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Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia

Print version ISSN 0102-0935

Arq. Bras. Med. Vet. Zootec. vol.64 no.4 Belo Horizonte Aug. 2012

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352012000400023 

ZOOTECNIA E TECNOLOGIA E INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

 

Método de amostragem e caracterização química da forragem consumida por bovinos em pasto consorciado de aveia e azevém

 

Method of sampling and chemical characterization of forage intake by cattle in pasture ryegrass intercropping oats

 

 

P.E.F. ProhmannI; A.F. BrancoI; W. ParisI; J.C. BarretoI; V.J.A. MagalhãesI; R.H.T.B. GoesII,*; M.V.M. OliveiraII

IUniversidade Estadual de Maringá - Maringá, PR
IIUniversidade Federal da Grande Dourados - Dourados, MS

 

 


RESUMO

O presente ensaio foi conduzido com o objetivo de se estudarem diferentes métodos de amostragem de pasto e de se estimar a composição química da dieta consumida por novilhos Holandeses, mantidos em pastagem consorciada de aveia preta (Avena strigosa Schreb) e azevém (Lolium multiflorum Lam). Os métodos avaliados foram o corte da forragem rente ao solo (CFRS), o pastejo simulado (PSI) e a coleta de extrusa ruminal (CERU). Os teores médios de proteína bruta (PB), nutrientes digestíveis totais (NDT), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA) foram de 9,7; 62,2; 64,5 e 33,1% para o tratamento CFRS; de 9,8; 65,4; 59,6 e 30,0% para o PSI, e de 11,4; 70,8; 51,6 e 25,5% para CERU, respectivamente. Não houve diferença estatística entre os métodos CFRS e PSI, todavia, em relação ao método CERU, ambos subestimaram a concentração proteica e a energética, e superestimaram a quantidade de parede celular presente na dieta. Conclui-se que a coleta da extrusa ruminal pode ser um método adequado para caracterizar a dieta consumida por novilhos em pastagem consorciada de aveia e azevém.

Palavras-chave: composição química, extrusa ruminal, pastejo simulado


ABSTRACT

The experiment was conducted to study different methods of pasture sampling, to estimate the chemical composition of the diet of Holstein steer, and grazing pasture of oat (Avena strigosa Schreb)and ryegrass (Lolium multiflorum Lam). The methods evaluated were Clipping Close by Soil (CCS), Hand-Plucking (HPL) and Rumen Evacuation (REV). The averages for crude protein (CP), total digestible nutrients (TDN), neutral detergent fiber (NDF) and acid detergent fiber (ADF) were 9.7, 62.2, 64.5 and 33.1% for the CCS treatment; 9.8, 65.4, 59.6 and 30.0% for HPL, and 11.4, 70.8, 51.6 and 25.5% for REV, respectively. There was no statistical difference between CCS and HPL methods, however, in relation to the REV method, both underestimated protein and energy concentration, and overestimated the amount of cell walls in the diet. The conclusion is that rumen evacuation may be an adequate method to characterize the diet consumed by steers on oats and ryegrass pastures.

Keywords: chemical composition, hand-plucking, nutritive value, rumen evacuation


 

 

INTRODUÇÃO

O pasto constitui a base da alimentação de bovinos, e a disponibilidade dos nutrientes depende da biomassa da pastagem. A correta determinação da quantidade e da qualidade da forragem consumida pelos animais em pastejo constitui informação importante para definir programas de alimentação e para estimar o desempenho animal.

Determinar precisamente a dieta dos animais em pastejo é um desafio, pois os bovinos apresentam seletividade durante a alimentação, com consequente escolha das espécies mais palatáveis e consumo das partes mais tenras e nutritivas da planta. Segundo Euclides et al. (1992), esse hábito de pastoreio diferenciado é que possibilita ao bovino apresentar um desempenho superior em relação ao estimado pelos métodos convencionais de quantificação da qualidade da forragem.

