SciELO - Scientific Electronic Library Online

 
vol.17 issue1Foliar anatomy of four species of genus Cattleya Lindl. (Orchidaceae) of the Brazilian Central PlanaltBreeding system of Oxypetalum mexiae Malme (Asclepiadaceae), an endemic and endangered species of Viçosa, Minas Gerais, Brazil author indexsubject indexarticles search
Home Pagealphabetic serial listing  

Services on Demand

Journal

Article

Indicators

Related links

Share


Acta Botanica Brasilica

Print version ISSN 0102-3306On-line version ISSN 1677-941X

Acta Bot. Bras. vol.17 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2003

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33062003000100009 

Hidrófitas fanerogâmicas de ecossistemas aquáticos temporários da planície costeira do Estado do Rio de Janeiro, Brasil

 

Phanerogamic hydrophytes from the temporary swampy environments of coastal plains of northern Rio de Janeiro State, Brazil

 

 

Claudia Petean BoveI, II; André dos Santos Bragança GilI, II; Claudio Barbosa MoreiraI; Renata Fabiana Barros dos AnjosI

ILaboratório Integrado de Sistemática e Palinologia de Hidrófitas Vasculares, Departamento de Ciências Naturais, Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO), Rua Frei Caneca, 94, CEP 20211-040 Rio de Janeiro, RJ, Brasil (cpbove@ibpinet.com.br)
IIDepartamento de Botânica, Museu Nacional, Quinta da Boa Vista, CEP 20940-040, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

 

 


RESUMO

Foi realizado o levantamento florístico das hidrófitas fanerogâmicas de ambientes aquáticos temporários da planície costeira do norte fluminense. O material botânico foi coletado em 27 expedições entre setembro/1998 a julho/2001, herborizado e identificado segundo a metodologia tradicional. As exsicatas foram depositadas no Herbário da Universidade do Rio de Janeiro (HUNI). Foram encontrados 113 táxons, distribuídos em 40 famílias. Os ambientes estudados podem ser caracterizados floristicamente pela família Cyperaceae, representada por 23 táxons (cerca de 20%); seguida pelas famílias Fabaceae e Onagraceae (sete táxons), Poaceae (seis táxons), Asteraceae e Scrophulariaceae (cinco táxons) e Apiaceae, Lentibulariaceae e Polygonaceae (quatro táxons). Estes ambientes sofrem alterações fitofisionômicas marcantes relacionadas com a hidrogeologia. Algumas espécies são anuais, desaparecendo completamente na estiagem; outras suportam a seca, mas têm a população profundamente reduzida, alterando substancialmente a paisagem. Algumas espécies consideradas exclusivamente aquáticas foram encontradas em solo úmido, inclusive em floração. Isto demonstra a necessidade da inclusão de espécies anfíbias nos estudos da flora aquática pois, algumas vezes, a delimitação dos tipos biológicos não é muito definida, além de caracterizar de forma mais adequada estes ambientes.

Palavras-chave: hidrófitas, florística, brejo temporário, Rio de Janeiro, planície costeira


ABSTRACT

A floristic inventory of phanerogamic hydrophytes from the temporary swampy environments of coastal plains of northern of Rio de Janeiro State was made. The botanical vouchers were collected in 27 expeditions between September/1998 and July/2001. They were herborized and identified by the traditional methodology. The exsicatae were deposited in the UNIRIO herbarium (HUNI). One hundred and thirteen taxa, distributed among 40 families were found. The environment analyzed could be floristically characterized by the Cyperaceae, represented by 23 taxa (ca. 20%), followed by Fabaceae and Onagraceae (seven taxa), Poaceae (six taxa), Asteraceae and Scrophulariaceae (five taxa) and Apiaceae, Lentibulariaceae and Polygonaceae (four taxa). These environments have great phytophysionomic changes according to hydrogeology. Some species are annual, disappearing completely in the dry season; another species tolerates the dryness but the population reduce drastically, changing substantially the landscape. Some species regarded as strictly aquatic were found in humid soil, producing flowers. This shows the necessity to include amphibious species on the aquatic flora studies because sometimes the boundaries between the biological types were not well defined.

