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ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (São Paulo)

Print version ISSN 0102-6720

ABCD, arq. bras. cir. dig. vol.26 no.3 São Paulo July/Sept. 2013

https://doi.org/10.1590/S0102-67202013000300008 

ARTIGO ORIGINAL

 

Criação de protocolo eletrônico para terapia nutricional enteral domiciliar

 

 

Maria Eliana M. SchieferdeckerI; Carlos Henrique KuretzkiII; Antonio Carlos L. CamposII; Osvaldo MalafaiaII; José Simão de Paula PintoIII; Nayana Cavassim do NascimentoIV

ITrabalho realizado noDepartamento de Nutrição
IIPrograma de Pós-Graduação em Clínica Cirúrgica
IIIPrograma de Pós-Graduação em Ciência, Gestão e Tecnologia da Informação
IVCurso de Nutrição da Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR, Brasil

Correspondência

 

 


RESUMO

RACIONAL: A utilização de protocolo com base eletrônica de dados contribui para tornar disponível um grande volume de informações organizadas e estruturadas. A informática pode contribuir no desenvolvimento do conhecimento da Terapia Nutricional Enteral Domiciliar (TNED) por intermédio da pesquisa.
OBJETIVO: Elaborar um protocolo eletrônico para o atendimento de pacientes em TNED.
MÉTODO: Após a revisão sobre a TNED em material teórico, foram levantados 1793 subitens e agrupados em nove itens principais: Identificação, Avaliação nutricional, Prescrição dietética, Indicações de nutrição enteral, Vias de acesso para nutrição enteral, Composição da nutrição enteral, Sistema de administração, Complicações e Reinternamentos. Definiu-se com o nome Protocolo Mestre Informatizado de TNED e foi utilizado o Sistema Integrado de Protocolos Eletrônicos (SINPE©) para sua efetivação. A última etapa foi a criação de um protocolo específico a partir do protocolo mestre. Depois de instalado o programa o sistema reconhece o usuário com a identificação de segurança definida pelo tipo de autorização e disponibiliza a tela para seleção do protocolo mestre que o usuário poderá acessar. Os itens que compõe o protocolo específico estão contidos no Protocolo Mestre e as informações referentes a este protocolos são visualizados.
CONCLUSÃO: Foi possível criar um protocolo eletrônico para o atendimento de pacientes em TNED com dados seguros que contribuem para a pesquisa nesta área.

Descritores: Protocolo eletrônico. Nutrição enteral. Serviços de assistência domiciliar.


 

 

INTRODUÇÃO

O desenvolvimento dos computadores digitais teve início nos Estados Unidos e na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. Seu uso para fins não-militares começou a partir da metade da década de 50. Nesta época nasceu também a Informática Médica que integra os computadores à Medicina. Com o desenvolvimento do modelo interdisciplinar de tratamento - em que o paciente pode ser atendido por várias especialidades diferentes, em setores diversos de um mesmo hospital, ou mesmo em instituições diferentes – propiciou-se integrar de forma informatizada diferentes profissionais envolvidos na ciência da vida e da saúde. Assim, criou-se o termo bioinformática/ informática biomédica25.

O uso de computador em dietética teve seus primeiros registros na década de 1960. A Universidade Tulane em 1962 foi pioneira na pesquisa investigando o uso da tecnologia computadorizada em serviço de administração de alimentos30. Entre 1958 e 1983, foram relatadas mais de 400 referências da utilização de computador em serviços de alimentação10. Muitos dos artigos originais em nutrição e computação tratam da redução de custos e desperdício dos alimentos e redundância de dados nos departamentos de nutrição11. Na maioria dos casos, estes sistemas foram criações personalizadas ou planilhas específicas para a facilidade prática16,24. Existe limitada documentação sobre eles. Com o advento do sistema operacional Windows (Microsoft Corp, Redmond, WA) em 1990, deu-se a oportunidade para desenvolvimento de software de nutrição mais específico que permitiu troca de dados. Empresas de software hoje continuam a atualizar programas e aplicativos que têm sido utilizados com sucesso em uma variedade de ambientes de nutrição15.

Na terapia nutricional a integração com a informática também vem se desenvolvendo. A busca pela redução nos erros de cálculos em soluções parenterais e enterais, bem como a facilidade e redução no tempo de prescrição estimulou o desenvolvimento de vários softwares capazes de melhorar a eficiência das equipes de terapia nutricional4,14,23.

O uso de protocolos é prática comum em muitas instituições. Eles podem ser construídos em papel ou utilizando recursos informatizados. Na saúde ele é utilizado para padronizar e uniformizar os procedimentos e informações do atendimento ao doente. Ele deve ser capaz de captar e armazenar dados, possibilitando controle, análise, acompanhamento, além de contribuir para tomada de decisão mais segura e eficaz28,13,6. Protocolos eletrônicos auxiliam para redução de erros em coletas de dados, diminuição da quantidade de papel e os seus custos relativos, e ter uso multicêntrico2.