Várias metodologias têm sido utilizadas para caracterizar o alimento ingerido pelo animal, entre elas o corte da forragem rente ao solo. Essa técnica é mais simples de ser realizada, porém é uma estimativa grosseira, pois considera todas as frações da planta, como caule, folha, inflorescência, sementes e material senescente, não havendo, portanto, uma correlação fidedigna com a dieta selecionada pelo animal (Moraes et al., 2005). Outro método, o de pastejo simulado ou hand-plucking, possibilita a obtenção de uma amostra mais próxima à dieta que o animal efetivamente consome (Goes et al., 2003; Silveira et al., 2005). No entanto, esta técnica está sujeita a falhas na amostragem, sendo mais indicada para áreas com grande quantidade de forragem disponível e quando são utilizados animais com índole dócil.

Animais com fístula esofágica, embora proporcionem alta fidedignidade do processo seletivo (Silva et al., 2011), são caros e de difícil manutenção, devido a traumas no tecido do esôfago e problemas de acidose (Wojy e Iji, 1996). As contaminações com a saliva e as alterações químicas da extrusa durante a secagem, apesar de serem reduzidas com a liofilização, também interferem nos dados (Coffey et al., 1991). Outra falha desta técnica é que o jejum imposto antes da coleta pode reduzir a capacidade seletiva do animal (Santos et al., 2008).

Já o método da coleta de conteúdo ruminal, ou extrusa ruminal, com animais fistulados, por meio do esvaziamento total do rúmen, possibilita que sejam obtidas amostras semelhantes à da extrusa esofágica (Olson, 1991; Dubbs et al., 2003), com a vantagem de estes animais necessitarem de menores cuidados e de poderem ser utilizados em outras atividades (Kloppenburg et al., 1995; Hirschfeld et al., 1996).

Deste modo, o presente trabalho objetivou avaliar diferentes metodologias de amostragem para se estimar o valor nutricional da pastagem consumida por bovinos.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado em uma fazenda, situada no município de Luiziana/PR, durante as estações de inverno e primavera. O clima da região é caracterizado como subtropical úmido mesotérmico, segundo classificação de Köppen.

A área destinada ao experimento foi cultivada com aveia (Avena strigosa Schreb) e azevém (Lolium multiflorum Lam), e manteve-se uma biomassa de forragem disponível próxima a 1.200kg de MS/ha. Para manter estável a produção forrageira, a pastagem foi dividida em piquetes, sendo estes pastoreados por bovinos reguladores e pelos animais utilizados neste ensaio.

A determinação do valor nutricional da pastagem consumida pelos bovinos foi efetuada por meio de corte da forragem rente ao solo (CFRS), pastejo simulado (PSI) e coleta de extrusa ruminal (CERU). As amostragens foram tomadas a cada 28 dias, em quatro piquetes pastoreados, de julho a novembro.

Para realização da técnica do PSI, foram utilizados quatro novilhos da raça Holandesa, com 16 meses de idade e peso médio de 300kg. Os animais, sem estarem em jejum, foram soltos no piquete, e, em seguida, quatro avaliadores acompanharam, numa distância inferior a dois metros, o hábito de pastejo e a preferência dos novilhos pelas espécies e pelos componentes estruturais das forrageiras. De maneira simultânea e sincronizada com os bovinos, os avaliadores colheram manualmente quatro amostras de forragem semelhantes ao conteúdo que estava sendo selecionado e consumido pelos animais.

Na CERU, quatro bovinos da raça Holandesa, com cerca de 300kg e providos de cânula ruminal, sem jejum prévio, tiveram todo o conteúdo ruminal retirado manualmente, sendo esse material acondicionado em tambores de plástico. Logo depois, os novilhos eram conduzidos ao piquete, para pastejar de 30 a 40 minutos, sendo que, neste intervalo, não era permitida a ingestão de água. Após o pastejo, todo o conteúdo recém-ingerido era coletado e dele retirada uma amostra. Em seguida, o conteúdo ruminal, previamente acondicionado nos tambores, era recolocado manualmente no rúmen e os animais eram reconduzidos à pastagem.

