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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.61 no.5 Belo Horizonte out. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352009000500015 

ZOOTECNIA E TECNOLOGIA E INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

 

Efeitos de planos nutricionais e de fontes de metionina sobre o desempenho, rendimento e composição de carcaças de frangos de corte

 

Effects of nutritional plans and methionine sources on broilers performance, carcass yield, and carcass composition

 

 

R.S. LeiteI; J.S.R. RochaI; B.C. Michel1I; L.J.C. LaraI; E.A. OrnelasII; S.V. CançadoI,*; N.C. BaiãoI

IEscola de Veterinária – UFMG Caixa Postal 567 30123-970 – Belo Horizonte, MG
IILANAGRO-MG/MAPA – Pedro Leopoldo, MG

 

 


RESUMO

Para avaliar os efeitos de dois diferentes planos nutricionais de aminoácidos sulfurados totais (AAST) e de duas fontes de metionina nas rações de frangos de corte, foi realizado um experimento com 840 frangos machos, da linhagem agRoss 308. Os tratamentos foram definidos pelos planos nutricionais de AAST (normal e reduzido) e pelas fontes de metionina (DL-metionina e metionina hidroxianáloga - MHA) usadas nas rações. O delineamento experimental foi o inteiramente ao acaso, em arranjo fatorial 2x2, (duas fontes de metionina x dois planos nutricionais de AAST). Não foram encontradas diferenças entre os tratamentos para o consumo de ração, ganho de peso, viabilidade, rendimento de carcaça, porcentagem de peito e composição das carcaças e vísceras. As aves que receberam as rações com o plano normal de AAST apresentaram melhor conversão alimentar, e as que receberam ração contendo DL-metionina tiveram menor porcentagem de gordura abdominal. Concluiu-se que a substituição da DL-metionina pela MHA não afetou o desempenho, que o plano nutricional normal melhorou a conversão alimentar dos frangos de corte e que as fontes de metionina e os planos nutricionais de AAST não influenciaram o rendimento e a composição da carcaça e vísceras de frangos de corte.

Palavras-chave: frango de corte, metionina, metionina hidroxianáloga, exigências nutricionais, carcaça


ABSTRACT

To evaluate the effects of two different nutritional plans for total sulfur amino acids (TSAA), and two methionine sources in the diets of broiler chickens, an experiment was conducted with 840 male broiler line agRoss 308. The treatments were defined by nutritional plans of TSAA (normal and low) and the methionine sources (DL-methionine and methionine hydroxy-analogue - MHA) used in the diets. The experimental design was completely randomized in a factorial scheme 2X2, (two methionine sources x two levels of nutrition plans TSAA). No differences were found between treatments for ration consumption, weight gain, viability, carcass yield, and carcass composition. The broilers that received the diets with the TSAA normal level had better feed conversion, and those that received diets containing DL-methionine had lower abdominal fat percentages. It was concluded that the substitution of DL-methionine by MHA did not affect the performance of broilers, whereas the normal nutrition plan improved feed conversion of broiler chickens as well as methionine sources and TSAA nutritional plans did not influence the carcass yield and carcass composition of broiler chickens.

Keywords: broiler, methionine, methionine hydroxy-analogue, nutrient requirements, carcass


 

 

