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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935versão On-line ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. v.55 n.1 Belo Horizonte fev. 2003

https://doi.org/10.1590/S0102-09352003000100009 

Efeito da concentração espermática e do número de inseminações artificiais sobre a fertilidade de éguas inseminadas com sêmen fresco diluído

 

[Effects of sperm concentration and number of artificial inseminations on fertility of inseminated mares with diluted fresh semen]

 

 

F.Z. BrandãoI; J.M. Silva FilhoII; M.S. PalharesII; H.M. SaturninoII; W.S. VianaIII; M.S. DantasIV; H.N. OliveiraV

IAluno de Pós-Graduação da Escola de Veterinária da UFMG
IIEscola de Veterinária da UFMG Caixa Postal 567 30161-970, Belo Horizonte, MG
IIIMédico Veterinário, Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes, PMMG
IVMédico Veterinário Autônomo
VFaculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da UNESP, Botucatu, SP

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

Sessenta e duas fêmeas eqüinas (tipo militar) foram distribuídas, ao acaso, em dois grupos experimentais para estudar o efeito da concentração espermática (200× 106 e 400× 106 de espermatozóides progressivamente móveis/dose inseminante) e do número de inseminações/ciclo (duas, três e quatro ou mais inseminações) sobre a fertilidade. As éguas foram rufiadas e inseminadas às segundas, quartas e sextas-feiras, a partir de um folículo de 3,0 a 3,5cm de diâmetro, com sêmen de apenas um garanhão com fertilidade comprovada, diluído para um volume inseminante de 10ml com diluidor de mínima contaminação. As taxas de concepção ao primeiro ciclo para as concentrações de 200 e 400 milhões foram de 66,7% (20/30) e 65,5% (19/29), e as taxas de concepção/ciclo, após quatro ciclos, de 52,0% (26/50) e 57,8% (26/45), respectivamente (P>0,05). As taxas de concepção ao primeiro ciclo para os grupos com duas, três e quatro ou mais inseminações/ciclo foram, respectivamente, 72,0% (18/25), 65,2% (15/23) e 54,6% (6/11), sem que se observassem diferenças entre elas (P>0,05). Após quatro ciclos, as taxas de concepção foram de 59,0% (23/39), 52,5% (21/40) e 50,0% (8/16), respectivamente, na mesma ordem de citação (P>0,05). Com base nos resultados, recomendam-se inseminações às segundas, quartas e sextas-feiras, utilizando-se a concentração de 200×106 SPTZ/dose inseminante, sem que haja perda da fertilidade, independente do número de inseminações/ciclo.

Palavras-chave: égua, inseminação artificial, concentração espermática, freqüência de inseminações


ABSTRACT

This work aimed to study the effects of spermatic concentrations (200× 106 and 400×106 spermatozoa/inseminated dose) and number of inseminations (two, three and four or more) on the fertility of 62 mares (military type). Mares were teased and inseminated on Mondays, Wednesdays and Fridays with diluted semen from only one stallion of proven fertility. The conception rates during the first cycle for the two spermatic concentrations were, respectively, 66.7%(20/30) and 65.5%(19/29) and after four cycles they were, respectively, equals to 52.0%(26/50) and 57.8%(26/45) with no difference on conception rate according to the spermatic concentrations (P>0.05). The conception rates for the first cycle after two, three and four or more inseminations were, respectively, 72.0%(18/25), 65.2%(15/23) and 54.6%(6/11) and after four cycles they were, respectively, equals to 59.0%(23/39), 52.5%(21/40) and 50.0%(8/16) with no differences on conception rates according to the number of inseminations. The results suggested that mares could be inseminated using a spermatic concentration of 200×106/inseminated dose on Mondays, Wednesdays and Fridays without any loss of fertility independently of the number of inseminations/cycle.

Keywords: mare, artificial insemination, spermatic concentration, frequency of inseminations


 

 

INTRODUÇÃO

A concentração espermática e a freqüência de inseminações merecem consideração especial em um programa de inseminação em eqüinos. Teoricamente, a máxima fertilidade poderia ser atingida aumentando-se o número de espermatozóides (SPTZ) com potencial fecundante, até se obter a resposta máxima. O número de SPTZ necessário para se obter a máxima fertilidade depende de cada garanhão (Amann, Pickett, 1987). Possivelmente, com o aumento da freqüência de inseminações, o número de SPTZ por dose inseminante pode ser diminuído. Entretanto, a fertilidade depende da longevidade dos SPTZ no sistema genital da égua e do ambiente uterino. Quando a viabilidade diminui, a freqüência e provavelmente o número de SPTZ por dose inseminante devem ser aumentados. Quando os SPTZ são viáveis por um período mais longo no sistema genital da égua, menor freqüência e menor concentração espermática podem ser tolerados. A determinação do melhor intervalo entre a inseminação e a ovulação depende da viabilidade do oócito após a ovulação e da viabilidade e do tempo de capacitação espermática no sistema genital feminino (Pickett et al., 1987).