As amostras provenientes dos métodos CFRS, PSI e CERU, pesando em média 1kg, foram devidamente acondicionadas em sacos plásticos, congeladas e encaminhadas para o Laboratório de Análises de Alimentos e de Nutrição Animal (LANA), do Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual de Maringá/PR (UEM). As amostras foram pesadas e secas em estufas com ventilação de ar forçada a 55oC, por 72 horas, para posterior determinação do percentual de matéria seca (MS), de proteína bruta (PB), segundo AOAC (1990), e de fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA), por meio do método de partição de fibras (Van Soest et al., 1991). Os valores referentes aos nutrientes digestíveis totais (NDT) foram estimados por meio da equação proposta por Undersander et al. (1993), em que % NDT = 105,2 - (0,667 x FDN).

O trabalho foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, e as variáveis estudadas foram submetidas à análise de variância, de acordo com o modelo estatístico Yij = µ + Ti + eij, em que: Yij é o valor observado das variáveis estudadas, relativo a cada individuo j, que recebeu o tratamento i; µ é a constante geral; Ti o efeito do tratamento i, com i que variou de 1 a 3; e eij o erro aleatório inerente a cada observação. Para comparação entre médias, foi utilizado o teste Tukey a 5% de probabilidade, por intermédio do programa SAEG.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Durante a realização do estudo, a disponibilidade média de biomassa da pastagem consorciada de aveia e azevém foi de 1.128kg/MS/ha, estando esse valor próximo ao estipulado por Pilau et al. (2005), de 1.200kg/MS/ha, para que ocorra maior eficiência de colheita de forragem pelo animal, sem limitar o pastejo seletivo.

Segundo Moraes et al. (2005), dietas selecionadas por bovinos em pastejo contêm maior concentração de proteína que as amostras de forragem coletadas pelo homem. Neste ensaio, os métodos de corte da forragem rente ao solo (CFRS) e de pastejo simulado (PSI) proporcionaram, nas coletas de julho a novembro, teores proteicos estatisticamente semelhantes, com média de 9,8% de PB (Tab. 1). Pilau et al. (2005), ao avaliarem pastagem consorciada de aveia e azevém por meio de pastejo simulado, encontraram valores médios de 20 e 13% de PB, para coletas realizadas aos 56 e 112 dias de pastejo, respectivamente, sendo tais valores superiores ao deste trabalho.

Já a técnica de coleta da extrusa ruminal (CERU), independentemente dos meses de amostragem, apresentou teor de proteína relativamente constante e superior aos demais métodos de amostragem (P>0,05), com 11,4% de PB, assemelhando-se ao observado por Moraes et al. (2005). No entanto, Santos et al. (2004) mencionaram que o teor de PB nas amostras de extrusa ruminal pode ser influenciado por contaminações de nitrogênio, como a ureia e as mucinas, contidas na saliva dos animais. Dubbs et al. (2003), todavia, ao analisarem diversas espécies forrageiras, amostradas via coleta ruminal, não observaram influência significativa dos compostos proteicos contidos na saliva sobre a concentração de PB nas amostras de forragens.

Reduções nos teores proteicos das pastagens normalmente ocorrem com avanço do estádio fenológico das plantas. Frizzo et al. (2003) destacam que à medida que as forrageiras com ciclo anual, como a aveia e o azevém, aproximam-se do final do seu ciclo vegetativo, as plantas apresentam maior quantidade de colmos, com menor concentração de compostos nitrogenados em relação às folhas, resultando em menor ingestão de proteína pelos animais. Neste estudo, verificou-se, para todos os métodos de amostragem, uma diminuição dos teores proteicos ao longo dos períodos experimentais, sendo a elevação observada no mês de outubro justificada pela melhora das condições climáticas. Vale ressaltar que, mesmo no fim do ciclo produtivo da pastagem, os teores proteicos foram superiores a 7% de PB, valor este considerado por Van Soest (1994) como limite mínimo para não ocasionar efeitos supressores na ingestão de pasto.

