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Lua Nova: Revista de Cultura e Política

versão impressa ISSN 0102-6445

Lua Nova  no.50 São Paulo  2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-64452000000200001 

Apresentação

 

 

Lua Nova chega ao número 50, mas, de olho no número 100, nem se permite uma parada para comemorar (até porque os trilhos já vibram com a aproximação do 51). Temos neste número uma espécie de síntese daquele complexo temático que vem definindo o perfil da nossa revista: direitos, democracia, cidadania. Falta (e prometemos corrigir isso mais à frente) mais debate sobre cultura – ou, mais exatamente, dos nossos temas básicos vistos pela perspectiva da cultura.

Além disso, graças ao artigo de José Luís Fiori, temos a oportunidade de nos associar às homenagens que se prestam neste ano a Maria da Conceição Tavares. Quase que também seqüestrávamos do mesmo Fiori um texto sobre Celso Furtado, igualmente alvo de especial atenção este ano. Mas fica a nossa homenagem a esses dois grandes mestres. A propósito, neste mesmo ano Florestan Fernandes completaria 80 anos, junto com Furtado ( e muito à frente de Conceição). E, já que estamos lembrando velhos mestres, pais fundadores do nosso pensamento crítico aos quais Lua Nova nunca ficaria indiferente, aí está Antônio Cândido, que olha os demais com a serenidade de quem já chegou lá. Admitamos: é um quarteto de nos encher de orgulho. Sem a obra desses quatro, e dos que eles formaram, uma revista como Lua Nova dificilmente teria como existir, muito menos chegar aonde chegou.

Mais, portanto, do que nos congratularmos, vamos às raízes, e dediquemos a eles este nosso número 50.

 

O EDITOR

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