INTRODUÇÃO

Os aminoácidos sulfurados totais, metionina e cistina, são essenciais para o crescimento, reações de metilação e síntese de penas e são também importantes precursores da glutationa, taurina e coenzima A (Lehninger et al., 2002). Devido ao importante papel que desempenham no organismo animal, são utilizados em grande quantidade pelas aves durante o período de crescimento. Deste modo, as rações para frangos devem ser suplementadas com aminoácidos sintéticos, disponíveis no mercado. Comumente, são utilizadas duas fontes de metionina sintética: DL-metionina, disponível na forma de pó (DL-metionina) ou na forma líquida como sal de sódio (DL-metionina-Na) e metionina hidroxianáloga (MHA), que se apresenta na forma de pó, como sal de cálcio (MHA-Ca), ou na forma líquida, como ácido livre (MHA-FA). A DL-metionina é usada como padrão para comparar fontes de metionina. Sua atividade é de 99%, enquanto na forma líquida, a atividade de DL-metionina-Na é de 40%. A atividade da MHA é de 88% para a MHA-FA e de 84% para a MHA-Ca em relação à DL-metionina. Todas as fontes são produzidas por síntese química. Para produzir a DL-metionina, a mistura deve conter 50% na forma de D-metionina e 50% de L-metionina. A MHA é tipicamente constituída de 65% de monômeros, 23% de polímeros e 12% de água (Lawson e Ivey, 1986). As aves conseguem utilizar apenas a forma L dos aminoácidos para a síntese proteica e outros processos fisiológicos. Então, as formas D devem ser convertidas para serem usadas pelo organismo animal.

A adição de metionina sob a forma sintética constitui fator preponderante para redução de custo das rações. Com o aparecimento dos MHA, surgiram controvérsias quanto à equivalência em relação a DL-metionina. De acordo com Daenner e Bessei (2003), Visentini et. al (2005), Amarante Junior et al. (2005), Hoehler et al (2005) e Payne et al (2006), a suplementação de rações para frangos de corte com de MHA-FA (88%) ou com DL-metionina, no mesmo nível, não tem efeito sobre o desempenho e rendimento de carcaça.  Bunchasak e Keawarun (2006), ao compararem MHA-FA (80%) com DL-metionina, também não encontraram diferenças entre as fontes quanto ao desempenho e rendimento de carcaça. Contudo, Meirelles et al. (2003) observaram melhor conversão alimentar para aves que receberam DL-metionina ao invés de MHA-FA (88%).

A exigência de aminoácidos sulfurados totais (AAST) para frangos de corte, de um a 21 dias de idade, foram estimadas em 0,898% (Oliveira Neto et al., 2000), ou 0,907% (Atencio et al., 2004) e ou 0,931% (Rostagno et al., 2005). De acordo com Silva Junior et al. (2005), para frangos de corte machos (Ross) de um a 21 dias de idade, a exigência de AAST é de 0,960%. Lumpkins et al. (2007), em um estudo com frangos da linhagem Cobb 500 de sete a 19 dias de idade, concluíram que a exigência de AAST, independentemente do sexo, foi de 0,892%.

Na fase de crescimento, a exigência de AAST para frangos de corte é de 0,896% para machos e de 0,856% para fêmeas (Rodrigueiro et al., 2000). Segundo Whitaker et al. (2002) e Lumpkins et al. (2007), a exigência de AAST para ambos os sexos é de 0,720% nessa fase de crescimento e, de acordo com Atencio et al. (2004) é de 0,844%. Para Quentin et al. (2005) e para  Silva Junior et al. (2005), a exigência é de 0,890%.

Com base nesses aspectos, o objetivo deste trabalho foi verificar os efeitos de dois planos nutricionais (normal e reduzido) de AAST e de duas fontes de metionina (DL-metionina e MHA) na ração sobre o desempenho, rendimento e composição de carcaça de frangos de corte de um a 42 dias de idade.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram utilizados 840 pintos de corte, machos, da linhagem agRoss 308, de um dia de idade, alojados em um galpão experimental com 35 aves por boxe (12 aves/m2). O período de criação foi de um a 42 dias de idade, e água e ração foram oferecidas à vontade, durante todo o período experimental.

O programa de luz utilizado foi: de um a cinco dias de idade, 24 horas de luz por dia, e de seis a 42 dias de idade, somente luz natural conforme recomendado por Moraes et al. (2008).

