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Revista Brasileira de Farmacognosia

Print version ISSN 0102-695XOn-line version ISSN 1981-528X

Rev. bras. farmacogn. vol.17 no.4 João Pessoa Oct./Dec. 2007

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-695X2007000400023 

a23v17n4

ARTIGO

 

Determinação do fator de proteção solar (FPS) in vitro e in vivo de emulsões com óleo de andiroba (Carapa guianensis)

 

In vitro and in vivo determinations of sun protection factor (SPF) of emulsions with andiroba oil (Carapa guianensis)

 

 

Márcio FerrariI, *; Maria S. C. OliveiraII; Adelino K. NakanoIII; Pedro A. Rocha-FilhoII

IFaculdade de Farmácia, Universidade de Cuiabá, Av. Beira Rio 3100, Jardim Europa, 78015-480, Cuiabá, MT, Brasil
IIFaculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Avenida Zeferino Vaz s/n, Monte Alegre, 14040-903, Ribeirão Preto, SP, Brasil
IIIEvic Brasil, Avenida Indianópolis 1455, Planalto Paulista, 04063-002, São Paulo, SP, Brasil

 

 


RESUMO

O óleo de andiroba extraído da Carapa guianensis tem apresentado considerável interesse pelas indústrias farmacêutica e cosmética devido a suas propriedades antiinflamatória e repelente de insetos. Esta pesquisa teve como objetivo avaliar a atividade fotoprotetora in vitro e in vivo do óleo de andiroba. Emulsões estáveis do tipo O/A foram preparadas com o metoxicinamato de etilhexila aditivadas ou não com óleo de andiroba. As características organolépticas foram avaliadas através de análises macroscópicas e o tipo de emulsão pelo teste de diluição. O FPS in vitro foi determinado pelo método espectrofotométrico desenvolvido por Mansur, e o teste in vivo de acordo com a metodologia padronizada pela Food and Drug Administration (FDA). Não houve diferença estatística entre as formulações, demonstrando que o óleo de andiroba não apresentou atividade fotoprotetora.

Unitermos: Carapa guianensis, Meliaceae, fator de proteção solar (FPS), óleo de andiroba.


ABSTRACT

The andiroba oil extracted of Carapa guianensis has attracted considerable interest by the pharmaceutical and cosmetic industries because of its anti-inflammatory and insect repellent properties. This research evaluated the in vitro and in vivo andiroba oil photoprotection activity. Stable O/W emulsions with ethylhexyl methoxycinnamate were prepared with and without andiroba oil. These emulsions were assessed by evaluating several parameters such as macroscopic analysis and organoleptic aspects, emulsion type by diluition test and in vitro and in vivo determinations of Sun Protect Factor (SPF). The in vitro SPF was determined according to the spectrophotometric method developed by Mansur. The in vivo SPF values were determined according to the Food and Drug Administration (FDA) method. There was not statistical difference among the formulations, demonstrating that the andiroba oil did not present photoprotective activity.

Keywords: Carapa guianensis, Meliaceae, sun protection factor (SPF), andiroba oil.


 

 

INTRODUÇÃO

No Brasil, o número de casos de câncer de pele tem aumentado, representando um considerável problema de saúde pública (INCA, 2006). Portanto, diversos produtos têm sido desenvolvidos aditivados com filtros solares.

Diante de tantos produtos contendo filtros solares disponíveis no mercado, industrializados ou manipulados, a dúvida no momento da aquisição é crucial. De acordo com os resultados de pesquisas, um terço da população escolhe essa categoria de produtos pelas informações contidas na embalagem (Johnson; Lookingbill, 1984). Tal afirmação leva a uma preocupação ainda maior em oferecer informações, precisas e confiáveis, principalmente no que diz respeito à proteção oferecida pelo produto. No entanto, é relevante destacar que a segurança e eficácia dos produtos que contém filtros solares não estão centrados apenas no desenvolvimento do produto, mas também na utilização correta por parte do consumidor (Lademann et al., 2004; Szepietowski et al., 2004; Stengel; Fernandez, 2005).