Key words: hydrophytes, floristics, temporary swamp, Rio de Janeiro, coastal plains


 

 

Introdução

O Brasil possui a maior rede hidrográfica do mundo, sendo os ecossistemas aquáticos (fluviais, lacustres permanentes ou temporários) de grande representatividade dentre os ecossistemas brasileiros. A vegetação a eles associada compreende não apenas as hidrófitas propriamente ditas, como também as plantas que periodicamente estão submersas em diversos níveis ou as que margeiam estes ambientes, como por exemplo, as espécies anfíbias. Em regiões tropicais as macrófitas aquáticas são abundantes, graças às condições ambientais favoráveis ao seu crescimento (Coutinho 1989 apud Pott et al. 1992). Segundo Hoehne (1955) "em nenhuma outra parte do mundo existem tantas espécies aqüícolas como no Brasil".

As macrófitas aquáticas são definidas por Cook(1996) como vegetais visíveis a olho desarmado, cujas partes fotossintetizantes ativas estão permanentemente ou por diversos meses, todos os anos, total ou parcialmente submersas em água doce, ou ainda flutuantes na mesma. A dinâmica dos ecossistemas aquáticos está ligada diretamente à ação biológica das hidrófitas, que podem orientar a evolução do meio em diferentes equilíbrios biológicos e ecológicos (teor de O2, teor de sais, pH etc.), sendo, inclusive, importantes agentes de regeneração da água.

A bibliografia existente sobre o assunto não condiz com a grande diversidade dos vegetais hidrófilos. Há alguns livros que tratam de plantas aquáticas em geral, distribuídas em diversas partes do mundo (Stodola 1967; Notare 1992; Cook 1996). Para a Europa existem trabalhos florísticos e taxonômicos em hidrófitas, como por exemplo, de Portugal (Vasconcelos 1970) e do Reino Unido (Preston & Croft 1997). Em outros continentes há registros para a África (Raynal-Roques 1980) e para a India (Subramanyam 1962). Nas Américas há dados para a Argentina (Cabrera & Fabris 1948; Tur 1977; Neiff 1982; Lahite & Hurrell 1996), para a Bolívia (Raynal-Roques 1992), para o Chile (Ramirez et al. 1991), para os Estados Unidos (Fasset 1960), para o México (Lot et al. 1986; Lot & Novelo 1988; Ramos & Novelo 1993; Bonilla-Barbosa & Novelo 1995), para o Panamá (Mendoza & Gonzales 1991), para o Paraguai (Mereles et al. 1992), para o Peru (Khan et al. 1993) para o Uruguai (Lombardo 1970) e para a Venezuela (Velasquez 1994), entre outros. No que se refere ao Brasil, apesar das grandes dimensões de seu território e da diversidade de ecossistemas aquáticos, há poucos trabalhos sobre o assunto (Hoehne 1955; Albuquerque 1981; Cordazzo & Seeliger 1988; Irgang & Gastal 1996; Pott & Pott 2000). Alguns estudos pontuais de hidrófitas foram realizados por Irgang et al. (1984, Estação Ecológica do Taim, RS); Henriques et al. (1988, lagoa de Cabiúnas, RJ); Pott et al. (1989, Fazenda Nhumirim, MS); Pott et al. (1992, Fazenda Leque, MS); Pedralli et al. (1993a, Santa Bárbara, MG); Pedralli et al. (1993b, Reservatório de Volta Grande, MG) e Pott (1999, Bonito, MS).

Os ecossistemas aquáticos temporários possuem grande representatividade na planície costeira do Estado do Rio de Janeiro. Já foram tema de diversos trabalhos de ictiologia (Cruz & Peixoto 1983; Costa 1988; Costa & Lacerda 1988; Costa et al. 1988) e de limnologia (Carmo & Lacerda 1984), que revelaram várias espécies zoológicas novas e endêmicas para a região. Não há registros de publicações que enfoquem exclusivamente a vegetação hidrófila de ambientes temporários, entretanto muitas hidrófitas são mencionadas em abordagens florísticas (Silva & Somner 1984; Sá 1992; Costa & Dias 2001) e fitossociológicas (Araújo & Henriques 1984; Maciel et al. 1984; Henriques et al. 1986; Araújo et al. 1998). As plantas que colonizam este tipo de ambiente possuem adaptações à sazonalidade, como o anualismo ou a resistência à vida terrestre nos períodos de estiagem. Considerando que estes ambientes encontram-se extremamente ameaçados devido à destruição das matas ciliares, ao desvio de cursos d'água na otimização das atividades agropecuárias, pela poluição direta ou indiretamente causada pela população local e aterramentos com fins imobiliários, torna-se evidente a necessidade de um levantamento das espécies ocorrentes nos mesmos, assim como o seu estudo sistemático.

