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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935versão On-line ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. v.55 n.1 Belo Horizonte fev. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352003000100005 

Efeito do ultra-som terapêutico em tendinite experimental de eqüinos: estudo clínico, ultra-sonográfico e histopatológico de dois protocolos

 

[Clinic, ultrasonographic and histopatological studies of two protocols of ultrasonic therapy on experimental tendonitis in horses]

 

 

M.A.L. FernandesI; G.E.S. AlvesII; J.C.A. SouzaI

IDepartamento de Ciências Agrárias e Ambientais da UESC Rodovia Ilhéus, Itabuna, km 16 45650-000, Ilhéus, BA
IIEscola de Veterinária da UFMG

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Avaliaram-se dois protocolos de ultra-som no tratamento de lesões do tendão flexor digital superficial (TFDS). Foram estudados 18 eqüinos, nos quais foi injetada uma solução de colagenase a 0,25% no TFDS esquerdo, à altura do terço médio da região metacarpiana. Os eqüinos foram divididos em: grupo A - tratado por ultra-som (UST) na freqüência de 3 MHz e intensidade de 1W/cm2, no modo contínuo, por seis minutos; grupo B - tratado na mesma freqüência, intensidade e tempo, no modo pulsado; e grupo C - controle. Os tratamentos foram iniciados 48h após a indução da lesão, totalizando oito sessões. Os eqüinos foram estudados por 40 dias, avaliando-se o quadro clínico e a regressão dos sintomas. Por meio de exames ultra-sonográficos semanais avaliaram-se a área transversal e a ecogenicidade da lesão para estabelecimento do índice de severidade (IS). A lesão resultou em aumento médio de 1,5cm na circunferência da região metacarpiana, resposta à pressão digital de leve a moderada e grau de claudicação de 1 a 3. A regressão dos sintomas ocorreu, em média, nove dias no grupo A, 12 dias no grupo B e 21 dias no grupo C. O percentual de regressão no IS aos 40 dias foi de 42,5, 57,7 e 34,1, respectivamente. A avaliação histológica mostrou neovascularização pronunciada e maior atividade fibroblástica nos grupos tratados (A e B) comparados ao grupo-controle. Estes resultados sugerem que o UST é efetivo na redução dos sintomas clínicos da tendinite.

Palavras-chave: eqüino, ultra-som, tendão


ABSTRACT

In order to evaluate two therapeutic ultrasound protocols for treatment of injuries of the superficial digital flexor tendon (SDFT) a study was performed in 18 horses. In each horse, a 0.25% solution of collagenase was injected in the middle of the left SDFT. The horses were randomly and equally divided into three groups. Horses from Group A were treated with therapeutic ultrasound of 3 MHz frequency and 1 W/cm2 intensity on continuous mode for six minutes; horses from Group B were treated with the same frequency, intensity, and time, but on pulsed mode; Group C was kept as controls. The treatment began 48 hours after the collagenase injection, totaling eight sessions. The horses were clinically evaluated for 40 days. Ultrasonographic images were evaluated weekly to score the severity rate (SR), which was based on echogenicity and cross sectional area of the lesion in the tendon. The induced lesion resulted on an average increase of 1.5cm in the shin circumference, pain response to digital pressure ranging from low to high and lameness ranging from grade 1 to 3. Regression of clinical signs were detected on average in nine days in Group A, 12 days in Group B, and 21 days in Group C. Decreases of the SR after 40 days were 42.5, 57.7 and 34.1% in groups A, B and C, respectively. Histological evaluation demonstrated intense neovascularization and fibroblastic activity on treated groups (A and B), when compared to the controls. These results suggest that UST is effective in reducing clinical signs of tendinitis.

