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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.61 no.6 Belo Horizonte dez. 2009

https://doi.org/10.1590/S0102-09352009000600018 

ZOOTECNIA E TECNOLOGIA E INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

 

Efeito da interação grupo genético x nível de lisina sobre características de desempenho de codornas Coturnix coturnix de corte no período de crescimento

 

Genotype by lysine level interaction on performance traits of meat type quail Coturnix coturnix during the growing period

 

 

G.G. SantosI,VI; G.S.S. CorrêaII; M.A. SilvaIII,VI,*; A.B. CorrêaI; D.O. FontesIII; R.A. TorresIV; V.P.S. FelipeI; R.R. WenceslauI; L.S. Freitas I; F.A. BarbosaV;

IAluno de Pós-Graduação - EV-UFMG - Belo Horizonte, MG
IIDepartamento de Zootecnia - UFMT - Cuiabá, MT
IIIEscola de Veterinária - UFMG Caixa Postal 567 30123-970 - Belo Horizonte, MG
IVDepartamento de Zootecnia - UFV - Viçosa, MG
VFaculdade de Agronomia e Medicina Veterinária - UNB - Brasília, DF
VIBolsista CNPq

 

 


RESUMO

Estudou-se o efeito da interação entre grupo genético e nível de lisina sobre características de desempenho de 576 codornas de corte, de ambos os sexos, de dois grupos genéticos (EV1 e EV2), alimentadas com dietas contendo seis níveis de lisina total, 1,4; 1,5; 1,6; 1,7; 1,8 e 1,9%, no período de crescimento, em esquema fatorial 6x2 e delineamento inteiramente ao acaso, sendo quatro repetições de 12 codornas por unidade experimental. Avaliaram-se o ganho de peso (g), o peso (g), o consumo de ração (g/ave) e a conversão alimentar (g de dieta/g de peso) nos períodos inicial - do nascimento ao 21dia - e total - do nascimento ao 42 dia de idade - de crescimento. Houve efeito significativo da interação grupo genético x nível de lisina total da dieta sobre todas as variáveis de desempenho avaliadas no 21º e no 42º dia de idade. No período inicial, ganhos máximos de peso das codornas dos grupos genéticos EV1 e EV2 foram observados nos tratamentos com níveis de 1,7 e 1,7% de lisina total na dieta. Do nascimento ao 42dia de idade, ganhos máximos de peso foram estimados para codornas dos grupos EV1 e EV2 em dietas que continham 1,6 e 1,6% de lisina total.

Palavras-chave: codorna, interação genótipo x ambiente, lisina, ganho de peso, conversão alimentar


ABSTRACT

The effects of genotype by lysine level interaction on performance traits of meat type quails during the growing period of five hundred seventy-six meat type quails of both genders, from two genetic groups (EV1 and EV2), were evaluated in a completely randomized experimental design with six different levels of total lysine (1.4; 1.5; 1.6; 1.7; 1.8, and 1.9%), and four replicates of 12 quails per experimental unit. The recorded traits for each experimental period (from hatching to the 21st day and from hatching to the 42nd day of age), were: body weight (g), weight gain (g), feed intake (g), and feed: weight gain ratio (g/g). Significant effects of genotype by lysine interaction were observed on all the performance traits evaluated in both periods. The total lysine requirements from hatching to the 21st day of age and from hatching to 42 days of age for EV1 and EV2 lines were 1.7 and 1.7% and 1.6 and 1.6%, respectively.

Keywords: quail, genotype x environment interaction, lysine, weight gain, feed: weight ratio


 

 

INTRODUÇÃO

A nutrição e o melhoramento genético são de grande importância para a máxima expressão do potencial de crescimento e de produção de carne em aves. As codornas para produção de carne apresentam exigências nutricionais diferentes das codornas japonesas, já que essas apresentam maiores pesos e taxas de crescimento do que as de postura (Corrêa et al., 2007ab), portanto exigem maior quantidade de proteína em sua dieta.

A lisina, considerada padrão no conceito de proteína ideal, é largamente utilizada na formulação de rações para aves, pois a relação entre lisina e cada um dos outros aminoácidos essenciais permanece em grande parte inalterada, apesar de existir uma série de fatores dietéticos, ambientais e genéticos que podem influir nas exigências dos aminoácidos (Baker e Han, 1994).