O estudo dos ambientes aquáticos é fator relevante e imprescindível para possibilitar a sua preservação, assim como o seu manejo. São ecossistemas que possuem características muito particulares e endemismos. O objetivo deste estudo é a caracterização dos ecossistemas aquáticos temporários do Estado do Rio de Janeiro através da identificação dos táxons ali existentes e suas respectivas formas biológicas.

 

Material e métodos

O material botânico fértil analisado (Magnoliophyta) foi coletado pelos autores, além daquele anteriormente depositado nos herbários do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RB), do Museu Nacional (R), da FEEMA (GUA) e no Herbário Bradeanum (HB). Coletou-se exclusivamente plantas que se encontravam na água ou em solo úmido de ambientes observados secos na época de estiagem. Foram realizadas 27 viagens de coleta entre setembro/1998 a julho/2001 a várias regiões do litoral norte fluminense, com periodicidade aleatória, sendo entretanto mais freqüentes nos períodos de chuvas, em todos os meses com, exceção do mês de junho. A área amostrada está localizada entre as latitudes 21°44'S e 23°S (Fig.1), compreendendo os municípios de Maricá (limite sul) até o município de Campos dos Goytacazes (limite norte), com cerca de 250 km2. Os tipos climáticos mais freqüentes, segundo a classificação de Köppen, são Aw e Af (IBDF, 1984). O material coletado foi herborizado segundo a metodologia tradicional utilizada para plantas terrestres (Mori et al. 1989). Foi dedicada especial atenção aos dados de coleta, que possuem grande importância nos vegetais hidrófilos, como profundidade e cor da água, forma biológica (segundo Pedralli 1990), coloração das partes vegetativas e reprodutivas, odores, posição das flores e dos frutos em relação à lâmina d'água, entre outros. O material foi identificado através de bibliografia específica (Barroso 1952; Lourteig 1952; Bogin 1955; Smith & Downs 1968; Rataj 1978; Haynes & Holm-Nielsen 1985; Lowden 1986; Wanderley 1989; Taylor 1989; Fromm-Trinta 1991; Haynes & Holm-Nielsen 1994; Silva 1995) e, quando necessário, por comparação com exsicatas de herbários já identificadas por especialistas, ou enviadas a estes quando possível. As exsicatas foram depositadas no Herbário do Museu Nacional do Rio de Janeiro (R) e no da UNIRIO (HUNI). O sistema de classificação adotado foi o de Cronquist (1981).

 

 

O termo brejo admite várias concepções regionais. No nordeste do país, os brejos são interpretados como áreas florestadas, como nascentes d'água (Maranhão) e ainda como plantação de arroz (Bahia). O significado utilizado neste trabalho é o de áreas alagadas, neste caso, periodicamente. Foram incluídas nas tabelas as espécies que margeiam as lagoas costeiras, caso fossem observadas tanto submersas como em solo úmido, demonstrando sua adaptação à sazonalidade do regime pluviométrico.


Resultados e discussão

Foram encontrados 113 táxons, distribuídos em 40 famílias de hidrófitas fanerogâmicas nos ecossistemas aquáticos temporários da planície costeira do Estado do Rio de Janeiro. A relação desses táxons, assim como família, forma biológica e hábitat encontram-se na tabela 1.

Os ambientes aquáticos temporários do Estado do Rio de Janeiro podem ser caracterizados floristicamente pela família Cyperaceae, representada por 23 táxons, o que significa cerca de 20% de todos os táxons encontrados até o momento, seguida pelas famílias Fabaceae e Onagraceae (sete táxons), Poaceae (seis táxons), Asteraceae e Scrophulariaceae (cinco táxons) e Apiaceae, Lentibulariaceae e Polygonaceae (quatro táxons cada).

