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Revista Brasileira de Farmacognosia

Print version ISSN 0102-695X

Rev. bras. farmacogn. vol.19 no.1b João Pessoa Jan./Mar. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-695X2009000200019 

ARTIGO

 

Estudo comparativo da composição química das espécies vegetais Mikania glomerata Sprengel e Mikania laevigata Schultz Bip. ex Baker

 

Comparative study of the chemical composition of the species Mikania glomerata Sprengel and Mikania laevigata Schultz Bip. ex Baker

 

 

Ricardo C. BolinaI, II; Eliana de E GarciaII; Maria Gorette R. DuarteI, *

IDivisão de Ciências Farmacêuticas, Fundação Ezequiel Dias, Rua Conde Pereira Carneiro, 80, Gameleira, 30510-010 Belo Horizonte-MG, Brasil
IICentro Universitário Newton Paiva, Av. Silva Lobo, 1720, Nova Granada, 30460-000 Belo Horizonte-MG, Brasil

 

 


RESUMO

Adulterações da matéria-prima vegetal ocorrem comumente no mercado de fitoterápicos, sob a forma de substituições e/ou falsificações. Muitas vezes, espécies distintas são comercializadas em substituição à farmacopéica devido à dificuldade de obtenção desta, ou mesmo pelo emprego intencional de espécies de menor valor econômico que apresentem características morfológicas semelhantes. Portanto, faz-se necessária a realização de estudos que busquem identificar a constituição química das espécies de amplo uso medicinal, que são alvos de adulterações. Mikania glomerata e Mikania laevigata, conhecidas popularmente como "guaco", são comercializadas indistintamente. Buscando-se avaliar a composição química das duas espécies, realizou-se uma prospecção fitoquímica por CCD e foram obtidos os perfis cromatográficos por CLAE-FR. Fez-se a quantificação da cumarina empregando-se o mesmo método. Na prospecção fitoquímica por CCD, foi detectada, nas duas espécies, a presença de cumarina, triterpenos/esteróides e heterosídeos flavônicos. Os perfis cromatográficos, obtidos por CLAE-FR, mostraram-se semelhantes, observando-se a predominância de compostos polares. Na quantificação da cumarina, obtêve-se um teor de 0,30% para M. glomerata e 0,43% para M. laevigata, teores de acordo com o preconizado na monografia do guaco-cheiroso (mín. 0,1%). M glomerata e M. laevigata apresentaram composição química semelhante e teores de cumarina próximos, sugerindo que estas podem ser utilizadas de forma indistinta.

Unitermos: Mikania glomerata, Mikania laevigata, Asteraceae, guaco, cumarina.


ABSTRACT

Adulterations of plant raw materials often occur in the marketing of herbal medicine, usually in the form of substitutions and/ or fakes. Many times, different plant species are commercialized in the place of the one recognized by the pharmacopoeia. This may occur due to the difficulties of obtaining the authentic plant material, or by an intentional use of a plant species that has less economic value but shows similar morphologic features. Therefore, it is necessary to carry out studies that can identify the chemical composition of those species of wide medicinal use, which are the targets of adulterations. Mikania glomerata and Mikania laevigata, popularly known as "guaco", are indistinctly commercialized in Brazil. A phytochemical screening by TLC was carried out to evaluate the chemical composition of both species. The RP-HPLC profiles were obtained and the quantification of coumarin was determined by the same method. A phytochemical screening has shown that coumarin, triterpenes/ steroids and flavonic heterosides are the constituents detected in both species. The RP-HPLC profiles were similar between the two species and revealed the predominance of polar compounds. In the quantification of coumarin, a content of 0.30% (w/w) was obtained for M. glomerata and 0.43% (w/w) for M. laevigata. These values are in accord with the contents (min. 0.1%, w/w) described by the monograph of "guaco-cheiroso" in the Brazilian Pharmacopoeia. Therefore, the results indicated similar chemical profiles for M. glomerata and M. laevigata, as well as comparable coumarin contents, thus suggesting that the species might be used indistinctly.

