SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.10 número2Universidade Federal do Rio Grande do SulUniversidade de São Paulo índice de autoresíndice de materiabúsqueda de artículos
Home Pagelista alfabética de revistas  

Servicios Personalizados

Revista

Articulo

Indicadores

Links relacionados

Compartir


Acta Botanica Brasilica

versión impresa ISSN 0102-3306

Acta Bot. Bras. vol.10 no.2 Feira de Santana dic. 1996

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33061996000200018 

RESUMOS DE DISSERTAÇÕES E TESES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

 

 

TÍTULO: Árvores e arvoretas nativas das restingas do Rio de Janeiro. Potenciais paisagísticos e possibilidades de uso

AUTOR: Carlos Valentim Mendes

DATA: novembro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Luiz de Emygdio de M. Filho (orientador) - UFRJ
Ariane Luna Peixoto - UFRRJ
Lúcia Maria S. A. Costa - UFRJ
Jorge Fontella Pereira - JBRJ
Jorge Pedro P. Carauta - FEEMA

 

RESUMO - A Restinga pode ser considerada como um parque natural à beira-mar, que guarda tesouros em espécies vegetais, desconhecidos da maioria das pessoas. Além de ser um ecossistema complexo e apesar dos trabalhos de diferentes cientistas sobre sua gênese, estrutura e composição, encontra-se, principalmente no Rio de Janeiro, sob forte ameaça de destruição, quer seja como consequência da expansão dos limites urbanos ou simplesmente em virtude das pressões provocadas pela especulação imobiliária. O presente trabalho selecionou um elenco de 20 espécies de árvores ou arvoretas nativas de uma faixa remanescente das restingas fluminenses, com o objetivo principal de avaliar seus potenciais ornamentais e possíveis aplicações no Paisagismo de cidades litorâneas. Aspectos relacionados à biologia das espécies, aos seus usos econômicos e outros são também abordados.

 


 

TÍTULO: Taxonomia das espécies brasileiras de Aechmea Ruiz & Pav., subgênero Pothuava (Baker) Baker - BROMELIACEAE

AUTOR: Tânia Wendt

DATA: fevereiro de 1994

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Ariane Luna Peixoto (orientadora) - UFRRJ
Emygdio de Mello Filho - UFRJ
Fontella Pereira - UFRJ
Lúcia D'Ávila F. Carvalho - JBRJ
Maria das Graças L. Wanderley - IBt/SP

 

RESUMO - O gênero Aechmea Ruiz & Pav. (Bromeliaceae) está organizado artificialmente em oito subgêneros. O subgênero Pothuava (Baker) Baker possui cerca de 19 espécies que ocorrem em dois centros de distribuição geográfica: um no Brasil e outro no noroeste da América do Sul, estendendo-se em direção à América Central. Para o Brasil nove espécies são reconhecidas: A. nudicaulis (L.) Griseb., A. pectinata Baker, A. vanhoutteana (Van Houtte) Mez, A. bocainensis E. Pereira & Leme, A. ornata Baker, A. squarrosa Baker, A. alopecurus Mez, A. pineliana (Brong. ex Planch.) Baker e A. triticina Mez. Novos sinônimos são propostos: A. roberto-anselmii E. Pereira & Leme para A. ornata, A. cariocae L.B. Sm. para A. squarrosa, A. triticina var. capensis L.B. Sm. para A. pineliana, A. roberto-seidelii E. Pereira e A. guarapariensis E. Pereira & Leme para A. triticina. Três espécies são excluídas do subgênero Pothuava: A. kleinii Reitz e A. pseudonudicaulis Leme passam para o subgênero Ortgiesia (Regei) Mez e A. pitcairnioides Mez para o gênero Acanthostachys Klotzch. A metodologia empregada consistiu de pesquisa bibliográfica, coleta e observações de campo, exame de tipos e obras originais e consulta às coleções botânicas depositadas em herbários nacionais e estrangeiros. São apresentadas chaves para identificação das espécies tratadas e, para cada táxon, descrições, comentários, ilustrações dos caracteres morfológicos e mapas de distribuição geográfica.