Através de intenso trabalho de campo, concentrando a maioria de campanhas no período de maior diversidade florística (outubro a janeiro), foi possível observar que estes ambientes sofrem alteração fitofisionômica marcante relacionada com os períodos de seca e de alagamento. Isto se deve ao fato de algumas espécies serem anuais e desaparecerem completamente na época de estiagem (e.g. Utricularia tricolor); outras, apesar de suportarem os períodos de seca, têm a população profundamente reduzida (e.g. Sagittaria lancifolia subsp. lancifolia), o que altera substancialmente a paisagem. Já os representantes da família Cyperaceae são perenes, dominando completamente os ambientes na estiagem. Desta forma, podem, no período seco, ser considerados como indicadores da existência de brejos temporários. É interessante notar que algumas espécies tidas como exclusivamente aquáticas (e.g. Nymphaea ampla, N.  amazonum e Nymphoides indica) foram encontradas em solo úmido, inclusive em floração. Isto demonstra a necessidade de realizar-se levantamentos sazonais, registrando a plasticidade ecológica destas espécies.

Observou-se grande número de espécies (26) consideradas ruderais ou oportunistas, o que é facilmente explicado pela grande produção de sementes, alta capacidade de adaptação e resistência das mesmas. Segundo Lorenzi (2000), os táxons Aeschynomene americana, A. rudis, Alternanthera philoxeroides, Centella asiatica, Cuphea carthagenensis, Cyperus odoratus, Echinochloa crusgalli, Eclipta prostrata, Eleocharis acutangula, E. interstincta, E. sellowiana, Emilia sonchifolia, Fuirena umbellata, Hydrocotyle bonariensis, Ipomea carnea subsp. fistulosa, Ludwigia leptocarpa, L. octovalvis, Macroptilium lathyroides, Nymphaea ampla, Nymphoides indica, Polygonum acuminatum, P. hydropiperoides, Steinchisma hians, Typha domingensis, Urochloa humidicola e Vernonia platensis encontram-se nesta categoria, representando ca. de 23% do total de táxons encontrados.

Não foram encontrados estudos que enfocassem exclusivamente as comunidades de hidrófitas do nosso Estado, entretanto trabalhos de fitossociologia (Ule 1901; Araújo & Henriques 1984; Maciel et al. 1984; Henriques et al. 1986; Henriques et al. 1988; Araújo et al. 1998) ou de levantamentos florísticos (Carauta et al. 1978; Silva & Somner 1984; Carauta et al. 1991; Sá 1992; Costa & Dias 2001) mencionam espécies ocorrentes em diversas comunidades florísticas, como matas de restinga periodicamente inundadas, brejos herbáceos e salobros, brejos temporários em mata atlântica, lagoas e reservatórios. A tabela 2 apresenta as espécies relacionadas na bibliografia supracitada como ocorrentes em ambientes temporários da planície costeira. A não inclusão destes táxons na tabela anterior se deve ao fato de terem sido obtidos por metodologia e objetivos diversos dos aqui empregados.

As espécies Ilex amara, Ocotea pulchella e Miconia ligustroides foram citadas apenas no trabalho de Ule (1901), ou seja , há mais de 100 anos; entretanto, não são táxons ameaçados de extinção. Foi realizado um levantamento em herbário no qual verificou-se o registro das duas primeiras espécies, entretanto M. ligustroides foi registrada no Estado do Rio de Janeiro apenas em regiões de altitude.

São muito raros os ambientes salobros temporários pois estão mais relacionados com variação de marés do que regime pluviométrico. Em todo o levantamento aqui realizado foi verificado apenas um brejo herbáceo salobro, localizado ao norte do Farol de São Tomé (extremo norte do Estado), totalmente dominado por Batis maritima.

Dos fatores que ameaçam a diversidade e a integridade florística, mencionados anteriormente, foi observado que o mais crítico para a região é o crescimento imobiliário, pois são áreas crescentemente valorizadas devido à proximidade de praias arenosas. Desta forma, medidas preservacionistas devem enfocar primordialmete este aspecto.

A análise dos dados obtidos neste trabalho, assim como a dos encontrados na bibliografia, revela a alta diversidade de hidrófitas fanerogâmicas de ambientes temporários da planície costeira do Estado. Isto pode ser facilmente evidenciado pelo grande número de táxons aqui relacionados.

 


Agradecimentos

Ao Dr. João Aguiar Nogueira Batista, Dra. Luci de Senna Valle, Dr. Roberto Lourenço-Esteves e Dra. Vali Joana Pott, pelas identificações de Orchidaceae, Lentibulariaceae, Asteraceae, Euphorbiaceae e Lemnaceae, respectivamente. À Geórgia Malva Pullig, pela participação na fase inicial deste trabalho. A dois referees anônimos, pelas correções e valiosas sugestões. Ao Dr. Wilson Costa, pelo estímulo constante e auxílio nas coletas de material. A FAPERJ, pelo apoio financeiro (Processo n. E26/170.455/99).

