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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.55 no.2 Belo Horizonte Apr. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352003000200002 

Fatores de risco associados com artrites em suínos de abate

 

Ecopathological study to identify risk factors associated with arthritis in slaughtered pigs

 

 

N. MorésI; R. PierosanII; A.L. AmaralI; W. Barioni JúniorI

IEmbrapa Suínos e Aves Caixa Postal 21 89700-000 - Concórdia, SC
IISadia Concórdia AS - Concórdia

 

 


RESUMO

Realizou-se um estudo epidemiológico de observação de 63 unidades terminadoras de suínos, com o objetivo de identificar os fatores de risco associados à ocorrência de artrite no abate. Em cada granja foram acompanhados cerca de 220 suínos por 110 dias e anotadas 42 variáveis, uma objetiva (condenação por artrite) e 41 explicativas (fatores de risco), desde a chegada dos leitões na propriedade até o serviço de inspeção federal no abate. Foram utilizados métodos descritivos e análises multivariadas. Das 63 granjas estudadas 39,7%, 33,3% e 27,0% apresentaram, respectivamente, nenhuma (0,0%), baixa (£ 0,7%) e alta (>0,7%) ocorrência de carcaças condenadas por artrite. Observou-se associação entre a ocorrência de artrite com baixo ganho de peso diário, baixo rendimento de carne na carcaça, conversão alimentar ruim e baixo peso de carcaça. Os fatores de risco associados à ocorrência da artrite foram: granjas com histórico de condenações por artrite, mais de cinco anos sem reforma do piso, lote do sexo macho, ausência de forro nas instalações, limpeza das baias somente uma vez ao dia, condições ruins de transporte para o abate, galpões com mais de 250 suínos alojados e mais de 10 fornecedores de leitões na formação do lote.

Palavras-chave: suíno, ecopatologia, fator de risco, artrite


ABSTRACT

An epidemiological observational study was carried out in 63 swine finisher units aiming to identify the risk factors associated to the occurrence of arthritis at slaughter. In each farm, about 220 animals were evaluated for 110 days, and 42 variables, one objective (swine condemned for arthritis) and 41 explicative, were collected from the arrival of the pigs to the farm until submitted to the Federal Inspection at slaughter. Data were analyzed by descriptive statistics and multivariate methods. Out of the 63 studied farms, 27.0%, 33.3% and 39.7% had high (>0.7%, low £ 0.7%) and no occurrence (0.0%) of animals condemned for arthritis. There was an association between the occurrence of arthritis and low daily weight gain, low carcass meat yield, poor feed conversion rate and low carcass weight. The risk factors associated with arthritis at slaughter were: farms with historical data of condemnation for arthritis, more than five years without carrying out floor repairs, male sex, absence of ceiling lining in the facilities, pen cleaning only once a day, bad conditions of swine transport to the slaughterhouse, finisher units with more than 250 housed animals and more than 10 different pigs suppliers in the lot formation.

Keywords: swine, ecopathology, risk factors, arthritis


 

 

INTRODUÇÃO

Em estudo retrospectivo realizado em um abatedouro de Santa Catarina, Pereira et al. (1999) observaram acentuado aumento nos índices de condenações de carcaças de suínos por artrite, passando de 0,27 % em 1987 para 1,35 % 1998, sendo a maioria do tipo sero-sanguinolenta de natureza não infecciosa (Alberton et al., 1999). O prejuízo estimado para essa indústria e seus produtores, durante os anos de 1997 e 1998, devido à desvalorização das carcaças afetadas por artrite (19.793 carcaças, ou seja, 0,93% dos suínos abatidos) foi de R$722 mil reais (Pierozan, 1999). A etiologia dessas lesões articulares parece ser complexa, uma vez que, na sua maioria, são de natureza não infecciosa, principalmente a osteocondrose (Alberton et al., 1999), embora microscopicamente há lesões inflamatórias, mas com baixa freqüência de isolamento de bactérias (Morés et al., 1991). Essas observações indicam provável influência de fatores de risco no desenvolvimento dessas lesões de articulações, que é o objetivo deste trabalho.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Realizou-se um estudo epidemiológico de observação na região Oeste do Estado de Santa Catarina, envolvendo 63 unidades terminadoras (UT) de suínos, 32 de machos castrados e 31 de fêmeas, pertencentes a uma empresa integradora de suínos. As UT selecionadas localizavam-se em áreas próxima, intermediária e distante, de acordo com a quilometragem média, do abatedouro, 17, 40 e 220km, respectivamente. Em cada granja acompanhou-se um lote com cerca de 220 de suínos alojados em um único galpão manejado no sistema todos dentro todos fora. Os leitões, oriundos de unidades produtoras de leitões (UPL), foram alojados com peso médio de 22kg. A fase de alojamento nas UT ocorreu durante os meses de dezembro/98 a fevereiro/99 e o abate entre março a junho de 1999. Os animais permaneceram nas UT por cerca de 110 dias. Quando foram abatidos pesaram em média 108kg. A ração fornecida provinha de uma única fonte de elaboração e distribuição.