Entretanto, ainda há muitas controvérsias acerca das recomendações nutricionais para codornas quanto aos níveis, às fases de crescimento e à aptidão produtiva das aves (Fridrich et al., 2005). Além disso, o consumo de aminoácidos em excesso é dispendioso, porque estes não são armazenados pelos animais, como os carboidratos e lipídeos, e sim catabolizados para a formação de energia (Corrêa et al., 2008).

A exigência de aminoácidos tende a diminuir com a idade, e sua determinação na fase inicial de criação (1 a 21 dias) assegura melhor desempenho das aves e redução do custo das dietas. As codornas de corte apresentam rápido crescimento até o 21º dia de idade, período de maior deposição de proteína e água na carcaça; depois, a taxa de crescimento é reduzida e o ganho passa a ter retorno progressivamente decrescente.

A avaliação da interação genótipo x ambiente é prioritária na determinação das exigências nutricionais de codornas de corte, pois permite a formulação de rações específicas de acordo com o potencial genético das aves e otimiza a produção de carne de qualidade.

Barreto et al. (2006) avaliaram o consumo de ração, o peso final, o ganho de peso e a conversão alimentar em codornas europeias machos, de 21 a 49 dias, e não observaram efeito significativo dos níveis de lisina da dieta sobre as variáveis estudadas. Segundo Furlan et al. (2007), houve influência dos níveis de lisina e energia metabolizável sobre as características de desempenho avaliadas aos 21 e 42 dias de idade em codornas de corte.

Em uma revisão, Silva et al. (2007) reuniram trabalhos de diversos autores com codornas europeias e japonesas em crescimento e determinaram níveis médios de lisina total para os períodos inicial e total da fase de crescimento. Os valores foram, respectivamente, 1,56 e 1,30% para codornas tipo carne, e 1,36 e 1,25% para codornas de postura.

A falta de informações sobre o desempenho de grupos genéticos distintos de codornas de corte alimentadas com diferentes níveis de lisina nas dietas norteou a realização deste trabalho, que visou estudar o efeito da interação grupo genético x nível de lisina sobre as características de desempenho de codornas de corte nos períodos inicial (até 21 dias) e total (até 42 dias) da fase de crescimento.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Foram utilizadas 576 codornas Coturnix coturnix de corte, de ambos os sexos, pertencentes a dois grupos genéticos distintos (EV1 e EV2). As codornas, com um dia de idade e peso médio inicial de 8,0g, foram alojadas em baterias de arame galvanizado, equipadas com bebedouro tipo copo e comedouro tipo calha. O programa de luz adotado, durante a fase experimental, foi o contínuo, sendo fornecida luz artificial 24 horas por dia.

O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, em esquema fatorial 6 x 2, com seis níveis de lisina total (1,4; 1,5; 1,6; 1,7; 1,8 e 1,9%) e dois grupos genéticos, sendo quatro repetições de 12 codornas por unidade experimental.

As dietas foram formuladas com base nas composições dos ingredientes apresentadas por Rostagno et al. (2000). A dieta basal (Tab.1) foi formulada para atender às exigências de proteína bruta para esse grupo genético obtidas por Corrêa et al. (2007c), e o nível de metionina + cistina utilizado nessa formulação foi estabelecido por Corrêa et al. (2005). As demais dietas experimentais foram obtidas pela suplementação de L-lisina à dieta basal, em substituição ao amido de milho.

O peso (g), ganho de peso (g), consumo de ração Gi= efeito do grupo genético i; i=1,2; (g/ave) e conversão alimentar (g de dieta/g de Lj = efeito do nível de lisina j; j= 1...6; peso) foram registrados no período inicial - do GLij = interação grupo genético x nível de lisina nascimento ao 21º dia - e no período total - da dieta; nascimento ao 42º dia de idade de crescimento.

Nas análises das variáveis, utilizou-se o seguinte modelo:

yijk = µ + Gi + Lj + GLij + eijk , em que:

yijk = observações referentes às características de desempenho;
µ = média geral;
Gi= efeito do grupo genético i; i=1,2;
Lj = efeito do nível de lisina j; j= 1...6;
GLij = interação grupo genético x nível de lisina da dieta;
eijk = erro associado a cada observação.

