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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.59 no.1 Belo Horizonte Feb. 2007

https://doi.org/10.1590/S0102-09352007000100009 

MEDICINA VETERINÁRIA

 

Aspectos morfométricos da cicatrização do cólon descendente de eqüinos submetidos a enterorrafias aposicionais com poliglactina 910 e com cianoacrilato

 

Morphometric aspects of the healing of descending colon of horses submitted to appositional suture techniques with polyglactin 910 and with cyanoacrilate

 

 

C.A. DuarteI; J.W. CattelanII, *; F.A. LucasIII; G.S. GodoyIV; E.B. MalheirosII; D. OliveiraIV; S.M. Baraldi-ArtoniII

ICentro Universitário Barão de Mauá - Ribeirão Preto, SP
IIFaculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias - UNESP Via de Acesso Prof. Paulo Donato Castellane, s/n 14884-900 - Jaboticabal, SP
IIICentro Universitário Moura Lacerda - Ribeirão Preto, SP
IVAluno de pós-graduação - FCAV - UNESP - Jaboticabal, SP

 

 


RESUMO

Foi realizado estudo morfométrico do cólon descendente de 15 eqüinos hígidos, nove fêmeas e seis machos, submetidos a enterorrafias aposicionais com fio de poliglactina 910 ou com cianoacrilato. Os animais foram distribuídos aleatoriamente em cinco grupos de três animais cada e sacrificados aos três, sete, 14, 35 e 70 dias de pós-operatório para colheita dos segmentos intestinais operados e posterior processamento histológico de rotina. A análise morfométrica foi feita em microscópio óptico adaptado a um sistema de análise de imagens, onde se quantificou o infiltrado inflamatório, mediante contagens de neutrófilos, eosinófilos, macrófagos, linfócitos e plasmócitos, não sendo observadas diferenças (P>0,05) entre as enterorrafias. Houve diferenças significativas entre os dias de pós-operatório para as contagens de neutrófilos, eosinófilos, macrófagos e linfócitos. Também se mensuraram as espessuras das regiões operadas (cicatriz) e das áreas contíguas não operadas (controle), registrando-se diferenças entre os dias de pós-operatório e as regiões (P<0,05), mas não entre as enterorrafias. O fio de poliglactina 910 e o cianoacrilato apresentam a mesma eficácia para serem usados em enterorrafias aposicionais do cólon descendente de eqüinos.

Palavras-chave: eqüino, poliglactina, cianoacrilato, cólon descendente, enterorrafia, morfometria


ABSTRACT

A morphometric study was carried out in descending colon of 15 healthy horses, nine females and six males, submitted to appositional suture techniques with polyglactin 910 or with cyanoacrilate. The animals were randomly distributed in five groups of three animals each and sacrificed on postoperative days 3, 7, 14, 35 or 70 in order to collect the operated intestinal segments. The morphometric evaluation was done with an optic microscope adapted to an image analysis system, where was counted the inflammatory infiltrated, through neutrophils, eosinophils, macrophages, lymphocytes and plasmacytes counting. No difference (P>0.05) was observed between the two suture techniques. There were significant differences between postoperative days related to the counting of neutrophils, eosinophils, macrophages and lymphocytes. It was also measured the thickness of operated regions (scar) and non operated nearby areas (control); it registered differences between the postoperative days and the regions (P<0.05), but not between the sutures. The polyglactin 910 and the cyanoacrilate showed the same efficacy to be used in appositional enterorrhaphies in equine descending colon.

Keywords: equine, polyglactin, cyanoacrilate, descending colon, enterorrhaphy, morphometry


 

 

INTRODUÇÃO

O tratamento cirúrgico das afecções do cólon descendente de eqüinos pode ser feito mediante a enterotomia ou ressecção e anastomose (Stashak, 1982; Beard et al., 1989). A enterorrafia desse segmento intestinal pode ser realizada com suturas aposicionais como a interrompida simples perfurante total (Lucas et al., 2001; Duarte et al., 2002), crushing e Gambee (Stashak, 1982), cujas vantagens são o bom alinhamento dos planos intestinais, pequeno comprometimento vascular e diâmetro luminal inalterado (Stashak, 1982).

Os materiais de sutura mais empregados no cólon descendente de eqüinos são os fios absorvíveis sintéticos, havendo várias pesquisas com a poliglactina 910 (Beard et al., 1989; Edwards, 1997; Lucas et al., 2001; Duarte et al., 2002), contudo, há poucos estudos com adesivos como o cianoacrilato (Duarte et al., 2002).

