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Acta Botanica Brasilica

Print version ISSN 0102-3306

Acta Bot. Bras. vol.3 no.2 Feira de Santana Dec. 1989

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33061989000200007 

TESES E DISSERTAÇÕES

 

 

TITULO: Estudos de Características Dendrológicas Anatômicas e Taxonómicas de Meliaceae na Microrregião de Viçosa, Minas Gerais.

AUTOR: Antônio Lelis Pinheiro

DATA: 18 de dezembro de 1985

LOCAL: Departamento de Engenharia Florestal, Universidade Federal de Viçosa

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADA:

Roberto da Silva Ramalho (Orientador)
Eldo Antonio Monteiro da Silva (Conselheiro)
Antonio Bartolomeu do Vale (Conselheiro)
Waldomiro Nunes Vidal
Maria Rosária Rodrigues Vidal

 

RESUMO: Neste trabalho, procurou-se caracterizar, dendrologicamente, anatomicamente e taxonicamente, as principais espécies de Meliaceae encontradas na microrregião de Viçosa, Minas Gerais. Essa microrregião, mais conhecida por Mata de Viçosa, caracteriza-se pelas formações florestais estacionais tropicais, em parte caducifólia, com clima tropical úmido e estações chuvosa e seca bem definidas, em outras palavras, seu clima é de altitude, com verões frescos e chuvosos. O objetivo deste trabalho foi contribuir para o conhecimento da composição florística da família Meliaceae na microrregião de Viçosa e confeccionar chaves dicotômicas baseadas nas descrições dendrológicas e taxonômicas para confeção de manuais de campo; além do estudo anatômico comparativo nas mudas de regeneração natural, tendo-se como objetivo separar espécies afins. Como ponto de partida, procurou-se identificar, até o nível de gênero, as árvores no campo, através do auxílio de um mateiro e dos conhecimentos dendrológicos de sua família. Após a localização das árvores, esperou-se a floração, para que fosse coletado o material a ser identificado. Logo após, coletaram-se frutos e sementes para obtenção da muda para estudos anatômicos. As principais características utilizadas foram: porte de árvore, tronco, casca, folhas, flores, frutos, galhos e copa, além de dados gerais como sinonímias, distribuição geográfica, nomes vulgares e dados fenológicos. As características para estudo de regeneração natural utilizadas foram: folhas, caule, gemas, exsudação e odores. Para o estudo anatômico, utilizaram-se, especialmente, folha e caule. Foram estudadas oito espécies florestais nativas da microrregião em estudo e duas exóticas introduzidas. As amostras do material botânico como folhas, flores e frutos foram enviadas para especialistas, que auxiliaram na identificação das espécies. As metodologias utilizadas neste trabalho poderão ser perfeitamente usadas para estudos similares com a mesma família em outras regiões, ou com outras famílias de importância na mesma região ou em regiões diferentes.

 


 

TÍTULO: Musgos na reserva florestal do IBDF - João Pessoa - PB - Brasil

AUTORA: María das Graças Veloso Marinho

DATA: Fevereiro, 1988

LOCAL: Mestrado em Criptógamos, Centro de Ciências Biológicas - Universidade Federal de Pernambuco

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Geraldo Mariz - DL (Orientador)
José Luiz de Hamburgo Alves - DSc
Olga Yano - MSc

 