 


 

TÍTULO: Composição florística e estrutura do componente arbóreo de um trecho de Mata Atlântica na Estação Ecológica Estadual do Paraíso, Cachoeira de Macacu - RJ

AUTOR: Bruno Coutinho Kurtz

DATA: janeiro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Dorothy Sue D. de Araújo (orientadora) - FEEMA
Ariane Luna Peixoto - UFRRJ
Waldir Mantovani - USP
Hermógenes de Freitas Leitão Filho - UNICAMP
Jorge Fontella Pereira - UFRJ

 

RESUMO - Utilizou-se o método de quadrantes para o estudo florístico e fitossociológico do componente arbóreo de um trecho de Mata Atlântica, situado na Estação Ecológica Estadual do Paraíso, município de Cachoeira de Macacu, R J. Considerando-se as árvores com DAP maior ou igual a 5 cm, foram amostrados, nos 150 pontos implantados, 592 indivíduos vivos e 8 mortos ainda em pé. Os indivíduos vivos distribuem-se por 42 famílias, 85 gêneros e 138 espécies. A densidade total é de 1.369,9 ind/ha e a área basal, de 57,28 m2/ha. As espécies mais importantes são: Neoraputia magnifica var. magnifica, Euterpe edulis, Gallesia intergrifolia, Chrysophyllum flexuosum e Calycorectes sellowianus. Myrtaceae é a família que apresenta o maior número de indivíduos (18,6% do total de indivíduos vivos) e grande destaque em relação ao número de espécies, com 27 (19,6%) das 138 levantadas. O índice de diversidade de Shannon (H') é de 4,20 e a equabilidade (J), de 0,85. A mata apresenta dois estratos arbóreos, além de árvores emergentes. As distribuições de freqüência das classes de diâmetro (altura do estipe para Euterpe edulis) das principais espécies amostradas indicam regeneração abundante e estrutura populacional estável. Sugere-se que a mata encontra-se, possivelmente, em clímax ou em estágio sucessional muito próximo deste.

 


 

TÍTULO: Beilschmiedia Nees (Lauraceae) do Estado do Rio de Janeiro

AUTOR: Isis de Andrade Araujo

DATA: dezembro de 1994

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Ariane Luna Peixoto (orientadora) - UFRRJ
Luiz Emygdio de Mello Filho - UFRJ
Graziela Maciel Barroso - JBRJ
Lúcia D'Ávila Freire - JBRJ
Luci de Senna Valle - UFRJ

 

RESUMO - O gênero Beilschmiedia ocorre nas regiões tropicais do planeta estando representado por cerca de 207 espécies. Está representado no continente americano por 23 espécies e no Brasil por 07 espécies, dentre estas 06 são encontradas na mata pluvial tropical atlântica e no estado do Rio de Janeiro. São elas: B. angustifolia Kosterm, B. emarginata var. alto-macaens (Meissn) kosterm, B. fluminensis Kosterm, B. rígida (Mez) Kosterm, B. stricta Kostern e B. taubertiana (Schnacke & Mez) Kosterm. Destas espécies B. rigida e B. fluminensis só são conhecidas através da coleção tipos. Os indivíduos de B. emarginata apresentam marcante variação morfológica em uma das áreas em estudo, devido a isso optou-se por descrever uma variedade baseada em tais caracteres, B. emarginata (Meissn) Kostern. var altomacaensis. Essas espécies são muito homogêneas e só foram estudadas conjuntamente em 1938. Quando Kostermans revisou o gênero. São apresentadas chaves analíticas para as subfamílias e tribos de Lauraceae ocorrentes no Brasil e chave para as espécies de Beilschmiedia. As espécies são redescritas, ilustradas, discutidas suas afinidades. São apresentados também dados de distribuição geográfica bem como é feita a avaliação do grau de ameaça das mesmas.

 


 

TÍTULO: Anatomia foliar de Rollinia mucosa (Jacq.) Baill.-Annonaceae. Aspectos do desenvolvimento "in vivo"e "in vitro"

AUTOR: Norma Albarello

DATA: agosto de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Léa de Jesus Neves (orientadora) - UFRJ
Nuno Álvares Pereira - UFRJ
Marguerite G. Gislaine Quoirin - BIO-RIO
Cecília Gonçalves Costa - JBRJ
Fábio Rubio Scarano - UFRJ

 

RESUMO - Foi feito o estudo morfológico e anatômico das folhas de Rollinia mucosa (Jacq.) Baill (Annonaceae), bem como de aspectos do seu desenvolvimento, considerando-se as condições de cultivo in vivo e in vitro. Comparações anatômicas foram feitas entre as folhas de um exemplar arbóreo, de plântulas crescidas em sementeira e plantas cultivadas in vitro, todas oriundas de ramos com o mesmo período de desenvolvimento. Caracteres distintivos e de valor diagnóstico foram registrados nas três situações estudadas. Além disso, as respostas morfogenéticas e anatômicas encontradas no material cultivado in vitro tornaram possível o reconhecimento de caracteres que permitem o sucesso deste tipo de propagação.

