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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.57 no.3 Belo Horizonte June 2005

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352005000300009 

MEDICINA VETERINÁRIA

 

Análise histológica e histoquímica de cistos intra-epiteliais de tubas uterinas de novilhas mestiças

 

Histological and histochemical analysis of intraepithelial cysts of the uterine tubes of crossbred heifers

 

 

G.R. ValleI; E.F. NascimentoII, *; A.C.S. CastroIII; A.L. NorteIV; J.C. NogueiraIII

IMedicina Veterinária - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – Betim, MG
IIEscola de Veterinária da UFMG - Departamento de Clínica e Cirurgia Veterinárias Caixa Postal 567 30123-970 - Belo Horizonte, MG
IIIInstituto de Ciências Biológicas - UFMG
IVMédico Veterinário-Autônomo

 

 


RESUMO

Tubas uterinas de 21 novilhas mestiças Bos taurus taurus × Bos taurus indicus, em diferentes fases do ciclo estral natural (estro, metaestro e diestro) ou induzido pelo tratamento superovulatório (estro e metaestro superovulados), foram avaliadas quanto à presença de cistos intra-epiteliais e à caracterização histoquímica de seu conteúdo. Verificou-se a ocorrência de cistos intra-epiteliais nas tubas uterinas em todos os animais, mais freqüentes nas regiões do infundíbulo e ampola. Eles ocorreram nos lados direito e esquerdo, ipsi- e contralateral ao ovário ativo (folículo pré-ovulatório ou corpo lúteo), nas fases estrogênica e progesterônica do ciclo. No conteúdo cístico, houve predominância de mucinas neutras e ácidas carboxiladas, sendo as mucinas sulfatadas presentes em menor intensidade, e não se observou glicogênio. Os resultados sustentam a hipótese de que esses cistos formam-se pela fusão de luminações intracitoplasmáticas e/ou vacúolos ciliados do epitélio tubário.

Palavras-chave: tubas uterinas, cistos intra-epiteliais, bovinos


ABSTRACT

Uterine tubes from 21 crossbred heifers (Bos taurus taurus × Bos taurus indicus) at different phases of the natural estrus cycle (estrus, metaestrus and diestrus) or submitted to superovulation (superovulated estrus and metaestrus) were evaluated for the presence of intraepithelial cysts and for histochemical labelling of its contents. All studied animals had intraepithelial cysts mainly in the infundibular and ampullary regions. Such cysts were present regardless of the side of the uterine tube, ipsi- or contralateral to the active ovary (preovulatory follicle or corpus luteum) or of the cycle phase (estrogenic or progesteronic). Histochemical analysis revealed that neutral and acid mucins were the major substances found within the cysts. Sulphated mucins were present in low amounts and glycogen was absent. These results suggest that these cysts are probably formed by the fusion of intracytoplasmic lumina and/or ciliated vacuoles of the uterine tube epithelium.

Keywords: uterine tube, intraepithelial cysts, bovine


 

 

INTRODUÇÃO

As funções desempenhadas pelas tubas uterinas envolvem processos que permitem a fertilização dos ovócitos e a manutenção dos embriões até sua chegada ao útero. Na parte proximal ao útero (istmo), ocorre o processo de estocagem e capacitação espermática, além da manutenção dos embriões até que atinjam o estádio de 8-16 células; na parte média (ampola), ocorrem os estádios finais de maturação dos ovócitos e a fertilização, que se dá na transição ampola/istmo; e a região adjacente ao ovário (infundíbulo) é responsável pela captação dos ovócitos recém-ovulados. As secreções presentes na luz tubária, principalmente as glicoproteínas, parecem ter as seguintes funções: nutricional, facilitadora da fusão do espermatozóide com a zona pelúcida dos ovócitos, e inibidora da ação imunológica materna (Ellington, 1991).

As alterações morfofuncionais nas tubas uterinas são causadoras de redução da fertilidade, sendo relatadas diversas patologias nos animais domésticos (McEntee, 1990; Nascimento e Santos, 2003). Dentre elas estão os cistos intra-epiteliais na vaca (Donaldson, 1969; McEntee, 1990), na égua (Silva, 1991), na coelha (Odor, 1991) e na mulher (Hagiwara et al., 1997; Hunt e Lynn, 2003). No entanto, nem a patogênese nem o significado clínico desses cistos estão definidos (Donaldson, 1969; Odor, 1991; Hagiwara, 1994; Hagiwara et al., 1997).

