induzidos pelo propiltiouracil, mas altera profundamente o comportamento da triiodotironina total de acordo com o estado funcional da tireóide, tudo sem alterar os valores plasmáticos de TSH.

Palavras-chave: Rata, hipogonadismo, hipotireoidismo, tireóide

 

ABSTRACT

The morphology and function of the thyroids of female adult Wistar rats were investigated. The animals were either castrated or intact and kept in a hypothyroid condition by a treatment with propylthiouracil for 120 days. Castrated and intact euthyroid rats were used as controls. The thyroids were collected at the end of the experiment, weighted, histologically processed, and morphometrically evaluated. Proportions of each glandular component, namely, follicular epithelium, colloid, and stroma, were determined. Serum concentrations of total T3, free T4, and TSH were assessed at the end of the experimental period. The weight and the morphometric parameters were not influenced by castration, whereas an increase in the epithelial component associated with a decreased amount of colloid were observed only in hypothyroid animals. Under an euthyroid state, the deficiency of sexual hormones induced an increase in the levels of free T4 and total T3. In hypothyroid animals, withdrawal of sexual hormones caused an exacerbation of the decrease in total T3, but not in free T4. TSH levels were not affected by the thyroid or the functional condition of gonads. In conclusion, hypogonadism did not influence the glandular hyperplasia and decrease in plasmatic levels of free thyroxin induced by propylthiouracil, but markedly changed the profile of total T3 according to the functional condition of the thyroid, in the absence of changes in the plasmatic levels of TSH.

Keywords: Rat, hypogonadism, hypothyroidism, thyroid

 

 

INTRODUÇÃO

A relação entre gônadas e tireóide tem sido estudada quase sempre em função do efeito da administração de esteróides sexuais sobre a tireóide de fêmeas em atividade reprodutiva normal. Poucas são as informações sobre as alterações morfofuncionais da tireóide no hipogonadismo da menopausa (Bottiglioni et al., 1983). Recentemente, ficou demonstrado que o hipogonadismo e particularmente a deficiência de progesterona influenciam a função tireoidiana nos estados hiper e eutireóideo, aumentando os valores plasmáticos de T4 livre e potencializando a elevação de T4 total no hipertireoidismo (Serakides et al., 2000).

A deficiência dos hormônios sexuais aumenta o risco a várias patologias e é incriminada como a mais importante causa de perda óssea na mulher, embora vários outros fatores levem à osteoporose (Bland, 2000). As disfunções tireoidianas, por exemplo, causam osteopenia e têm sido estudadas há várias décadas (Meunier et al., 1972; Eriksen et al., 1985; Auwerx & Bouillon, 1986; Mosekilde et al., 1990; Zeni et al., 1998). Entretanto, pouco se sabe sobre a ligação entre gônadas e tireóide na perda óssea do hipogonadismo. A ação conjunta dos hormônios tireoidianos e sexuais sobre o osso já foi objeto de estudo, tendo sido comprovado que a resposta do osso aos hormônios tireoidianos varia com o estado funcional das gônadas (Gouveia et al., 1997; Serakides et al., 2001). Como as gônadas influenciam a função tireoidiana, postula-se que a alteração dos hormônios tireoidianos, resultante da deficiência dos esteróides sexuais, intermediem a perda óssea no hipogonadismo. No entanto, a elevação de T4 livre que acompanha a castração parece não participar da gênese da osteopenia do hipogonadismo (Schoutens, 1991; Langdahl, 1997; Serakides, 2001), embora a osteopenia no indivíduo hipertireóideo castrado seja mais extensa e relacionada ao efeito aditivo da castração sobre a elevação dos valores de tiroxina no indivíduo hipertireóideo.

Assim, a resposta da tireóide ao hipogonadismo parece depender de seu estado funcional (Serakides et al., 2000). Como a influência do hipogonadismo sobre a tireóide já foi estabelecida nos estados hiper e eutireóideo, a resposta glandular no estado hipotireóideo merece ser investigada, tendo sido o escopo deste trabalho.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram utilizadas 40 ratas Wistar com três meses de idade, alojadas em caixas plásticas, na densidade de cinco ratas/caixa, as quais receberam ração comercial e água destilada ad libitum e mantidas em regime de 12 horas de luz e 12 horas de escuro.