Keywords: equine, ultra-sound, tendon


 

 

INTRODUÇÃO

No contexto atual da equideocultura tem-se dado maior ênfase aos eventos esportivos nas diversas modalidades, valorizando o potencial atlético do cavalo. A rotina intensa de treinamentos e provas predispõe o eqüino a lesões músculo-esqueléticas, dentre as quais se destacam as tendinites. Devido ao longo tempo necessário para a recuperação completa do tecido tendíneo e à alta incidência de reparação desorganizada, esse tipo de lesão compromete seriamente a performance, resultando em redução da vida útil ou, por vezes, no encerramento da carreira atlética. (Genovese et al., 1990; Palmer et al., 1994; Peloso et al., 1994). As tendinites ocorrem em maior freqüência no tendão flexor digital superficial (TFDS), e resultam em prejuízo econômico significativo para os proprietários (Palmer et al., 1994).

O tratamento das tendinites busca controlar o distúrbio circulatório e a intensidade da inflamação, porém os resultados nem sempre são satisfatórios sendo freqüente a formação de aderências. O tecido cicatricial neoformado é menos resistente que o tendão original, o que predispõe à recorrência da lesão (McIlwraith, 1994). Entre os recursos avaliados para melhorar a qualidade do tecido cicatricial, os agentes físicos como o laser e o ultra-som tem sido testados quanto a seus efeitos anti-inflamatórios e como promotores da cicatrização (Morcos, Aswad, 1978b; Jackson et al., 1991; Gum et al., 1997; Harman, 1997; Singh et al., 1997; Machado, 1999).

O ultra-som terapêutico (UST) constitui uma das opções de tratamento para tendinites em eqüinos de esporte. Todavia, apesar de ser cada vez mais utilizado, ainda existem controvérsias com relação ao seu valor terapêutico real e à dosimetria indicada para cada caso (Bromiley, 1993; Gray, 1994; Young, 1996; Steiss, Adams, 1999).

Este trabalho visou avaliar os efeitos do ultra-som a baixa intensidade em tendinites no tendão flexor digital superficial de eqüinos, por meio de exames clínico, ultra-sonográfico e histopatológico.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram estudados 18 eqüinos adultos, de ambos os sexos, distribuídos em três grupos de seis. Cada grupo foi composto por quatro fêmeas e dois machos. Em todos os animais foi injetado no terço médio do TFDS esquerdo 0,5ml de uma solução de colagenase (C-130 Sigma Pharmaceuticals) a 0,25% (Alves, 2001), e instituído o tratamento por ultra-som de acordo com o seguinte protocolo: grupo A - UST na freqüência de 3MHz e intensidade de 1W/cm2 por seis minutos no modo contínuo; grupo B - UST na mesma dose e tempo, no modo pulsado; grupo C - controle ("placebo" com o aparelho desligado por seis minutos). Os tratamentos iniciaram-se 48 horas após a injeção de colagenase, com repetições a intervalos de 24 horas até a 4a sessão, e com intervalos de 48 horas da 4a à 8a sessão, finalizando o tratamento no 13o dia após a injeção da colagenase. Os eqüinos foram examinados clínica e ultra-sonograficamente uma vez ao dia durante 40 dias, para avaliar a evolução dos sintomas. Na avaliação clínica considerou-se o tempo necessário para a remissão dos sintomas, monitorando-se o grau de edema, a sensibilidade à palpação e a presença de claudicação. Os exames ultra-sonográficos foram realizados com os eqüinos contidos em tronco, com o membro em apoio perpendicular em relação ao solo. Os tendões foram examinados nos planos transversal e longitudinal. O padrão ecogênico e o percentual da área transversal de lesão foram considerados para estabelecimento do índice de severidade (IS) da lesão, com base na classificação sugerida por Genovese et al. (1990). No 40o dia, de todos os eqüinos operados sob anestesia geral, foi colhida amostra do tendão lesionado para exames histopatológicos. As amostras foram fixadas em formol tamponado a 10% e posteriormente cortadas na espessura de 5m e coradas pela técnica de hematoxilina-eosina (Luna, 1968). Algumas lâminas selecionadas de cortes transversais e longitudinais foram coradas pela técnica especial de "picrosirius red" (Junqueira et al., 1979). Os resultados clínicos, o índice de severidade das lesões e os resultados histopatológicos foram comparados pelo teste de Kruskal-Wallis.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A tendinite examinada 48 horas após a injeção de colagenase resultou em aumento médio de 1,5cm no perímetro da região metacarpiana, sensibilidade à palpação de leve a intensa, claudicação de grau 1 a 3 (escala 1-4), caracterizando tendinite aguda segundo O’Conner (1952), citado por Stashak (1994). Pelo exame ultra-sonográfico verificou-se hipoecogenicidade, aumento da área transversal do TFDS e da lesão e edema peritendíneo (Fig.1). Essa observação confirmou a presença de tendinite em dois dos eqüinos que não apresentaram sintomas típicos, como resposta de retirada à palpação e claudicação.