Uma das tendências do mercado cosmético é o desenvolvimento de produtos com o maior número de componentes de origem natural, especialmente os de origem vegetal, explorando de forma racional a biodiversidade brasileira. A incorporação de ativos naturais em produtos cosméticos tem sido uma prática corrente, pois há grande interesse tanto do mercado nacional quanto do internacional pelos mesmos, principalmente se a matéria-prima apresenta estudos científicos comprovando a segurança e eficácia além do comprometimento com o desenvolvimento sustentável (Franquilino, 2006a). Cabe destacar também que o consumidor está cada vez mais crítico e exigente optando pelo uso de produtos cosméticos que sejam de origem natural, com qualidade cientificamente comprovada.

O gênero Carapa é composto por duas espécies, C. procera e C. guianensis. A primeira espécie ocorre na África e América do Sul (Guiana Francesa, Suriname e Brasil), enquanto que a segunda, C. guyanensis ocorre da América Central até o norte da América do Sul (Venezuela, Equador, Colômbia, Peru e Brasil). No Brasil as duas espécies ocorrem principalmente no estado do Amazonas e são conhecidas como andiroba, andirova, carapinha e iandiroba (Fisch et al., 1995; Ferraz; Sampaio, 1996; Vinson et al., 2005; Agra et al., 2007).

O óleo extraído desta árvore tem apresentado grande interesse pelas indústrias farmacêutica e cosmética. Dentre suas propriedades destacam-se a ação antiinflamatória (Ferrari, 1998; Penido et al., 2006a) de repelente de inseto (Miot et al., 2004; Mendonça et al., 2005) e mais recentemente foi descrito as ações anti alérgica e analgésica (Penido et al., 2006b,c). Também tem sido utilizado popularmente em algumas regiões do país, pelos " raizeiros" e vendedores de mercados populares com o apelo de " ser bom para evitar câncer de pele, por proteger dos danos do sol" , apresentando assim uma suposta atividade fotoprotetora.

Fundamentados nos conhecimentos populares o presente trabalho teve como objetivo avaliar a eficácia fotoprotetora in vitro e in vivo do óleo de andiroba em emulsões óleo em água (O/A).

 

MATERIAL E MÉTODOS

Como fase oleosa foi utilizado o óleo de andiroba - Carapa guaianensis óleo da semente (Beraca Ingredients). Como tensoativo foi usado o trilaureth-4-fosfato (Hostaphat® KL 340 NB - Clariant S.A.). A fase aquosa foi constituída de água recém destilada e poliacrilamida, C 13-14 isoparafina, laureth-7 (Sepigel® 305 - Chemyunion Química Ltda). Como filtro solar o metoxicinamato de etilhexila (Escalol 557 - ISP do Brasil Ltda); e os seguintes coadjuvantes técnicos: Nipagin (metilparaben), nipasol (propilparaben) e propileno glicol, BHT, palmitato de ascorbila,estearato de glicerila e ácido cítrico (Oxynex® 2004 - Merck S.A.). As denominações das matérias-primas foram apresentadas de acordo com a International Nomenclature Cosmetics Ingredients (INCI) (ICID, 2000).

Emulsão primária

Utilizou-se a emulsão primária preparada pelo método de inversão de fases a frio padronizada e estabilizada por Ferrari (2002).

Análise macroscópica

Após vinte e quatro horas do preparo das amostras foram observadas as características organolépticas e a homogeneidade das formulações.

Determinação do tipo de emulsão

Realizado com o objetivo de identificar o tipo de emulsão através do teste de diluição (Prista et al., 1996).

Determinação in vitro do Fator de Proteção Solar (FPS)

Foi determinado pelo método espectrofotométrico (Espectrofotômetro Spectronic® Genesys™ 5) descrito por Mansur (1986a). Os resultados foram calculados pelos valores originais (n = 9) e expressos pela média. Foram analisados estatisticamente pelo teste t-Student com correção de Welch’s e pelo teste ANOVA. Valores com p<0,05 foram considerados estatisticamente significativos.