A metade das ratas foram castradas, mantendo-se as demais intactas. Uma semana após a castração, dois grupos de 10 ratas, um castrado e outro não castrado, foram induzidos ao hipotireoidismo pela administração diária de propiltiouracil (Sigma, St Louis, USA). A droga, diluída em 5ml de água destilada, foi administrada por sonda gástrica, na dose de 1mg/animal, por 120 dias. Os dois grupos restantes (10 ratas castradas e 10 não castradas) foram mantidos em estado eutireóideo, pela administração de 5ml de água destilada como placebo, seguindo-se o mesmo esquema usado na administração da droga antitireoidiana. Com isso foram formados quatro grupos experimentais ou tratamentos, a saber: (1) hipotireóideo castrado, (2) hipotireóideo não castrado, (3) eutireóideo castrado e (4) eutireóideo não castrado.

Ao final do experimento todas as ratas foram sacrificadas, colhendo-se o plasma sangüíneo para dosagem de T4 livre, T3 total e TSH. As tireóides livres dos tecidos adjacentes foram inspecionadas, pesadas e processadas para avaliação histomorfométrica. Os lobos esquerdo e direito de cada tireóide foram colhidos e pesados separadamente em balança de precisão, anotando-se a média de peso dos dois lobos. Os lobos foram fixados separadamente em formol a 10% neutro e tamponado e processados pela técnica rotineira de inclusão em parafina e coloração pela hematoxilina-eosina. Uma secção corada de um dos lobos foi selecionada e submetida à análise morfométrica. Foi determinada com auxílio de retícula ocular micrométrica, sob objetiva de 40´ , a porcentagem de epitélio, de colóide e de estroma em 20 campos escolhidos ao acaso.

As concentrações plasmáticas de T4 livre, T3 total e TSH foram determinadas pela técnica da quimioluminescência (Access Immunoassay System, Sanofi Diagnostics Pasteur Inc., Chaska, MN, USA.), usando-se kit comercial, segundo o protocolo do fabricante.

O delineamento experimental foi o inteiramente ao acaso, com quatro tratamentos e 10 repetições, sendo cada animal uma repetição. Para cada variável estudada foram determinadas a média e o desvio-padrão. A significância da diferença entre as médias foi verificada pela análise de variância e a comparação entre médias, pelo teste SNK (Sampaio, 1998).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A indução do estado hipotireóideo ficou comprovada pelos baixos níveis atingidos pela T4 livre nos grupos tratados com o antitireoidiano (Tab. 1).

 

 

Como era esperado, as tireóides das ratas tratadas com propiltiouracil apresentaram maior peso e quadro morfológico característico de adenomatose intra e interfolicular. Houve predomínio de folículos pequenos revestidos por mais de uma camada de células e com pequena quantidade de colóide, além de aglomerados de células foliculares desprovidos de lúmen. As células foliculares apresentavam citoplasma claro e, às vezes, vacuolizado. A análise morfométrica confirmou o estado hipofuncional das tireóides sob efeito do propiltiouracil, apresentando porcentagem significativamente maior de epitélio folicular e menor de colóide, característico da hiperplasia e hipofunção induzidas pelo uso de drogas antitireoidianas (Griem, 1973; Tood, 1986; Serakides et al., 1999).

É sabido que o hipogonadismo pode modificar a morfologia tireoidiana, sendo as alterações variáveis e dependentes do tempo da deficiência gonádica (Singh et al., 1985, Serakides et al., 2000). Nas ratas eutireóideas castradas, as tireóides realmente apresentaram folículos de tamanhos variados e revestidos por epitélio cuboidal baixo, mas a proporção de tecido secretório da glândula não diferiu daquela das ratas eutireóideas intactas. Isso evidencia que a deficiência gonádica, pelo menos por 120 dias, não altera a taxa de proliferação do parênquima tireoidiano. Isto se reafirma pelo fato de não se observar nenhum efeito adicional da castração sobre a hiperplasia determinada pela droga antitireoidiana, sendo a proporção de componentes glandulares idêntica nos grupos hipotireóideo intacto e castrado.