O Sistema Integrado de Protocolos Eletrônicos (SINPE©)21 foi desenvolvido visando solucionar algumas deficiências tipicamente encontradas em pesquisas, como falta de padronização dos termos; dados de uma pesquisa não utilizados em outra; dificuldades à realização de pesquisa multicêntrica e multidisciplinares18. Ele proporciona informações automáticas, instantâneas e ágeis. O armazenamento estruturado de dados clínicos facilita sua utilização. Proporciona mais confiabilidade à banco de dados clínicos prospectivo, com possibilidade de resgate e cruzamento das informações. Visa, também, a produção de estudos científicos de alta qualidade com credibilidade e menor tempo20.

A assistência domiciliar é prática que remonta à era a.C. Porém, somente em meados do século XIX começaram a surgir as primeiras sistematizações das atividades relacionadas ao serviço de enfermagem. Em 1790 foi instituído por assistentes sociais e outros profissionais o Home Care em Hospital de Boston. Este modelo de assistência permanece até os tempos atuais, com visitas realizadas por equipes multiprofissionais3.

No Brasil o desenvolvimento da assistência domiciliar se deu no começo do século XX, em 1919, com a criação do Serviço de Enfermeiras Visitadoras, no Rio de Janeiro3. A Terapia Nutricional Domiciliar (TND), como modalidade de atendimento em saúde, começou a se destacar na década de 80. Desde então, é cada vez maior a tendência de se prosseguir em nível domiciliar, com os cuidados hospitalares envolvendo, além da TND, a terapia nutricional enteral domiciliar (TNED) e terapia nutricional parenteral.

É importante dispor dos registros dos pacientes em TND sendo que estas informações permitem coordenar os recursos sanitários e melhorar a assistência22. A prática cotidiana, no entanto, tem sido crescente e os dados e informações pouco conhecidos. Justifica-se assim a necessidade de criação de recursos mais atuais para manipulação e processamento de informações.

O objetivo deste estudo é elaborar um protocolo eletrônico para o atendimento de pacientes em terapia nutricional enteral domiciliar.

 

MÉTODO

A construção do protocolo eletrônico em TNED foi dividida em três grandes etapas.

Na primeira etapa realizou-se revisão da literatura sobre terapia nutricional enteral domiciliar. Após a revisão, foram levantados 1793 subitens, agrupados em nove setores principais (Figura 1). Deste modo, obteve-se a criação da base teórica de dados da terapia nutricional enteral domiciliar.

 

 

A segunda etapa foi a transferência dessa base teórica para a forma de protocolo eletrônico geral que absorvia todos os dados da base. Este protocolo, chamado foi chamado de Protocolo Mestre Informatizado de Terapia Nutricional Enteral Domiciliar. Ele foi incluído no já existente Sistema Integrado de Protocolos Eletrônicos (SINPE©). Foi desenvolvido na linguagem C# (C-Sharp) utilizando plataforma NET Microsoft® e o sistema de banco de dados Access® que possibilita a distribuição dos dados por meios magnéticos (CD-ROM ou pen-drive).

O protocolo mestre baseia-se em um conjunto de dados dispostos de forma hierarquizada, os quais são subdivididos em itens e subitens, e distribuídos em diferentes gerações - denominados "irmão" e "filho" - que definem a formatação do conteúdo da base teórica. O SINPE© permite a visualização dos itens em estrutura de árvore. O sinal positivo (+) à esquerda do item, significa que ele possui filhos (subitens) e pode ser aberto (Figura 2).

 

 

A terceira e última etapa foi a criação de um protocolo específico a partir do protocolo mestre. Ele permite a seleção dos itens que têm relevância para a pesquisa que se pretende efetuar. Para criar os itens do protocolo específico usou-se o comando da seta direcionada para a direita. Após selecionar os itens e subitens contidos no protocolo mestre que interessam, a seta no sentido para à direita, uma vez clicada, leva a seleção de itens para o quadro da direita que é o que compõe o protocolo específico (Figura 3).

 

 

RESULTADOS

Depois de instalado por meio de um CD-ROM, o programa aparece na tela inicial com a presença do ícone SINPE©. Ao se clicar nele aparecerá na tela a janela que define o tipo de conexão que o usuário deseja. Se for local, a conexão será com a base em dados local utilizando o Microsoft Access®; se for remota, haverá a necessidade da internet para a conexão em um servidor de banco de dados Microsoft SQL Server®. Após a escolha da conexão, deve ser selecionada a opção "Avançar". Ao avançar na seleção da conexão o programa solicita a identificação através de um usuário, senha e instituição pré-definidos no SINPE©. O sistema reconhece o usuário com a identificação de segurança definida pelo tipo de autorização e disponibiliza a tela para seleção do protocolo mestre que o usuário poderá acessar (Figura 4).

 

 

Na barra de ferramentas, na parte superior da tela principal consta o menu com as aplicações que podem ser feitas: protocolos, dados, pacientes, médicos, parâmetros e ajuda. Ao selecionar a opção "Protocolos", o usuário administrador terá acesso ao protocolo mestre ou ao protocolo específico.

Ao ser selecionado o protocolo específico serão apresentadas as categorias que o compõe. Clicando no sinal de "+" ao lado da categoria escolhida haverá a expansão deste item, abrindo os subitens como mostra a Figura 5.