 


 

TÍTULO: Revisão taxonômica do gênero Warscewiczia Klotzsch (Rubiaceae, Rondeletieae)

AUTOR: Sônia Cristina de Souza Pantoja

DATA: novembro de 1994

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Luiz Emygdio de M. Filho (orientador) - UFRJ
Ariane Luna Peixoto - UFRRJ
Jorge Fontella Pereira - UFRJ
Lúcia D'Àvila F. Carvalho - JBRJ
Margarete Emmerich - UFRJ

 

RESUMO - São apresentados dados morfológicos e taxinômicos das espécies do gênero Warscewiczia Klotzsch, que faz parte da tribo Rondeletieae, subfamília Cinchonoideae, família Rubiaceae. O gênero tem ocorrência na América tropical. O estudo taxinômico baseou-se na análise de exsicatas de coleções de diversos herbários nacionais e estrangeiros, tipos e fotografias de tipos. Incluiu-se atualização das sinonímias, descrições, distribuição, material examinado, usos, etimologia, comentários, fenologia e status de conservação, segundo critérios da UICN. Apresenta-se chave dicotômica, ilustrações do habitus, folhas e detalhes florais. Realizou-se o estudo de venação foliar baseado na diafanização da região mediana, observando-se areólas geralmente quadrangulares. Apresenta-se também, uma análise filogenética e biogeográfica do grupo. Para as espécies aceitas os principais caracteres morfológicos florais utilizados foram o lobo foliáceo do cálice, pilosidades na face externa do tubo da corola e no ponto de inserção dos filetes, comprimento dos estames, bem como caracteres morfológicos vegetativos. Com base nos resultados obtidos, aceitou-se W. coccinea (Vahl) Klotzsch, W. cordata Spruce ex Schum., W. Schackei Schum, W. elata Ducke e W. longistaminea Schum.

 


 

TÍTULO: Biologia da polinização e sistema de reprodução de Peixotoa hispidula Juss. (Malpighiaceae)

AUTOR: Ana Cláudia de Macedo Vieira

DATA: setembro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Maria Célia Bezerra Pinheiro (orientadora) - UFRJ
Emygdio de Mello Filho - UFRJ
Wilma Teixeira Ormond - UFRJ
Arline Souza de Oliveira - UFRJ
Luci de Senna Valle - UFRJ

 

RESUMO - Este trabalho apresenta o estudo da ecologia da polinização e do sistema de reprodução de Peixotoa hispidula Juss. liana ou arbusto escandente presente nas restingas de Maricá e Itaipuaçu. Este estudo compreende a análise da biologia floral, das fases da ântese, do sistema de compatibilidade e da atividade dos visitantes florais. São feitas ainda referências ao padrão fenológico da espécie, a germinação de sementes e a existência de sistema vegetativo de reprodução. P. hispidula é hermafrodita, floresce e frutifica durante todos os meses do ano e tem ântese diurna. A polinização é feita por abelhas Anthophoridae, destacando-se Centris varia como polinizador constante ao longo do ano. As abelhas buscam, basicamente, o óleo secretado pelos elaióforos. A liberação do pólen é feita em grumos e se inicia concomitantemente com a secreção da recompensa floral. As áreas estigmáticas são papilosas e encontram-se revestidas por espessa gota de secreção lipídica contida por uma delgada película. A germinação do pólen só tem início após a ruptura da película pelo atrito do corpo do polinizador. A espécie é autoincompatível, ocorrendo, porém, a germinação de pólen incompatível no estigma e a penetração dos tubos polínicos incompatíves no estilete. A reprodução vegetativa ocorre através de rizomas e de ramos escandentes paralelos ao solo.

