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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.55 no.2 Belo Horizonte Apr. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352003000200012 

Efeito do tanino na degradabilidade in situ da matéria seca e da proteína bruta de seis genótipos de sorgo (Sorghum bicolor (L.) Moench) ensilados no estádio de grão pastoso

 

Effect of tannin on in situ degradability of the dry matter and crude protein of six sorghum silage genotypes (Sorghum bicolor (L.) Moench), harvested at dough stage

 

 

L.R. MolinaI; N.M. RodriguezI; L.C. GonçalvesI; I. BorgesI; B.M. SousaII

IDepartamento de Zootecnia da Escola de Veterinária da UFMG Caixa Postal 567 30123-970 - Belo Horizonte, MG
IIEstudante de Doutorado em Ciência Animal/UFMG, Bolsista do CNPq

 

 


RESUMO

Para avaliar o efeito da presença de tanino sobre os parâmetros de degradabilidade in situ da matéria seca e da proteína bruta de seis genótipos de sorgo, ensilados no estádio de grão pastoso, foram utilizados quatro novilhos, canulados no rúmen, com peso vivo médio de 350kg, alimentados duas vezes ao dia com feno de Tifton 85. Os genótipos de silagem de sorgo utilizados foram: BR 303, BR 304, BR 601 e AG 2006 (sem tanino no grão) e BR 700 e BR 701 (com tanino no grão). Cinco gramas de cada amostra de silagem foram acondicionados em bolsas de náilon (15x8cm, 50mm) e suspensas no rúmen, utilizando os tempos de incubação de 6, 12, 24, 48, 72 e 96 horas. Foi calculada a fração solúvel no tempo zero (t0). Concluiu-se que o tanino no grão das silagens de sorgo testadas não afetou a média de desaparecimento com 96 horas de incubação. A presença de tanino em sorgos ensilados no estádio de grão pastoso foi capaz de inibir somente a degradabilidade potencial da MS. Não houve efeito negativo do tanino para as silagens de sorgo BR 700 e BR 701 sobre os parâmetros de degradabilidade potencial e taxa de degradação da proteína bruta.

Palavras-chave: silagem de sorgo, degradabilidade in situ, matéria seca, proteína bruta, tanino


ABSTRACT

The experiment was conducted to evaluate the effect of tannin on in situ degradability parameters of the dry matter and crude protein of six sorghum silage genotypes, harvested in the dough stage of maturation. Four steers canulated in the rumen were fed twice a day, ad libitum, with Cynodon dactylon hay. The sorghum silage genotypes were: BR 303, BR 304, BR 601 e AG 2006 (without tannin in grain) and BR 700 e BR 701 (with tannin in grain). Five grams of each sample were introduced into nylon bags, and incubated for 6, 12, 24, 48, 72, and 96 hours. The time zero (t0) was used to calculate soluble fraction. No effects of tannin in grain on mean disappearance of dry matter and on crude protein at 96 hours of incubation were observed. The tannin in grain was capable to decrease the potential degradability of dry matter on sorghum silages BR 700 and BR 701, harvested at dough stage. There was not negative effect of tannin in silages of BR 700 and BR 701 on the parameters of potential degradability and degradation rate of the crude protein.

Keywords: sorghum silage, crude protein, dry matter, in situ degradability, tannin


 

 

INTRODUÇÃO

Os problemas decorrentes da estacionalidade da produção no Brasil poderiam ser minimizados pelo armazenamento do alimento na forma de silagem (Lavezzo, 1993). Para silagem, as culturas de milho e de sorgo são as mais recomendadas por sua facilidade de cultivo e de mecanização, alto rendimento e, especialmente, pela qualidade da silagem produzida (Zago, 1991; Nússio, 1993; Demarchi et al., 1995; Zago, 1999).

A silagem de sorgo fornecida como único componente da dieta animal tem apresentado de 72 a 92% do valor nutricional da silagem de milho (Pizarro, 1978; Zago, 1991). Essa diferença seria a responsável pelas variações na produtividade animal (Pizarro, 1978).

