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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935versão On-line ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. v.55 n.2 Belo Horizonte abr. 2003

https://doi.org/10.1590/S0102-09352003000200013 

Degradabilidade in situ da silagem de quatro genótipos de sorgo com e sem tanino. I - Matéria seca e proteína bruta

 

In situ degradability of four sorgum silages with or without tannin. I - Dry mater and crude protein

 

 

W.E. CamposI, *; H.M. SaturninoII; B.M. SousaI; I. BorgesII; L.C. GonçalvesII; P.M. FerreiraII; A.U. CarvalhoII

IDoutorando em nutrição animal
IIEscola de Veterinária da UFMG Caixa Postal 567 30123-970 - Belo Horizonte, MG

 

 


RESUMO

Avaliaram-se a degradabilidade in situ da matéria seca (MS) e da proteína bruta (PB) da silagem de quatro genótipos de sorgo, dois com tanino (CMS XS 210 e BR 701) e dois sem tanino (CMS XS 214 e BR007) em um delineamento de blocos inteiramente ao acaso, com três repetições (animais), em arranjo de parcelas subdivididas. Os genótipos constituíram as parcelas e os tempos de digestão as subparcelas. O genótipo CMS XS 210 apresentou menor degradabilidade da MS em relação aos demais e os genótipos que continham tanino (CMS XS 210 e BR 701) apresentaram menores degradabilidades da PB em relação aos que não o continham.

Palavras-chave: degradabilidade in situ, matéria seca, proteína bruta, sorgo, tanino


ABSTRACT

The in situ procedure was used to evaluate the disappearance of dry matter (DM) and crude protein (CP) of four sorghum genotypes with (CMS XS 210 and BR 701) or without (CMS XS 214 and BR 007) tannin in a completely randomized block design experiment with three replicates (animals), in a split plot arrangement. The four genotypes were allotted to the plots and the time of disappearance to the split plot. The DM of CMS XS210 was less degraded when compared to the others and sorghums with tannin showed lower CP degradability when compared to the sorghums without tannin.

Keywords: in situ degradability, dry matter, crude protein, sorghum, tannin


 

 

INTRODUÇÃO

O sorgo é um cereal de grande importância na obtenção de alimentos, particularmente em regiões onde a disponibilidade de água é reduzida ou a distribuição irregular das chuvas constituem fatores limitantes ao cultivo de outros cereais como o milho (Veiga, 1986). O sorgo para silagem, de modo geral, tem apresentado produção de MS mais elevada que o milho, especialmente em condições marginais de cultivo como aquelas de regiões de solos de fertilidade mais baixa e onde são freqüentes a ocorrência de estiagens longas (Molina, 2002a).

A silagem de milho é de melhor qualidade do que a de sorgo, pois esse geralmente possui compostos fenólicos. Entretanto, em certas regiões a cultura do sorgo implica em menor risco de insucesso, sendo, portanto, mais recomendada (Monteiro, Monteiro, 1992).

Este trabalho teve como objetivo avaliar o valor nutritivo de quatro genótipos de sorgo e a influência dos taninos na degradabilidade in situ da matéria seca e da proteína bruta.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Avaliou-se a degradabilidade in situ de quatro genótipos de sorgo cultivados na EMBRAPA Milho e Sorgo: BR 701 - genótipo forrageiro com tanino, CMS XS 210 - genótipo com tanino de porte médio e colmo seco, BR 007 - genótipo sem tanino e CMS XS 214 - genótipo sem tanino.

Foram utilizados três bovinos machos, mestiços de Holandês x Zebu fistulados no rúmen, submetidos à dieta composta de silagem de milho e concentrado (68% vs. 32% respectivamente), fornecida às 7h e 18h de forma a permitir 10% de sobras. A composição dos alimentos e da dieta aparece na Tab. 1.

 

 

O delineamento experimental foi o de blocos inteiramente ao acaso no arranjo de parcelas subdividas no qual os três animais representaram os blocos. As parcelas foram constituídas pelos híbridos e as subparcelas pelos tempos. Para avaliar as diferenças entre as médias usou-se o teste SNK (P<0,05).

Aproximadamente 7g das silagens de sorgo, moídas a 5mm, foram acondicionadas em sacos de nylon de 10 x 20cm e poros de 50micras, o que corresponde à relação de 17,5 mg de amostra por cm2 (Nocek, 1988), e incubadas no rúmen por 6, 24, 48, 72 e 96h. Os sacos foram sempre colocados às 8 horas, logo após o fornecimento da primeira refeição. As amostras foram secas, pesadas e analisadas, determinando-se a fração desaparecida de MS e de PB (AOAC, 1980).

As diferenças estatísticas e os coeficientes do modelo proposto por Orskov e McDonald (1979) e da degradabilidade efetiva adotando-se as taxas de passagem de 2, 5 e 8%/h foram determinadas utilizando-se o programa SAEG 7.0. Após a determinação dos parâmetros do modelo anterior, estimou-se o tempo de colonização conforme proposto por McDonald (1981).