As alterações histológicas da parede intestinal podem ser verificadas pela morfometria, especialmente as lesões de isquemia e reperfusão (Faleiros et al., 2001) e enterotomia (Lucas, 2003). Lucas (2003) quantificou a reação inflamatória no cólon descendente de eqüinos submetidos a duas técnicas de sutura com fio de poliglactina 910, uma aposicional e outra invaginante, concluindo que este método de avaliação é adequado para mensurar e comparar a reação inflamatória resultante.

A escassez de estudos com adesivos à base de cianoacrilato no trato intestinal de eqüinos e a pequena quantidade de informações a respeito da cicatrização do cólon descendente desta espécie estimulam investigações adicionais sobre o assunto. Assim, o objetivo desta pesquisa foi complementar o estudo de Duarte et al. (2002), mediante a quantificação do infiltrado inflamatório e a mensuração da cicatriz obtida no cólon descendente de eqüinos submetidos a enterorrafias aposicionais com poliglactina 910 e com adesivo cianoacrilato.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram utilizados 15 eqüinos hígidos, seis machos e nove fêmeas, sem raça definida, com idade entre um ano e meio e cinco anos, pesando entre 200 e 350kg, divididos aleatoriamente em cinco grupos de três animais. Os animais foram previamente medicados com ivermectina1 e submetidos a um período de adaptação alimentar de 15 dias.

Os eqüinos foram submetidos a medicação pré-anestésica com cloridrato de xilazina2 (1,1mg/kg). Após 10 minutos, foi aplicado éter gliceril guaiacol3 (110mg/kg) e, em seguida, foi feita a indução anestésica com tiopental sódico4 (12,5mg/kg), todos por via intravenosa. Os animais foram intubados e mantidos sob anestesia pelo halotano5 vaporizado em oxigênio, em circuito semi-fechado.

A via de acesso usada foi a laparotomia paralombar esquerda, conforme Turner e McIlwraith (1982). O cólon descendente foi exteriorizado até que o ligamento duodenocólico fosse identificado. O conteúdo intestinal foi deslocado no sentido caudal e o órgão isolado com compressas estéreis. Uma enterotomia foi realizada a 40cm do ligamento duodenocólico (Lucas et al., 2001) e a outra a 20cm caudal à primeira. As enterotomias, de cinco centímetros cada, foram realizadas com bisturi no sentido longitudinal sobre a teniae coli, conforme Beard et al. (1989).

A sutura da primeira ferida, localizada cranialmente, foi realizada com quatro pontos de sustentação perfurantes totais distanciados um centímetro entre si, usando fio de poliglactina 9106 nº 0 e fina camada de adesivo cianoacrilato7 de permeio aos pontos, para que fosse obtida a justaposição das bordas da ferida.

Na segunda ferida, de localização caudal, a enterorrafia foi feita em padrão interrompido perfurante total aposicional, com poliglactina 910 nº 0, mantendo espaçamento de três milímetros entre os pontos. Durante todo o procedimento cirúrgico o cólon descendente foi mantido umedecido com solução de cloreto de sódio8 0,9% a 37ºC. Finalizadas as suturas, o cólon foi recolocado na cavidade abdominal e a laparorrafia foi feita de acordo com a técnica preconizada por Turner e McIlwraith (1982), utilizando-se fio de náilon9 nº 1.

No período pós-cirúrgico, os pacientes receberam penicilina procaína10 (22.000UI/kg a cada 12 horas) conforme McIlwraith e Turner (1987) e sulfato de gentamicina11 (6,6mg/kg ao dia), de acordo com Godber et al. (1995), ambas por via intramuscular, durante cinco dias consecutivos, com exceção do grupo experimental de três dias de observação pós-operatória.

Os animais foram sacrificados aos três, sete, 14, 35 ou 70 dias de pós-operatório para observação macroscópica da cavidade abdominal e colheita de fragmentos do cólon operado para avaliação morfométrica. Para isso foram tranqüilizados com maleato de acepromazina12 (0,2mg/kg). Após 15 minutos administraram-se éter gliceril guaiacol (110mg/kg) e tiopental sódico (2g) e, em seguida, aplicou-se solução saturada de cloreto de potássio (1000ml), todos por via intravenosa.

Os fragmentos intestinais colhidos foram processados de forma rotineira para inclusão em parafina e obtenção de cortes histológicos corados pela hematoxilina-eosina e tricrômico de Masson, segundo Behmer et al. (1976).