Para a coleta dos dados referente aos lotes alojados, elaborou-se um questionário que continha variáveis quantitativas (contínuas) e qualitativas (categóricas) que caracterizavam o ecossistema da criação dos suínos nas UT e variáveis ligadas ao transporte, ao frigorífico, às condições de alojamento antes do abate e à avaliação da carcaça pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). Como variável objetiva (a que melhor descreve o problema) considerou-se o número de animais efetivamente condenados por artrite pelo SIF, independente do destino que receberam e como variáveis explicativas, o conjunto de variáveis com potencial de serem considerados fatores de risco. Na análise dos dados, a unidade experimental usada foi o lote, e utilizaram-se métodos descritivos (tabelas de freqüência e de contingência, medidas de tendência central, medidas de dispersão, separação de classes) e análises multivariadas, conforme metodologia descrita por Madec e Fourichon (1990). Somente as variáveis explicativas que apresentaram os valores de P<0,30 pela estatística de qui-quadrado de Pearson com a variável objetiva foram usados na segunda etapa da análise. Nessa etapa, utilizaram-se a classificação hierárquica ascendente (CHA) e análise fatorial de correspondência múltipla. Para as análises usaram-se os softwares estatísticos Statistical Analysis System (SAS, 1996) e Sistema Portátil de Análise de Dados Numéricos (Oferta..., 1994).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram avaliadas 42 variáveis, sendo uma objetiva e 41 explicativas. Das 63 granjas estudadas 25 (39,7%), 21 (33,3%) e 17 (27,0%) apresentaram, respectivamente, nenhuma (0,0%), baixa (até 0,70%) e alta (mais de 0,70%) ocorrência de carcaças efetivamente condenadas por artrite. O percentual médio de carcaças desviadas para o SIF por suspeita de artrites foi de 0,77% e efetivamente condenadas 0,51%. Pereira et al. (1999), em trabalho realizado na mesma região, encontraram 1,35 % de carcaças desviadas pelo SIF por artrite e 0,93 % efetivamente condenadas.

Foram selecionadas 22 variáveis explicativas das 41 analisadas, aquelas com P<0,30 quando testadas com a variável objetiva PAR (percentual de animais condenados por artrite no abate), para serem submetidas às análise fatorial de correspondência múltipla e classificação hierárquica ascendente. Dessas 22 variáveis, obteve-se um conjunto de oito (sete ativas e uma suplementar) que melhor discriminaram os rebanhos quanto aos índices de ocorrência de artrite no abate, que são: 1 - número de animais desviados por artrite nos dois lotes anteriores; 2 - número de animais alojados no galpão; 3 - existência de forro nas instalações; 4 - limpeza nas instalações; 5 - sexo do lote; 6 - condições de transporte; 7 - tempo sem reforma do piso; e 8 - número de origens necessárias para formação do lote (Tab. 1).

 

 

A Fig. 1 apresenta o mapa dos fatores de risco, mostrando simultaneamente as classes das variáveis objetiva e explicativas (fatores de risco), representadas pelas respectiva siglas, e as posições das 63 granjas. A classe da variável objetiva sem artrite, à direita do mapa, representa as granjas sem condenações por artrite, associa-se com as variáveis: limpeza das instalações duas vezes ao dia (LIM2), número de até 10 origens de leitões na formação do lote (NON1 e NON2), até cinco anos sem reforma do piso (TRP1 e TRP2), no máximo 250 suínos alojados por galpão (NAA1), boa condição de transporte dos suínos (CTL1), lote de fêmeas (SEX2) e menos de 1% de animais apreendidos por artrite nos lotes anteriores (HAN1). No lado esquerdo do mapa, contrapondo-se à classe sem artrite, encontra-se a classe artrite alta, que se associa melhor com as classes: tempo maior que cinco anos sem reforma do piso (TRP3), lote de machos (SEX1), ausência de forro no teto das instalações (EFG2), condição ruim de transporte (CTL2) e 1% ou mais de apreendidos por artrite em lotes anteriores (HAN3). No lado esquerdo inferior do mapa encontra-se a variável artrite baixa que se relaciona com classes intermediárias das variáveis explicativas.