Determinação in vivo do Fator de Proteção Solar (FPS)

Realizado pela Evic Brasil, de acordo com o método da Food and Drug Administration (FDA) (1999). O Protocolo de Pesquisa e Consentimento Livre e Esclarecidos foram aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina do ABC, sob o protocolo nº 99/2001. Os resultados foram calculados pelos valores originais (n = 10) e expressos pela média. Os dados foram submetidos ao mesmo tratamento estatístico realizado no teste de determinação in vitro do FPS.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Com o objetivo de verificar a ação fotoprotetora do óleo de andiroba foram estudadas duas formulações (Tabela 1) padronizadas e estabilizadas por Ferrari (2002).

 

 

A emulsão contendo óleo de andiroba (F1) (Tabela 1) apresentou-se macroscopicamente com aspecto de creme, cor bege e odor característico do óleo, e a fórmula 02 (Tabela 1), caracterizou-se pela cor branca com o mesmo aspecto.

Pelo teste de diluição verificou-se que as formulações apresentaram-se do tipo O/A. Estes resultados reforçam a indicação da natureza hidrofílica do tensoativo. Skrypzak et al. (1980) descreveram que o éster fosfórico utilizado (Hostaphat® KL 340 NB), é um tensoativo aniônico, com elevado caráter hidrofílico e favorece a formação de emulsões estáveis por promover a formação de rede cristalina na interface O/A.

Seguindo a tendência da utilização de produtos naturais na produção de cosméticos, várias pesquisas têm sido desenvolvidas com o objetivo de verificar a ação fotoprotetora de extratos e óleos vegetais que contêm, em sua constituição, flavonóides, taninos, antraquinonas, alcalóides e os polifenóis (Bobin et al., 1994; Tabrizi et al., 2003; Souza et al., 2005; Di Mambro; Fonseca 2006).

Ao analisar a fitoquímica do óleo de andiroba (Correa, 1984; Qi et al., 2004) verificou-se que não há metabólitos com possível ação fotoprotetora, no entanto justifica-se a realização deste trabalho, baseado nas evidências populares e também na possibilidade da interação dos componentes da formulação que podem propiciar aumento do FPS (Ramos et al., 1996; Hu; Wang, 1998; Tabrizi et al., 2003; Souza et al., 2005).

Os resultados das determinações dos valores do FPS in vitro e in vivo estão demonstrados na Tabela 2.

 

 

A emulsão com 8% de homossalato foi utilizada como padrão e para controle da técnica, seguindo as especificações descritas na metodologia in vivo para determinação do FPS padronizada pela FDA (FDA, 1999).

As emulsões primárias do tipo O/A, contendo 3,75% (p/p) de metoxicinamato de etilhexila aditivadas ou não de óleo de andiroba, apresentaram pelos testes in vitro e in vivo FPS 6, o que demonstra uma boa correlação entre os resultados das metodologias utilizadas (Mansur et al., 1986b; Santos et al., 1999).

O tratamento estatístico pelo teste t - Student com correção de Welch’s (p<0,05) foi utilizado para avaliar as formulações aos pares, in vitro e in vivo, contendo ou não óleo de andiroba. Pela análise estatística, o FPS não apresentou diferença significante entre as formulações estudadas. Através do teste ANOVA, que avaliou todas as formulações em único tratamento, também não apresentaram diferenças significantes. Portanto, o óleo em estudo, não apresentou ação fotoprotetora, confrontando desta forma com um dos seus usos populares.

 

CONCLUSÃO

Apesar do óleo de andiroba não apresentar ação fotoprotetora, não deve ser desconsideradas suas atividades emoliente (Franquilino, 2006b), antiinflamatória (Ferrari, 1998; Penido et al., 2006a) e de repelente de insetos (Miot et al., 2004; Mendonça et al., 2005) que podem ser benéficas para o consumidor em formulações fotoprotetoras e até mesmo servir como um apelo de marketing para o produto.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem o apoio da FCFRP-USP, da UNIC e em especial à EVIC BRASIL pela gentileza da realização dos testes in vivo de determinação do Fator de Proteção Solar (FPS). Agradecem também as empresas: Beraca, Chemyunion, Clariant e ISP pela doação das matérias-primas.

 

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