RESUMO - Estudos taxonómicos sobre BRYOPSIDA (Briófitas) foram realizados em material coletado na mata remanescente da Floresta Tropical Atlântica Subperenifólia localizada no município de João Pessoa, Estado da Paraíba entre os paralelos (Latitude 07º06'S e Longitude 34º52'W) a qual pertence à Reserva Florestal do IBDF. Efetuaram-se dezoito excursões na área, durante o período de janeiro de 1985 a junho de 1986. Dados pluviométricos, umidade relativa e temperatura da área tomados nos anos de 1985/86 foram obtidos no Instituto Nacional de Meteorologia do Ministério da Agricultura. Com apoio na bibliografia especializada, consultas a material de herbário e tipos, foram feitas as descrições das espécies. Foram identificadas vinte espécies: Fissidens mollis Mitt.*, Fissidens radicans Mont.*, Fissidens flexinervis Mitt.*, Fissidens zollingeri Mont., Dicranella hilariana (Mont.) Mitt.*, Octoblepharum cdbidum Hedw., Calymperes palisotii Schwaegr. subsp. richardii C. Muel.*, Calymperes erosum C. Muell.*, Bárbula agraria Hedw. Hyophila tortula (Schwaegr.) Hampe*, Bryum argenteum Hedw.*, Bryum cruegeri Hampe ex C. Muel.*, Bryum coronatum Schwaegr., Philonotis uncinata (Schwaegr.) Brid.*, Hoókeriopsis incurva (Hornsch.) Broth.*, Isopterygium tenerum (Sw.) Mitt., Sematophyllum subsimplex (Hedw.) Mitt., Sematophyllum sericifolium Mitt.* Sematophyllum caespitosum (Hedw.) Mitt.*, Taxithelium planum (Brid.) Mitt.*. Destas, trezes espécies constituem novas referências para o Estado da Paraíba-Brasil. São apresentadas chaves, descrições das espécies, mapas, quadro de distribuição geográfica e tabelas de distribuição por habitat. Constatou-se que o maior número de espécies encontradas eram corticícolas. Cada descrição específica é acompanhada da distribuição geográfica, material examinado, comentários e ilustrações. Apresentaram maior freqüência na área em estudo, as seguintes espécies: Sematophyllum subsimplex (Hedw.) Mitt. e Calymperes palisotii Schwaegr. subsp. richardii C. Muell.

 

 

* Nova Referência para Estado.

 


 

BIOLOGIA DE APHYLLOPHORALES XILÓFILAS (BASIDIOMYCETES)

LOCAL: Botânica - UFRGS

AUTORA: Vera Lúcia N. Susin

DATA: 29/3/88

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Rosa T. Guerreiro (orientadora UFRGS)
Lina Betucci (Fac. Humanidad y Ciências - Montevideo)
Jorge E. Wright (Fac. Humanidad y Ciências Exactas - Buenos Aires)
Maria H. Homrich (UFRGS)
Eni C. Vianna (UFRGS)

 

RESUMO - O trabalho consta de estudos de cultivo para vinte e três espécies de AphyDophorales xilófilas, coletadas no Horto Florestal Granja Carola da Companhia Estadual de Energia Elétrica, Guaíba, RS, distribuídas nas famílias Corticiaceae, Ganodermataceae, Hymenochaetaceae, Podoscyphaceae, Polyporaceae, Schizophyllaceae e Stereaceae. Os cultivos são descritos e codificados segundo Nobles (1965). Aleurodiscus mirabilis (Berk. & Curt.) Höhn, Cymatoderma caperatum (Berk. & Mont.) Reid. Dichomitus anoectoporus (Berk. & Curt.) Ryv., Perenniporia albida Rajch. & Wright e Trametes rígida Berk. & Mont. são pela primeira vez incorporadas ao sistema de Nobles. Grammothele subargentea (Speg.) Rajch., Dichomitus anoectoporus (Berk. & Curt.) Ryv., Fibroporia gossypia (Speg.) Parm. e Perenniporia albida Rajch. & Wright constituem citações novas para o Brasil.

 


 

TÍTULO: Sistemática e ecologia de Myxomycetes ocorrentes em cana-de-açúcar (Saccharum spp)

AUTORA: Eneida Jucene dos Santos

DATA: Outubro, 1988

LOCAL: Mestrado em Criptógamos, Centro de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Pernambuco

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Laíse de Holanda Cavalcanti Andrade - DSc (Orientador)
Rita de Cássia Maimoni Rodella - DSc
Geraldo Mariz - DL

 

