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Acta Botanica Brasilica

Print version ISSN 0102-3306On-line version ISSN 1677-941X

Acta Bot. Bras. vol.15 no.2 São Paulo May/Aug. 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33062001000200007 

FLORÍSTICA EM UM HECTARE DE CERRADO STRICTO SENSU NA ARIE - CERRADO PÉ-DE-GIGANTE, SANTA RITA DO PASSA QUATRO, SP.

 

Veridiana de Lara Weiser1
Silvana Aparecida Pires de Godoy2

 

Recebido em 21/03/00. Aceito em 16/04/01

 

 

RESUMO ¾ (Florística em um hectare de cerrado stricto sensu na ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante, Santa Rita do Passa Quatro, SP). Foi realizado um levantamento florístico em um ha de cerrado stricto sensu, na parte norte da ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo. Foram coletados 428 espécimes em fase reprodutiva, em vinte e cinco excursões de coleta, durante o período de novembro de 1996 a abril de 1998. A listagem florística obtida apresenta 141 espécies, distribuídas em 109 gêneros e 49 famílias. As famílias mais representativas foram: Leguminosae, Asteraceae, Malpighiaceae e Myrtaceae. A floração e frutificação das espécies foram maiores no período chuvoso. Espécies zoocóricas (61) predominaram, seguidas pelas anemocóricas (46) e autocóricas (34). Analisou-se a flora como um todo e seus componentes herbáceo-subarbustivo e arbustivo-arbóreo, separadamente.

Palavras chaves: cerrado, levantamento florístico, fenologia, síndromes de dispersão.

 

ABSTRACT ¾ (Floristic composition in a hectare of cerrado stricto sensu hectare in the ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante, Santa Rita do Passa Quatro, SP). A floristic survey was carried out in one ha of cerrado stricto sensu, in the northern part of the ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brazil. A total of 428 specimens in reproductive stage were collected in twenty-five field trips to the area, from november 1996 to april 1998. The flora shows 141 species, representing 109 genera and 49 families. Leguminosae, Asteraceae, Malpighiaceae and Myrtaceae were the most representative families. Flowering and fruiting were higher in the rainy season. The zoochorous species (61) were greater than anemo (46) and autochorous (34) ones. The cerrado flora as a whole and its two components, woody and herbaceous, were analysed separately.

Key words ¾ cerrado, floristic inventory, phenology and dispersal syndromes.

 

 

Introdução

O Estado de São Paulo ainda apresenta áreas de vegetação natural, representadas pelas matas ciliares e de galeria, cerrado, mata atlântica, restingas e mangues, o que torna relevante o estudo dessas áreas, como contribuição ao conhecimento da flora e seu melhor aproveitamento.

O levantamento florístico é um dos estudos iniciais para o conhecimento da flora de uma determinada área e implica na produção de uma lista das espécies ali instaladas, sendo de fundamental importância a correta identificação taxonômica dos espécimes e a manutenção de exsicatas em herbário, que poderão contribuir para o estudo dos demais atributos da comunidade (Martins, 1990).

No estado de São Paulo, uma das formações que tem merecido a atenção dos pesquisadores quanto ao levantamento florístico é o cerrado, dominante no Brasil Central e que ocorre como manchas em partes do Estado. O cerrado ocupa dois milhões de quilômetros quadrados, o que representa cerca de 23% do território brasileiro (Ratter et al., 1997), sendo considerado o segundo maior bioma do país em área (Ribeiro & Walter, 1998).

Alguns levantamentos realizados no Estado de São Paulo foram os de Eiten (1963), em Mogi Guaçu; Oliveira e Souza (1977), em Itirapina; Silberbauer-Gottsberger et al. (1977), em Botucatu; Toledo Filho et al. (1984), em Moji Mirim; Pagano et al. (1989), em Corumbataí; Mantovani & Martins (1993), em Moji Guaçu; Batalha et al. (1997a), em Pirassununga e Batalha (1997), em Santa Rita do Passa Quatro.

Em 1999, Castro et al. compilaram diversos levantamentos florísticos e fitossociológicos, relacionando 1709 espécies para a flora do cerrado.

Castro (1987) iniciou o levantamento florístico e fitossociológico da mancha de cerrado em questão. A área estudada pelo autor correspondia à parte sudeste da antiga Gleba Pé-de-Gigante e caracterizava-se por portar um cerrado denso, rico em arvoretas e com maior freqüência de plantas com caules suberosos que rugosos e lisos.