Cummins (1971) e Demarchi et al. (1995) mencionaram que uma das principais causas do menor desempenho animal quando alimentado com silagem de sorgo, em comparação com a silagem de milho, seria a presença do tanino, responsável por reduzir tanto o consumo quanto a digestibilidade do alimento forrageiro. A habilidade dos taninos de interagirem com as proteínas (além de carboidratos), formando complexos tanino-proteína resistentes ao ataque microbiano, seria o mais importante efeito nutricional e toxicológico desses compostos (Rittner, Reed, 1992; Jansman, 1993; Reed, 1995).

A degradação ruminal dos alimentos tem sido considerada fundamental para se avaliar a quantidade de nutrientes disponível para os microrganismos do rúmen e de nutrientes que chega ao intestino (Mehrez, Ørskov, 1977; Barbosa et al., 1998). A degradabilidade ruminal in situ baseia-se na colocação de uma pequena quantidade do alimento teste em uma bolsa porosa não degradada e sua subseqüente inserção (ou incubação) no conteúdo ruminal de animais canulados no rúmen. A bolsa seria removida em tempos definidos para se observar o desaparecimento de seu conteúdo e para posterior análise (Mehrez, Ørskov, 1977; Nocek, 1988; Huntington, Givens, 1995).

O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito da presença de tanino no grão sobre os parâmetros de degradabilidade in situ da matéria seca e da proteína bruta das silagens de seis genótipos de sorgo, colhidos no estádio de grão pastoso.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Conduzido nas dependências do Hospital Veterinário da Escola de Veterinária UFMG, o experimento de degradabilidade in situ utilizou quatro novilhos mestiços Holandês x Zebu, canulados no rúmen, alojados em baias individuais e com acesso irrestrito à água e ao sal mineral. A dieta, composta por feno de Tifton 85, foi fornecida à vontade duas vezes ao dia.

Os genótipos de sorgo para silagem testados foram: BR 303, BR 304, BR 601 e AG 2006 (sem tanino no grão) e BR 700 e BR 701 (com tanino no grão). Todos os seis genótipos foram ensilados no estádio de grão pastoso. A composição química de cada silagem de sorgo incubada no rúmen é apresentada na Tab. 1.

 

 

Para a incubação ruminal, colocaram-se 5g da forrageira, previamente moída a 5mm, em bolsas de náilon com poros de 50mm de diâmetro, nas dimensões de 15x8cm. Elas foram presas a uma corda de náilon e ancoradas à borda externa da cânula ruminal. Ao todo, quatro repetições de cada silagem de sorgo por animal foram utilizadas, no mesmo tempo de incubação.

Os tempos de incubação foram 6, 12, 24, 48, 72 e 96 horas. Após a retirada das bolsas com o resíduo de incubação de cada silagem procedeu-se à rotina de laboratório recomendada para testes de degradabilidade. Determinou-se a fração solúvel de cada amostra no tempo zero (t0) com outros 5g de amostras colocadas nas bolsas de náilon, lavadas em água corrente por 20 minutos e posteriormente secas em estufa ventilada por 48 horas.

As análises químicas foram feitas sobre o material antes e após a incubação para teor de matéria seca em estufa 105o C (Association..., 1980) e de proteína bruta pelo método Kjedhal (Association..., 1980).

as equações de regressão para o desaparecimento da MS e da PB foram estimadas usando o software SAEG. Para o cálculo da degradabilidade potencial das silagens de sorgo foi utilizado o modelo proposto por Sampaio (1988) a partir da simplificação do modelo exponencial de Ørskov e McDonald (1979).

O delineamento utilizado foi o de blocos ao acaso em esquema de parcelas sub-subdivididas, estando na parcela os seis genótipos de sorgo e na sub-parcela, os tempos de incubação. As médias para o desaparecimento da MS e da PB foram comparadas a 5% de probabilidade de erro (P<0,05) utilizando-se o teste Student-Newman-Keuls.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O desaparecimento médio da matéria seca (MS) das silagens de seis genótipos de sorgo no tempo zero (t0) e nos tempos de incubação ruminal (horas) pode ser visto na Tab. 2.