Keywords: Mikania glomerata, Mikania laevigata, Asteraceae, guaco, coumarin.


 

 

INTRODUÇÃO

No Brasil, várias espécies nativas têm sido largamente empregadas pela população com fins medicinais, entre estas podem ser citadas espécies de Baccharis (carqueja), Bauhinia (pata-de-vaca), Cecropia (embaúba), Maytenus (espinheira-santa), Mikania (guaco) e Passiflora (maracujazeiro) (Reis et al., 2004; Oliveira et al., 2007; Agra et al., 2007, 2008; Corrêa et al., 2008; Marliére et al., 2008; Sousa et al., 2008; Veiga-Junior, 2008). Em relação ao gênero Mikania, as espécies mais utilizadas são Mikania glomerata Sprengel e Mikania laevigata Shultz Bip. ex Baker, conhecidas popularmente como guaco. M. glomerata consta da 1ªedição da farmacopéia brasileira e da RE nº 89, que se refere à lista de registro simplificado de fitoterápicos (Pharmacopéia dos Estados Unidos do Brasil, 1926; Brasil, 2004; Brandão et al., 2006, 2008; Carvalho et al., 2008; Rocha et al., 2008), e M. laevigata encontra-se descrita no sexto fascículo da farmacopéia brasileira 4ª edição (Farmacopéia Brasileira, 2005; Brandão et al., 2006, 2008). A cumarina (1,2-benzopirona) é o marcador químico descrito para as duas espécies (Brasil, 2004; Farmacopéia Brasileira, 2005; Silva et al., 2008).

As espécies M. glomerata e M. laevigata, usualmente empregadas para o tratamento de distúrbios respiratórios, apresentam semelhanças morfoanatômicas, sendo comercializadas indistintamente. De acordo com trabalhos descritos na literatura, espécies pertencentes a um mesmo gênero podem apresentar diferenças na constituição química. No gênero Eucalyptus, por exemplo, as espécies Eucalyptus globulus Labil e Eucalyptus citriodora Hook, conhecidas popularmente como eucalipto, são utilizadas sem distinção. Segundo Matos (2000), essas espécies apresentam constituição química diferente. O óleo essencial de E. globulus possui o eucaliptol, princípio ativo responsável pela ação expectorante e anti-séptica pulmonar. O óleo essencial de E. citriodora é constituído principalmente pelo citronelal, substância responsável pelo aroma de limão típico dessa planta, mas que não possui as propriedades terapêuticas do eucaliptol, embora também apresente ação anti-séptica local.

Dentro deste contexto, o presente trabalho teve como objetivo avaliar qualitativamente a constituição química das espécies M. glomerata e M. laevigata, assim como quantificar a cumarina (1,2-benzopirona).

 

MATERIAL E MÉTODOS

Material vegetal

A espécie M. glomerata foi coletada na área de cultivo experimental do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Viçosa, MG e uma exsicata foi armazenada no herbário da UFV (VIC 18246). As folhas selecionadas foram lavadas e submetidas à secagem em estufa ventilada a 40 ºC. Após a secagem, o material vegetal foi pulverizado em moinho de facas. As folhas da espécie M. laevigata foram coletadas no Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da Universidade Estadual de Campinas (CPQBA - UNICAMP). Obteve-se o material vegetal seco, que foi pulverizado em moinho de facas.

Preparo dos extratos etanólicos

Os extratos foram preparados por percolação exaustiva com etanol. O solvente foi evaporado em evaporador rotatório, sob pressão reduzida, a 60 ºC. A seguir, os extratos foram pesados e calculados os extrativos.