 


 

TÍTULO: Anatomia foliar de Tillandsia neglecta Edmundo Pereira, Tillandsia araujei Mez., Tillandsia montaria Reitz e Tillandsia tenuifolia var. saxicola (L.B. Smith) L. B. Smith, Tillandsioideae (Bromeliaceae)

AUTOR: Rosangela Cristina O. S. de Souza

DATA: agosto de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Léa de Jesus Neves (orientador) - UFRJ
Luiz Emygdio de Mello Filho - UFRJ
Maria das Graças Sajo - USP
Berta Lange de Morretes - UNESP-Rio Claro
Cecília Gonçalves Costa - JBRJ

 

RESUMO - É feito um estudo anatômico de quatro espécies da subfamília Tillandsioideae Harms, Tillandsia neglecta Edmundo Pereira, T. araujei Mez, T. montana Reitz e T. tenuifolia var. saxicola (L. B. Smith) L. B. Smith, todas pertencentes ao subgênero Anoplophyton (Beer) Baker, ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro. Estas espécies apresentam organização dorsiventral, hipoestomática, feixes do tipo colateral, epiderme e hipoderme lignificadas, ocorrência de corpúsculos silicosos nos elementos epidérmicos e tricomas do tipo escama. Os resultados obtidos demonstraram que as espécies acham-se adaptadas às condições de escassez de água e que a diferença entre as espécies afins T. neglecta e T. araujei é encontrada no comprimento e largura das folhas, bem como pela maior espessura dos estratos hipodérmicos e do mesofilo, em T. neglecta, T. montana e T. tenuifolia var. saxicola se destigüem pela maior largura da folha e maior número de estratos hipodérmicos em T. tenuifolia var. saxicola.

 


 

TÍTULO: Mecanismo da toxicidade de Araceae: Importância da interação Botânica-Farmacologia para o estudo da ação edematogênica

AUTOR: Ricardo Lainetti

DATA: agosto de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Nuno Álvares Pereira (orientador) - UFRJ
Renato José de S. Jaccoud - UFRJ
Léa de Jesus Neves - UFRJ
Maria Célia B. Pinheiro - UFRJ
Luiz Emygdio de M. Filho - UFRJ

 

RESUMO - A família Araceae é apontada como responsável por inúmeros acidentes tóxicos. A partir de resultados obtidos com Dieffenbachia picta Schott, onde ácidos graxos associados a ráfides de oxalato de cálcio seriam os responsáveis pelas lesões inflamatórias em mucosas, foi pesquisado se mecanismo semelhante ocorreria em outras espécies consideradas tóxicas. Este trabalho apresenta informações nas áreas de Botânica, Etnobotânica, Farmacologia e Fitoquímica sobre a toxicidade das seguintes espécies: Alocasia cucculata (Lour) Schott, A. macrorrhiza (L) G. Don., Caladium bicolor (Art.) Vent., Epipremum pinnatum (L) Engl., Montrichardia linifera (Arruda da Camara) Schott, Philodendron bipinnatifidum (Schott) Schott, Xanthosoma sagittifolium (L ) Schott e X. violaceum Schott.

 


 

TÍTULO: Anatomia foliar de Trilepis ihotzkiana Nees e Trilepis ciliatifolia T. Koyama (Cyperaceae)

AUTOR: Rosani do Carmo de O. Arruda

DATA: novembro de 1994

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Léa de Jesus Neves (orientadora) - UFRJ
Emygdio de Mello Filho - UFRJ
Nanuza Luiza de Menezes - USP
Cecília Gonçalves Costa - JBRJ
Ricardo Cardoso Vieira - UFRJ

 

RESUMO - Este estudo contém informações sobre a anatomia das folhas de Trilepis ihotzkiana Nees. e T. ciliatifolia T. Koyama, duas espécies de Cyperaceae, que ocorrem em formações rochosas graníticas do Estado do Rio de Janeiro. A observação anatômica revelou que as espécies possuem algumas características em comum, tais como: epiderme uniestratificada, contendo inclusões de natureza silicosa; estômatos do tipo paracítico; tricomas tectores simples; feixes vasculares do tipo colateral; idioblastos taníferos e esclerênquima abundante. O mesofilo acha-se organizado em câmaras decorrentes da presença de extensões de bainha que se comunicam com as epidermes. A organização das células epidérmicas, as dimensões das inclusões silicosas, a existência de estrato subepidérmico esclerificado, bem como a densidade estomática na epiderme adaxial são caracteres úteis na separação das espécies estudadas. T. ihotzkiana e T. ciliatifolia exibem certos caracteres xeromorfos que podem estar relacionados às condições ambientais adversas a que estão submetidas.