 

Referências bibliográficas

Albuquerque, S. W. P. 1981. Plantas forrageiras da Amazônia I. Aquáticas flutuantes livres. Acta Amazonica 11(3): 457- 471.         [ Links ]

Alves, R. J. V. & Santana, I. C. 2001. Orchidaceae. Pp.109-112. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Andreatta, R. H. P. 2001. Smilacaceae. Pp.131. In: A. F. Costa, & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Araújo, D. S. D. & Henriques, R. P. B. 1984. Análise florística das restingas do Estado do Rio de Janeiro. Pp.159-193. In: L. D. Lacerda; D. S. D. Araújo; R. Cerqueira & B. Turcq (Eds.). Restingas. Origem, Processo e Estrutura. CEUFF, Niterói.         [ Links ]

Araújo, D. S. D.; Scarano, F.; Sá, C. F. C.; Kurtz, B.; Zaluar, H. L. T.; Montezuma, R. C. M. & Oliveira, R. C. 1998. Comunidades vegetais do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Pp. 39-62. In: F. A. Esteves (Ed.). Ecologia das Lagoas Costeiras do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e do Município de Macaé (RJ).NUPEM/UFRJ, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Barroso, G. M. 1952. Scrophulariaceae indígenas e exóticas no Brasil. Rodriguésia 26: 9-108.         [ Links ]

Barroso, G. M. & Braga, J. M. A. 2001. Myrtaceae. Pp.100-105. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Baumgratz, J. F. A.; Silva, S. A. S. & Menezes, M. O. P. Melastomataceae. 2001.Pp.93-95. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Bogin, C. 1955. Revision of the genus Sagittaria (Alismataceae). Memories of the New York Botanical Garden 9(2) : 179-233.         [ Links ]

Bonilla-Barbosa, J. R. & Novelo, R. A. 1995. Manual de identificación de plantas acuáticas del Parque Nacional Lagunas de Zempoala, México.Universidad Nacional Autónoma de México, México.         [ Links ]

Cabrera, A. L. & Fabris, H. A. 1948. Plantas Acuáticas de la Provincia de Buenos Aires. Taller de Impressiones Oficiales, La Plata (Argentina).         [ Links ]

Carauta, J. P. P. & Valente, A. A. 2001. Moraceae. Pp.98-99. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Carauta, J. P. P.; Vianna, M. C.; Araújo, D. S. D. & Oliveira, R. F. 1978. A vegetação de "Poços das Antas". Bradea 46: 299-305.         [ Links ]

Carauta, J. P. P.; Romero, S. H. F.; Frigoletto, M. F. & Bosísio, B. M. 1991. Conservação da flora na região dos reservatórios de Santana e Vigário, Rio de Janeiro. Albertoa 8(3): 61-79.         [ Links ]

Carmo, M. A. M. & Lacerda, L. D. 1984. Limnologia de um brejo entre dunas em Maricá, Rio de Janeiro. Pp.455-460. In: L. D. Lacerda; D. S. D. Araújo; R. Cerqueira & B. Turcq (Eds.). Restingas: Origem, Estrutura, Processos. CEUFF, Niterói (Rio de Janeiro).         [ Links ]

Coelho, M. A. N. & Schneider, S. M. 2001. Araceae.Pp.30-32. In: Costa, A. F. & Dias, I. C. A. (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.        [ Links ]

Cook, C. D. K. 1996. Water plants of the world . SPB Academic Publishing, Amsterdan, The Netherlands.         [ Links ]

Cordazzo, C. V. & Seeliger, U. 1988. Guia ilustrado da vegetação costeira no extremo sul do Brasil. FURG, Rio Grande (Rio Grande do Sul).         [ Links ]

Costa, A. F. & Dias, I. C. A. 2001. Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Costa, A. F.; Gusmão, L. C. T. & Moura, R. L. 2001. Bromeliaceae.Pp.45-48. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Costa, W. J. E. M. 1988. Sistemática e distribuição do complexo de espécies Cynolebias minimus, com a descrição de duas novas espécies. Revista Brasileira de Zoologia 5: 557-570.         [ Links ]

Costa, W. J. E. M. & Lacerda, M. T. C. 1988. Identité et redescription de Cynolebias sandrii et de Cynolebias fluminensis (Cyprinodontiformis, Rivulidae). Revue Française D'Aquariologie 14(4): 127-132.         [ Links ]