Batalha (1997) realizou o levantamento florístico na vegetação da ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante, no intuito de distinguir as diferentes formações e fisionomias, além de contribuir com estudos fitogeográficos sobre o cerrado.

O levantamento florístico em área demarcada abre perspectivas para o desenvolvimento de pesquisas relacionadas à fitossociologia, à fenologia e à dinâmica das populações ali instaladas. Do mesmo modo, o amplo conhecimento da flora do Cerrado é um importante subsídio no planejamento e implementação de áreas representativas do bioma, que devem ser priorizadas para conservação e manejo racional (Felfili et al., 1993 e Mendonça et al., 1998).

Este trabalho teve como objetivo o levantamento florístico em um hectare de cerrado stricto sensu, na parte norte da Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) - Cerrado Pé-de-Gigante, localizada no município de Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo.

 

Material e métodos

A Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) - Cerrado Pé-de-Gigante foi criada no local da antiga Gleba Pé-de-Gigante, parte do Parque Estadual de Vassununga até 1971, pelo Decreto Federal n0 99.275 de 06.06.90. Localiza-se no município de Santa Rita do Passa Quatro, Estado de São Paulo, à margem esquerda da Rodovia Anhangüera, entre os quilômetros 254 e 259, em área de cerca de 1060,03 ha, coordenadas geográficas 21°43'S e 47°35'W, altitude de 600 m, sob o clima Cwag' de Köppen (Batalha, 1997) e sobre latossolo vermelho-amarelo fase arenosa (Castro, 1987).

Segundo Batalha (1997), a ARIE apresenta as seguintes fisionomias de cerrado: cerradão, cerrado stricto sensu (s.s.), campo cerrado, campo sujo, campo úmido e ainda as formações: mata ciliar e floresta estacional semidecídua.

Durante o período de novembro de 1996 a abril de 1998, foram feitas coletas sistemáticas de material em estágio reprodutivo, na área de estudo proposta, que corresponde à parte norte da ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante e tem fisionomia de cerrado s.s. Foram anotadas as observações sobre as formas de vida, síndromes de dispersão e os períodos de floração e frutificação das espécies.

Para classificar as formas de vida e as síndromes de dispersão no campo, adotou-se a chave proposta por Mantovani (1983) e o sistema de classificação de Pijl (1982), respectivamente. Quando não foi possível observar e coletar os frutos dos espécimes, as síndromes de dispersão foram classificadas de acordo com as descritas na literatura por: Mantovani & Martins (1993) e Batalha et al. (1997a).

O sistema de classificação adotado foi o de Cronquist (1981,1988), exceto para as famílias Caesalpiniaceae, Fabaceae e Mimosaceae, que foram tratadas como subfamílias da família Leguminosae. As espécies foram identificadas através de bibliografia pertinente e confirmadas por especialistas ou por comparação com as coleções do herbário SPF da Universidade de São Paulo.

Os espécimes floridos foram incorporados à coleção ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante, e os frutos à carpoteca do herbário do Campus da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (SPFR).

 

Resultados e discussão

Foram coletados 428 espécimes em fase reprodutiva, representando 141 espécies, distribuídas em 109 gêneros e 49 famílias. A Tabela 1 apresenta a flora obtida, obedecendo à ordem alfabética de famílias, gêneros e espécies, dentro do grupo de Magnoliophyta e suas subdivisões, Magnoliopsida e Liliopsida.

Analisando a flora como um todo, das 49 famílias amostradas, 25 (51%) apresentaram uma única espécie, oito (16%) apresentaram duas espécies e cinco (10%) apresentaram três espécies (Fig.1). No entanto, as onze restantes: Leguminosae, Asteraceae, Malpighiaceae, Myrtaceae, Rubiaceae, Annonaceae, Apocynaceae, Bignoniaceae, Vochysiaceae, Melastomataceae e Sapindaceae, compreendem cerca de 60% do total das espécies (Fig.2), o que significa que menos de um terço do número de famílias concentra os maiores valores da riqueza de espécies. A representatividade dessas famílias também foi verificada por: Warming (1892), em Lagoa Santa; Goodland (1969), no Triângulo Mineiro; Mantovani e Martins (1993), em Moji Guaçu; Batalha et al.(1997a), em Pirassununga e Batalha (1997), em Santa Rita do Passa Quatro.

 

 

Dos 109 gêneros amostrados, 91 (83%) apresentaram uma única espécie, sete (6%) apresentaram duas espécies e oito (7%) apresentaram três espécies. Byrsonima, Eugenia e Qualea foram os gêneros mais representados, com quatro (3%) espécies cada.