 


 

TÍTULO: Anatomia do lenho de quatro espécies do gênero Beilschmiedia Nees (Lauraceae)

AUTOR: Cátia Henriques Callado

DATA: agosto de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Cecília Gonçalves Costa (orientadora) - JBRJ
Raul Dodsworth Machado - UFRJ
Heber dos Santos Abreu - UFRRJ
Graciela Inês B. de Muniz - UFPR
Luiz Emygdio de M. Filho - UFRJ

 

RESUMO - São analisados os caracteres anatômicos do lenho de quatro espécies do gênero Beilschimiedia: B. brasiliensis (Kost.) Kost., B. emarginata (Melssn.) Kost. B. rigida (Mez) Kost. e B. taubertiana (Schw et Mez) Kost., pertencentes as Lauraceae. São apresentadas informações sobre as características gerais da madeira e uma descrição microscópica de cada espécie, incluindo seus respectivos dados quantitativos. A estrutura anatômica do lenho foi ainda correlacionada à Taxonomia, filogenia e ecologia.

 


 

TÍTULO: Estudo anatômico do sistema haustorial secundário de Struthanthus marginatus (Desr.) Blume-Loranthaceae

AUTOR: Lúcia Tropia Marotta dos Santos

DATA: agosto de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - (UFRJ)

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Cecília Gonçalves Costa - JBRJ
Léa de Jesus Neves - UFRJ
Berta Lange de Morretes - USP
Raul Dodsworth Machado - UFRJ
Luiz Emygdio de M. Filho - UFRJ

 

RESUMO - Foi desenvolvido o estudo anatômico comparativo do sistema hautorial secundário de Struthanthus marginatus (Desr.) B1. crescendo sobre ramos de Bixa orellana, Hibiscus sp., Podocarpus sellowii e em folhas de Aloe arborescens e P. sellowii focalizou-se também uma situação de autoparasitismo em raízes e folhas de S. marginatus. O órgão haustorial apresenta estrutura mais completa quando se desenvolve sobre ramos de B. orellana, Hibiscus sp., P. sellowii e nas folhas de A arborescens. Nestes exemplos registrou-se: presença do córtex haustorial com faixas de células colapsadas; esclereídeos dispersos; substâncias de reserva representadas por gotículas de óleo e especialmente grãos de amido, simples e compostos; maciço vascular do núcleo haustorial constituído por elementos de vaso curtos e estreitos, com espessamento parietal escalariforme e reticulado e placas de perfuração simples. Os sugadores que normalmente se dirigem para o xilema do hospedeiro, em Borellana e Hibiscus sp. ocorrem também acolados aos elementos secretores localizados na medula dessas espécies. Uma estrutura com característica de glândula foi registrada no caso de parasitismo em ramos de P. sellowii em folhas de P. sellowii e S. marginatus não houve a formação do núcleo haustorial e no exemplo de autoparasitismo entre raízes de S. marginatus ocorre a simples conexão entre os sistemas vasculares das duas raízes.

 


 

TÍTULO: Fitossociologia das comunidades vegetais do cordão arenoso externo da Reserva Ecológica Estadual de Jacarepiá, Saquarema, RJ

AUTOR: Alexandre Loureiro Almeida

DATA: outubro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Dorothy Sue D. de Araújo - FEEMA
Ariane Luna Peixoto - UFRRJ
Fábio Rubio Scarano - UFRJ
Rogério Ribeiro de Oliveira - FEEMA
Jorge Fontella Pereira - UFRJ

 

RESUMO - Na Reserva Ecológica Estadual de Jacarepiá, restinga de Ipitangas (Município de Saquarema, RJ) foram estudadas as comunidades halófila-psamófila e arbustiva de Palmae, localizadas no cordão externo arenoso do sistema duplo de cordões característicos do litoral fluminense. Na comunidade halófila-psamófila foram amostrados 163 parcelas, enquanto empregou-se na comunidade arbustiva de Palmae o método de pontos (887 pontos). Verificou-se que na comunidade halófila-psamófila ocorrem 31 espécies estando Ipomoea littoralis Boiss e Sporobolus virginicus (L.) kunth. As espécies com maior valor de VI (31,79% e 28,81%, respectivamente). Na comunidade arbustiva de Palmae foram encontradas 40 espécies, tendo Allagoptera arenaria (Gomes) O. Ktze, o VI mais elevado dentre todas as espécies (109,5%). Com perfil topográfico auxiliando a fitossociologia foi possível definir os limites das comunidades halófila e psamófila, estabelecendo ainda, duas zonas de transição. As comunidades existentes nestas duas zonas de transição apareceram provavelmente devido à degradação das comunidades nativas originais. As formas de vida encontradas nesta faixa de restinga foram geófita, caméfita, fanerófita, hemicriptófita, liana e trepadeira, sendo as duas primeiras as mais comuns.