O estudo morfométrico foi realizado em duas etapas com microscópio óptico adaptado a um sistema computadorizado de análise de imagens13. Na primeira quantificou-se o infiltrado inflamatório provocado pelas duas enterorrafias aposicionais (com poliglactina 910 e cianoacrilato). Para isso, de cada enterorrafia, foi tomado aleatoriamente um corte histológico e, neste corte, foram tomados 10 campos (área estabelecida de 23089,96mm2/campo) da cicatriz para as contagens de neutrófilos, eosinófilos, macrófagos, linfócitos e plasmócitos, totalizando 300 observações por variável (10 campos/enterorrafia x 2 enterorrafias x 15 animais).

Na segunda fase, em cada corte histológico, foram feitas três mensurações da espessura da incisão cirúrgica (cicatriz) e outras três da espessura de área contígua não operada (controle), estabelecendo-se as médias dos valores obtidos em cada região, perfazendo 60 observações (1 média/região x 2 regiões x 2 enterorrafias/animal x 15 animais).

O delineamento experimental foi realizado em parcelas subdivididas, sendo as parcelas constituídas pelo tempo de pós-operatório (três, sete, 14, 35 e 70 dias) com três repetições (animais). Para as contagens de células inflamatórias, as subparcelas foram as enterorrafias e para os dados de espessura, foram as quatro combinações (2 enterorrafias x 2 espessuras). As médias foram comparadas pelo teste Tukey, considerando-se o nível de 5% de probabilidade (User's..., 1999).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Pelo exame necroscópico foram observados dois abscessos no grupo de 35 dias de pós-operatório, sendo um na enterorrafia aposicional com poliglactina 910 e outro na sutura com cianoacrilato. A formação dos abscessos pode ter sido facilitada pela maior susceptibilidade do cólon menor a complicações pós-operatórias (Stashak, 1982; Edwards, 1997) e as possíveis causas foram a adesão imperfeita do cianoacrilato (Inou, 1962; Matsumoto et al., 1969) ou a falha do cirurgião na execução da técnica operatória (Duarte et al., 2002). Matsumoto et al. (1969) também relataram a presença de abscessos na cavidade abdominal de cães, um junto à anastomose com polipropileno e dois na enterorrafia com cianoacrilato, nos quais foram encontrados fragmentos do adesivo tecidual.

A avaliação quantitativa do infiltrado inflamatório pelas contagens de neutrófilos, eosinófilos, macrófagos, linfócitos e plasmócitos, não indicou diferença significativa (P>0,05) entre as enterorrafias estudadas (Tab. 1). Fato expressivo observado na análise estatística foi o alto coeficiente de variação das contagens de neutrófilos, o que pode ser atribuído aos abscessos encontrados no 35º dia de pós-operatório, já que neutrófilos constituem o componente principal do exsudato purulento (Thomson, 1983).

Quanto aos eosinófilos, observou-se aumento no sétimo dia de pós-operatório (Tab. 2), o que ratifica os achados de Duarte et al. (2002). A eosinofilia normalmente é descrita em infestações parasitárias e reações alérgicas (Thomson, 1983; Martin e Walker, 1991; Coelho, 2002), porém, neste estudo, assim como nos trabalhos de Faleiros et al. (2001), Lucas et al. (2001) e Lucas (2003), os animais foram medicados com ivermectina e, ainda assim, eosinófilos foram observados nas regiões intestinais estudadas. Como os eosinófilos secretam metabólitos do ácido aracdônico, potentes mediadores inflamatórios e agentes quimiotáticos (Martin e Walker, 1991), eles podem ter envolvimento com o processo inflamatório causado pelas enterotomias ou pelo material de sutura.

Quanto aos macrófagos e linfócitos, não se observou diferença (P>0,05) entre as enterorrafias, porém pôde-se verificar diferenças entre os dias de pós-operatório (Tab. 1 e 3), sugerindo a persistência dos materiais de síntese no local da ferida cirúrgica. Duarte et al. (2002) relataram a presença do fio de poliglactina 910 no 35º dia e resquícios dele em um animal aos 70 dias. Segundo Thomson (1983), os macrófagos persistem no sítio da lesão enquanto o antígeno estiver presente. Já os linfócitos constituem a maior população do sistema imune intestinal, responsável pelo reconhecimento dos antígenos e início da resposta imunológica, atuando sobre lesões da mucosa intestinal pela regulação de outras células, como recrutamento de neutrófilos e ativação de macrófagos (Martin e Walker, 1991).