Prospecção fitoquímica

Na prospecção fitoquímica por CCD utilizaram-se extratos brutos (1 mg/mL, em MeOH) e cromatoplacas de alumínio recobertas por sílica gel 60G F254 Merck, visando detectar a presença dos seguintes grupos de metabólitos secundários: cumarinas, geninas e heterosídeos antracênicos, triterpenos / esteróides, saponinas, geninas e heterosídeos flavônicos, alcalóides, glicosídeos cardiotônicos, taninos e polifenóis. Para cada grupo utilizou-se um sistema eluente adequado, reveladores específicos e amostras de referência (Stahl, 1971; Marini-Bettolo et al., 1981; Duarte, 1995; Wagner & Bladt, 1996; Duarte, 2001).

Determinação de água

Para a determinação do teor de água utilizou-se o método gravimétrico descrito na farmacopéia brasileira (Farmacopéia Brasileira, 2000). As análises foram realizadas em triplicata e os resultados expressos em porcentagem, em relação à droga vegetal. Conforme preconizado pela farmacopéia brasileira, o teor de água contido na amostra é necessário para os cálculos da quantificação de cumarina (Farmacopéia Brasileira, 2005).

Quantificação da cumarina por CLAE-FR

As análises foram realizadas em cromatógrafo líquido Agilent - mod. HP 1100, equipado com injetor automático, detector UV-VIS, bomba quaternária e software ChemStation. Empregou-se coluna ODS Hypersil (125 x 4 mm, 5 um), fluxo de 0,5 mL/min, detecção UV275nm e eluição isocrática (H2O-MeOH 53:47) (Aboy et al., 2000). As amostras foram preparadas de acordo com metodologia descrita pela Farmacopéia Brasileira (2005). Posteriormente, as amostras foram centrifugadas (10.000 rpm, por 10 min.) e o sobrenadante foi empregado nas análises (20 mL). As amostras foram preparadas em triplicata, fazendo-se três injeções para cada triplicata. A quantificação da cumarina foi feita utilizando-se a cumarina (1,2-benzopirona, Sigma) como padrão externo. Para a construção da curva de calibração preparou-se uma solução estoque a 0,5 mg/mL em MeOH e alíquotas desta foram diluídas em H2O-MeOH (53:47), obtendo-se soluções a 0,005; 0,01; 0,02; 0,04 e 0,08 mg/mL (Celeghini et al., 2001), que foram injetadas em quintuplicata. Calculou-se o teor da cumarina a partir da equação da reta obtida com a curva de calibração. O resultado foi expresso pela média das determinações em gramas de cumarina por 100 g da amostra, considerando-se a determinação de água (%).

Obtenção dos perfis cromatográficos por CLAE-FR

As análises foram realizadas em cromatógrafo líquido Agilent - mod. HP 1100, equipado com injetor automático, detector UV-VIS, bomba quaternária e software ChemStation. Empregou-se coluna ODS Hypersil (125 x 4 mm, 5 µm), fluxo de 1,0 mL/min, detecção UV210nm e eluição isocrática (CH3CN-H2O 15:85). O extrato bruto foi solubilizado em MeOH (10 mg/mL) e centrifugado (10.000 rpm, 10 min.), sendo o sobrenadante utilizado nas análises por CLAE (20 µL).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As massas do material vegetal seco utilizado e dos extratos etanólicos obtidos da percolação, assim como os rendimentos em extrativos constam na Tabela 1. Na prospecção fitoquímica realizada por CCD constatou-se a presença da cumarina (1,2-benzopirona), triterpenos/ esteróides e heterosídeos flavônicos no extrato etanólico de M. glomerata e M. laevigata (Tabela 2). A presença de cumarina, triterpenos e esteróides está de acordo com as descrições feitas por Oliveira et al. (1984), Oliveira et al. (1994), Santos et al. (1999), Amaral et al. (2003), Matos et al. (2004), Pedroso et al. (2008) e Silva et al. (2008). Obtêve-se resultado positivo para heterosídeos flavônicos, embora Oliveira et al. (1984) não tenham constatado a presença desses na espécie. Geninas e heterosídeos antracênicos, saponinas, geninas flavônicas, alcalóides, heterosídeos cardiotônicos, taninos e polifenóis simples não foram detectados em ambas as espécies. Entretanto, em trabalho realizado por Oliveira et al. (1984), foi relatada a presença de alcalóides, saponinas, taninos e polifenóis nas partes aéreas de M .glomerata e M. laevigata. Na prospecção fitoquímica para detecção de cumarinas, observou-se no perfil cromatográfico das duas espécies, a presença de uma mancha fluorescente esverdeada (Rf = 0,36), provavelmente relacionada ao ácido o-cumárico e uma mancha de fluorescência verde, de Rf = 0,80, referente à cumarina (Farmacopéia Brasileira, 2005) (Figura 1).