Para realização das análises, utilizou-se o SAEG (Sistema..., 2004). Os efeitos dos níveis de lisina e do grupo genético e da interação entre estes fatores foram determinados por meio de análise de variância, e as exigências nutricionais por intermédio de equações de regressão.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Houve efeito da interação grupo genético versus nível de lisina (Tab. 2) sobre o peso corporal, o ganho de peso e a conversão alimentar durante o período inicial de crescimento, segundo as equações Ŷi= -158,57 + 340,92 Xi -97,85 Xi2 (Fig. 1), Ŷi = -159,94 + 331,23 Xi - 94,78X2 (Fig. 2), Ŷi = 200,82 + 33,26 Xi e Ŷi=i11,75 - 11,57 Xi + 3,41 Xi (.Fig. 3), com máximo desempenho das codornas EV1 nos níveis de lisina total de 1,74; 1,75; 1,40 e 1,70%, respectivamente. Para o grupo EV2, foram obtidas as seguintes equaçoes Ŷ = - 251,31 + 468,18 Xi - 141,34 Xi2(Fig. 1), i Ŷ = - 255,15 + 462,01 Xi - 139,49 Xi2 (Fig. 2), i Ŷ = 200,82 + 33,26 Xi, e i Ŷ = 6,60 – 5,78 Xi + 1,82 X2i(Fig. 3), com máximo desempenho das codornas nos níveis de 1,66; 1,66; 1,40 e 1,58% de lisina total, respectivamente.

O nível de 1,30% de lisina total recomendado pelo NRC (Nutrient...,1994), para codornas japonesas em crescimento, não atende às exigências de ambos os grupos genéticos para quaisquer variáveis de desempenho analisadas.

De acordo com Furlan et al. (2007), as exigências de lisina total, calculadas a partir da conversão dos níveis de lisina digestível (1,4% e 1,4%) obtidos pelo modelo quadrático, para ganho de peso e peso corporal, no período de oito a 14 dias de idade, foram, respectivamente, de 1,7% e 1,7% para codornas de corte, em uma dieta contendo 2.800 kcal de EM/kg. Esses resultados foram semelhantes às exigências do grupo genético EV2, porém menores que os níveis de lisina total obtidos para o grupo genético EV1.

Para a conversão alimentar, foi observado, nos dois grupos genéticos, efeito quadrático dos níveis de lisina, ao contrário de Furlan et al. (2007), que observaram melhoria linear da conversão com o aumento dos níveis de lisina, no período de quatro a 21 dias, em codornas de corte. Esses autores recomendam aproximadamente 1,8% de lisina total (1,5% de lisina digestível), nível acima daquele sugerido pelas estimativas obtidas no presente experimento (1,7 e 1,6% de lisina total para os grupos genéticos EV1 e EV2).

Houve efeito significativo do nível de lisina sobre o consumo da dieta para ambos os grupos genéticos, de acordo com a equação Ŷi = 200,82 + 33,26 Xi, sendo que o nível de 1,40% de lisina total proporcionou menor consumo alimentar do nascimento ao 21 dia de idade. Este resultado difere dos obtidos por Furlan et al. (2007), que recomendaram o maior nível de lisina digestível testado 1,5% (1,8% de lisina total), em decorrência da redução linear no consumo de codornas de corte à medida que se aumentavam os níveis de lisina digestível, no período de quatro a 21 dias. Entretanto, Conhalato (1998) e Colnago e Jensen (1992) encontraram resultados divergentes em frangos de corte, já que não observaram efeito dos níveis de lisina digestível sobre o consumo alimentar das aves.

Alguns autores que trabalharam com codornas europeias, sugeriram que erros na definição dos níveis nutricionais na fase inicial causam prejuízos irreversíveis no ganho de peso das codornas na fase final do crescimento. Silva et al. (2007) recomendaram 1,56% de lisina total para codornas pesadas na fase inicial (um a 21 dias de idade), em uma dieta que continha 25% de PB e 2.900 EM kcal/kg.