Os plasmócitos são células formadas pela maturação dos linfócitos B, tendo como função a síntese e estoque de anticorpos e a sua presença nos tecidos orgânicos pode indicar que houve resposta imunológica humoral (Thomson, 1983; Coelho, 2002). São células incomuns em feridas não contaminadas em processo de cicatrização, porque há pouco material antigênico (Thomson, 1983). Neste experimento, essas células não foram encontradas nos campos histológicos examinados, sugerindo que não houve resposta imunológica humoral nos diferentes dias após a execução das enterorrafias, possivelmente, devido à baixa antigenicidade da poliglactina 910 e do cianoacrilato.

Pela mensuração das espessuras da cicatriz e das áreas contíguas não operadas, não foi encontrada diferença (P>0,05) entre as duas enterorrafias, tampouco nas interações entre dia e enterorrafia, dia e região, enterorrafia e região e, ainda, na interação entre dia, enterorrafia e região (Tab. 4), porém observou-se diferença (P<0,05) entre os dias de pós-operatório (Tab. 4 e 5), o que pode ser atribuído à inflamação e reparação tecidual, com conseqüente fibrose, justificando o aumento da espessura intestinal no 14º e 35º dias de pós-operatório, e valores menores aos três, sete e 70 dias (Tab. 5). Ao realizarem sutura aposicional com poliglactina 910, Lucas et al. (2001) observaram fibrose intensa aos sete dias de pós-operatório e discreta ou moderada no 21º e 35º dias.

 

 

Independentemente da enterorrafia utilizada, também se observou diferença (P<0,05) entre as médias da espessura das regiões da cicatriz e da área controle, cujos valores foram de 6120 e 5169,7mm, respectivamente. Isto reforça a citação de que dependendo do diâmetro do lúmen intestinal, deve-se evitar suturas invaginantes pela diminuição ainda maior deste lume (Stashak, 1982), visto que ocorre aumento da espessura da parede intestinal mesmo em suturas aposicionais em plano único.

Nas enterorrafias aposicionais com cianoacrilato desta pesquisa não se observou a presença do fio de poliglactina 910 nos campos histológicos examinados, o que permite inferir que a reação inflamatória quantificada seja atribuída somente ao adesivo cianoacrilato aplicado na ferida intestinal.

Os resultados obtidos na quantificação do infiltrado inflamatório e na mensuração da cicatriz intestinal permitem considerar a possibilidade de utilização do cianoacrilato em enterorrafias do cólon descendente de eqüinos, pois o seu uso não apresentou diferença da enterorrafia aposicional com fio de poliglactina 910. Desta forma, assim como citado por Duarte et al. (2002), em animal cuja vida pode estar comprometida pelos riscos anestésicos e cirúrgicos, em função do tempo e gravidade da lesão intestinal, o adesivo à base de cianoacrilato pode ser uma opção como material de síntese de aplicação rápida (Weilbaecher et al., 1964), em razão do processo de polimerização ocorrer entre 30 a 60 segundos (Linn et al., 1966; Duarte et al., 2002), diminuindo o tempo operatório e até aumentando a chance de sobrevivência.

A avaliação morfométrica quantitativa realizada foi válida, complementando os achados de Duarte et al. (2002), que empregaram somente avaliação qualitativa para comparar enterorrafias aposicionais com poliglactina 910 e com cianoacrilato no cólon descendente de eqüinos.

Conclui-se que os materiais de síntese avaliados nesta pesquisa apresentam a mesma eficácia para serem usados nas enterorrafias do cólon descendente de eqüinos.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido em 9 de setembro de 2005
Aceito em 25 de setembro de 2006

 

 

* Autor para correspondência (corresponding author)
E-mail: cattelan@fcav.unesp.br
1 Ivomec. Merck Sharp & Dohme AGVET. São Paulo, SP.
2 Rompun. Bayer. São Paulo, SP.
3 Éter Gliceril Guaiacol. Henryfarma Ltda. São Paulo, SP.
4 Tiopental. Cristália. Campinas, SP.
5 Halotano. Cristália. Campinas, SP.
6 Vycril. Ethicon. São José dos Campos, SP.
7 Histoacryl. B. Braun. Melsungen, Germany.
8 Fisiológico Cloreto de Sódio a 0,9%. JP Indústria Farmacêutica S.A. Ribeirão Preto, SP.
9 Mononylon. Ethicon. São José dos Campos, SP.
10 Agrovet. Ciba. São Paulo, SP.
11 Gentrin. Produtos Veterinários Ouro Fino Ltda. Ribeirão Preto, SP.
12 Acepran 1%. Univet S.A. Ind. Veterinária. São Paulo, SP.
13 Image Proplus. Cybernetics. CA, USA.

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