 

 

 

 

 

 

Considerando que não existem limites farmacopéicos descritos para os teores de água e cumarina nas folhas de M. glomerata, utilizaram-se como parâmetros os valores preconizados pela monografia do guaco-cheiroso (M. laevigata). Os teores de água obtidos para M. glomerata (10,4% ± 0,2) e M. laevigata (8,7% ± 0,1), mostraram-se dentro do limite estabelecido pela farmacopéia brasileira, no máximo 10% (Farmacopéia Brasileira, 2005). Na quantificação da cumarina por CLAE-FR, a equação da reta obtida por regressão linear para a curva padrão foi y = 174557,846x - 17,096, onde "y" representa a área dos picos e "x" a concentração de cumarina (mg/mL) (Figura 2). O coeficiente de correlação (r) obtido foi de 0,9999, denotando comportamento linear na faixa de concentração avaliada. As folhas de M. glomerata e M. laevigata apresentaram teores de cumarina de 0,30% ± 0,01 e 0,43% ± 0,02, respectivamente, estando estes valores acima do exigido pela Farmacopéia Brasileira para o guaco-cheiroso (mín. 0,1%) (Farmacopéia Brasileira, 2005). A quantificação por CLAE-FR mostrou que a espécie M. laevigata apresentou maior teor de cumarina.

 

 

Os perfis cromatográficos por CLAE-FR (Figura 3) foram determinados com a finalidade de se conhecer a composição qualitativa das duas espécies vegetais. As amostras avaliadas apresentaram perfis semelhantes, observando-se predominância de compostos polares, com TR menores que seis min., o que pode ser atribuído ao processo de extração empregado, percolação com etanol. A cumarina apresentou um TR de aproximadamente 10,62 min. (Figura 4), sendo detectada nas duas espécies como componente majoritário, por apresentar um maior valor de área sob o pico em relação aos outros constituintes.

 

 

 

 

CONCLUSÃO

Pelos perfis cromatográficos obtidos por CCD, constatou-se que as duas espécies apresentaram constituição química semelhante, sendo detectada a presença da cumarina (1,2-benzopirona), triterpenos/ esteróides e heterosídeos flavônicos. Características semelhantes foram também observadas nos perfis cromatográficos dos extratos etanólicos de M. glomerata e M. laevigata obtidos por CLAE-FR. e os teores de cumarina mostraram-se bastante próximos. Assim, os resultados encontrados sugerem que as espécies M glomerata e M. laevigata podem ser utilizadas de forma indistinta.

 

AGRADECIMENTOS

Ao Prof. Ricardo Henrique Silva Santos (UFV) pelo fornecimento da amostra de M. glomerata e ao pesquisador Pedro Melillo de Magalhães (CPQBA - UNICAMP) pelo fornecimento da amostra de M. laevigata.

 

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Recebido 22 Novembro 2008; Aceito 11 Fevereiro 2009

 

 

* E-mail: maria.gorette@funed.mg.gov.br, Tel. +55-31-3371-9469, Fax+55-31-3371-9553