O número de SPTZ necessário por inseminação para se obter a máxima eficiência reprodutiva no eqüino ainda não foi bem estabelecido. Na maioria dos estudos, a fertilidade do sêmen diluído tem sido comparada à do sêmen fresco e/ou à da monta natural, embora o número de SPTZ não tenha sido suficientemente controlado, de forma a se determinar os tratamentos mais desejáveis (Pickett et al., 1974).

Varia o entendimento dos diferentes pesquisadores sobre o efeito da concentração espermática ideal para a obtenção da máxima eficiência reprodutiva. Possivelmente, esse fato deve-se às divergências nos protocolos experimentais, como: uso de diferentes diluidores, momento de inseminação, qualidade do sêmen, individualidade do garanhão e manejo das fêmeas (Palhares, 1997). Segundo Gahne et al. (1998), as pesquisas utilizam pequeno número de éguas por tratamento, utilizam sêmen de poucos garanhões e há as que apresentam baixa taxa de concepção no grupo-controle. Dessa forma, torna-se difícil a comparação dos resultados entre as pesquisas.

Inseminações repetidas poderiam aumentar a disponibilidade de SPTZ no reservatório espermático até o momento da ovulação (Ginther, 1992). Todavia, tal afirmativa torna-se difícil de ser sustentada diante dos resultados conflitantes da literatura, tanto em relação ao número de IA/ciclo, quanto ao momento dessas inseminações ou montas, em relação ao momento da ovulação. A fertilidade parece depender muito mais do intervalo adequado IA/ovulação do que do número de IA, na presença da concentração espermática adequada (Palhares et al., 1998).

Os objetivos deste trabalho foram os de estudar o efeito de duas concentrações espermáticas e analisar o efeito do número de inseminações artificiais por ciclo estral sobre a fertilidade de éguas inseminadas com sêmen fresco diluído.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi realizado nas instalações da sede do Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes, da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, entre outubro e março (estação de monta).

Utilizaram-se 59 fêmeas (101 ciclos) de 4 a 16 anos de idade, pertencentes a duas categorias, éguas solteiras e potras, submetidas a exame ginecológico completo e consideradas aptas à reprodução.

Para o manejo reprodutivo das éguas seguiu-se um organograma de controle reprodutivo semelhante ao proposto por Palhares (1989), modificado de forma a atender os objetivos do trabalho.

As palpações transretais para controle do crescimento folicular, as colheitas de sêmen e as inseminações artificiais foram feitas às segundas, quartas e sextas-feiras. As inseminações foram realizadas quando da presença em um dos ovários de um folículo com 3,0- 3,5 cm de diâmetro. O controle da gestação era feito por rufiações de retorno entre o 15º e o 21º dia após a ovulação e palpações transretais aos 17, 25, 30, 35, 40, 45, 60, 90 dias após a ovulação. Para a rufiação utilizou-se um macho inteiro submetido à amputação da glande do pênis. Durante a estação foi utilizado, terapeuticamente, cloprostenol sódico (Ciosin® - Laboratório Coopers) ou dinoprost trometamina (Lutalyse® - Laboratório Rhodia - Mérieux Veterinária Ltda) como auxiliar no controle reprodutivo.

Utilizou-se apenas um garanhão da raça Brasileiro de Hipismo com cinco anos de idade, como doador de sêmen, submetido a exame andrológico completo e avaliação do comportamento sexual. Após a colheita de sêmen, avaliaram-se as características do ejaculado. O manejo reprodutivo do garanhão seguiu, basicamente, as recomendações de Pickett et al. (1987).

O manejo nutricional consistiu de fornecimento diário de cerca de 10kg de capim-elefante (Pennisetum purpureum, Schum.) picado, cerca de 2kg de feno de alfafa (Medicago sativa, L.), 8kg de ração comercial peletizada, sal mineralizado e água ad libitum. Os animais foram mantidos em baias de alvenaria.