Em bovinos, o uso de tratamentos superovulatórios proporciona níveis circulantes de estradiol-17b e progesterona maiores que aqueles encontrados ao longo do ciclo estral natural (Gradela et al., 1996; Chagas e Silva et al., 2002), o que poderia produzir alterações no metabolismo tubário, levando, inclusive, à maior ocorrência de cistos intra-epiteliais (Odor, 1991).

Este trabalho teve o objetivo de relatar a ocorrência e descrever os aspectos histológicos e histoquímicos dos cistos intra-epiteliais tubários, em um grupo de novilhas mestiças, em diferentes fases do ciclo estral natural ou superovulado.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram estudadas as tubas uterinas de 21 novilhas mestiças Bos taurus taurus × Bos taurus indicus, distribuídas em cinco grupos, assim constituídos: quatro fêmeas no grupo de estro natural (Est), quatro no grupo de metaestro natural (Meta), quatro no grupo de diestro natural (Die), cinco no grupo de estro superovulado (Estsup), e quatro no grupo de metaestro superovulado (Metasup). Os grupos superovulados receberam, conforme Fonseca (1999), tratamento intramuscular com FSH1, na dosagem total de 350UI, subdivididas em doses decrescentes, em intervalos de 12 horas, nos dias 10, 11, 12 e 13 do tratamento. No dia 12 do tratamento, aplicaram-se 25mg de Dinoprost trometamina2, por via intramuscular. Os animais foram abatidos, conforme o grupo a que pertenciam, no estro natural ou superovulado, metaestro natural ou superovulado, ou diestro natural. Todas as fêmeas foram mantidas com um rufião, em um único lote, em regime de pastejo com suplementação mineral e protéica3.

Após o abate, colheram-se fragmentos dos segmentos das tubas uterinas (infundíbulo, ampola, transição ampola/istmo e istmo), os quais foram fixados em formol a 10%, neutro e tamponado, por 24 horas. Em seguida à inclusão em parafina, foram seccionados com cinco micrômetros de espessura, corados pelas técnicas de hematoxilina e eosina, Alcian blue pH2,5, Alcian blue pH2,5 após hidrólise ácida, Alcian blue pH0,5, periodic acid Schiff e periodic acid Schiff após digestão por amilase salivar (Luna, 1968; Salles, 1977), e examinados por microscopia de luz.

Utilizaram-se os critérios expressos na Tab. 1 para a caracterização histoquímica do conteúdo dos cistos.

 

 

Amostras do plasma sangüíneo dos animais foram obtidas na data do abate, sendo armazenadas a -20ºC até o momento da realização das dosagens de estradiol-17b4 e progesterona4, pela técnica de radioimunoensaio, obtendo-se, respectivamente, erros intra-ensaio de 7,0% e 8,1%.

Compararam-se, pelo teste de McNemar, os resultados obtidos nas tubas ipsi-laterais frente às contra-laterais ao ovário ativo (aquele com folículo pré-ovulatório ou corpo lúteo). Pelo mesmo teste, compararam-se as tubas do lado direito com as do lado esquerdo, independentemente da ipsi- ou contra-lateralidade ao ovário ativo. Empregou-se o teste de qui-quadrado para a comparação entre animais em fase estrogênica (Est e Estsup) ou progesterônica (Meta, Metasup e Die), e o teste exato de Fisher para as comparações entre diferentes regiões das tubas uterinas. Os valores hormonais, entre os grupos experimentais, foram comparados pelos testes de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Todos os animais apresentaram cistos intra-epiteliais nas tubas (Tab. 2), preponderantemente no infundíbulo e na ampola, não havendo diferença entre as duas regiões (Tab. 3). Segundo Donaldson (1969), os cistos ocorrem no infundíbulo e na ampola, mas nunca no istmo de novilhas Hereford, enquanto que Odor (1991) os observou no istmo de coelhas em fase estrogênica.

 

 

A presença de cistos intra-epiteliais nas tubas de todos os animais é surpreendente, uma vez que as novilhas se encontravam em diferentes fases do ciclo estral e não pertenciam a nenhum grupo geneticamente homogêneo.