 

 

A CA permitiu visualizar as granjas representadas por um dendograma (Fig. 2), cacterizando-as em grupos conforme se segue:

Grupo 1 = granjas sem artrite (PAR1) nº 59, 34, 31, 57, 52, 05, 35, 55,16, 8, 13, 17, 06, 50, 48, 10, 62, 18, 38, 63, 56, 11, 54, 40, 33, 04 e 21 (símbolo = o).

Grupo 2 = granjas com artrite baixa (PAR2) nº 32, 20, 47, 22, 36, 15, 46, 26, 24, 3, 60, 25, 07, e 27 (símbolo = .).

Grupo 3 = granjas com artrite alta (PAR1) nº 1, 44, 14, 30, 58, 39, 19, 51, 61, 41, 23, 37, 9, 49, 42, 12, 02, 53, 28, 45, 29 e 43 (símbolo = D).

A concordância entre a classificação real das 63 granjas nas classes da variável objetiva ausência (PAR1), baixa (PAR1) e alta (PAR1) ocorrência de artrite com a obtida pela CHA foi de 80%, 62% e 94%, respectivamente (Tab. 2).

 

 

Os fatores de risco identificados neste estudo não devem ser consideradas isoladamente, uma vez que existem interrelações entre eles, fato já verificado por Madec e Fourichon, (1990) e Morés et al. (2000). Deve-se considerar que os fatores de risco para um determinado problema patológico não têm valor definitivo nem universal, uma vez que há necessidade de se fazer atualizações periódicas (Madec, Fourichon, 1990) e podem diferir de uma zona geográfica para outra (Skirrow et al., 1992; Morés et al., 2000). A metodologia usada neste estudo permite identificar, entre um grande número de variáveis, a melhor combinação de fatores de risco que estão associados ao problema estudado (Madec, Fourichon, 1990). Portanto, as técnicas utilizadas conduzem à noção de perfil de risco presentes na granja, considerando todos os fatores de risco simultaneamente.

Figura 2

Os antecedentes de carcaças condenadas por artrite em lotes anteriores (HAN) a este evidenciam certa persistência do problema em algumas granjas, evidenciando possível existência de fatores intrínsecos à própria granja, alguns deles identificados neste trabalho, como número de suínos alojados no galpão, limpeza das instalações, qualidade do piso e ausência de forro na instalação. Também é possível que ocorra alguma predisposição em função de receberem leitões para a formação dos lotes geralmente das mesmas UPL, uma vez que essa patologia pode ter origem infecciosa ou genética como é o caso da osteocondrose (Morés et al., 1991; Alberton et al., 1999).

Lotes com mais de 250 animais alojados (NAA2) apresentaram maior ocorrência (P=0,013) de carcaças condenadas por artrites. Isso pode ter relação com número de origens necessárias para formação do lote (NON3). Quanto maior o número de animais alojados maior o número de origem dos leitões, aumentando as possibilidades de introdução de novos agentes patogênicos causadores de certas patologias (Piffer et al., 1998). Morés et al. (1991) observaram que muitas carcaças afetadas com artrite também tinham alguma outra lesão, principalmente pneumonia, peritonite, pleurisia ou abcessos.

A presença ou não de forro no teto dos galpões (EGF) está diretamente relacionada com a qualidade térmica do ambiente oferecido aos animais. Nas instalações sem forro o índice de artrite foi maior (P=0,026). Estresse de origem física, como por exemplo excesso de calor ou frio, afeta o estado imunitário do animal, resultando em menor resistência às infecções, desencadeada pela elevada produção de esteróides (Piffer et al.,1998). Nas instalações em que a limpeza foi feita duas vezes ao dia (LIM2) o percentual de condenação por artrite foi menor (P=0,077) do que nas instalações onde ela foi realizada somente uma vez (LIM1). Segundo Sesti et al. (1998), a limpeza visa fundamentalmente reduzir a carga de contaminação microbiana e minimizar o contato dos animais com excesso de matéria orgânica, reduzindo as chances de ocorrerem doenças.