Costa, W. J. E. M., Lacerda, M. T. C. & Tanizaki, K.1988. Description d'une nouvelle espèce de Cynolebias des plaines côtière du Brésil sud-oriental (Cyprinodontiformis, Rivulidae). Revue Française D'Aquariologie 15(1): 21-24.         [ Links ]

Cronquist, A. 1981. An integrated system of classification of flowering plants. Columbia University Press, New York.         [ Links ]

Cruz, C. A. G. & Peixoto, O. L. 1983. Novo peixe anual do estado do Rio de Janeiro. Arquivos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Itaguaí, jan-jun 83: 89-93.         [ Links ]

Esteves, R. L. & Gonçalves-Esteves, V. 2001. Asteraceae. Pp.36-41. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias, (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Fasset, N. C. 1960. A manual of aquatic plants. Agro Botanical Publishers, New Delhi.         [ Links ]

Fernandes, H. Q. B. Arecaceae. 2001. Pp.32-34. In: A. F. Costa & I. C. A. (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Ferreira, R. C. N. & Konno, T. U. P. 2001. Scrophulariaceae. Pp.129-130. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Fromm-Trinta, E. 1991. Lentibulariaceae do Brasil. Utriculárias aquáticas III. Bradea 6(4): 25-35.         [ Links ]

Gomes, M. 2001. Rubiaceae. Pp.120-124.In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Guimarães, E. F. 2001. Gentianaceae. In: Costa, A. F. & Dias, I. C. A. (orgs.). Pp.74. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Guimarães, E. F. & Garcia R. O. 2001. Piperaceae. Pp.114. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Haynes, R. R. & Holm-Nielsen, L. B. 1985. A generic treatment of Alismatidae in the Neotropics with special reference to Brazil. Acta Amazônica, Supl. 15(1-2): 153-193.         [ Links ]

Haynes, R. R. & Holm-Nielsen, L. B. 1994. The Alismataceae. Flora Neotropica 64: 1-112.         [ Links ]

Henriques, R. P. B.; Araújo, D. S. D. & Hay, J. D. 1986. Descrição e classificação dos tipos de vegetação da restinga de Carapebus, Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Botânica 9: 173-189.         [ Links ]

Henriques, R. P. B.; Araújo, D. S. D.; Esteves, F. A. & Franco, A. C. 1988. Análise preliminar das comunidades de macrófitas aquáticas da lagoa Cabiúnas, Rio de Janeiro, Brasil. Acta Limnológica Brasileira 2: 783-802.         [ Links ]

Hoehne, F. C. 1955. Plantas aquáticas. Secretaria de Agricultura de São Paulo, São Paulo.         [ Links ]

IBDF. 1984. Inventário das florestas nativas dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal, Brasília.         [ Links ]

Irgang, B. E. & Gastal Jr., C.V. S. 1996. Macrófitas aquáticas da planície costeira do RS. Porto Alegre.         [ Links ]

Irgang, B. E.; Pedralli, G. & Waechter, J. L. 1984. Macrófitas aquáticas da estação ecológica do Taim, Rio Grande do Sul, Brasil. Rossléria 6(1): 395-405.         [ Links ]

Kahn, F.; Léon, B. & Young, K. R. 1993. Las Plantas vasculares en las aguas continentales del Peru. IFEA, Lima.         [ Links ]

Konno, T. U. P. & Ferreira, R. C. N. 2001. Myrsinaceae. Pp.99-100. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Konno, T. U. P. & Pereira, J. F. 2001. Asclepiadaceae. Pp.34-36. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Kurtz, B. C. 2001. Annonaceae. Pp.26-27. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Lahitte, H. B. & Hurrell, J. A. 1996. Plantas hidrófilas de la Isla Martín García. Ministério de la Producción Provincia de Buenos Aires, Buenos Aires (Argentina).         [ Links ]

Lima, H. C. & Oliveira, A. S. 2001. Leguminosae. Pp.77-84. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Lira-Neto, J. A. de. 2001. Commelinaceae. Pp.56-57. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Lombardo, A. 1970. Las Plantas acuáticas y las plantas florales. Intendencia Municipal de Montevideo, Montevideo.         [ Links ]

Lorenzi, H. 2000. Plantas daninhas do Brasil: aquáticas, parasitas e tóxicas. Instituto Plantarum, Nova Odessa.         [ Links ]

