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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935versão On-line ISSN 1678-4162

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.61 no.3 Belo Horizonte jun. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352009000300020 

ZOOTECNIA E TECNOLOGIA E INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

 

Níveis de ureia em dietas contendo co-produto de vitivinícolas e palma forrageira para ovinos Santa Inês

 

Urea levels in diets containing dried grape byproduct and forage cactus for Santa Inês sheep

 

 

D.R. MenezesI, V; G.G.L. AraújoII; E.P. SocorroIII; R.L. OliveiraIII; A.R. BagaldoI, IV; T.M. SilvaIV, V; L.G.R. PereiraV

IAluno de pós-graduação - EMEV-UFBA - Salvador, BA
IIEmbrapa - Semi-árido - Petrolina, PE
IIIEscola de Medicina Veterinária - UFBA - Salvador, BA
IVAluno de graduação - EMEV-UFBA - Salvador, BA
VBolsista da FAPESB

 

 


RESUMO

Avaliou-se o efeito da inclusão de níveis crescentes de ureia sobre o consumo e a digestibilidade aparente dos nutrientes de dietas contendo coproduto de vitivinícolas desidratado (CVD) e palma forrageira in natura. Foram utilizados 16 ovinos da raça Santa Inês machos, não castrados, com peso médio de 37kg e média de idade de 11 meses. As dietas continham 60% de CVD e 40% de palma forrageira, e níveis crescentes de ureia, 0, 1, 2 e 3%, na matéria seca (MS). O delineamento experimental foi o inteiramente ao acaso, e o experimento foi desenvolvido em dois períodos, com 15 dias de adaptação e cinco dias de coleta cada. Os consumos da MS, fibra em detergente neutro (FDN), carboidratos não fibrosos (CNF) e nutrientes digestíveis totais (NDT) apresentaram comportamento quadrático com valores máximos de 2,04; 0,66; 0,74; 1,50kg/dia, respectivamente. No consumo de proteína bruta (PB), a cada acréscimo de uma unidade percentual de ureia ocorreu aumento de 20 gramas no consumo de PB. Os coeficientes de digestibilidade da MS, PB, FDN e CNF apresentaram comportamento quadrático com valores máximos de 62,5; 85,0; 81,0; e 97,8%, respectivamente. A inclusão de ureia até 2% nas dietas contendo coproduto de vitivinícolas desidratado e palma forrageira in natura possibilitou incrementos no consumo e no coeficiente de digestibilidade dos nutrientes.

Palavras-chave: ovino, nitrogênio não proteico, vitivinícolas


ABSTRACT

The effect of urea levels on intake and apparent digestibility of nutrients in diets containing dried wine grape byproduct and fresh forage cactus was evaluated. Sixteen male, non-castrated, Santa Inês sheep, averaging 37kg and 11-month-old were used. The diets had 60% of dried grape byproduct (DGB) and 40% of forage cactus, and increasing levels of urea - 0, 1, 2, and 3% in dry matter. Completely randomized designs with two periods with 15 adjust days and five days for samples collection was carried out. Dry matter (DM), neuter detergent fiber (NDF), non-fibrous carbohydrates (NFC), and total digestive nutrients (TDN) intakes presented quadratic behavior with maximum values of 2.04; 0.66; 0.74; and 1.50kg/day, respectively. For each increase of an unit percentage of urea an increase of 20 grams in the CP intake occurred. The digestibility coefficients of DM, CP, NDF, and NFC presented quadratic behavior with maximum values of 62.5, 85.0, 81.0, and 97.8%, respectively. The inclusion of urea up to 2% in the diets containing dried grape byproduct and fresh forage cactus made possible increases in nutrient intake and coefficient of digestibility of nutrients.

Keywords: sheep, non-protein nitrogen, wine industries


 

 

INTRODUÇÃO

A ovinocultura de corte é explorada no semi-árido nordestino, fornecendo proteína de origem animal para os criadores e o mercado consumidor. Nessa região, um dos fatores que limitam a criação é a interferência do clima sobre as pastagens, nutritivas e abundantes no período das chuvas, escassas e de baixo valor nutritivo durante a seca. Com o intuito de suprir possíveis deficiências nutricionais dos animais manejados nessa região, é necessário encontrar alternativas alimentares que se adaptem ao clima do semi-árido e que sejam de baixo custo (Souto, 2001).

A palma forrageira, por apresentar características que a tornam resistente a estiagens prolongadas, é uma opção. Apresenta baixos teores de fibra e proteína bruta, e alta concentração de água e carboidratos não fibrosos, portanto precisa estar associada a ingredientes fibrosos e proteicos para ser fornecida aos animais (Mattos et al., 2000; Veras et al., 2002, 2005; Araújo et al., 2008).