 

 

Em todos os eqüinos o edema foi a alteração que persistiu por mais tempo. A remissão total dos sintomas foi considerada quando o perímetro da região metacarpiana retornou aos valores iniciais. Isso ocorreu em médias aos 9 dias no grupo A, aos 12 no grupo B e aos 21 no grupo C (Tab. 1). No grupo A observou-se remissão rápida dos sintomas clínicos e no grupo B ela ocorreu gradualmente. Em um eqüino do grupo B o edema persistiu até o 40º dia, elevando o desvio-padrão do grupo (Tab.1; Fig.2). O grupo C apresentou, em média, tempo mais longo de manifestação clínica da tendinite, porém essa diferença não foi significativa. O desvio-padrão desse grupo também foi elevado para as três variáveis, caracterizando maior variabilidade nas respostas individuais. Apesar de a diferença observada entre os grupos A, B e C não ter sido significativa (P>0,05), o retorno do edema após o término das sessões de tratamento em dois eqüinos do grupo A e em um eqüino do grupo B sugere o efeito do UST nessa variável.

 

 

 

 

O menor tempo de resolução do edema observado nos grupos A e B pode ser atribuído ao efeito do UST. A redução rápida do edema e de outros sintomas em processos agudos, após tratamento por UST, foi relatada por Lang (1980), Morcos e Aswad (1978b), Dhiman e Sobti (1996), Harman (1997) e Singh et al. (1997), e é atribuído ao aumento do metabolismo celular e mecanismos da inflamação, com aumento da permeabilidade de membranas, maior afluxo sangüíneo e desagregação de microestruturas. O possível efeito deletério do UST quando utilizado na fase aguda da inflamação, citado por Kramer (1984), Bromiley (1993) e Fabrizio et al. (1996), atribuído a sua ação revulsiva local, não foi observado clinicamente nos eqüinos deste experimento.

A redução da área transversal ocupada pela lesão à ultra-sonografia foi maior no grupo B, resultando em maior grau na redução do índice de severidade do grupo. No grupo A, a redução do IS da lesão se deveu à melhora no padrão de ecogenicidade e à redução da área transversal correspondente à lesão, porém, observando-se os dados da Tab. 2 verifica-se que com relação à área transversal média da lesão, houve redução significativa até o término das sessões de tratamento (13º dia). No 39º dia a área de lesão foi maior do que à do 13º dia, o que indica recorrência do edema após o término do tratamento, correspondendo com o observado no exame clínico de dois eqüinos. No grupo C foi observado aumento da área transversal alterada ao 39º dia. Estes dados sugerem que o efeito do UST se manifestou principalmente limitando a expansão do edema nos animais tratados. A comparação dos IS nos três grupos não mostrou diferenças significativas entre os resultados (P>0,05). Os resultados obtidos de cada eqüino ao exame ultra-sonográfico realizado no 39º dia estão expressos na Tab 3.

 

 

 

 

Os achados histológicos da lesão ao 40º dia caracterizaram-se por aumento da vascularização e atividade fibroblástica, demonstrando organização tecidual compatível com a fase proliferativa de tendinite, sendo observado em algumas amostras processo degenerativo, constituído por colágeno pouco corado e presença de núcleos picnóticos (Fig.3).