 


 

TÍTULO: Anatomia foliar comparada de Ficus enormis, Ficus hirsuta e Ficus luschnathiana

AUTOR: Andréa Figueiredo Bertoldo

DATA: outubro 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Luiz Emygdio de Mello Filho (orientador) - UFRJ
Léa de Jesus Neves - UFRJ
Jorge Pedro Carauta - FEEMA
Cecília Gonçalves da Costa - JBRJ
Lélia Duarte da Silva Santos - UERJ

 

RESUMO - A caracterização taxinômica das espécies Ficus enormis, Ficus hirsuta e Ficus luschnathiana se baseia principalmente em características referentes aos sicônios. A pesquisa desta dissertação, juntamente com outras similares, vem confirmar a relevância do emprego da anatomia foliar como recurso fundamental para a classificação das espécies de Ficus. Duas das espécies escolhidas - Ficus enormis e Ficus luschnathiana - apresentam grande semelhança em relação à sua morfologia externa, tendo sido mesmo consideradas espécies afins por alguns autores. O que por si só já justificaria a utilização da anatomia foliar como recurso para uma melhor identificação das espécies, sobretudo em se tratando de material estéril. Já Ficus hirsuta, não é tão semelhante, morfologicamente falando, às duas espécies citadas acima, apesar de apresentar algumas características anatômicas em comum, como detalhes referentes à epiderme, ao parênquima paliçádico, colênquima, tecido vascular, compostos ergásticos, distribuição dos laticíferos.

 


 

TÍTULO: Morfologia de esporos da família Dicranacea (Bryopsida-Bryophyta)

AUTOR: Andréa Pereira Luizi-Ponzo

DATA: novembro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Ortrud Monika Barth (orientadora) - UFRJ
Vânia Gonçalves Esteves - UFRJ
Therezinha Sant'Anna Melhem - IBt-SP
Cláudia Petean Bove - UFRJ
Norma Maria da C. Cruz - CPRM

 

RESUMO - O presente trabalho apresenta o estudo detalhado da morfologia dos esporos de 34 táxons da família Dicranaceae, incluindo 14 gêneros que ocorrem no Brasil, visando auxiliar sua melhor definição e caracterização taxonômica e fornecer subsídios para estudos de Paleopalinologia e Aeropalinologia. Os esporos foram preparados pelo método direto em gelatina glicerinada, para a observação geral da morfologia antes do tratamento químico, e pelo método da acetólise, utilizado como padrão para a tomada de medidas. Às observações foram realizadas aos microscópios de luz e eletrônico de varredura. Os resultados das análises morfológicas possibilitaram a definição de 5 tipos morfológicos de esporos, caracterizados com base nos diferentes padrões de ornamentação da perina, permitindo concluir que a família Dicranaceae é euripalinológica. O estudo palinológico permitiu respaldar a separação das famílias Bruchiaceae e Dicranaceae, a primeira englobando os tipos morfológicos de esporos de tamanho médio a grande, com simetria radial, apresentando perina gemóide ou consistindo de processos alongados, aqui representados pelos gêneros Bruchia, Eobruchia e Trematodon; a segunda inclui esporos de tamanho pequeno a médio, de simetria variada, com perina formando elementos semelhantes a escabras, grânulos, pilos ou placas globulares, estes esporos estão representados pelos gêneros Anisothecium, Atractylocarpus, Bryohumbertia, Campylopus, Capylopodium, Dicranella, Holomitrium, Microdus, Oreoweisia, Pilopogon e Thysanomitrium.

 


 

TÍTULO: Trepadeiras nativas das restingas do Estado do Rio de Janeiro - Possibilidades de seu uso em paisagismo

AUTOR: Rosemary Godinho de Sampaio

DATA: dezembro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Luiz Emygdio de M. Filho - UFRJ
Margarete Emmerich - UFRJ
Jorge Fontella Pereira - JBRJ
Graziela Maciel Barroso - JBRJ
Vania Gonçalves L. Esteves - UFRJ

 

RESUMO - Foi selecionado um elenco de 20 espécies nativas de trepadeiras, ocorrentes em manchas de restingas remanescentes no litoral do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de identificação Taxinômica e avaliação de seu comportamento, enfatizando suas propriedades ornamentais e efeitos bioclimáticos como condicionadoras de microclimas. Espera-se assim, contribuir para que tal elenco seja posteriormente incluído em projetos paisagísticos de diferentes naturezas, em especial em tratamentos paisagísticos de cidades litorâneas.