O coproduto de vitivinícolas apresenta alta concentração de carboidratos fibrosos e teor de proteína bruta próximo dos 15% na matéria seca (MS) (Dantas et al., 2004; Barroso, 2005). Nas regiões onde a indústria vinícola é desenvolvida, este coproduto pode ser utilizado na alimentação de animais, inclusive pelo volume de alimento que representa, pois, em peso, a quantidade de bagaço obtida equivale a, aproximadamente, 25% do peso das uvas processadas para a produção de vinho. Entretanto, esse alimento não apresenta valores elevados de digestibilidade da matéria seca devido, dentre outros fatores, aos elevados níveis de lignina e taninos (Jardim, 1976; Lima e Leboute, 1986; Dantas et al., 2004; Barroso, 2005).

Essas características referenciam o coproduto de vitivinícolas como complemento fibroso à palma in natura na alimentação dos animais criados no semi-árido. Entretanto, por apresentar baixa digestibilidade da proteína bruta (Lima e Leboute, 1986; Barroso, 2005), o coproduto de vitivinícolas não fornece quantidade de proteína suficiente para atender às exigências de animais de produção, devendo haver complementação proteica.

A ureia, quando utilizada em conjunto com alimentos ricos em constituintes fibrosos, mostra-se eficiente, pois doa grupamentos nitrogenados necessários para a síntese de proteína microbiana, estimulando o crescimento de bactérias que têm a função de degradar a parede celular. Porém, os microrganismos necessitam de aporte energético e da presença de esqueletos de carbono para a síntese de proteínas. Esses grupamentos carbonados podem ser supridos por alimentos que contenham alta concentração de carboidratos solúveis e que possuam taxa de fermentação semelhante à da ureia (Sniffen et al., 1992; Van Soest, 1994).

Este trabalho foi desenvolvido com o intuito de avaliar o efeito da inclusão de níveis crescentes de ureia sobre o consumo e a digestibilidade aparente dos nutrientes de dietas contendo coproduto de vitivinícolas desidratado (CVD) e palma forrageira in natura para ovinos Santa Inês.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado no Setor de Nutrição Animal da Embrapa Semi-Árido, em Petrolina, PE. Foram utilizados 16 ovinos Santa Inês, machos, não castrados, com peso médio de 37kg e média de 11 meses de idade. Foram adotados dois períodos experimentais com 20 dias cada, sendo 15 dias para adaptação e cinco para coletas. Os animais foram distribuídos em delineamento inteiramente ao acaso, com quatro tratamentos e oito repetições.

Os animais foram mantidos em regime de confinamento em galpão coberto em gaiolas metabólicas individuais, providas de comedouro e bebedouro individuais. O fornecimento de água e de minerais foi ad libitum, e o consumo de alimentos foi quantificado, diariamente. Todos os animais foram vermifugados antes do inicio do experimento. Para garantir consumo ad libitum, trabalhou-se com sobra de 20% do consumido.

As dietas foram compostas por proporções na MS de 60% de coproduto de vitivinícolas desidratado, 40% de palma forrageira (Opuntia fícus) in natura com níveis crescentes de ureia: 0; 1; 2; e 3% na MS.

Os ingredientes e as dietas experimentais foram analisados para a matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), lignina (LIG), cinzas (MM), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA), de acordo com Silva e Queiroz (2002). Os carboidratos totais (CHOT) e os carboidratos não fibrosos (CNF) foram estimados de acordo com Sniffen et al. (1992) e Mertens (1992), respectivamente. As estimativas dos consumos de MS e dos nutrientes foram obtidas determinando-se os teores de MS, MO, PB, EE, MM, FDN, FDA, CHOT, CNF do oferecido, das sobras e das fezes.

Os teores de nutrientes digestíveis totais (NDT) foram calculados segundo o NRC (Nutrient..., 1985): NDT%= (%PB/CDPB) + 2,25(%EE/CDEE) + (%CHOT/CDCHOT), em que: CDPB= coeficiente de digestibilidade da proteína bruta; CDEE = coeficiente de digestibilidade do extrato etéreo; CDCHOT = coeficiente de digestibilidade dos carboidratos totais.

Os coeficientes de digestibilidade (CD) aparente da MS e dos outros nutrientes dos alimentos foram calculados segundo Lucci (1997): CD = [(kg de nutriente ingerido - kg de nutriente excretado)/kg de nutriente ingerido] x 100. Durante os cinco dias de colheita de cada período, foram pesadas e retiradas alíquotas de 10% do oferecido, das sobras e das fezes, que foram armazenadas a -4ºC para posteriormente serem analisadas.

As análises de variância e regressão foram feitas por meio do programa estatístico SPSS® (Statistical..., 2003). Os modelos foram escolhidos com base na significância dos coeficientes de regressão, utilizando-se o teste t, a 1 e 5% de probabilidade.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os teores de nutrientes do coproduto de vitivinícola desidratado (CVD), da palma forrageira e das dietas contendo níveis de ureia fornecidos aos animais encontram-se na Tab. 1.