Segundo McEntee (1990) e Nascimento e Santos (2003), é escassa a descrição dessas lesões em bovinos, ao contrário do que ocorre na espécie humana (Hagiwara, 1994; Hagiwara et al., 1997; Hunt e Lynn, 2003). No entanto, os cistos intra-epiteliais parecem ocorrer, com freqüência, em vacas no pós-parto (informação verbal5).

Não houve diferenças quanto à localização (lado direito ou esquerdo e ipsi- ou contra-lateral ao ovário ativo) ou às características histoquímicas dos cistos intra-epiteliais (Tab. 4). O interesse nesse tipo de investigação baseou-se em relatos da existência de um mecanismo de contracorrente que possibilitaria o transporte de substâncias da veia para a artéria ovárica, permitindo a ação de hormônios ováricos, de forma parácrina, sobre a tuba uterina (Verco, 1991; Hunter, 1999). Assim, poder-se-ia esperar que houvesse ocorrência preferencial de cistos na tuba ipsilateral ao ovário ativo, esteja este produzindo estradiol-17b ou progesterona, o que não ocorreu. Da mesma forma, não se observou diferença entre as tubas direita ou esquerda quando os dois ovários estavam ativos (grupos Estsup e Metasup).

 

 

Donaldson (1969) relatou a presença de cistos intra-epiteliais em 18 novilhas Hereford submetidas à administração diária de oxitocina. Como as novilhas tratadas responderam com a diminuição do ciclo estral, o autor concluiu que a presença dos cistos poderia estar relacionada à hiperestimulação estrogênica à qual as novilhas foram submetidas. De maneira semelhante, Odor (1991) verificou maior ocorrência de cistos intra-epiteliais em coelhas tratadas com estradiol-17b.

Neste trabalho, não houve estimulação prolongada das fêmeas pelo estradiol-17b, como ocorreu nos de Donaldson (1969) e Odor (1991). Assim, o curto tempo de estimulação estrogênica que ocorre no estro, tanto natural quanto superovulado, poderia não ser suficiente para desencadear a formação de cistos intra-epiteliais. A presença de cistos em todas as novilhas poderia ser atribuída aos baixos níveis circulantes de progesterona, pois tratava-se de animais que haviam atingido a puberdade recentemente, estando ainda em seus primeiros ciclos estrais.

Odor (1991) verificou a presença de cistos intra-epiteliais no istmo das tubas uterinas de coelhas submetidas a elevados níveis circulantes de estradiol-17b. Isso não foi observado neste experimento, não havendo cistos no istmo em nenhuma fase do ciclo estral, nem mesmo quando os níveis de estradiol-17b estavam elevados.

A Tab. 5 mostra a idade e peso médios, bem como os níveis circulantes de estradiol-17b e progesterona dos animais ao abate.

Em mulheres, Hunt e Lynn (2003) encontraram maior ocorrência de cistos intra-epiteliais após a menopausa. Entretanto, Hagiwara et al. (1997) não mencionaram modificações na ocorrência de cistos intra-epiteliais em mulheres nessa condição, mas observaram redução na ocorrência de luminações intracitoplasmáticas.

Existem três tipos de cavidades encontradas no epitélio de tubas uterinas de mulheres: luminações intracitoplasmáticas (ICL), vacúolos ciliados e cistos intra-epiteliais (Hagiwara et al., 1997). As ICL parecem ser formadas pela fusão de grânulos secretórios dentro do citoplasma que, em seguida, fariam comunicação com a luz tubária. Os vacúolos ciliados parecem ser formados, segundo Odor (1991), por algum distúrbio nos mecanismos que determinam a polarização das células epiteliais ciliadas do epitélio tubário, produzindo formações císticas ciliadas intra-epiteliais. Hagiwara (1994) chamou os vacúolos ciliados de cistos ciliados e sugeriu a participação deles na formação da superfície ciliada do epitélio tubário da mulher, não os considerando resultado de falhas no processo de polarização celular, como anteriormente proposto por Odor (1991).

Segundo as observações de Hagiwara et al. (1997), ao redor dos cistos intra-epiteliais há concentração de ICL e vacúolos ciliados, cuja fusão seria, provavelmente, o mecanismo de formação de tais cistos. Hipótese semelhante foi postulada por Odor (1991) em coelhas.