RESUMO - Durante o ano de 1985 investigou-se o desenvolvimento de MYXOMYCETES no bagaço de cana-de-açúcar armazenado em indústria (Reci-fe-PE) e em um canavial da Estação Experimental do PLANALSUCAR (Carpina-PE). Na indústria, foi feita uma visita na primeira quinzena e outra na segunda quinzena de março, junho, setembro e dezembro; no canavial, efetuou-se duas visitas por quinzena, nos mesmos meses. Examinou-se bagaço armazenado (fardo e granel), folhas vivas, senescentes e mortas, colmos e raízes vivos e mortos e solo. Para os taxa assinalados são fornecidos chaves de identificação, descrições, ilustrações e comentários sobre as espécies. Analisou-se os dados climáticos para os municípios estudados. Foram identificadas dezenove espéccies, das quais doze são novas referências para o substrato analisado (Çribaria splendens (Schrader) Persoon, Dictydium cancellatum (Batsch) Macbride, Arcyria denudata (Linnaeus) Wettstein, A. insignis Kalchbrenner & Cooke, Arcyria nov. sp., Triehia favoginea (Batsch) Persoon, Physarum nucleatum Rex, P. nutans Persoon, P. cf. pezizoideum (Junghn) Pavillard e Lagar de, Stemonitis axifera var. smithii (Bulliard) Macbride, S. flavogenita Jahn e S. herbatiça Peck). Arcyria sp. foi considerada como uma nova espécie para a ciência. Ficam referidas como ocorrentes em cana-de-açúcar 33 espécies de MYXOMYCETES. Registrou-se maior diversidade de espécies no bagaço armazenado do que no canavial e neste, mais no plantio da cana-ressoca do que na cana-soca, predominando sobre folhas senescentes ou mortas. Dentre as variedades de cana-de-açúcar analisadas não se observou diferenças significativas de suscetibilidade. Registrou-se o maior número de frutificações e espécies nos meses chuvosos. Classificou-se Lycogala epidendrum (Linnnaeus) Fries e Fuligo séptica (Link) Wiggers, como constantes no bagaço armazenado. No canavial, nenhuma espécie foi classificada como constante, sendo Craterium leucocephalum (Persoon) Ditmar enquadrada como acessória e as demais como acidentais. As espécies mais freqüentes foram Fuligo séptica (Link) Wiggers e Lycogala epidendrum (Linnaeus) Fries, no bagaço armazenado, e Craterium leucocephalum (Persoon) Ditmar, no canavial.

 


 

TÍTULO: Contribuição ao conhecimento dos fungos poliporáceos na arborização da cidade de João Pessoa-Paraíba-Brasil

AUTORA: Josefa Valdete Bezerra da Silva

DATA: Fevereiro, 1988

LOCAL: Mestrado em Criptógamos, Centro de Ciências Biológicas - Universidade Federal de Pernambuco.

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Maria Alves de Souza - DSc (Orientadora)
Isonete de Jesus Araújo - DSc
Maria Auxiliadora de Q. Cavalcanti - DL

 

RESUMO - Do estudo realizado com a família Polyporaceae "sensu lato" (Hymenomycetes) na arborização da cidade de João Pessoa, no período de abril de 1983 a maio de 1987, foram encontrados representantes de 5 gêneros num total de 7 espécies, a saber: Coriolus occidentalis (Klotz.) Cunn., Ganoderma resinaceum Boud. in Pat., Hexagona hydnoides (Sw.) K. Fidalgo, lnonotus patouillardii (Rick) Imaz., Phellinus fastuosus (Lév.) Sing., Phellinus paraibensis B. Silva & M.A. Sousa e Phellinus sp. P. paraibensis foi descrita como nova para a ciência. As demais espécies foram confirmadas para o Brasil e referidas pela primeira vez para a Paraíba. De cada espécie são fornecidos: nome e basiônimo com indicação da literatura concernente; sempre que possível, tipo e local do tipo; descrição; relação dos espécimes examinados informando ponto de coleta, substrato, coletor, data da coleta e número de herbário; distribuição geográfica e comentários específicos e gerais enfocando entre outros aspectos o modo de vida. São apresentadas: chave para identificação das espécies; ilustrações; mapas de localização do município de João Pessoa e da distribuição das espécies nos logradouros percorridos, tabelas com resultados de testes mico e fitoquímicos, freqüência fungo-hospedeiro e das espécies arbóreas ocorrentes na área, destacando-se espécimes infectados e não infectados.

 


 

TÍTULO: Estudo da farrúlia Boletaceae (Agaricales, Hymenomycetes) na mata do Campus I da Universidade Federal da Paraíba, (João Pessoa-PB-Brasil)

AUTOR: Iderval Cavalcante de Oliveira

DATA: Fevereiro, 1988

LOCAL: Mestrado em Criptógamos, Centro de Ciências Biológicas - Universidade Federal de Pernambuco

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Maria Alves de Souza - DSc (Orientadora)
Isonete de Jesus A. Aguiar - DSc
Maria Auxiliadora de Q. Cavalcanti - DL.