Interessante é que o hipogonadismo, apesar de não alterar a histomorfometria tireoidiana em qualquer de seus estados funcionais, influencia marcadamente os valores plasmáticos de T4 livre e T3 total. No estado eutireóideo, a castração faz aumentar a T4 livre, mas no hipotireoidismo não. Assim, não houve compensação e a concentração plasmática de T4 livre permaneceu estatisticamente idêntica entre os indivíduos hipotireóideos intactos e castrados. Se se considerar que a diferença entre eles foi cerca de 3,6 vezes, é possível hipotetizar que no estado hipotireóideo a castração induz também ao aumento da T4 livre, mas de forma temporária e dependente da taxa de redução da tiroxina plasmática total.

O aumento da T4 livre determinado pela castração tem mecanismo conhecido. Exatamente por diminuir a concentração plasmática da proteína ligante da tiroxina ou TBG, o hipogonadismo aumenta os valores plasmáticos de T4 livre (Ain et al., 1987; Ain et al., 1988). Por esse mesmo mecanismo a castração potencializaria a elevação natural de T4 livre no hipertireoidismo (Serakides et al., 2000). Assim, não seria de se estranhar que a castração, pelo mesmo mecanismo, pudesse minorar o descenso de T4 livre no hipotireoidismo.

A castração teve efeito inusitado sobre os valores de T3 total, conforme o estado funcional da glândula. No eutireoidismo, à semelhança do que ocorre com os valores de T4 livre, houve substancial elevação, mas frente ao estado hipotireóideo os níveis de T3 total caíram acentuadamente. Diante da elevação nos indivíduos eutireóideos, seria esperado que a castração elevasse os valores de T3 total mesmo no hipotireoidismo, aproximando-os daqueles dos indivíduos eutireóideos intactos. Mas o ocorrido foi exatamente o contrário, com a castração potencializando a redução dos valores de T3 total no hipotireoidismo. Há relato de que em 90 dias de deficiência de esteróides sexuais os valores de T3 total não se alteram, tanto no hiper quanto no eutireoidismo (Serakides et al., 2000). Com os 120 dias de hipogonadismo levados a cabo no presente estudo os resultados foram diferentes, o que comprova mais uma vez que o efeito do hipogonadismo sobre a tireóide é dependente de seu estado funcional e do tempo de deficiência gonádica.

A administração de propiltiouracil não alterou os valores de T3 total, mas levou à redução significativa dos valores de T4 livre, caracterizando a indução do hipotireoidismo. Em resposta a isso, seria esperado que os indivíduos hipotireóideos apresentassem aumento significativo das concentrações plasmáticas de TSH, o que não ocorreu.

Geralmente as alterações morfológicas da tireóide induzidas pelas drogas antitireoidianas decorrem do efeito tireotrópico do TSH, liberado em excesso como conseqüência da redução dos hormônios tireoidianos circulantes. No entanto, no presente estudo os níveis de TSH pouco se alteraram, mas a morfologia da glândula sim. Pode-se pensar, então, que outros fatores sejam responsáveis pela hiperplasia da tireóide induzida pelo propiltiouracil. Talvez a própria droga ou a redução dos valores de tiroxina livre possa estimular diretamente a glândula. Isso não seria impossível, pois já foi sugerido que a simples elevação da concentração sérica de tiroxina exerce efeito inibitório direto sobre o parênquima tireoidiano (Larsen & Ingbar, 1998; Serakides et al., 2000).

Também as alterações funcionais da tireóide induzidas pelo hipogonadismo parecem não ser mediadas pelo TSH, já que não houve diferença significativa entre seus níveis plasmáticos nos grupos castrados e intactos.

 

CONCLUSÃO

Conclui-se que o hipogonadismo não modifica a hiperplasia glandular e a queda dos níveis plasmáticos de tiroxina livre induzidas pelo propiltiouracil, mas altera profundamente o comportamento da triiodotironina total de acordo com o estado funcional da tireóide, tudo sem alterar os valores plasmático de TSH.

 

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