A Fig. 1 mostra cistos intra-epiteliais corados por diferentes métodos. No presente experimento, foram observados, algumas vezes, fragmentos celulares, tais como estruturas semelhantes a núcleos picnóticos, no interior dos cistos intra-epiteliais (Fig. 1B). Essa parece estar de acordo com a hipótese de Donaldson (1969) de que, em novilhas Hereford, a histogênese dos cistos estaria associada à lise celular.

As técnicas histoquímicas utilizadas permitiram verificar que nem todos os cistos intra-epiteliais de um mesmo animal apresentavam conteúdo, e não se observaram diferenças entre os grupos experimentais quanto ao seu padrão histoquímico.

Segundo os critérios de caracterização histoquímica de glicogênio e glicoproteínas da Tab. 1, percebeu-se que, praticamente, não há glicogênio no conteúdo dos cistos, uma vez que a coloração PAS foi positiva em 95% dos casos, mantendo-se a positividade (90%) após a ação da amilase salivar (A-PAS). Além disso, a coloração positiva por AB pH2,5 em 100% dos animais indica a presença generalizada de mucinas ácidas no conteúdo cístico, sendo que a manutenção da coloração após a hidrólise ácida (H-AB pH2,5), em 95% dos casos, indica que se tratam de sialomucinas. Houve, também, coloração por AB pH0,5, em 33% dos casos, indicando a presença, de forma menos intensa, de sulfomucinas e/ou proteoglicanos sulfatados (Tab. 2).

Hunt e Lynn (2003) também não encontraram glicogênio no interior dos cistos intra-epiteliais de mulheres, mas, contrariamente aos achados deste experimento, não identificaram mucinas no seu conteúdo.

A presença de grânulos intracitoplasmáticos, contendo mucinas ácidas, nas células secretoras da ampola de vacas, foi relatada por McDaniel et al. (1968). A identificação de uma matriz granular fina de densidade variada e fragmentos degenerados de cílios no interior dos vacúolos ciliados de coelhas (Odor, 1991), bem como a observação de polissacarídeos periodato-reativos (PAS positivo) no interior de ICLs de mulheres (Hagiwara et al., 1997), aliam-se aos achados histoquímicos do conteúdo dos cistos intra-epiteliais neste experimento, reforçando a teoria de que esses últimos se formam a partir da fusão de vacúolos ciliados e/ou ICLs (Odor, 1991; Hagiwara et al.,1997).

McDaniel et al. (1968) identificaram, também, a presença de grânulos de glicogênio intracitoplasmáticos, principalmente nas células secretoras da ampola da tuba uterina de vacas. Lindenbaum et al. (1983) os verificaram nas células ciliadas das fímbrias do infundíbulo da mulher, durante a fase estrogênica do ciclo menstrual, possivelmente associados ao metabolismo celular. Assim, a ausência de glicogênio no interior dos cistos intra-epiteliais pode ser um indício de que seu conteúdo se trata de secreção e/ou coalescência de grânulos intracitoplasmáticos de mucinas, mas não de grânulos de glicogênio.

 

CONCLUSÕES

Houve presença generalizada de cistos intra-epiteliais nas tubas uterinas, com maior ocorrência deles no infundíbulo e na ampola, não se observando diferença entre as fases do ciclo estral, nem com relação à ipsi- ou contralateralidade ao ovário, com corpo lúteo ou folículo pré-ovulatório. Os cistos intra-epiteliais apresentam mucinas no seu interior, mas não glicogênio, o que fortalece a hipótese de que a formação deles se dá pela fusão de luminações intracitoplasmáticas e/ou vacúolos ciliados.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 9 de dezembro de 2003
Recebido para publicação, após modificações, em 31 de maio de 2004
Apoio financeiro: FAPEMIG

 

 

* Autor para correspondência (corresponding author)
E-mail: guilhermerv@pucminas.br
1 FSH - Pluset, Calier do Brasil Ltda.
2 Dinoprost trometamina - Lutalyse, Rhodia Farma Ltda.
3 Sopec 500 Engorda, Sopec Empreendimentos Ltda.
4 Kit Estradiol e Kit Progesterona Maia, BioChem ImmunoSystems.
5 Santos,R.L.,informação verbal.

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