Lourteig, A. 1952. Mayacaceae. Notulae Systematicae 14: 234-248.         [ Links ]

Lot, H. A. & Novelo, R. A. 1988. Vegetación e flora acuática del Lago de Pátzcuaro; Michoacán, México. Southwestern Naturalist 33(2): 167-175.         [ Links ]

Lot, H. A.; Novelo, R. A. & Ramirez-Garcia, P. 1986. Angiospermas Acuáticas Mexicanas 1 (Listados Floristicos de México, vol.V). Instituto de Biologia, Universidad Nacional Autónoma de México, México.         [ Links ]

Lowden, R. M. 1986.Taxonomy of the genus Najas L. (Najadaceae) in the Neotropics. Aquatic Botany 24: 147-184.         [ Links ]

Maciel, N. C.; Araújo, D. S. D. De & Magnani, A. 1984. Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul (Ilha Grande, Angra dos Reis, RJ). Contribuição para o conhecimento da fauna e flora. Boletim da Fundação Brasileira para Conservação da Natureza 19: 126-148.         [ Links ]

Martins, V. L. C. & Oliveira, A. S. 2001. Rutaceae. Pp.125-126. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Mendoza-B., R. E. & Gonzalez, J. E. 1991. Plantas acuáticas de Panama. Editorial Universitaria, Panama.         [ Links ]

Mereles, F.; Degen, R. & Kochalca, N. L. 1992. Humedales en el Paraguai: Breve reseña de su vegetacion. Amazoniana 12(2): 305-316.         [ Links ]

Mori, S. A; Silva, L. A. M.; Lisboa, G. & Coradin, L. 1989. Manual de manejo do herbário fanerogâmico. CEPLAC, Ilhéus.         [ Links ]

Neiff, J. J. 1982. Esquema sucessional de la vegetaçion en las islas flotantes del Chaco Argentino. Boletim da Sociedade Argentina de Botânica 21(1-4): 325-341.         [ Links ]

Notare, M. 1992. Plantas hidrófilas e seu cultivo em aquário. Ed. Sulamérica e Flora Bleher, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Paixão, R. G. 2001. Theaceae. Pp.135-136. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Pedralli, G. 1990. Macrófitos aquáticos: técnicas e métodos de estudos. Estudos de Biologia 26: 524.         [ Links ]

Pedralli, G.; Stehmann, J. R.; Teixeira, M. C. B.; Oliveira, V. L. & Meyer, S. T. 1993a. Levantamento da vegetação aquática ("macrófitos") na área da EPDA-Peti, Santa Bárbara, MG. Iheringia, sér. Bot. 43: 15-28.         [ Links ]

Pedralli, G.; Meyer, S. T.; Teixeira, M. C. B & Stehmann, J. R. 1993b. Levantamento dos macrófitos aquáticos e da mata ciliar do reservatório de Volta Grande, Minas Gerais, Brasil. Iheringia, sér. Bot. 43: 29-40.         [ Links ]

Pott, V. J. 1999. Riqueza verde em meio azul. Pp. 58-43. In: E. Scremin-Dias; V. J. Pott; R. C. Hora & P. R. Souza (Eds.). Nos Jardins submersos da Bodoquena. UFMS, Campo Grande, MS.         [ Links ]

Pott, V. J; Bueno, N. C.; Pereira, R. A. C.; Sales, S. M. De & Vieira, N. L. 1989. Distribuição de macrófitas aquáticas numa lagoa na fazenda Nhumirim, Nhecolândia, Pantanal, MS. Acta Botanica Brasilica 3(supl.): 135-168.         [ Links ]

Pott, V. J; Bueno, N. C. & Silva, M. P. 1992. Levantamento florístico e fitossociológico de macrófitas aquáticas em lagoas da Fazenda Leque, Pantanal, MS. Anais do VIII Congresso da Sociedade Botânica de São Paulo: 91-99.         [ Links ]

Pott, V. J & Pott, A. 2000. Plantas aquáticas do Pantanal. Embrapa, Brasília.         [ Links ]

Preston, C. D. & Croft, J. M. 1997. Aquatic plants in Britain and Ireland. Harley Book, Essex, England.         [ Links ]

Ramirez, C.; San Martín, C.; Medina, R. & Contreras, D. 1991. Estudio de la flora des Santuario de la Naturaleza "Rio Cruces" (Valdívia, Chile). Guayana, Botánica 48: 67-80.         [ Links ]