Foram utilizados três tipos de ração peletizadas, de acordo com a fase de criação, ou seja, inicial - de um a 21, crescimento I - de 22 a 37 e crescimento II - de 38 a 42 dias de idade. A composição e os níveis nutricionais da ração de crescimento II foram os mesmos da ração de crescimento I, porém sem adição de anticoccidianos e promotores de crescimento. Os tratamentos (Tab. 1) foram definidos pelos planos nutricionais, normal e reduzido, de AAST e pelas fontes de metionina utilizadas, DL-metionina (98% de disponibilidade) e MHA (82% da equivalência em relação à DL-metionina). A composição das rações foi isonutritiva, com exceção dos níveis de metionina, e seus respectivos níveis nutricionais, calculados segundo Rostagno et al. (2000), encontram-se nas Tab. 2 e 3, respectivamente.

 

 

 

 

 

 

O desempenho das aves foi avaliado pelo ganho de peso, consumo de ração, conversão alimentar e viabilidade. Para tal, utilizaram-se seis repetições de 35 aves cada por tratamento.

Para avaliar o rendimento de carcaça e de cortes, foram abatidos 24 frangos por tratamento e cada ave foi considerada uma repetição, e o abate ocorreu aos 43 dias de idade. Os frangos foram identificados e submetidos ao período ideal de jejum de ração de 10 horas (Schettino et al., 2006), quando foram individualmente pesados na plataforma do abatedouro e abatidos.

Para avaliação do rendimento de carcaça, foi considerado o peso da carcaça eviscerada (com pés, cabeça e pescoço) em relação ao peso vivo em jejum obtido antes do abate. Na avaliação dos demais cortes, coxa e sobrecoxa, peito, dorso, asa, pés/cabeça/pescoço, o rendimento foi considerado em relação ao peso da carcaça eviscerada. A gordura abdominal foi extraída e pesada, e a porcentagem de gordura abdominal foi calculada em relação ao peso da carcaça eviscerada.

Para avaliação da composição da carcaça, foram coletadas seis carcaças com as respectivas vísceras (papo, proventrículo, moela, intestinos delgado e grosso) por tratamento, que foram congeladas (-18ºC) e moídas individualmente. Foram realizadas as análises laboratoriais de matéria seca a 105ºC, proteína bruta, extrato etéreo e matéria mineral (Instrução..., 1999). Os fígados foram colhidos, processados e analisados separadamente.

O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, em arranjo fatorial 2x2 (duas fontes de metionina x dois planos nutricionais de AAST). Para a avaliação do desempenho, foram utilizadas seis repetições de 35 aves por tratamento, para a avaliação do rendimento de carcaça e seus cortes, 24 repetições de uma ave cada, e para as análises de composição das carcaças, vísceras e fígado seis repetições de uma carcaça cada. Para comparação entre médias, usou-se o teste Student Newman Keuls, segundo Sampaio (2002). As análises estatísticas foram realizadas utilizando-se o programa SAS/1996.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Não houve efeito da interação fontes de metionina versus plano nutricional de AAST, para nenhuma das variáveis avaliadas no desempenho (P>0,05).

O consumo de ração e o ganho de peso de um a 42 dias de idade das aves não foram influenciados (P>0,05) pela fonte ou plano nutricional (Tab. 4). Com relação às fontes de metionina, este comportamento está de acordo com o observado por Meirelles et al. (2003) e Visentini et al (2005), que também não verificaram diferenças entre as fontes de metionina. Quanto aos planos nutricionais, os resultados assemelham-se aos de Whitaker et al. (2002) e Amarante Junior et al. (2005). Os trabalhos de Rodrigueiro et al. (2000) e de Silva Junior et al. (2005) revelaram que o aumento do nível de AAST resultou em diminuição do consumo de ração.