 

RESUMO - Foi realizado um levantamento da família Boletaceae Chevalier (Agaricales, Hymenomycetes), ocorrente na Mata do Campus I da Universidade Federal da Paraíba, situada no Município de João Pessoa, no período de março de 1984 a junho de 1987. Foram estudadas um total de 10 espécies, distribuídas em 6 gêneros e 3 subfamílias: Boletellus lepidospora Gilb., B. pustulatus (Beeli) Gilb., Chalciporus piperatus (Buli. ex Fr.) Bat., Fistulinella violaceipora (Stev.) Sing. (Boletoideae); Gyrodon proximus Sing., Phlebopus berdensis (Sing. & Dig.) Heinem. et Rammeloo, P. harleyi Heinem. et Rammeloo, P. portentosus (Berk. et Br.) Boedijn (Gyrodontoideae); Xerocomus hipoxanthus Sing. e Xerocomus sp (Xerocomoideae). Destas, B. lepidospora, B. pustulatus, C. piperatus, F. violaceipora, P. portentosus, são citadas pela primeira vez para o Brasil. Com exceção de P. beniensis, as demais espécies são referidas pela primeira vez para o Estado da Paraíba. São fornecidas: descrições dos táxons e chave para identificação; enfoques sobre habitat e importância econômica; ilustrações; mapas de localização da mata e da distribuição dos pontos de coleta; tabelas com as espécies arbóreas ocorrentes em cada ponto de coleta e gráficos e tabelas com dados meteorológicos.

 


 

TÍTULO: Isolamento de fungos de rizosfera de sementeira e de sementes de tomate (Lycopersicon esculentum Mill)

AUTORA: Ivone Lopes da Silva

DATA: Agosto, 1988

LOCAL: Mestrado em Criptógamos, Centro de Ciências biológicas, Universidade Federal de Pernambuco

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Maria Auxiliadora de Q. Cavalcanti - DL (Orientadora)
Lusinete Aciole de Queiroz - DSc
Geraldo Mariz - DL

 

RESUMO - Foram realizados estudos sobre os fungos ocorrentes no solos de rizosfera de sementeiras e nas sementes de tomate (Lycopersicon esculetum Mill), no município de Camocim de São Félix, Pernambuco, durante o período de 1985 e 1986. As amostras de solo rizosférico foram coletadas aleatoriamente em todo o município, sendo as sementes conseguidas da cooperativa e dos agricultores locais. Para o isolamento dos fungos do solo foi empregada a técnica de WARCUP, modificada, utilizando-se no isolamento dos fungos das sementes o método de "blotter" modificado. Os fungos isolados, num total de 580 isolamentos, correspondem a 7 entidades taxonômicas, pertencentes, em sua maioria, aos DEUTEROMYCOTINA, estando os grupos ASCOMYCOTTNA, ZYGOMYCOTTNA e Micelia sterilia pouco representados. Do total de isolamentos, 520 foram do solo de rizosfera de sementeiras de 78 das sementes. Fusarium e Penicillium e foram os gêneros que predominaram em todas as amostras de solos da rizosfera, enquanto Aspergillus, Penicillium e Chaetomium, foram os mais freqüentes nas sementes. Observou-se a maior ocorrência de isolamentos de fungos durante o período de coletas realizadas em 1986, devido, provavelmente, à precipitação pluviométrica ter sido mais elevada neste período. A maior incidência de isolamentos verificou-se nas sementes não tratadas. As espécies isoladas são relacionadas e discutidas.

 


 

TITLE: Aspectos da biologia de "Glomerella cinqulata (Stonem) Spauld R. Schrenk (forma anamórfica Colletotrichum gloeosporioides (Penz.)".

AUTHOR: Jussara Medeiros

LOCAL: Botany UFRGS

DATE: Aug. 8th 1988.

