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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935On-line version ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.60 no.3 Belo Horizonte June 2008

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352008000300019 

MEDICINA VETERINÁRIA

 

Níveis iônicos e enzimáticos de cutias (Dasyprocta sp.) hígidas, criadas em cativeiro, influência do sexo e da idade

 

Ion and enzymatic levels of healthy agouti (Dasyprocta sp.) raised in captivit. Influence of gender and age

 

 

E.E.A. RibeiroI; M.C.S. BatistaII; M.A.M. CarvalhoII; J.A.L. SilvaIII

IAluno de pós-graduação - CCA-UFPI - Teresina, PI
IIDepartamento de Morfofisiologia Veterinária - CCA-UFPI - Campus da Socopo - 64049-550 - Teresina-PI
IIIDepartamento de Planejamento e Políticas Agrícolas - CCA-UFPI - Teresina, PI

 

 


RESUMO

Determinou-se o perfil do ionograma e enzimas hepáticas de cutias (Dasyprocta sp.) saudáveis, criadas em cativeiro, como também se avaliou a influência de sexo, idade e interação sexo-idade. Foi adotado um delineamento inteiramente ao acaso, em arranjo fatorial 2 x 4 (dois sexos e quatro faixas etárias), com três repetições, totalizando 24 cutias. Foram determinados os valores para o cálcio (Ca), fósforo (P), cloretos (Cl), aspartato aminotransferase (AST), alanina aminotransferase (ALT), fosfatase alcalina (FA) e gama-glutamiltransferase (GGT). Os valores médios obtidos foram: Ca= 7,62+2,59mg/dl; P= 3,91+1,41mg/dl; Cl= 58,63+16,45mg/dl; AST= 119,54+79,35UI/ml; ALT= 28,08+15,53UI/ml; FA= 26,95+14,01UI/ml e GGT= 25,34+19,44UI/ml. O valor de P foi maior nas fêmeas e da FA nos machos. Os níveis de FA diminuíram com o aumento da idade.

Palavras-chave: cutia, Dasyprocta sp., eletrólitos, enzimas


ABSTRACT

This research studied the profile of the ionogram and hepatic enzymes of healthy agoutis (Dasyprocta sp.) raised in captivity as well as evaluated the influence of gender, age and interaction gender-age. It was used a completely randomized design, in a factorial arrangement of 2 x 4 (two genders and four age groups), with three repetitions, totaling 24 agoutis. The values were determined for calcium (Ca), phosphorus (P), chlorides (Cl), aspartate aminotransaminase (AST), alanine aminotransaminase (ALT), alkaline phosphatase (ALP), and gamma-glutamyltransferase (GGT). The mean values were: Ca= 7.62±2.59mg/dl; P= 3.91±1.41mg/dl; Cl= 58.63±16,45mg/dl; AST= 119.54±79.35UI/ml; ALT= 28.08±15.53UI/ml; ALP= 26.95±14.01UI/ml, and GGT= 25.34±19.44UI/ml. The value of P was larger in females and ALP in males. As the age increased, levels of ALP decreased.

Keywords: agouti, Dasyprocta sp., blood biochemistry, eletrolytes, enzymes


 

 

INTRODUÇÃO

Dentre a diversidade de animais silvestres, a cutia é uma espécie de grande importância, por apresentar capacidade de reproduzir-se em cativeiro, prolificidade, precocidade, domicilidade, período de gestação relativamente curto, entre outros atributos biológicos desejáveis à domesticação. Além de ser um animal muito rústico, poucas são as doenças que o acometem (Hosken, 2001).

As concentrações iônicas em cutias não são conhecidas. Dentre os íons importantes para estudos clínicos em animais, ressaltam-se o cálcio (Ca), o fósforo (P) e os cloretos (Cl), os quais são componentes de vários fluidos, tecidos e reações orgânicas (Carlson, 1993; Gorina, 1996; Swenson, 1996).

Estudos que envolveram várias espécies demonstraram que as concentrações de Ca, P e Cl não variaram em razão do sexo e da idade (Plotka et al., 1988; Gregory et al., 1999; Harewood et al., 1999; Marco et al., 2003). Somente no estudo de Anderson et al. (1997), com tartarugas marinhas (Elseya novaeguineae), foi verificada diferença na concentração de Ca entre machos e fêmeas.