Houve efeito da interação nível de lisina total da dieta x grupo genético sobre todas as variáveis de desempenho testadas ao final do período de crescimento das codornas de corte. O peso corporal, o ganho de peso, o consumo e a conversão alimentar, do nascimento ao 42 dia de idade (Tab. 3) foram influenciados de forma quadrática pelos níveis de lisina total da dieta,segundo as equações: Ŷi = - 144,04 + 476,44 Xi-144,66 Xi2 (Fig. 4), Ŷi = - 145,40 + 466,75 Xi - 141,59 Xi (Fig. 5), Ŷi = 3203,24 - 2988,55 Xi + 922,21 Xi (Fig. 6), Ŷi = 19,21 - 19,57 Xi + 6,01 Xi (Fig. 7), para o grupo genético EV1, com os pontos de máximo desempenho estimados em 1,65; 1,65; 1,62; e 1,63 %. As mesmas variáveis de desempenho foram influenciadas significativamente pelos níveis de lisina na dieta para o grupo genético EV2, de acordo com as seguintes equações: Ŷ i = - 316,83 + 696,10 Xi - 215,28 Xi (Fig. 4), Ŷ i = - 320,67 + 690,83 Xi -213,43 Xi2(Fig. 5),Ŷi= 1744,34 - 1179,44 Xi + 367,61 X2 (Fig. 6), Ŷ i = 15,92 - 15,58 Xi + 4,83 Xi2 (Fig. 7), sendo 1,62; 1,62; 1,60; e 1,62% os níveis de melhor desempenho das codornas de corte desse grupo. Os valores de exigência, durante o período total de criação, apresentaram pequenas variações para as variáveis estudadas.

Estes resultados diferem daqueles observados por Barreto et al. (2006) que não encontraram influência dos níveis de lisina total (1,0; 1,1; 1,2 e 1,3%) sobre peso final, ganho de peso, consumo da dieta e conversão alimentar em codornas européias macho, com idade variando de 21 a 49 dias. Isto se deveu, provavelmente, ao imbalanço dos aminoácidos fornecidos na dieta.

Nascimento (2003) afirmou que a melhor conversão pode ser justificada pela maior ingestão de lisina na dieta, que promove maior crescimento muscular e ganho de peso, diminui a gordura e não altera o consumo de alimento e, em consequência, resulta em otimização da conversão alimentar. No presente trabalho, o aumento dos níveis de lisina até aproximadamente 1,65% permitiu a melhora de todas as variáveis de desempenho, destacando-se o consumo de ração, resultados que diferiram do apresentado por Nascimento (2003).

Segundo Furlan et al. (2007), no período final, de 22 a 28 dias de idade, a melhor conversão alimentar foi estimada para codornas de corte alimentadas com dietas com 3.100kcal de EM/kg. contento 1,26% de lisina digestível (1,47% de lisina total).

Silva et al. (2007) recomendam para a fase de crescimento, do nascimento a 42 dias de idade, dieta contendo 2.950kcal de EM/kg, 23,0% proteína e 1,30% de lisina total, para máximo desempenho de codornas de corte. Esses resultados foram semelhantes aos do NRC (Nutrient..., 1994), apesar de essa exigência ter sido determinada em codornas japonesas criadas em condições de clima temperado.

Os resultados obtidos neste trabalho, para os períodos inicial e total da fase de crescimento, mostram que a utilização de níveis de lisina maiores do que os recomendados pelo NRC (Nutrient..., 1994) e por autores que trabalharam com codornas japonesas melhoram o desempenho de codornas de corte que apresentam maior potencial genético de crescimento comparado ao das codornas de postura.

 

CONCLUSÕES

A exigência de lisina total para ganho de peso de codornas de corte EV1 e EV2, de ambos os sexos, do nascimento ao 21º dia de idade, é estimada em 1,75 e 1,66% da dieta, correspondendo ao consumo de lisina em 0,224g e 0,213g/dia/codorna, e, do nascimento ao 42º dia, em 1,65 e 1,62% da dieta, que corresponde ao consumo de 0,326 e 0,320g/dia/codorna.

 

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Recebido em 21 de agosto de 2008
Aceito em 30 de julho de 2009

 

 

* Autor para correspondência (corresponding author)
E-mail: martinho@vet.ufmg.br

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