Em relação à concentração de energia, estimada por meio dos nutrientes digestíveis totais (NDT), infere-se que a amostragem realizada pelo método de esvaziamento ruminal foi superior (P<0,05), nos meses de julho, agosto e novembro, e também na média do período experimental, com 70,8% de NDT (Tab. 2), sendo, portanto, superior aos valores encontrados para o corte rente ao solo e o pastejo simulado. Os valores observados para o pastejo simulado de 60% de NDT foram superiores aos encontrados por Pilau et al. (2005).

As diferenças supracitadas, ocorridas entre a coleta de extrusa e os demais métodos, podem ser justificadas pelo comportamento seletivo dos animais, os quais priorizam a ingestão dos componentes estruturais mais nutritivos das forrageiras, como as lâminas foliares, que apresentam maiores teores de PB e menores valores de FDN (Tab. 3).

Os resultados das análises de FDN indicam que as amostras de conteúdo ruminal apresentaram, em relação aos métodos CFRS e PSI, menores concentrações de celulose e hemicelulose, nos meses de julho, agosto, outubro e novembro e na média do período, com 51,6% de FDN, refletindo, assim, os maiores teores de NDT. Já as amostras de CFRS apresentaram os maiores teores de parede celular, com média de 64,5% de FDN, ficando o PSI com valores intermediários de 59,6% de FDN (P<0,05).

A técnica de amostragem da forrageira por meio do corte rente ao solo, segundo Goes et al. (2003) e Moraes et al. (2005), não representa fidedignamente a dieta selecionada pelo animal, pois superestima o conteúdo fibroso e subestima os teores de proteína bruta da pastagem. Comportamento semelhante foi observado por Dubbs et al. (2003) em pastagem de festuca (Festuca arundinacea), em que os valores médios de CERU para a FDN foram 5,5% inferiores aos de CFRS.

Verifica-se que as concentrações médias finais de fibra em detergente ácido (FDA) foram semelhantes (P>0,05) entre as amostras de CFRS e as de PSI, com médias de 33,1 e 30,0% (Tab. 4), porém superiores à CERU, que se comportou de forma constante. Dubbs et al. (2003) também observaram valores superiores para amostras de forragem cortadas rente ao solo, em comparação às amostras oriundas de extrusa ruminal.

Se a forragem disponível for constituída por perfilhos fisiologicamente maduros, ocorre a predominância dos constituintes da parede celular, com influência negativa sobre o valor nutritivo da forragem (Moraes et al., 2005). Assim, os maiores valores de parede celular encontrados para CFRS e PSI podem interferir negativamente no consumo de matéria seca dos animais, alterando a força de ruptura da forragem no momento do bocado, reduzindo, assim, a taxa de bocado e aumentando a atividade de mastigação, o que, consequentemente, ocasiona redução desta taxa (Silva et al., 2011). Nesse sentido, os menores teores de FDA para a técnica CERU, observados neste ensaio, demonstram a capacidade do animal em selecionar a dieta, bem como a eficácia desta técnica em estimar mais fidedignamente o que realmente está sendo ingerido pelos animais em regime de pastejo.

 

CONCLUSÕES

A amostragem da pastagem consumida pelo animal por meio das técnicas CFRS e PSI subestimou as concentrações proteica e energética e superestimou a quantidade de parede celular de gramíneas de clima temperado em comparação à CERU.

 

AGRADECIMENTOS

Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, pelo apoio financeiro a este trabalho; à fazenda Dona Elisa - Luiziana/PR.

 

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Recebido em 18 de outubro de 2011
Aceito em 1 de fevereiro de 2012

 

 

* Autor para correspondência (corresponding author),Email: rafaelgoes@ufgd.edu.br