O sêmen foi coletado em vagina artificial modelo Hannover. Como manequim foi utilizada uma égua em cio, devidamente contida por peias. No exame físico do sêmen realizaram-se avaliações da coloração, do aspecto, do volume sem gel, da motilidade total (%), do vigor (0 - 5) e da concentração espermática (milhões de espermatozóides/ml). O sêmen diluído (1:1) no diluidor de mínima contaminação (Kenney et al., 1975) foi posteriormente mantido à 37ºC em banho-maria. Após avaliação física do sêmen procedeu-se à preparação das doses inseminantes utilizadas nos dois grupos experimentais (200 milhões ou 400 milhões de espermatozóides móveis em 10ml de sêmen diluído), adicionando-se ao sêmen pré-diluído o volume necessário de diluidor.

As inseminações foram realizadas com a deposição do sêmen no corpo do útero e encerradas quando da detecção da ovulação, sendo sempre realizadas inseminações pós-ovulação.

Para o processamento das análises utilizou-se o programa SAS versão 6.12 (SAS, 1996) (Microsoft®).

Foram feitas análises de variância para avaliar os resultados de fertilidade. Por se tratar de uma variável qualitativa, realizou-se a conversão dos dados em quantitativos, segundo a proposição de Voss et al. (1975). Por esse método, atribuíram-se pontos a cada ciclo inseminado da seguinte forma: 10 pontos para a concepção no primeiro ciclo, oito para o segundo, seis para o terceiro, quatro para o quarto e zero para os ciclos em que não houve concepção. Dessa forma, obteve-se um valor numérico médio para cada grupo experimental, denominado eficiência de prenhez.

As variáveis quantitativas (número de ciclos/égua, número de ciclos/égua gestante, número de IA/ciclo, número de IA/ciclo positivo, número de IA/ciclo negativo, eficiência de prenhez, volume de sêmen, volume de diluidor e tempo de colheita/IA) foram submetidas à análise de variância. Para a comparação de mais de duas médias utilizou-se o teste Student-Newman-Keuls. Quando se compararam apenas duas médias usou-se o teste t de Student. Os resultados relativos ao número de IA/ciclo, número de IA/ciclo positivo e número de IA/ciclo negativo, por serem dados descontínuos e apresentarem distribuição não normal, foram analisados pelo teste não paramétrico de Wilcoxon (para dois tratamentos) e de Kruskal-Wallis (para mais de dois tratamentos) (Conover, 1980).

Os dados proporcionais (número de ciclos/concepção, taxa de concepção/ciclo, taxa de concepção total e ciclos/égua gestante) foram submetidos ao teste de qui-quadrado para detecção de diferenças entre os tratamentos (Snedecor, Cochran, 1980).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados são apresentados considerando-se dois tipos de características: as de controle e as envolvendo resultados (reprodutivas). Características de controle são aquelas que prestam informação sobre a homogeneidade dos tratamentos, não sendo resultados de determinado tratamento.

Não houve efeito da concentração espermática sobre as características reprodutivas (P>0,05). Nas características de controle, observou-se homogeneidade entre os tratamentos (P>0,05) quanto à idade, número de ciclos/égua e número de IA/ciclo. Volume de sêmen, volume de diluidor e tempo de colheita/IA apresentaram diferenças (P<0,05) entre os tratamentos (Tab. 1 e 2).

 

 

 

 

As éguas e os respectivos ciclos foram agrupadas de acordo com o número de inseminações. As taxas de concepção ao primeiro ciclo e de concepção/ciclo foram semelhantes (P>0,05), conforme se observa na Tab. 3. Também não se observaram diferenças (P>0,05) em outras características reprodutivas como no número de ciclos/concepção e na eficiência de prenhez (Tab. 4). Entretanto, observaram-se diferenças (P<0,05) entre os grupos com relação ao número de IA/ciclo positivo e número de IA/ciclo negativo.

 

 

 

 

Características de controle como idade, volume de sêmen, volume de diluidor e tempo de colheita/IA foram semelhantes entre os grupos (P>0,05). Entretanto o número de IA/ciclo diferiu segundo o número de IAs (P<0,05) (Tab. 4).

A utilização de menor concentração espermática em uma dose inseminante tem como objetivo principal maximizar o uso do garanhão, pois a partir de um ejaculado, será possível inseminar maior número de éguas, sem que haja comprometimento da fertilidade.