 

 

Não foi observado efeito da fonte de metionina (P>0,05) sobre a conversão alimentar em aves de um a 42 dias de idade (Tab. 4). Estes resultados foram semelhantes aos de Visentini et al (2005) e Bunchasak e Keawarun (2006). Porém, Meirelles et al. (2003), ao compararem as duas fontes de metionina (DL-metionina e MHA - 88%) para frangos de corte, encontraram melhor conversão alimentar para as aves que receberam a DL-metionina. A melhor conversão alimentar (P≤0,05) foi observada nas aves que receberam o plano nutricional normal. Estes resultados estão de acordo com os de Rodrigueiro et al. (2000) que verificaram uma exigência de 0,89% de AAST para a melhor conversão alimentar. Whitaker et al. (2002) não observaram efeito dos níveis de AAST da dieta sobre a conversão alimentar.

A fonte de metionina e o plano nutricional não tiveram efeito significativo (P>0,05) sobre a viabilidade das aves (Tab. 4), semelhante ao já observado por Bunchasak e Keawarun (2006).

Não foram observados efeitos dos tratamentos (P>0,05) sobre o rendimento de carcaça inteira, pés, peito, asas e dorso (Tab.5). Com relação às fontes de metionina, os resultados estão de acordo com os de Meirelles et al. (2003), Visentini et al (2005) e Bunchasak e Keawarun (2006), que também não observaram efeito da fonte de metionina sobre o rendimento de carcaças de frangos de corte.

 

 

Os frangos que receberam DL-metionina apresentaram menor porcentagem de gordura abdominal (P≤0,05) em relação àqueles que receberam a ração com MHA. Meirelles et al. (2003), Visentini et al (2005) e Bunchasak e Keawarun (2006) não verificaram efeito da fonte de metionina sobre a porcentagem de gordura abdominal.

Para rendimento de coxa e sobrecoxa, foi observado efeito da interação (P≤0,05) fonte versus plano nutricional (Tab. 6). Quando foi utilizado o plano normal não houve diferenças entre as fontes de metionina utilizadas, porém com o plano reduzido de AAST, os frangos que receberam MHA tiveram maior porcentagem de coxa e sobre-coxa do que aqueles que receberam DL-metionina. Estes resultados diferem dos apresentados por Meirelles et al. (2003) e Bunchasak e Keawarun (2006), os quais não encontraram diferenças na porcentagem de coxa e sobrecoxa de frangos alimentados com as diferentes fontes. Em relação ao plano nutricional, os resultados foram semelhantes aos encontrados por Rodrigueiro et al. (2000), Whitaker et al. (2002), Atencio et al. (2004) e Amarante Junior (2005).

 

 

Não foram observados efeitos da fonte de metionina e nem da porcentagem de AAST sobre a composição de proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE) e matéria seca (MS) da carcaça, vísceras e fígado (P>0,05). Estes resultados estão de acordo com os encontrados por Whitaker et al. (2002). Segundo Rodrigueiro et al. (2000), quando se aumenta a porcentagem de AAST na ração para frangos de corte, ocorre redução da gordura na carcaça. As aves que receberam o plano reduzido de AAST apresentaram maior porcentagem de matéria mineral na carcaça (P≤0,01) em relação àquelas que receberam o plano normal. Na literatura, não foram encontradas informações sobre efeito da porcentagem de AAST sobre matéria mineral na carcaça.

 

 

CONCLUSÕES

A substituição da DL-metionina pela MHA, considerando bioequivalência da MHA em relação à DL-metionina de 82%, não afeta o desempenho de frangos de corte, e o plano nutricional normal de AAST melhora a conversão alimentar dos frangos de corte. As fontes de metionina utilizadas e os planos nutricionais, normal e reduzido, de AAST não influenciam o rendimento e a composição da carcaça e das vísceras de frangos de corte.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem o apoio da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais – FAPEMIG (Belo Horizonte, MG, Brasil) por fornecer fundos para a publicação da pesquisa.

 

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Recebido em 10 de fevereiro de 2009
Aceito em 15 de outubro de 2009

 

 

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