O componente arbustivo-arbóreo compreende as fanerófitas e caméfitas ou fanerófitas, enquanto que o componente herbáceo-subarbustivo, as caméfitas, epífitas, geófitas, hemicriptófitas, lianas, terófitas, parasitas e semiparasitas vasculares. As duas últimas formas de vida não foram representadas neste estudo.

Analisando o componente arbustivo-arbóreo, constituído por 70 espécies, 18 (64%) famílias apresentaram uma única espécie (Fig. 1). Leguminosae, Myrtaceae, Malpighiaceae, Vochysiaceae, Annonaceae e Melastomataceae foram as famílias com maiores valores de riqueza nesse componente, totalizando 61% das espécies (Fig. 3). A representatividade dessas famílias nesse componente também foi verificada na Reserva Biológica de Moji Guaçu (Mantovani & Martins, 1993) e no cerrado lato sensu da ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante (Batalha, 1997). Ressalta-se, ainda, que do total de famílias amostradas na flora como um todo, 17 (35%) foram exclusivas desse componente.

 

 

Analisando o componente herbáceo-subarbustivo, constituído por 71 espécies, 17 (53%) famílias apresentaram uma única espécie (Fig. 1). Asteraceae, Bignoniaceae, Leguminosae, Rubiaceae e Sapindaceae foram as famílias com maiores valores de riqueza nesse componente, totalizando 39% das espécies (Fig. 4). A representatividade dessas famílias nesse componente também foi verificada no cerrado lato sensu da ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante (Batalha, 1997) e com exceção de Sapindaceae, na Reserva Biológica de Moji Guaçu (Mantovani & Martins, 1993). É importante salientar que do total de famílias amostradas na flora como um todo, 21 (42%) foram exclusivas desse componente.

 

 

Comparando-se os números de espécies obtidas nos componentes herbáceo-subarbustivo e arbustivo-arbóreo da área de estudo, observou-se a relação de 1:1.

Analisando a flora como um todo, 30 (21%) espécies, a maioria pertencente ao componente arbustivo-arbóreo, foram encontradas apenas em estágio vegetativo durante o período de coleta. Além disso, muitas espécies herbáceo-subarbustivas não foram coletadas na fenofase de fruto pois, conforme observado por Batalha (1997), apresentam um ciclo epígeo de poucas semanas.

O número de espécies observadas em floração e/ou frutificação da flora como um todo e de seus componentes arbustivo-arbóreo e herbáceo-subarbustivo, foi maior no período chuvoso, que segundo Batalha (1997), compreende os meses de setembro a maio. Na flora como um todo, a floração atingiu seu valor máximo nos meses de setembro e novembro e a frutificação, nos meses de novembro e fevereiro (Fig. 5). No componente arbustivo-arbóreo, a floração atingiu seu valor máximo nos meses de setembro a novembro e a frutificação, nos meses de novembro e fevereiro (Fig. 5), enquanto que no componente herbáceo-subarbustivo, a floração foi mais elevada no mês de janeiro e a frutificação no mês de junho (Fig. 5).

 

 

A análise da fenologia de frutificação das espécies com diferentes síndromes de dispersão mostrou a predominância da frutificação de espécies zoocóricas e autocóricas no início e no final da estação chuvosa, respectivamente e a de espécies anemocóricas, na estação seca (Fig.6). Este padrão para espécies zoocóricas e anemocóricas foi verificado por Mantovani & Martins (1988), em Mogi Guaçu; Batalha et al. (1997b), em Pirassununga; Oliveira, (1998) e Batalha & Mantovani (2000), no cerrado lato sensu da ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante.

 

 

Do total de espécies amostradas, 61 (43%) foram classificadas como zoocóricas, 46 (32%), anemocóricas e 34 (24%), autocóricas. No componente arbustivo-arbóreo predominaram as espécies zoocóricas (64%) e no componente herbáceo-subarbustivo, as espécies autocóricas (39%) e anemocóricas (38%) (Fig. 7). Este padrão foi encontrado por Batalha et al. (1997b), em Pirassununga e Batalha (1997), no cerrado lato sensu da ARIE - Cerrado Pé-de-Gigante.

 

Agradecimentos

À Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, pela bolsa de iniciação científica concedida à primeira autora (Processo no 97/07302-8).

 

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1 Bolsista de Iniciação Científica FAPESP - Proc. 97/07302-8.

2 Departamento de Biologia - Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP. Av. Bandeirantes 3900 CEP 14040-030 - Ribeirão Preto, SP.

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