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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

versão impressa ISSN 0102-0935

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.63 no.1 Belo Horizonte fev. 2011

https://doi.org/10.1590/S0102-09352011000100002 

MEDICINA VETERINÁRIA

 

Ocorrência de doença infundibular, sobremordida e ganchos em equinos de cavalaria militar

 

Infundibular disease, over-bite, and dental hooks occurrence in military horses

 

 

J.T.M. LimaI; B.S.C. AndradeII; S.V. SchwarzbachIII; C.A. De MarvalIV; B.B. LealV; R.R. FaleirosVI; G.E.S. AlvesVI

IAluna de graduação - EV-UFMG - Belo Horizonte, MG
IIAluno de pós-graduação - EV-UFMG - Belo Horizonte, MG
IIIUNICENTRO - Guarapuava, PR
IVTen. Médico Veterinário - PMMG - Belo Horizonte, MG
VAluno de pós-graduação - PUC-Minas - Betim, MG
VIEscola de Veterinária - UFMG - Belo Horizonte, MG

 

 


RESUMO

Avaliou-se a ocorrência da doença infundibular (DI) e a associação entre sobremordida (SM) e ganchos dentários rostral e caudal da maxila e mandíbula. Utilizaram-se 88 equinos - 52 machos e 36 fêmeas -, entre três e 27 anos. Para os exames odontológicos, os animais foram contidos em brete e sedados com xilazina 10% a 0,5mg/kg IV e utilizaram-se abridor de boca, fotóforo elétrico e sonda odontológica de aço inox. Agruparam-se os equinos por idade. O grupo 1 foi formado por animais até nove anos; o G2 de 10 a 14 e G3 de 15 a 27 anos. Foi diagnosticada DI em (37,5%) animais, nos dentes molares e pré-molares. A incidência maior de DI foi nos dentes 109 (11,4%) e 209 (12,5%). Houve correlação positiva entre a idade e o número de dentes acometidos (r=0,26; P<0,02). A maior ocorrência de DI no grupo mais acometido (G3) foi nos dentes 108 e 208. Verificaram-se 66% de SM e 65% de ganchos. Observou-se correlação entre SM e presença total de ganchos (r=0,26, P=0,016), entre SM e ganchos rostrais maxilares e mandibulares (r=0,25,P=0,016) e ganchos rostrais maxilares(r=0,24, P=0,02). Animais com ganchos pré-molares maxilares tiveram 2,8 vezes mais chance de apresentarem SM (IC 95% = 1,1 a 7,1).

Palavras-chave: equino, doença infundibular, sobremordida, gancho


ABSTRACT

The occurrence of infundibular disease (ID) and the association between over-bite (OB) and rostral and caudal hooks on teeth of the maxilla and jaw were evaluated in 88 horses - 52 males and 36 females - aging from between 3 and 27 years old. The horses were restrained in stocks, sedated with xylazine and examined using a mouth-speculum and a stainless steel pick. The data were recorded on individual charts. The animals were grouped by age: group 1: 3 to 9, group 2: 10 to 14, and group 3: 15 to 27 years old. ID was identified on the premolar and molar teeth in 37.5% of horses. There was a positive correlation between age and number of affected teeth (r=0.26, P<0.02). The most affected teeth were the 109 (11.4%) and 209 (12.5%). The highest occurrence of ID in the most affected group (G3) was on the 108 and 208 teeth. There were 66% of OB and 65% of hooks. There was a correlation between OB and the presence of total (r=0.26, P=0.016), maxillary and mandibular (r=0.25, P=0.016), and maxillary rostral hooks (r=0.24, P=0.02). Only the association between OB and maxillary rostral hooks was significant. Animals with maxillary pre-molars hooks were 2.8 times predisposed to have OB (CI 95%=1.1 to 7.1).

Keywords: horse, infundibular disease, over-bite, hook


 

 

INTRODUÇÃO

O exame e o tratamento odontológico periódicos nos equinos são fundamentais para garantir a manutenção da sanidade dentária e o aproveitamento adequado do alimento ingerido. A correção de anormalidades dentárias, como pontas excessivas de esmalte e ganchos, pode resultar em maior eficiência na mastigação dos alimentos, no ganho de peso e na redução da incidência de cólica por impactação e obstrução intestinal (Ralston, 2005).