Os fenóis totais foram determinados pelo método Azul da Prússia (Price, Buttler, 1977), sendo as leituras feitas em um espectrofotômetro no comprimento de onda de 720 nanômetros (Jansman, 1993).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A composição química das silagens utilizadas para a incubação ruminal encontra-se na Tab. 2.

 

 

Os teores de matéria seca dos diferentes genótipos variaram entre 27,7 (CMS XS 210) e 36,1% (BR 701), sendo consideradas silagens de qualidade muito boa as que continham 30 a 35% de MS (Paiva, 1976).

Os valores de pH dos sucos das silagens variaram entre 3,8 a 3,9, dentro do intervalo aceitável de 3,6 a 4,2 proposto por McDonald et al. (1991) para garantir um processo de fermentação normal, além de evitar sabores e odores desagradáveis. Dessa forma, quanto ao valor de pH, todas as silagens foram consideradas de boa qualidade.

O nitrogênio amoniacal variou de 5,4 a 10,0% do nitrogênio total, podendo-se considerar as silagens avaliadas como de boa qualidade, uma vez que forragens úmidas bem preservadas apresentam proporção inferior a 10% do nitrogênio total sob forma de amônia (AFRC, 1987).

Verifica-se na Tab. 3 que nos tempos 0 e 6 a quantidade de material perdido com a lavagem dos sacos ou pela solubilização no líquido ruminal foi elevada, provavelmente devido à presença de grande proporção de material finamente moído na amostra incubada (Moron, 1994).

 

 

A degradação ruminal da MS com 48h de incubação variou de 55,8 a 61,4%, valores semelhantes aos obtidos por Pesce et al. (2000) que avaliaram 20 genótipos de sorgo e obtiveram digestibilidade in vitro de 54,1 a 62,9%. Os dados deste experimento indicam que os genótipos avaliados possuem bom valor nutricional segundo Paiva (1976), que sugeriu digestibilidade da MS superior a 55% para silagens de boa qualidade.

Nenhuma diferença foi verificada na degradação ruminal da MS entre os genótipos BR 007, CMS XS 214 e BR 701 nos diversos tempos avaliados. O cultivar CMS XS 210 apresentou menor degradabilidade da MS em relação aos outros, exceção feita ao tempo de 48h. Essa menor degradação da MS do cultivar CMS XS 210 deveu-se à maior concentração de tanino (Zago, 1991; Bernardino, 1997) ou à maior porção de componentes estruturais (Van Soest, 1994) nele contidas.

Rocha Junior (2000) avaliou o valor nutritivo de sete híbridos de sorgo e encontrou correlação negativa entre a digestibilidade in vitro da MS e os componentes da parede celular (FDN: r=–0,48; FDA: r= -0,48 e lignina: r= -0,51). Essa influência simultânea de vários fatores sobre a degradabilidade da MS dificulta a identificação de um ou de outro componente como único responsável pelos coeficientes de degradabilidade.

Além dos componentes estruturais, os taninos também apresentaram correlação negativa com a degradabilidade da matéria seca. Rodrigues et al. (1999) verificaram melhor digestibilidade dessa fração em sorgos sem tanino. Esses autores verificaram correlação negativa (r=–0,34; P<0,01) entre a presença de taninos e a digestibilidade da MS.

Os resultados de degradação obtidos convergiram para o modelo de Orskov e McDonald (1979) adaptado por Sampaio (1988), apresentando coeficiente de determinação médio de 90,3%. Os parâmetros das equações são mostrados na Tab. 4.

 

 

Segundo Sampaio (1988), taxas de degradação (C) inferiores a 0,02/h indicam alimentos de baixa qualidade, que necessitam de maior tempo de permanência no rúmen para sofrer degradação. Nesse aspecto, apenas o cultivar CMS XS 210 poderia ser classificado como de qualidade inferior.

As degradabilidades efetivas (%) da MS das silagens para as taxas de passagem de 0,02; 0,05 e 0,08/h são mostradas na Tab. 5.

 

 

Os valores de degradação encontrados foram semelhantes ou ligeiramente superiores aos relatados por Lara (1999), que avaliou um híbrido forrageiro, por Rabelo (1997), que estudou híbridos de porte médio, e por Serafim et al. (2000) e Molina (2002b), que avaliaram genótipos de diversos portes.

Os genótipos com tanino (CMS XS 210 e BR 701) apresentaram, em média, menor degradabilidade efetiva do que os sem tanino (BR 007 e CMX XS 214), apesar de o BR 701 ter apresentado degradabilidade similar aos genótipos sem tanino.

Os resultados sugerem que existe efeito negativo do tanino sobre a degradabilidade da matéria seca, conforme relatado por Montgomery et al. (1986) e Rodrigues (1999). Entretanto, parece existir uma concentração mínima necessária para que os efeitos negativos se expressem, pois, apesar do BR 701 e do CMS XS 210 serem variedades com tanino, apenas o segundo apresentou menor degradação da matéria seca, ressaltando-se que esse cultivar apresentou teores mais elevados de fenóis totais.