As determinações enzimáticas são usadas clinicamente em medicina veterinária com a finalidade de auxiliar o diagnóstico, prognóstico e diagnóstico diferencial. Dentre estas, podem ser destacadas as transaminases: aspartato aminotransferase (AST), alanina aminotransferase (ALT); fosfatase alcalina (FA) e gama-glutamiltransferase (GGT) (Silveira, 1999; Kaneko, 1997; Goldbarg, 2001; Borsa et al., 2006).

Plotka et al. (1988); Anderson et al. (1997); Gregory et al. (1999); Harewood et al. (1999) e Marco et al. (2003) não observaram variações nas taxas de ALT em função de sexo e idade.

Gregory et al. (1999) e Marco et al. (2003) encontraram valores maiores para AST, com o aumento da idade, em bovinos da raça Jersey (Bos taurus) e em lebre européia (Lepus europaeus), respectivamente.

Concentrações mais elevadas de FA em animais jovens são atribuídas a uma maior atividade osteoblástica, posto que, após o fechamento dos discos epifisários, essas concentrações diminuem (Kerr, 2003). Isso foi confirmado por Marco et al. (2003), que encontraram concentrações mais elevadas em animais jovens. Pereira e Galhardo (1987) afirmaram que os hormônios masculinos induzem elevações na FA e GGT. Contudo, alguns trabalhos não verificaram diferenças nos teores de FA entre o sexo e/ou entre diferentes idades (Plotka et al., 1988; Anderson et al., 1997; Gregory et al., 1999; Harewood et al., 1999; Marco et al., 2003; Borsa et al., 2006).

Dosagens enzimáticas específicas em cutias foram realizadas por Reis et al. (1996), Goldbarg (2001) e Schmidt-Popazoglo et al. (2002) em Dasyprocta primnolopha, Dasyprocta sp. e Dasyprocta leporina, respectivamente. Na ordem de citação dos dois primeiros trabalhos, as concentrações foram: ALT - 20,0UI/l e 42.03UI/l; AST - 39,0UI/l e 26,53UI/l; FA - 38,0UI/l e 75,8UI/l, respectivamente. Para o terceiro trabalho citado, a concentração de AST foi de 39,24UI/l. Segundo Goldbarg (2001) todas as concentrações dessas enzimas não diferiram entre sexo e idade.

Este trabalho teve o objetivo de determinar o perfil do ionograma e das enzimas séricas de cutias (Dasyprocta sp.) saudáveis, criadas em cativeiro, de acordo com o sexo, a idade e a interação sexo-idade.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O estudo foi realizado no período de setembro de 2004 a janeiro de 2005, utilizando-se 24 cutias (Dasyprocta sp.) criadas em condições uniformes de manejo, que receberam alimentação e água à vontade. Adotou-se um delineamento inteiramente ao acaso, em arranjo fatorial 2 x 4 (dois sexos e quatro faixas etárias com intervalo de um ano) com três repetições.

Os animais foram capturados com o auxílio de um puçá e colocados em um balde com tampa, contendo um chumaço de algodão embebido com éter etílico PA. O tempo médio de contenção química foi de três minutos.

Para estabelecer o critério higidez, consideraram-se a aparência física (pele, pêlos e comportamento), a temperatura corporal, o peso e a carga parasitária (Hoffmann, 1987). Não foram observados o ciclo estral e o estágio gestacional das fêmeas, embora não se tenha trabalhado com cutias que estivessem aparentando sinais visuais de gravidez. Os animais foram vermifugados com uma aplicação de oxfendazole, na dosagem de 15mg/kg, por via oral.

Foram aferidas as temperaturas retais (TR), realizaram-se as pesagens e colheram-se amostras de fezes para exames parasitológicos, conforme Hoffmann (1987), com a interpretação da contagem de ovos realizada, segundo esse autor.

As coletas de sangue ocorreram sempre pela manhã, entre 8 e 9h, à temperatura ambiente entre 31ºC e 33ºC. Colheram-se duas amostras de sangue, conforme recomendação de Garcia-Navarro e Pachaly (1994). O preparo das amostras seguiu a rotina para experimentos dessa natureza. Com a ajuda de um estetoscópio, foi realizada a punção intracardíaca, para evitar erros na coleta de sangue de vasos periféricos ou mesmo traumatismos aos animais.

Para as determinações iônicas e enzimáticas, foram utilizados kits comerciais por meio de espectofotômetro1.

Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância e ao teste Tukey, quando necessário, para comparação de médias. Utilizou-se do pacote estatístico SAEG (Sistema..., 1983).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os exames parasitológicos revelaram que, mesmo após terem sido vermifugados, 10 animais estavam parasitados, os quais apresentaram contagem de um a cinco ovos por lâmina. Assinale-se que larvas que se encontravam no ciclo hepatopulmonar não sofreram a ação do vermífugo e que o hábito de alimentar esses animais com frutos silvestres pode ser uma das fontes de infecção. Segundo Hoffmann (1987), o número de ovos de helmintos encontrados por animal não é capaz de influenciar os valores do hemograma e do proteinograma.

Os resultados para eletrólitos e enzimas são apresentados na Tab.1.

 

 

Os efeitos sexo e idade não foram significativos para todas as varáveis estudadas, exceto quanto ao efeito sexo para P e FA. Estes resultados assemelham-se aos de Plotka et al. (1988); Gregory et al. (1999); Harewood et al. (1999); Goldbarg (2001) e Marco et al. (2003), que trabalharam com várias espécies.

A concentração de P foi mais elevada nas fêmeas. Houve a preocupação de não se usar fêmea gestante. Esse controle, contudo, foi difícil, pois os acasalamentos ocorreram livremente e o diagnóstico de gestação foi apenas visual. Anderson et al. (1997) relataram que, em fêmeas gestantes, podem ocorrer valores mais altos de alguns eletrólitos devido à maior exigência para a formação do feto.

A média encontrada para ALT foi maior que a citada por Reis et al. (1996) e menor que a informada por Goldbarg (2001), o que pode ser conseqüência do uso de diferentes técnicas de mensuração ou conservação das amostras.

Para AST, os valores obtidos neste trabalho foram maiores que os citados na literatura para cutias (Reis et al., 1996; Goldbarg, 2001; Schmidt-Popazoglo et al., 2002). Essas diferenças podem ser atribuídas à alimentação, ao manejo, às formas de contenção e às metodologias utilizadas na determinação das concentrações séricas.

Os valores encontrados para FA foram menores que os relatados por Reis et al. (1996) e Goldbarg (2001). Os métodos adotados para a determinação das concentrações séricas podem justificar essas diferenças. Os machos apresentaram valores mais altos que as fêmeas. Com relação às idades, a FA foi mais alta entre os jovens, o que é justificado, segundo Kerr (2003), pela maior atividade osteoblástica nessa faixa etária.

A temperatura retal média foi de 39,17+0,77ºC e a temperatura ambiental em torno de 31 a 33ºC. Este resultado é mais elevado que o encontrado por Brandão et al. (2004), que trabalharam com temperatura ambientais em torno de 27ºC a 29ºC. A temperatura retal foi influenciada pela idade. Entretanto, as diferenças podem, também, ser atribuídas à hora de mensuração ou mesmo à maior ou menor exposição aos raios solares nas baias em que o animal se encontrava.

A massa corporal média foi de 2,15 (+0,34) kg. As fêmeas apresentaram, em todas as faixas etárias, massa corporal maior que os machos. Lopes et al (2004) encontraram massa corporal maior para cutias fêmeas recém-nascidas e ao desmame, oriundas tanto de partos simples ou duplos. Esses resultados são contraditórios em relação à ação dos hormônios masculinos sobre o aumento de massa corporal nos machos, nas várias espécies animais, inclusive no homem (Swenson, 1996). Contudo, esse autor estudou o desenvolvimento precoce de fêmeas. A massa corporal foi significativamente maior nos animais mais velhos.

Algumas medidas de manejos ainda não estão padronizadas no Núcleo de criação das cutias deste estudo, nem na literatura, tais como: número de machos em relação ao número de fêmeas, instalações adequadas para evitar acidentes e menor estresse, profissionais especializados que possam definir o ciclo estral e as exigências nutricionais, e outras variáveis que levem em conta as atividades de criação de animais confinados (Hosken, 2001). Estes resultados podem servir de referência para este grupo de animais e mostram a necessidade de pesquisas hematológicas que levem em conta o sexo, a idade, o número de amostras e o tempo para que se possa observar a influência da estação do ano sobre os teores eletrolítico e enzimático.

 

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Recebido em 24 de julho de 2006
Aceito em 15 de abril de 2008

 

 

E-mail: egledson @hotmail.com
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