A oferta em excesso de concentrados e forragens tenras e pouco variadas, associada ao confinamento, são fatores que contribuem para ocorrência de afecções dentárias (Pagliosa et al., 2006). Entre essas afecções, encontram-se a doença infundibular (DI), a sobremordida e os ganchos.

A DI é uma bacteriose necrosante, que afeta pré-molares e molares maxilares. A afecção é pouco observada nos incisivos, com maior incidência em equinos idosos (Johnson e Porter, 2006). Os pré-molares e molares maxilares possuem invaginações do esmalte, denominadas infundíbulos, que são preenchidas por cemento (Jonhson e Porter, 2006) e que têm como função aumentar a superfície de contato e o atrito, de modo a otimizar a eficiência mastigatória (Baker e Easley, 2005). O fator predisponente principal à DI é a hipoplasia do cemento que resulta em preenchimento incompleto do infundíbulo. Kilic et al. (1997) diagnosticaram DI em 24% dos dentes examinados, e 65% dos dentes examinados continham áreas de hipoplasia do cemento. A hipoplasia do cemento favorece o acúmulo de alimentos, bactérias, produção de ácidos por fermentação e reações enzimáticas que corroem os tecidos dentários (Crabill e Schumacher, 1998; Johnson e Porter, 2006). Por ação ácida, há comprometimento da calcificação, dissolução da parte inorgânica do dente e desintegração da parte orgânica (Baker, 1974). Tais ocorrências são agravadas pela maior utilização de alimentos de natureza concentrada ricos em cereais, levando à diminuição da eficiência da autolimpeza do infundíbulo, o que cria condições propícias para o desenvolvimento de microrganismos (Baker e Easley, 2005).

O gancho dentário forma-se pela falta de desgaste em uma área rostral ou caudal dos dentes, resultando em contato oclusal incompleto. São mais frequentes na face rostral dos segundos pré-molares maxilares (106 e 206) e na caudal dos terceiros molares mandibulares (311 e 411) (Baker e Easley, 2005; Pagliosa et al., 2006). A ocorrência de gancho pode ter relação com o confinamento, pois nesse manejo o alimento é disponibilizado acima do nível do solo, diferente do hábito natural de ingestão de alimentos dos equinos. A altura elevada na qual os alimentos são oferecidos pode, progressivamente, prejudicar os movimentos mastigatórios rostro-caudais. Além disso, alimentos à base de ração concentrada estimulam a movimentação vertical, alterando, também, a forma de desgaste dos dentes (Pagliosa et al., 2006). Como consequência da presença de gancho, pode ocorrer compressão periodontal e da coroa de reserva, podendo causar reabsorção do osso alveolar. Posteriormente, tal processo pode levar à formação de diastemas (espaços interdentários), com consequente acúmulo de alimentos, seguido de inflamação e infecção nesses espaços e favorecendo a doença periodontal e a perda dentária (Baker e Easley, 2005).

A sobremordida (SM) é um distúrbio parcial de oclusão, no qual os dentes incisivos maxilares apresentam-se rostrais aos mandibulares. Segundo Dixon e Dacre (2005), o maior significado clínico da ocorrência de sobremordida é o fato de ela estar usualmente associada a alterações nos dentes pré-molares e molares. Com a ocorrência de SM, os pré-molares e molares superiores ficam posicionados rostralmente aos dentes correspondentes da arcada inferior. Com isso, há o crescimento irregular da parte rostral dos pré-molares superiores 106 e 206 e da parte caudal dos molares inferiores 311 e 411, levando à formação de ganchos dentários. No entanto, outras etiologias também foram sugeridas para esse distúrbio, tais como desequilíbrio entre o desenvolvimento da maxila e da mandíbula, ou trauma na região temporomandibular (Crabill e Schumacher,1998; Dixon et al., 1999).