LEVEL: MSC

EXAMINER BOARDING:

Rose T. Guerreiro (adviser)
Aida Matsumura (UFRGS)
Maria H. Hornirich (UFRGS)
Lina Betucci - Fac. Humanidad y Ciencias - Montevideo
Maria E. Ranalli de Canto - Fac. Humanidad y Ciencias - Buenos Aires

 

RESUMO - Foram estudados, em meio de cultura e sob condições controladas, isolados de 13 hospedeiros diferentes de Glomerella cingulata (Stonem.) Spauld. & Schrenk. A morfologia e o crescimento de micelio destes isolados mostraram-se variados. Foram reconhecidas cepas homotálicas, cepas conidiais por reversão e cepas não cruzantes; não foi evidenciado o ciclo parassexual. A ação patogênica das diferentes amostras foi avaliada em frutos de maçã, ameixeira-do-japão e plántulas de feijoeiro.

 


 

TITLE: Oenothera L. (Onagraceae) do Rio Grande do Sul, Brasil - um estudo taxonômico.

AUTHOR: Daniel B. Falkenberg

LOCAL: Botany - UFRGS

DATE: Dec. 8th 1988

LEVEL: MSc

EXAMINER BOARDING:

Bruno E. Irgang (adviser)
Peter Raven - USA
Gert Hatschbach - Mus. Bot. Curitiba
Helga Winge - UFRGS
Hilda M. Longhi-Wagner - UFRGS

 

RESUMO - São apresentadas informações sobre a família Onagraceae e o gênero Oenothera, descrições de ambos para o Rio Grande do Sul e chaves para os gêneros de Onagraceae e as espécies de Oenothera deste estado. A partir de viagens de coletas em todas as regiões fisiográficas do Rio Grande do Sul e em regiões vizinhas, e da observação de todas as espécies de Oenothera em seus ambientes naturais, são reconhecidos 7 táxons: O. affinis Camb., O. indecora Camb., O. mendocinensis Gill. ex H. & A., O. mollissima L., O. Parodíana, Munz ssp. parodiaria, O parodiana Munz ssp. brasiliensis Dietrich e O. ravenii Dietrich. O. mendocinensis e O parodiana são ocorrência novas para a flora do RS e do Brasil. O. catharinensis Camb. foi considerada sinónimo de Oenothera mollissima. Para cada táxon, são feitas diagnose, observações ecológicas, distribuição geográfica, comentários, ilustrações e um mapa da distribuição das coletas no Rio Grande do Sul.

 


 

ATIVIDADES COLONIZADORA DE BASIDIOMYCETES XILÓFAGOS NA PRESENÇA DA FLORA FUNGIDA DO SOLO, "IN VITRO"

LOCAL: Botânica - UFRGS

AUTORA: Soraia G. Bauermann

DATA: 3/5/1989

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Rosa T. Guerreiro (orientadora - UFRGS)
Lina Betucci (co-orientadora - Fac. Humanidad y Ciências - Montevideo)
Adauto Ivo Milanez (IBSP)
Maria L. Lorscheiter (UFRGS)
Luís R. M. Baptista (UFRGS)

 

RESUMO - Busca-se avaliar a capacidade colonizadora de quatro Basidiomycetes xilófagos, quando incubados na presença da flora fúngica do solo. Os Basidiomycetes utilizados foram: Dacryopinax spathularia (Schw.) Martin, Phaeocoriolellus trabeus (Pers ex Fr.) Kotl. & Pouz., Pycnoporus sanguineus (Fr.) Murril e Tyromyces palustris (Berk. & Curt.) Murril. Destes, P. sanguineus causa podridão branca e os três restantes são responsáveis pelo apodrecimento marrom da madeira. O estudo da colonização foi repetido em cada estação do ano e a flora lignofílica dos blocos de madeira identificada. A partir dos fragmentos de madeira extraídos do interior dos blocos-inóculos, observou-se o número de colônias recuperadas de cada Basidiomycete. Dos fragmentos retirados da parte interna dos blocos estéreis, incubados na presença ou não de Basidiomycetes, determinou-se o número de colônias das diferentes espécies que constituem a micoflora colonizadora. Com base nestes dados calculou-se o índice de diversidade e similariedade para cada comunidade lignofüica. O teste t foi aplicado para detectar as possíveis diferenças estatisticamente significativas. Também analisou-se a ausência de colonização pelos Basidiomycetes e suas possíveis causas, a influência da sazonalidade sobre as comunidades fúngicas colonizadoras dos blocos de madeira e a inexistência de correlação entre o tipo nutricional de Basidiomycete e a flora fúngica.

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