 

 

Os itens que compõe o protocolo específico estão contidos no Protocolo Mestre e as informações referentes a este protocolos são visualizados acima das caixas de diálogo, na esquerda o nome e a quantidade de itens do Protocolo Mestre e a direita a indicação que é um protocolo específico e seu respectivo numero de itens.

Os demais itens do menu não foram abordados nesta etapa do trabalho.

 

DISCUSSÃO

A padronização na terapia nutricional é importante no tratamento e definição da atuação dos membros da equipe. Isto tornou-se possível no Brasil após a publicação da Portaria SVS/MS nº 337 de 1999 e posteriormente substituída pela Resolução 63 de 2000 do Ministério da Saúde que normatiza a terapia nutricional enteral. Estas normas determinam a necessidade de protocolos em todos os serviços de terapia nutricional. Além da padronização que define as ações dos profissionais é possível estabelecer os indicadores que controlam a qualidade.

Na revisão de Adam1, quando analisa os benefícios que um protocolo pode trazer para o fornecimento de suporte nutricional, reforça-se a possibilidade de melhorar a qualidade, garantindo boas práticas, permitindo que o doente seja tratado no seu problema específico com foco na resposta, e fornecer base de dados para a auditoria, pesquisas e elaboração de diretrizes para condutas em saúde.

Certamente a transição de registro em papel para eletrônico dos protocolos traz grandes vantagens na redução de espaço físico necessário para arquivamento dos documentos13,19; no número de pessoas necessárias para o arquivamento; nos custos a longo prazo25; na facilidade no armazenamento e posterior captura dos dados clínicos; na maior confiabilidade dos dados coletados13,26; no armazenamento de dados; na produção de estudos com grandes séries com informações fidedignas. Substancia, assim, a produção de diretrizes9, 29.

Apesar do desenvolvimento da informática na nutrição ter-se iniciado na década de 19608, os benefícios que ela proporciona ainda são poucos. Estudo da American Dietetic Association's (ADA's) em 2007, com inquérito envolvendo 55.063 e-mails e taxa de resposta de 20,4%, mostrou que: os nutricionistas utilizam tecnologia básica (e-mail e internet) e que o conceito de nutrição e informática é novo e pouco compreendido na área. Contudo, o número expressivo de respostas (11 000) indicou grande interesse da informática na nutrição4,19.

Um dos pontos cruciais para efetivação dos registros eletrônicos - a segurança dos dados armazenados - já foi superado. Atualmente existe no Brasil normatização detalhada a respeito do assunto, com objetivo de salvaguardar a confidencialidade dos dados clínicos7.

Com relação a essa questão, o SINPE© tem especial preocupação, apresentando várias ferramentas que possibilitam confidencialidade e proteção dos dados inseridos. Isso fica evidenciado pela diferenciação entre usuários, tipos de permissão outorgada a cada um, bem como a impossibilidade de alteração no protocolo, uma vez que tenha sido efetuada coleta.

O controle e padronização dos dados nos protocolos permitem estudos prospectivos e longitudinais12. O número de paciente em TNED está aumentando em todo o mundo. Tradicionalmente os profissionais individualmente atendem estes pacientes e detalhes de seu manejo nutricional são mantidos no prontuário dos registros.

Na elaboração do protocolo eletrônico foram criados 1793 subitens agrupados em nove itens principais. Procurou-se contemplar todos indicadores para avaliação nutricional, prescrição e acompanhamento da TNED.

Encontrou-se na literatura científica um único estudo publicado em 2008 como abstract do "23rd Annual Congress of the Czech Society for Clinical Nutrition and Intensive Metabolic Care" com interesse de coletar informações sobre pacientes que receberam TNED e desenvolveram uma base de dados. Após verificar as diretrizes correntes na administração e acompanhamento dos pacientes e as opiniões dos nutricionistas dos hospitais envolvidos, foi criado banco de dados utilizando o Microsoft Access 2000™. O banco desenvolvido continha 10 diversas janelas de entrada. Foram gerados os relatórios da situação sociodemográficas, estado nutricional, tipo de terapia nutricional, diagnóstico principal, principal razão para da terapia nutricional e fórmula utilizada pelos pacientes. Em 2008 na Austrália foi criada a primeira base de dados para a obtenção das informações sobre pacientes recebendo TNED em um serviço de saúde27.

A informatização tem demonstrado que ocorre grande diminuição da carga de trabalho17,8, proporciona apoio na decisão5 e pode melhorar a prescrição e a segurança nos cuidados com o paciente.

 

CONCLUSÃO

Foi possível criar um protocolo eletrônico para o atendimento de pacientes em terapia nutricional enteral domiciliar com dados seguros que contribuem para a pesquisa nesta área. Quando analisado pelo SINPE©, este aplicativo proporciona coleta, análise e a mineração de dados.

 

REFERÊNCIAS

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Correspondência:
Maria Eliana M. Schieferdecker
E-mail: meliana@ufpr.br

Fonte de financiamento: não há
Conflito de interesses: não há
Recebido para publicação:  01/04/2013
Aceito para publicação: 18/06/20123

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