 


 

TÍTULO: Estudo morfológico de 6 espécies do gênero Blechnum L. (Blechnaceae-Pteridophyta), ocorrentes no município de Marechal Floriano , estado do Espírito Santo

AUTOR: Glória Maria de Farias Viégas Aquije

DATA: dezembro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Cecília Gonçalves Costa (orientador) - JBRJ
Léa de Jesus Neves - UFRJ
Paulo Günter Windisch - UNESP, SJRP
Vania G. Lourenço Esteves - UFRJ
Raul Dodsworth Machado - UFRJ

 

RESUMO - São analisados os aspectos morfológicos de 06 espécies do gênero Blechnum L. ocorrentes no município de Marechal Floriano, Estado do Espírito Santo, com o objetivo de fornecer subsídios aos estudos taxonômicos do gênero. Cada espécie é descrita acompanhada das respectivas sinomínias, com ilustrações e a relação do material examinado. As espécies são separadas em 2 grupos de acordo com as características da folha - com folhas monomorfas B. brasiliense Desv., B. occidentale L., B. polypodioides Raddi, B. serrulatum Rich; com folhas dimorfas: B. divergens (Kze.) Mett., B. regnellianum (Kze.) C. Chr. Estas últimas apresentam distribuição mais restrita e ocorrem em áreas de vegetação menos alterada. Foi elaborada uma chave para identificação das espécies, usando-se as características mais significativas, como tipo de caule, o polimorfismo da folha, aspecto geral da lâmina, posição do indúsio, tipos de tricomas, entre outros.

 


 

TÍTULO: Variabilidade temporal na estrutura da comunidade fitoplanctônica de um reservatório eutrófico - Lago Monte Alegre, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

AUTOR: Lúcia Helena Sampaio da Silva

DATA: dezembro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Vera Lúcia de Moraes Huszar (orientador) - UFRJ
Mariangela Menezes - UFRJ
Francisco Antonio Rodrigues Barbosa - UFMG
Marlene Sophia Arcifa Froelich - USP
Fábio Roland - UFJF

 

RESUMO - A variabilidade temporal da comunidade fitoplanctônica de um reservatório raso (Lago Monte Alegre, Ribeirão Preto, SP, Brasil - 21ºH'S e 47º43'W), foi analisada com base em diferentes variáveis climatológicas, físicas, químicas e físico-químicas da água, além de atributos do fitoplâncton. A partir da análise dos dados obtidos foi possível caracterizar o ambiente de estudo quanto à sua natureza trófica, como um corpo d'água eutrófico. O fitoplâncton esteve constituído por 119 táxons, sendo Chlorophyceae a classe que predominou floristicamente. A flora do Lago Monte Alegre indicou mais o cosmopolitismo do que a pantropicalidade proposta por alguns autores. Foi observada predominância, em densidade, de organismos nanoplanctômicos, fato relevante pela presença de zooplâncton herbívoro durante todo o estudo. Em termos de biovolume, a comunidade fitoplanctônica esteve representada principalmente por diatomáceas nos períodos de circulação da massa d'água. Nos períodos de estratificações mais duradouras, diferentes classes de algas contribuíram com elevadas biomassas. As variações temporais no fitoplâncton do Lago Monte Alegre foram determinadas por contínuas reversões causadas por distúrbios externos de freqüências regulares representados, sobretudo, pela precipitação e provável escoamento hidráulico, pela mistura da coluna d'água, além da herbivoria. A freqüência regular dos distúrbios pode ter determinado as baixas taxas de modificação da comunidade, caracterizando um ambiente relativamente estável durante todo o estudo.

 


 

TÍTULO: Philodendron Schott (Araceae): Morfologia e taxonomia das espécies da Reserva Ecológica de Macaé de Cima - Nova Friburgo, Rio de Janeiro, Brasil

AUTOR: Marcus Alberto Nadruz Coelho

DATA: novembro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Graziela Maciel Barroso (orientador) - JBRJ
Ariane Luna Peixoto - UFRRJ
Lúcia D'Ávila Freire de Carvalho - JBRJ
Margarete Emmerich - UFRJ
Luiz Emygdio de M. Filho - UFRJ

 