A freqüência e o número de SPTZ provavelmente são duas variáveis que devem ser levadas em consideração. Neste caso, aumentando-se a freqüência de inseminações, o número de SPTZ por dose inseminante pode ser reduzido. Obviamente, a fertilidade irá depender do tempo de viabilidade dos SPTZ no trato genital da égua. Assim, havendo redução desse tempo, a freqüência e as concentrações espermáticas deverão ser aumentadas. Logo, pode-se utilizar menor número de inseminações com baixo número de SPTZ, quando do maior tempo de viabilidade dos SPTZ no trato genital da égua (Pickett, Voss, 1998). Pickett et al. (1974) recomendaram a concentração de 500 milhões por questão de segurança.

Palmer (1984) e Leite (1994), ao trabalharem com sêmen diluído nas concentrações de 400 e 200X106 de SPTZ com motilidade progressiva, respectivamente, não observaram diferenças quanto à taxa de concepção total, semelhante ao que foi observado neste trabalho.

Silva Filho (1994), utilizando o mesmo diluente deste experimento, obteve taxa de concepção no primeiro ciclo de 78,6% para a concentração de 470,136&plusmn; 153,264 milhões de SPTZ móveis, resultado superior ao encontrado neste experimento, de 65,5%, para a concentração de 400X106 SPTZ móveis. Também observou maior eficiência de prenhez (7,90 contra 5,29) e maior taxa de concepção/ciclo (81,2% contra 57,8%).

Gahne et al. (1998) utilizaram as concentrações de 500 e 300 milhões de SPTZ móveis/dose inseminante e concluíram que a fertilidade não foi comprometida com a diminuição da dose inseminante (P=0,341). Os autores salientaram a necessidade da utilização de sêmen de boa qualidade.

Witte (1989) e Lima (1995), ao trabalharem com sêmen resfriado, não obtiveram diferenças quanto à taxa de concepção total quando compararam as concentrações de <250 milhões e >350 milhões de SPTZ móveis. Os resultados desses autores foram inferiores aos encontrados no presente trabalho e essas diferenças possivelmente podem ser atribuídas ao efeito danoso do resfriamento sobre a célula espermática.

Valle (1997) e Palhares et al. (1998a), ao trabalharem com sêmen resfriado e transportado, utilizando concentrações espermáticas de 400 milhões, obtiveram taxa de concepção/ciclo e concepção total inferiores às encontradas neste experimento. Como utilizaram o mesmo garanhão, as mesmas éguas, e o mesmo manejo alimentar e reprodutivo do presente experimento, pode-se inferir que os resultados inferiores se justificam pelo resfriamento do sêmen. Assim, deve-se enfatizar que a concentração espermática a ser utilizada dependerá do tipo de processamento a que o sêmen será submetido e ao do intervalo de tempo colheita-inseminação artificial.

Agrupando-se os dados referentes a duas e três IAs neste trabalho obteve-se a taxa de concepção/ciclo de 55,7%, semelhante à taxa com quatro ou mais IAs, 50,0%. Picket et al. (1987) relataram que éguas inseminadas de quatro a seis vezes apresentaram maior taxa de concepção/ciclo (P<0,05) do que éguas inseminadas de uma a três vezes (64,8% versus 62%). Neste experimento não se observou maior fertilidade com o aumento da freqüência de inseminações. Assim, a fertilidade parece ser muito mais influenciada pelo intervalo IA-ovulação do que pelo o número de inseminações realizadas por ciclo estral. Mais ainda, 83,2% dos ciclos utilizaram até três inseminações/ciclo. Percentagens similares foram encontradas por Valle (1997) e Palhares (1997), 85,8% e 85,5%, respectivamente. Essa semelhança possivelmente se deve à utilização do mesmo manejo reprodutivo proposto por Palhares (1989).

 

CONCLUSÕES

A concentração de 200×106 de espermatozóides progressivamente móveis/dose inseminante pode ser utilizada nas inseminações com sêmen fresco, no diluidor de mínima contaminação, em um volume de 10ml, visando maximizar o número de éguas a serem cobertas por garanhão em uma estação de monta. O número de inseminações artificiais não interfere na fertilidade do sêmen fresco diluído.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem a colaboração recebida do Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais.

 

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Endereço para correspondência
J.M. Silva Filho
E-mail:
monteiro@vet.ufmg.br

Recebido para publicação em 1 de fevereiro de 2002
Recebido para publicação, após modificações, em 1 de julho de 2002

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