 

 

Às 6 horas e 12 horas, a silagem do sorgo BR 304 apresentou maior (P<0,05) desaparecimento médio da MS em relação às demais silagens. Com 24 e 72 horas de incubação, o maior desaparecimento foi apenas em relação ao BR 701, e valores intermediários foram encontrados para as demais silagens de sorgo. Com 48 horas não houve diferenças (P>0,05) entre as silagens e com 96 horas, BR 303 e BR 304 apresentaram maior média de desaparecimento da MS em relação ao BR 701. Resultados intermediários foram encontrados para as demais silagens com 96 horas de incubação.

Com 96 horas a presença de tanino nas silagens dos sorgos BR 700 e BR 701 pareceu não influenciar a média de desaparecimento da MS, uma vez que os resultados para estes genótipos foram semelhantes aos das silagens dos genótipos de sorgo BR 601 e AG 2006, ambas sem tanino no grão.

Os resultados convergiram ao modelo exponencial proposto por Ørskov e McDonald (1979), adaptado por Sampaio (1988), em que P=A+B*e-ct. Os parâmetros de degradação ruminal da MS foram:

BR 303, P=83,1+49,0*e-0,0226t, R2=0,915;

BR 304, P=84,3+38,5*e-0,0218t, R2=0,865;

BR 601, P=80,1+47,8*e-0,0259t, R2=0,961;

BR 700, P=74,6+44,8*e-0,0359t, R2=0,904;

BR 701, P=71,3+42,2*e-0,0317t, R2=0,889 e

AG 2006, P=79,5+45,8*e-0,0301t, R2=0,894.

Em ordem decrescente, os resultados observados para a degradabilidade potencial foram: 84,3% (BR 304), 83,1% (BR 303), 80,1% (BR 601), 79,5% (AG 2006), 74,6% (BR 700) e 71,3% (BR 701). As silagens de sorgo nas quais o tanino se fez presente nos grãos foram as últimas nessa classificação.

A presença de tanino nos alimentos foi responsabilizada por diminuir a digestibilidade da MS, sendo a digestibilidade in vitro de alguns alimentos, entre eles o sorgo como forrageira, correlacionada negativamente com a concentração de tanino (Cummins, 1971; Euclides, 1977; Kumar, Singh, 1984; Zago, 1991). A interação do tanino com certos nutrientes, principalmente com as enzimas digestivas, poderia ser um dos meios pelos quais os taninos interfeririam nos processos digestivos (McLeod, 1974; Jansman, 1993).

Ao trabalhar com grãos de sorgo com alto teor de tanino (concentração média de 2,0% na MS) e com baixo teor (média de 0,5% na MS), Euclides (1977) constatou redução nos coeficientes de digestibilidade aparentes da MS, da matéria orgânica (MO), da proteína bruta (PB), da energia bruta (EB) e do amido.

Apesar da tendência em reduzir o potencial de degradação das silagens de sorgo, o tanino pareceu não influenciar a taxa de degradação dos alimentos testados, cujos resultados foram: 3,6%/h para o BR 700, 3,2%/h para o BR 701, 3,0%/h para o AG 2006, 2,6%/h para o BR 601, 2,3%/h para o BR 303 e 2,2%/h para o BR 304.

O desaparecimento médio da proteína bruta (PB) das silagens de seis genótipos de sorgo no tempo zero (t0) e nos tempos de incubação ruminal (horas) pode ser visto na Tab. 3.

 

 

Às 6 horas, a silagem do sorgo AG 2006 apresentou maior desaparecimento médio da PB (P<0,05) em relação ao do BR 303 (51,6%) e do BR 700 (45,2%). Estes tiveram resultados semelhantes (P>0,05) ao BR 701 (54,8%). Os demais genótipos apresentaram resultados intermediários. No tempo de 12 horas não houve diferença (P>0,05) quanto à média de desaparecimento da PB. Com 24 horas de incubação, o AG 2006 apresentou maior desaparecimento médio da PB em relação ao do BR 700 e do BR 303. Valores intermediários foram encontrados para as demais silagens. Com 48 horas, o AG 2006 (77,6%) apresentou maior desaparecimento que o BR 303 (66,8%). As outras silagens tiveram resultados intermediários. Com 72 e 96 horas, não houve diferença (P>0,05) entre as silagens.