Outro fator que pode influenciar negativamente na degradabilidade das silagens é a concentração de lignina nas plantas (Fritz et al., 1988; Corrêa, 1996). Neste experimento a concentração de lignina foi similar entre as forragens com tanino permitindo melhor comparação entre tais genótipos.

O efluxo inicial (t0) da fração nitrogenada (%) (Tab. 6), o qual representa a porção de nitrogênio solúvel ou amostra moída em partículas suficientemente pequenas para sair pelos poros do saco, apresentou valores superiores aos encontrados por Rabelo (1995) (35,2 a 48,1%), Serafim et al. (2000) (13,9 a 38,1%) e Molina (2002b) (15,0 a 23,1%), e similares aos mencionados por Martins (1998) (59,6 a 61,5%). Tais diferenças podem ocorrer devido ao estádio de coleta da planta (Lara, 1999), à intensidade de proteólise no silo (Rabelo, 1997), à moagem, ou à característica intrínseca da forrageira.

 

 

Nenhuma diferença foi observada entre genótipos sem tanino quanto à degradação ruminal da proteína bruta para o mesmo tempo, entretanto, esses genótipos foram mais degradados do que os genótipos com tanino, exceto para o tempo de 96h de incubação, em que o sorgo BR 701 apresentou valor similar aos dos sorgos sem tanino. Pode-se concluir que em material com maior taxa de retenção, a presença de taninos não influi na degradabilidade ruminal da proteína bruta.

Nos sorgos com tanino observou-se que apenas com 6h de incubação o híbrido BR 701 apresentou menor degradação do que o genótipo CMS XS 210. Nos demais tempos de incubação, o CMS XS 210 apresentou menor degradação da proteína, sugerindo correlação negativa entre concentração de taninos e degradabilidade protéica. Euclides (1977) verificou marcante efeito negativo do aumento no teor de tanino das rações sobre o coeficiente de digestibilidade da proteína bruta (r2= -0,90), atribuído à ligações de grupos fenólicos da molécula de tanino a peptídeos da cadeia protéica. No presente ensaio isso fica mais evidente ao se comparar os genótipos com tanino mais elevado e os com menor concentração de tanino.

Essa menor degradação da PB provavelmente deveu-se à presença de taninos, os quais se ligam à fração nitrogenada, podendo esse complexo tornar-se um componente do resíduo do FDA (Rodrigues, 1997; Borges et al., 1997; Borges, 1999). Isso pode ser um fator que está associado aos maiores valores de FDA para os genótipos com tanino, citados na Tab.2.

Os quatro genótipos convergiram ao modelo exponencial para a degradação ruminal do nitrogênio (Tab. 7).

 

 

Verificou-se que em média a proteína do sorgo possui potencial de degradação elevado, embora esse parâmetro possa ser afetado pela proporção de panícula no material, o que influencia positivamente a degradabilidade (Silva, 1997), ou pela presença da grande proporção de partículas pequenas.

As taxas de degradação da fração lentamente degradável foram em média superiores àquelas obtidas por Serafim et al. (2000), mas ainda assim aquém do esperado por Sampaio (1988), que seria de 2 a 6% para a maioria dos alimentos vegetais. Isso pode ser reflexo da grande solubilização inicial da fração nitrogenada, 57,5% para os genótipos com tanino e 65,9% para os sem tanino, ocasionando grande redução da fração lentamente degradável. Tal afirmação pode ser reforçada comparando-se o híbrido BR 701 que no experimento conduzido por Molina (2002b) apresentou fração solúvel inferior à encontrada neste experimento (20,9 vs 55,1%) e taxa de degradação superior (1,8 vs 1,6%/h).

O genótipo BR 701 apresentou a segunda maior taxa de degradação, o que pode explicar os valores semelhantes de degradação entre o BR 701 e os genótipos sem tanino às 96h de incubação (Tab. 6), uma vez que as frações solúveis das silagens sem tanino foram maiores do que a do BR 701.

A incapacidade em caracterizar a disponibilidade do material solúvel e/ou filtrável que pode ser degradado, em maior ou menor extensão em relação ao material digestível insolúvel, é, segundo Nocek (1985), a principal limitação associada a técnica in situ. Para validação da técnica, pressupõe-se que a perda líquida de proteína dos sacos ocorre somente em função da degradação (Broderick et al., 1988).

Para as taxas de passagem de 0,02; 0,05 e 0,08/h (Tab.8), as respectivas degradabilidades efetivas médias da proteína bruta foram maiores para os genótipos sem tanino do que para as silagens com tanino, evidenciando o valor negativo desse composto sobre a digestão protéica.

 

 

CONCLUSÕES

A presença dos taninos nas silagens de sorgo diminuiu a degradabilidade ruminal da matéria seca e da proteína bruta. Esse efeito é dependente da concentração de tanino na planta e não apenas da sua presença. O CMS XS 210 apresentou-se com valor nutritivo inferior aos demais devido à menor degradação ruminal da matéria seca e da proteína bruta.

 

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Recebido para publicação em 11 de dezembro de 2001
Recebido para publicação, após modificações, em 20 de janeiro de 2003

 

 

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