Este estudo teve como objetivo avaliar a prevalência de DI em equinos da cavalaria militar de Minas Gerais. Nos mesmos animais, determinou-se a ocorrência de sobremordida, ganchos e suas possíveis associações.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Examinaram-se as cavidades orais de 88 equinos - 52 machos e 36 fêmeas -, da raça Brasileiro de Hipismo ou mestiços, idade entre três e 27 anos e escore corporal entre 3 e 4 segundo Spiers (1997). Os animais pertenciam à cavalaria militar, onde eram manejados e recebiam 6kg de ração comercial (1,2% do PV/dia), divididos em porções iguais, quatro vezes ao dia. Também recebiam de 6 a 8kg de feno de coast-cross, divididos em porções iguais, três vezes ao dia. O fornecimento das porções de volumoso e concentrado era intercalado. Essa distribuição das refeições foi feita com o objetivo de prolongar o tempo de alimentação dos equinos, por dia.

Os exames odontológicos foram realizados por, no mínimo, dois veterinários e três graduandos de medicina veterinária. Após o jejum de 12h, os animais foram contidos em brete e sedados com xilazina 10% (0,5mg/kg/IV). O exame odontológico foi por inspeção da cavidade oral, utilizando-se um abre-bocas modelo Haussman, um fotóforo elétrico e sondas de aço inox de 44,5cm, após a cavidade oral ser lavada, usando-se tubo de plástico conduzindo água.

DI, SM e ganchos dentários foram diagnosticados referindo-se os dentes pelo método de Triadan utilizado por Omura (2003), sendo os registros feitos em prontuários individuais. As principais alterações foram registradas, também, por fotografias.

A SM foi avaliada antes de o equino ser sedado e com a cabeça em posição neutra, ou seja, a posição que o animal adota quando está em estação e mastigando (Gordon, 1998). Os lábios inferior e superior foram afastados para a visualização dos incisivos. Em seguida, o grau de SM foi avaliado de 0 a 3, sendo que 0: é ausência de SM; 1: é visualização parcial da mesa dentária, mas sem visualização do infundíbulo dos incisivos 101 e 201; 2: é presença de SM com visualização parcial da mesa dentária e do infundíbulo dos dentes 101 e 201 e 3: é visualização completa da mesa dentária dos dentes 101 e 201.

Para verificar possível influência da idade na ocorrência da DI, os animais foram separados em grupos: o G1 foi formado por animais com até nove anos; o G2 por animais de 10 a 14 anos; o G3 por animais de 15 a 27 anos. A associação com a idade foi verificada por teste de correlação, e a dispersão de frequência entre grupos foi avaliada pelo teste qui-quadrado.

Para determinar a associação entre SM e ganchos dentários, utilizou-se o teste de Spearman. Este teste avaliou a correlação entre a presença de SM e duas diferentes ocorrências de ganchos: ganchos rostrais nos dentes pré-molares maxilares, e ganchos caudais nos dentes molares mandibulares, avaliando-se o resultado em conjunto e individualmente para cada dente. Com o mesmo teste, verificou-se também a relação entre sobremordida e ganchos totais. Nos casos em que houve correlação significativa, realizou-se o teste de qui-quadrado, seguido de odds ratio.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A DI ocorreu em 33 (37,5%) animais. A localização foi em dentes pré-molares e molares maxilares. Entre os dentes acometidos por DI, os de número 109 e 209 apresentaram incidências de 11,4% e 12,5%, respectivamente. Tal incidência, elevada, também relatada por Crabill e Schumacher (1998), sugere que, por serem esses dentes os mais antigos nas arcadas e que, portanto, por mais tempo passaram por desgaste da boca e para os quais não há dentição temporária, são mais predispostos para a ocorrência de DI. Nos dentes incisivos, não foi diagnosticada, o que se explica pelas suas particularidades morfológicas e funcionais em relação aos pré-molares e molares (Baker e Easley, 2005).

Houve correlação positiva entre idade e número de dentes acometidos pela doença infundibular (r=0,26 e P<0,02), demonstrando o aumento da susceptibilidade dos dentes à DI ao decorrer dos anos. Embora fosse notado o predomínio da DI no grupo de animais mais velhos (G3), as incidências da afecção em G1 (38,7%), em G2 (25,7%) e em G3 (54,5%) não demonstraram diferença significativa. Os dentes mais frequentemente acometidos por DI no G3 foram o 208 (Fig. 1) e o 108 (Fig. 2 e 3). Como o número maior de animais acometidos foi do grupo de animais com idade mais avançada, acredita-se que, à medida que avança a idade, ocorre exposição por mais tempo aos fatores que causam DI, o que aumenta as chances de manifestação da doença.