A habilidade dos taninos de interagirem com as proteínas, formando complexos tanino-proteína resistentes ao ataque microbiano, seria o mais importante efeito nutricional e toxicológico desses compostos (Kumar, Singh, 1984; Reed, 1995). Apesar de se ligarem a outras moléculas (carboidratos, por exemplo), parece haver maior afinidade dos taninos pelas proteínas, atribuída às fortes pontes de hidrogênio que se formariam entre o oxigênio do grupo carbonila das proteínas e os grupos hidroxifenólicos dos taninos (McLeod, 1974). De acordo com Hagerman e Butler (1989), ambos os tipos de tanino (taninos condensados e hidrolizáveis) seriam capazes de interagir com as proteínas, formando complexos solúveis ou insolúveis, dependendo, de acordo com McLeod (1974) e Mangan (1988), da configuração espacial e peso molecular das moléculas que participariam da interação e da disponibilidade de grupos fenóis reativos. Para Van Soet (1994), os efeitos dos taninos condensados sobre a proteína dietética seriam mais negativos do que os efeitos dos taninos hidrolizáveis.

Neste experimento, apesar de sua maior afinidade pelas proteínas, o tanino presente nos grãos das silagens de sorgo BR 700 e BR 701 não deprimiram as médias de desaparecimento da PB às 96 horas, quando todas as silagens mostraram resultados similares (P>0,05).

Os resultados convergiram ao modelo exponencial proposto por Ørskov e McDonald (1979), adaptado por Sampaio (1988). Os parâmetros de degradação ruminal da PB foram: BR 303, P=93,7+42,5*e-0,0100t, R2=0,786;

BR 304, P=87,4+33,1*e-0,0145t, R2=0,697;

BR 601, P=76,8+30,0*e-0,0471t, R2=0,566;

BR 700, P=75,5+36,1*e-0,0382t, R2=0,736;

BR 701, P=78,9+30,0*e-0,0232t, R2=0,725 e

AG 2006, P=79,4+30,0*e-0,0800t, R2=0,802.

Os potenciais de degradação da PB encontrados estão dentro do intervalo observado no experimento conduzido por Serafim et al. (2000), isto é 78 a 95%, e superiores aos 37,3% obtidos por Martins et al. (1999), para silagens de sorgo.

Sampaio (1988) mencionou taxas de degradação de 2 a 6%/h para alimentos volumosos de boa qualidade. Seguindo essa premissa, as silagens de sorgo BR 303 e BR 304 não seriam classificadas como de boa qualidade. Teriam essa classificação somente as silagens de BR 601, BR 700 e BR 701. A silagem do AG 2006 superou em 33% o máximo valor sugerido pelo autor (8,0%/h).

Os resultados apresentados pela equação mostram que a degradabilidade potencial (A) e a taxa de degradação (C) da PB não foram influenciadas pela presença de tanino no grão das silagens dos sorgos BR 700 e BR 701.

 

CONCLUSÕES

A presença de tanino nas silagens dos sorgos BR 700 e BR 701, com grãos no estádio pastoso, foi capaz de inibir somente a degradabilidade potencial da MS. Apesar da maior afinidade pelos compostos nitrogenados/protéicos, o tanino não exerceu efeito depressivo sobre a média do desaparecimento da proteína bruta em nenhuma das silagens de sorgo testadas. O mesmo ocorreu com a degradabilidade potencial e com a taxa de degradação da proteína bruta.

 

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Recebido para publicação em 19 de fevereiro de 2002
Recebido para publicação, após modificações, em 11 de fevereiro de 2003

 

 

E-mail: brenoms@hotmail.com