Ramos, V. L. & Novelo, R. A. 1993. Vegetación y flora acuática de la laguna de Yuriria, Guanajuato, México. Acta Botánica 25: 61-79.         [ Links ]

Rataj, K. 1978. Alismataceae of Brazil. Acta Amazônica 8 (Supl. 1): 1-54.         [ Links ]

Raynal-Roques, A. 1980. Les plantes aquatiques. Pp. 63-152. In: J.-R. Durand & C. Lévêque (Eds.). Flore et faune Aquatiques de L'Afrique Sahelo-soudanienne. ORSTOM, Paris.         [ Links ]

Raynal-Roques, A. 1992. Macrophytes. The Higher Plants.Pp. 223-231. In: C. Dejoux & A. Iltes (Eds.). Lake Titicaca. A synthesis of Limnological Knowledge. Kluwer Academic Press, Netherlands.         [ Links ]

Sá, C. F. C. 1992. A vegetação da restinga de Ipitangas, Reserva Ecológica Estadual de Jacarepiá, Saquarema (RJ); fisionomia e listagem de Angiospermas. Arquivos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro 31: 87-102.         [ Links ]

Sano, P. T.; Parra, L. R. & Giulietti, A. M. 2001. Eriocaulaceae. Pp.66-68. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Santos, L. B. 2001. Apocynaceae. Pp.27-29. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Schneider, S. M. & Godinho, R. S. 2001. Malpighiaceae. Pp.87-89. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Silva, T. R. S. 1995. Droseraceae. In: J. A. Rizzo (Ed.). Flora dos Estados de Goiás e Tocantins 18: 5-16.         [ Links ]

Silva, J. G. & Somner, G. V. 1984. A vegetação de restinga na Barra de Maricá. Pp. 217-225. In: Lacerda, L. D. de; Araújo, D. S. D. de; Cerqueira, R. & Turcq, B. (Eds.). Restingas. Origem, Processo e Estrutura. CEUFF, Niterói (Rio de Janeiro).         [ Links ]

Smith, L. B. & Downs, R. J. 1968. Xyrydaceae. In: A. R. Teixeira (Ed.). Flora Brasilica 9: 1-215         [ Links ]

Stodola, J. 1967. Encyclopedia of water plants. Tfh Publications, Neptune City (Usa).         [ Links ]

Subramanyam, K. 1962. Aquatic Angiosperms. A systematic account of common Indian aquatic Angiosperms. C.S. I. R., New Delhi (India).         [ Links ]

Taylor, P. 1989. The genus Utricularia. A taxonomic monograph. Royal Botanic Gardens, London,         [ Links ]

Tur, N. 1977. Plantas vasculares. In: Hurlbert, S. H. Biota Acuática de Sudamérica Austral. San Diego State University, San Diego.         [ Links ]

Ule, E. 1901. Die Vegetation von Cabo Frio an der Küste von Brasilien. In: Engler, A. Botanischen Jahrbüchern 28: 511-528.         [ Links ]

Vasconcelos, J. C. 1970. Plantas (Angiospérmicas) aquáticas, anfíbias e ribeirinhas. Secretaria de Estado da Agricultura, Portugal.         [ Links ]

Velasquez, J. 1994. Plantas acuáticas vasculares de Venezuela. Universidad Central de Venezuela, Caracas.         [ Links ]

Vieira, C. M. 2001.Clusiaceae. Pp.54-56. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Vieira, M. L. M.; Senna-Valle, L. & Moura, R. L. 2001. Chrysobalanaceae. P. 54. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.         [ Links ]

Wanderley, M. G. L. 1989. Xyridaceae. In: J. A. Rizzo (Ed.). Flora do Estado de Goiás. Coleção Rizzo 11: 1-81.         [ Links ]

Wanderley, M. G. L.; Moreira, B. A. & Silva, M. B. C. 2001. Xyridaceae. P. 142. In: A. F. Costa & I. C. A. Dias (orgs.). Flora do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba e Arredores, Rio de Janeiro, Brasil: listagem florística e fitogeografia: Angiospermas, Pteridófitas, Algas Continentais. Editora do Museu Nacional, Rio de Janeiro.        [ Links ]

 

 

Recebido em 25/09/2001. Aceito em 01/06/2002

Creative Commons License All the contents of this journal, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License