 

 

Além da idade, outros fatores estão envolvidos na ocorrência de DI, como o desequilíbrio na alimentação, devido ao fornecimento de alimento concentrado, além do volumoso. A redução da proporção de alimento volumoso interfere na limpeza fisiológica dos dentes, pois, quando o animal mastiga fibras vegetais, ocorre a produção de saliva. A salivação e a ação mecânica do alimento fibroso auxiliam na remoção de partículas remanescentes de alimento aderido aos dentes, prevenindo o depósito de resíduos alimentares e, consequentemente, a proliferação de bactérias no local (Baker e Easley, 2005).

Pode-se inferir que, nos animais avaliados, o manejo alimentar alterado e a ausência de avaliação dentária periódica nos equinos contribuíram para a ocorrência de disfunções fisiológicas e anatômicas durante o desenvolvimento do tecido dentário, tornando-os susceptíveis à DI. Com a oferta de concentrado na dieta, sugere-se que o mecanismo de prevenção de deposição de alimento nos dentes pela ação da saliva e do alimento fibroso, aliado à presença de hipoplasia do cemento, tenha ficado prejudicado, favorecendo a manifestação de DI.

Verificou-se que 58 (66%) dos animais apresentavam SM e 57 (65%), gancho. Observou-se correlação positiva entre SM e ocorrências de ganchos (r= 0,26, P=0,016) e correlação positiva entre SM e ganchos rostrais maxilares (106 e 206) e mandibulares (306 e 406) (r=0,25, P=0,016). Ao avaliar-se a relação somente entre SM e a ocorrência de ganchos rostrais maxilares, observou-se correlação positiva (r=0,24, P=0,02), demonstrandoa predominância da SM em animais que apresentaram ganchos rostrais (Tab. 1). Verificou-se que animais com ganchos nos pré-molares maxilares apresentaram 2,8 vezes mais chance de manifestar sobremordida (IC 95%= 1,1 A 7,1).

Ainda não está explicado se os ganchos são formados em consequência da sobremordida ou se a ordem cronológica do surgimento destas alterações apresenta-se invertida. Acredita-se que uma alimentação com proporção elevada de ração concentrada oferecida aos animais deste estudo estimula a movimentação vertical da mandíbula, o que leva à alteração da forma de desgaste dos dentes. Além disso, a ração concentrada e a forragem são fornecidas, para esses animais, em um nível acima do solo, o que pode provocar mudanças dos movimentos rostrocaudais da mandíbula, diminuindo os rostrais e acentuando os caudais. Em consequência dessas variações, é possível ocorrer alteração da distribuição de forças durante o ciclo mastigatório, levando à formação dos ganchos, conforme mencionaram Pagliosa et al. (2006). Devido à barreira física criada pelos ganchos, restringindo a excursão rostrocaudal da mandíbula, pode ter surgido o posicionamento de sobremordida nestes equinos.

A partir dos resultados, pode-se inferir que houve influência do manejo alimentar sobre a ocorrência das afecções dentárias discutidas. Uma dieta equilibrada em relação às proporções de concentrado e forragem de alta qualidade é muito importante para reduzir as chances de ocorrência de alterações de desgaste dentário e de afecções, como as avaliadas neste estudo. Observou-se que a oferta de ração concentrada e a consequente redução na proporção de forragem tornaram os animais mais susceptíveis à ocorrência de DI, como descrito também por Crabill e Schumacher (1998). Associado a essa alteração da dieta, o confinamento dos animais também favoreceu a ocorrência de ganchos, com consequente manifestação de SM.

 

CONCLUSÕES

A presença de doença infundibular teve influência da idade. Os equinos que apresentam ganchos estão predispostos a manifestar sobremordida.

 

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Recebido em 20 de fevereiro de 2010
Aceito em 22 de dezembro de 2010

 

 

E-mail: julia.timponi@gmail.com

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