Houve comportamento quadrático do consumo de MS expresso em kg/dia e % do PV, em função dos níveis de ureia testados (Tab. 2). Os consumos de MS pelos animais submetidos aos tratamentos com níveis crescentes de ureia foram mais altos que os recomendados pelo NRC (Nutrient..., 2007), de 1,50kg/dia ou 3,7% do PV, para cordeiros em crescimento, com ganho de peso de 300g/dia. O tratamento sem adição de ureia atendeu aos valores propostos, sem excedê-los. De acordo com a equação obtida pela regressão dos dados, o consumo máximo estimado de MS foi de 2,04kg/dia e 4,5% do PV, obtidos com níveis de 2,0 e 2,3% de ureia na MS, respectivamente. A partir desses valores, houve redução do consumo. Este resultado pode levar a um ganho de peso de até 500g/dia, segundo o NRC (Nutrient..., 2007).

O consumo de PB, expresso em kg/dia, mostrou comportamento linear influenciado pela inclusão de ureia. Com o aumento de uma unidade percentual de ureia na MS, há aumento de 20 gramas no consumo de PB. O NRC (Nutrient..., 2007) recomenda 0,185kg/dia de PB para cordeiros em crescimento, com ganho de peso de 300,0g/dia, portanto, de acordo com a equação, a inclusão de aproximadamente 2,0% de ureia seria capaz de atender a essas exigências. Esse teor de ureia corresponde ao valor que ocasionou consumo máximo de todos os outros nutrientes estudados.

Com a presença de ureia no ambiente ruminal, fazem-se necessárias fontes de esqueletos de carbono e energia que se combinem, em tempo hábil, com o nitrogênio advindo de sua degradação para a formação de corpos bacterianos. A quantidade de amônia liberada a partir da inclusão de 2,0% de ureia na MS, possivelmente, não foi suficientemente captada pelos microrganismos e, provavelmente, ficou em excesso, o que representa gasto energético desnecessário, pois cada mol de ureia produzida a partir da amônia no fígado gera gasto de um ATP (Gonzalez et al., 2000).

Os valores máximos estimados pelas equações para os consumos de NDT, CNF e FDN foram, respectivamente, de 1,50; 0,74; 0,66kg/dia, e, a partir da inclusão de 2,0% de ureia, os valores diminuíram. O consumo de NDT nessa percentagem de inclusão de ureia foi mais alto do que o 1,1kg/dia recomendado pelo NRC (Nutrient..., 2007) para cordeiros em crescimento, com ganho de peso de 400g/dia. Todos os animais submetidos aos tratamentos testados atingiriam tal valor, entretanto a inclusão de ureia causou consumos além do recomendado. Este resultado sugere excesso de energia nessas dietas.

Com o aumento das concentrações de uréia, houve aumento dos CDMS até o valor máximo estimado pela equação de 62,5% obtido a inclusão de 2,0% de ureia. Todas as digestibilidades das dietas têm valores mais elevados que os recomendados por Barroso (2005), que testou dietas contendo CVD associado ao farelo de palma forrageira. Esse autor utilizou a proporção de 50% de cada alimento e 1,1% de ureia na MS e encontrou CDMS de 42,4%.

A digestibilidade da MS também foi influenciada pela presença em excesso de amônia no rúmen. Com a redução do consumo de nutrientes a partir do teor de 2,0% de ureia, houve também diminuição na digestibilidade dos nutrientes, inclusive da PB (Tab. 2).

A ureia foi responsável pela maior porcentagem de nitrogênio disponível das dietas experimentais, e sua adição aumentou o teor e o consumo de PB. Este fato pode ser embasado na observação dos teores baixos de PB da palma forrageira em associação aos altos teores de lignina do CVD (Tab. 1) que podem reduzir a disponibilidade da proteína vegetal. Com isso, a digestibilidade da proteína das dietas testadas atingiu valores superiores a 85%, provavelmente regida pela degradação ureica no ambiente ruminal. O coeficiente de digestibilidade da PB também aumentou com a inclusão de ureia nas dietas, porém, após a inclusão de 2,0%, houve redução em seus valores.

A presença de altos teores de componentes fibrosos de baixa disponibilidade pode ter dificultado o acesso dos microrganismos aos nutrientes celulares. No entanto, o aporte de nitrogênio e carboidratos solúveis fornecidos, respectivamente, pela presença de ureia e palma forrageira no rúmen, maximizou a fermentação e posterior digestão dos carboidratos fibrosos, que atingiram valor máximo de 81%. Quando os limites máximos de fixação da amônia no rúmen foram atingidos, ocorreu diminuição na fermentação e, em seguida, na digestibilidade dessa fração.

Os CDCNF apresentaram valores acima de 95% em todos os tratamentos, evidenciando alta taxa de degradação e digestão dessa fração. Esses valores provavelmente foram influenciados pela palma forrageira, que é citada na literatura como fonte de carboidratos com alta solubilidade e digestibilidade (Magalhães et al., 2004; Véras et al., 2005; Araújo et al., 2008).

 

CONCLUSÕES

A inclusão de até 2,0% de ureia na MS de dietas contendo 60% de coproduto de vitivinícolas desidratado e 40% de palma forrageira in natura possibilita incrementos no consumo e no coeficiente de digestibilidade dos nutrientes.

 

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Recebido em 4 de agosto de 2008
Aceito em 30 de abril de 2009

 

 

E-mail: danielrmvet@yahoo.com.br
Apoio: FUNDECI/BNB/FAPESB

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