RESUMO - O presente trabalho trata da morfologia e do estudo taxonômico das espécies do gênero Philodendron Schott, ocorrentes na Reserva Ecológica de Macaé de Cima, Município de Nova Friburgo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Foram estudadas 10 espécies das quais 5 são novas para a ciência, a saber: P. altomacaense sp. nov., P. appendiculatum sp. nov., P. edmundoi, P. eximium, P. fragile sp. nov., P. hatschbachii sp. nov., P. ochrostemon, P. ornatum, P. propinquum e P. roseopetiolatum sp. nov. e 3 endêmicas da área estudada - P. altomacaense, P. fragile e P. roseopetiolatum. As espécies P. eximium, P. imperale, P. dolosum e P. ornatum foram lectotipificados e P. ambiguum sinonimizado. O tratamento taxonômico dado as espécies do gênero em apreço inclui ilustrações, descrições, distribuição geográfica, uma chave dicotômica para identificação das espécies, comentários acerca da morfologia e sobre seus ambientes naturais e classificação da categoria conservacionista pelos critérios da Internacional Union for Conservation Nature and Natural Resources (IUCN).

 


 

TÍTULO: Inplicações ecológicas e taxonômicas de constituintes químicos em Bromeliaceae

AUTOR: Luciana Moreira Chedier

DATA: novembro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Maria Auxiliadora Coelho Kaplan (orientadora) - NPPN/UFRJ
Luiz Emygdio de Mello Filho - UFRJ
Ana Margareth Seabra Dan - UFRRJ
Fábio Rubio Scarano - IB/UFRJ
Suzana Guimarães Leitão - FF/UFRJ

 

RESUMO - O presente estudo contém informações sobre três espécies de Bromeliaceae: Nidularium innocentii Lemaire, N. procerum Lindman e Quesnelia quesneliana (Brongniart) L. B. Smith, coletadas em uma área sujeita à inundação freática na Reserva Biológica Nacional de Poço da Antas, Silva Jardim, RJ. Observações anatômicas revelaram caracteres considerados xeromorfos, que podem estar relacionados ao desenvolvimento do hábito epifítico na família. A análise da ecologia química das espécies estudadas foi feita durante um período de doze meses, quando foram observadas variações nos teores de cera epicuticular, na fração de hidrocarbonetos de cera epicuticular, teores de água, além de taninos condensados (proantocianidinas) e fenóis totais, que foram correlacionados com variações de dados meteorológicos. As prospecções de glicosídeos cianogenéticos e alcalóides forneceram resultados negativos. A análise do óleo essencial de N. procerum revelou uma mistura de sesquiterpenóides. Essa é a primeira ocorrência de sesquiterpenóides em Bromeliaceae.

 


 

TÍTULO: Palmeiras (Palmae) do gênero Bactris nativas no Espírito Santo, Brasil

AUTOR: Hélio de Queiroz Boudet Fernandes

DATA: novembro de 1995

LOCAL: Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

NÍVEL: Mestrado

BANCA EXAMINADORA:

Ariane Luna Peixoto (orientadora) - UFRRJ
Maria Célia B. Pinheiro - UFRJ
Andrew James Henderson - NYBG
Jorge Pedro Carauta - FEEMA
Jorge Fontella Ferreira - JBRJ

 

RESUMO - O presente trabalho tem como objetivos contribuir para o conhecimento da distribuição geográfica, da caracterização morfológica e delimitação taxonômica das espécies de Bactris (Palmae) do Espírito Santo. O gênero Bactris é um grupo de palmeiras neotropicais encontrado desde o México até o Paraguai e sul do Brasil. As espécies ocupam geralmente diversos ambientes florestais, ocorrendo em habitats montanos, ripários a paludosos. É apresentada uma revisão dos estudos obtidos em variadas áreas de conhecimento envolvendo o gênero e espécies citadas para o leste brasileiro. Oito espécies são reconhecidas como nativas no Espírito Santo das quais três são relativamente conhecidas e citadas para o estado - B caryotifolia, B. setosa e B. vulgaris, três são pouco conhecidas para o estado e só foram mais recentemente assinaladas no sul da Bahia e Espírito Santo - B. hirta, B. humilis, B. pickelii, e duas encontram-se em processo de descrição como novas - B. bahiensis Noblick e B. timbuiensis Fernandes. São apresentadas chaves e figuras para a identificação das espécies, sinonímias, descrições e comentários sobre nomes populares, etimologia, ecologia e distribuição, conservação, ocorrências fenológicas, usos, iconografia e relacionamentos taxonômicos com outras espécies do gênero.

Creative Commons License Todo el contenido de esta revista, excepto dónde está identificado, está bajo una Licencia Creative Commons