Os lotes de suínos transportados para o abatedouro fora das especificações de espaço (CTL2 – mais de 286kg de peso vivo/m2 de carroceria) foi um fator associado à ocorrência de carcaças condenadas por artrite. A densidade ideal em trânsito é definida como o espaço suficiente para que o suíno adulto possa deitar-se (Peloso, 1997) As artrites não infecciosas, como conseqüência da osteocondrose (Alberton et al. 1999) ou de origem traumática (Morés et al.,1991), podem ser causadas por falhas do processo anterior ao abate, entre elas as condições de transporte.

Os lotes de machos apresentaram maior percentagem de carcaças condenadas por artrite (P=0,001) do que os lotes de fêmeas. Segundo Hill (1990), a osteocondrose se manifesta mais em animais jovens de crescimento rápido, porém o autor não faz distinção entre os sexos. Especula-se também o fato de os machos serem submetidos ao ato cirúrgico de castração como fator pré-disponente às artrites.

De acordo com Sobestiansky et al. (1999), pisos abrasivos, excessivamente desgastados e com exposição das britas aumentam as chances de ocorrência de lesões (artrite traumática) e dificultam a boa lavagem e desinfecção do ambiente. Neste trabalho, nas instalações onde não houve reforma do piso nos últimos cinco anos (TRP3), a ocorrência de artrite foi maior (P=0,099) do que nas instalações com piso mais novo.

Na Tab. 3 estão relacionadas as variáveis de desempenho dos lotes associados com a variável objetiva PAR.

 

 

Nos lotes com peso de carcaça abaixo de 75kg (PMC1) e com ganho de peso diário de carcaça menor que 550g (GPD1) o percentual de condenações por artrite foi mais elevado. Isso pode ter ocorrido em conseqüência da própria artrite, uma vez que os animais afetados deslocam-se com dificuldade, e mostram crescimento retardado e perda de peso. Em um acompanhamento de 33 lotes do sistema UT, abatidos no mesmo frigorífico, tendo em média 250 animais cada, constatou-se que as carcaças leves (48-50 kg) e pesadas (95-97 kg) apresentaram percentual de condenações devido as artrites de 1,03% e 0,29%, respectivamente (informação verbal (Pierozan, R., 1999.)). Lesões de osteocondrose têm sido associadas a suínos de rápido crescimento (Grondalen, 1974; Sobestiansky et al.,1999), o que difere dos resultados obtidos neste trabalho. Portanto, essa variável deve ser interpretada com cautela, uma vez que a maior ocorrência de artrite em carcaças mais leves provavelmente é uma conseqüência da própria artrite ou de outras lesões concomitantes (Morés et al., 1991). O fato de lotes de suínos com menor rendimento de carne (RCM1) terem apresentado maior percentual de condenações (P=0,065) pode estar relacionado com a variável sexo. Machos mostraram estreita relação com a alta ocorrência de artrite. Machos castrados produziram carcaças com menos carne do que as fêmeas. Em relação à conversão alimentar, verificou-se que os lotes de pior conversão (CAM3>de 3,88kg) foram os que apresentaram os maiores índices (0,80%) de carcaças condenadas por artrite (P=0,09) em relação às demais categorias (CAM1 e 2). Em tese sabe-se que há relação entre ganho de peso diário e conversão alimentar, ou seja, quanto melhor o ganho de peso diário melhor é a conversão alimentar, portanto, a pior conversão alimentar nos lotes com maior ocorrência de artrite pode ser conseqüência da própria artrite.

 

CONCLUSÕES

Foram identificados oito fatores de risco associados à ocorrência de artrite no abate: histórico de ocorrência artrites no mesmo galpão em lotes anteriores, número de animais alojados no galpão, existência de forro nas instalações, limpeza diária das instalações, sexo do lote, condições de transporte, tempo sem reforma do piso e número de origens necessárias para a formação do lote. Observou-se forte relação entre ocorrência de artrite com baixo ganho de peso diário, baixo rendimento médio de carne magra, conversão alimentar ruim e baixo peso de carcaça.

 

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Recebido para publicação em 30 de março de 2002
Recebido para publicação, após modificações, em 16 de outubro de 2002

 

 

E-mail: mores@cnpsa.embrapa

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