 

 

Entre os parâmetros avaliados à microscopia, a maior diferença entre os grupos se deu no grau de neoformação vascular (Tab.4). Nos tendões tratados por UST, tanto no modo contínuo quanto no modo pulsado, verificou-se acentuada atividade fibroblástica, o que foi também observado por Morcos e Aswad (1978a), utilizando UST em tendinites induzidas cirurgicamente em eqüinos. Em dois eqüinos do grupo A e em um eqüino do grupo B a proliferação fibroblástica estava associada a extensa rede vascular neoformada (Tab.5). O tecido cicatricial no grupo C se caracterizou pela distribuição mais esparsa na lesão, observando-se em três eqüinos do grupo C presença de depósito de proteína sugerindo edema intratendíneo. Estes resultados sinalizam para aumento da fibroplasia, com visível aumento da vascularização no local da lesão nos eqüinos tratados por UST, tanto no modo contínuo quanto no pulsado, quando comparados com o grupo C, que apresentava fibroplasia maisdiscreta e esparsa.

 

 

 

 

Confrontando os resultados dos exames US com a histopatologia observaram-se que as lesões classificadas como heterogêneas apresentaram à microscopia padrão disperso no tecido (n=5/6). A correspondência também se deu com relação às lesões do tipo central, que se apresentaram como alterações localizadas, caracterizadas por proliferação celular, perda do paralelismo das fibras e neovascularização. O exame ultra-sonográfico demonstrou ser um método útil na identificação de alterações na estrutura tecidual, como previamente mencionaram Gillis et al. (1995).

Na intensidade de 1 W/cm2 estima-se que, após atenuada pelas estruturas intermediárias, o feixe de UST atinja o tendão a uma intensidade média de 0,6 a 0,8 W/cm2. Essa dosagem seria suficiente para produzir, além de efeitos atérmicos, um certo grau de diatermia, conforme consideraram Low e Reed (1994) e Young (1996). Esses autores associaram o efeito térmico do UST com a analgesia e estimulação dos processos cicatriciais. No grupo B, submetido a UST no modo pulsado 1:1, o efeito térmico foi insignificante conforme considerou Young (1996), ao mencionar que a energia total emitida nesse modo correspondia à metade da emitida no modo contínuo. No presente experimento, esse protocolo emitiu intensidade média de 0,5 W/cm2 que ainda foi atenuada pelas estruturas superficiais. Os efeitos observados no grupo B podem ser atribuídos em grande parte aos mecanismos atérmicos.

Os tratamentos para tendinite aguda tem por objetivo reduzir a inflamação, minimizando o edema, que uma vez persistindo, promove a separação dos feixes de fibras colágenas e a ativação enzimática, o que prolonga as fases inflamatória e proliferativa, favorecendo a deposição excessiva de tecido cicatricial (Henninger, 1994). No presente estudo, o UST apresentou eficácia na resolução dos sintomas clínicos da tendinite, sem prejuízo na atividade fibroblástica ou sem qualquer implicação sistêmica. Os efeitos do UST sobre o grau de edema observado nos grupos A e B permitem recomendar o seu uso para controlar a severidade da reação inflamatória, ainda na fase aguda. Os efeitos do UST sobre a estrutura tecidual poderiam provocar, se mantidos por tempo prolongado, desagregação das estruturas e retardo da cicatrização, dependendo da intensidade utilizada, do tempo e da freqüência de sessões. A variação individual observada permite afirmar que a duração do tratamento, com relação ao número de sessões, deve ser avaliada caso a caso, de acordo com a evolução dos sintomas clínicos, auxiliada pelo diagnóstico ultra-sonográfico, sendo pouco provável a definição de um protocolo que se aplique a todos os casos.

 

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Endereço para correspondência
M.A.L. Fernandes

E-mail: meluesc@hotmail.com

Recebido para publicação em 14 de fevereiro de 2002
Recebido para publicação, após modificações, em 15 de julho de 2002

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