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Revista Brasileira de Farmacognosia

Print version ISSN 0102-695XOn-line version ISSN 1981-528X

Rev. bras. farmacogn. vol.19 no.2a João Pessoa Apr./June 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-695X2009000300009 

ARTIGO

 

Avaliação in vivo do efeito hipocolesterolêmico e toxicológico preliminar do extrato bruto hidroalcoólico e decocção da Vitex megapotamica (Spreng) Moldenke (V. montevidensis Cham.)

 

Evaluation of prospective hypocholesterolemic effect and preliminary toxicology of crude extract and decoction from Vitex megapotamica (Spreng) Moldenke (V. montevidensis Cham.) in vivo

 

 

Anna Paula Brandt*; Luís Flávio Souza de Oliveira; Franciele Bortoluzi Fernandes; Janaina Alba

Curso de Farmácia, Universidade Comunitária Regional de Chapecó, Avenida Senador Atílio Fontana, 591-E, Bairro Efapi, Caixa Postal 747, 89809-000 Chapecó-SC, Brasil

 

 


RESUMO

As doenças cardiovasculares (DC) estão, de modo geral, associadas a elevados níveis séricos de lipídeos, atingindo homens e mulheres, sem distinção de idade. Entre as propriedades atribuídas pela medicina popular à Vitex megapotamica (Spreng) Moldenke (V. montevidensis Cham) -Tarumã estão a de reduzir os níveis séricos de colesterol e triglicerídeo. O principal objetivo do presente estudo foi avaliar o potencial hipocolesterolêmico e hipolipidêmico da V. megapotamica, bem como fazer um estudo toxicológico preliminar. Para tanto, foi realizada indução hiperlipidêmica usando um modelo que preconiza o emprego de propiltiuracil 1,25 mg/300 g de peso e colesterol 200 mg/kg de peso, aplicados via oral em ratos machos pesando 300 ± 10 g. Foi administrado, por via oral, aos animais hiperlipidêmicos previamente induzidos 300 mg/kg de extrato hidroalcoólico das folhas de V. megapotamica ou 300 mL da decocção da casca da planta. Após o final de cada tratamento, o perfil lipídico foi ensaiado, bem como os níveis de glicose, quando relevante. Nossos resultados confirmaram o efeito hipolipidêmico do extrato hidroalcoólico e da decocção pela redução dos níveis séricos de colesterol e triacilglicerol nas concentrações, via e forma utilizadas. Além disso, foi possível verificar que não houve lesão cardíaca, hepática ou renal pelo extrato e decocção utilizados nas avaliações toxicológicas preliminares ensaiadas.

Unitermos: Vitex megapotamica, Lamiaceae, hipocolesterolemia, hipotrigliceridemia.


ABSTRACT

The cardiovascular diseases are, in general, associated with high levels of serum lipids which have high incidence in middle-age men and women. Among other properties characterized by popular medicine, the Vitex megapotamica (Spreng) Moldenke (V. montevidensis Cham) - Tarumã, decreases the serum cholesterol and triacylglycerol levels. The main proposition of the present study was to evaluate the hypocholesterolemic and hipolipidaemic potential of V. megapotamica and to analyze the preliminary toxicity. It was an induction hyperlipidaemic model using propiltiuracil 1.25 mg/kg weight and cholesterol 200 mg/ kg weight per oros in male rats, weigthing 300 ± 10 g. It was administred to the animals 300 mg/ kg of hydroalcoholic leaves extract of V. megapotamica or 300 mL of hull decoction per oros. After the end of each treatment, the lipid profile was essayed as well as glucose, when relevant. Our results confirmed the V. megapotamica extract and decoction hypolipidaemic effect by the decrease of cholesterol and triacylglycerides serum levels in concentration, via and preparation performed. Furthermore, the toxicological preliminary assays showed there was not extract and decoction damage induction in cardiac and hepatic tissues, as well as in kidney physiology by assays performed.

Keywords: Vitex megapotamica, Lamiaceae, hypocholesterolaemia, hypotriglyceridaemia.


 

 

INTRODUÇÃO

As doenças cardiovasculares têm ganhado especial atenção, principalmente pela morbimortalidade demonstrada nos últimos anos nas sociedades industrializadas, onde se destaca a aterosclerose, responsável, no Brasil, por 32,6% dos óbitos por doenças do aparelho circulatório (Santos & Maranhão, 1998; Romaldini et al., 2004), como infarto agudo do miocárdio, angina, acidente vascular cerebral, entre outros (Serrano Junior et al., 2003).

Por outro lado, as plantas medicinais são, há muito tempo, utilizadas pela população com fins terapêuticos (Niero, 2003; Yamada, 1998; Barbosa-Filho et al., 2007; Cardoso-Lopes et al., 2008; Quintans-Júnior et al., 2008). De fato, sabe-se que dos 250 medicamentos considerados como básicos pela Organização Mundial da Saúde, 11% são exclusivamente extraídos de plantas medicinais, e um número expressivo de fármacos semisintéticos e sintéticos também é obtido a partir de estruturas químicas de plantas (Niero, 2003).

Dentro deste contexto, a medicina popular aponta para a Vitex megapotamica (Tarumã) como uma planta dotada de propriedades terapêuticas, tais como anti-inflamatória, diurética, depurativa do sangue (hipocolesterolêmica), em casos de reumatismos e afecções cutâneas, distúrbios pulmonares, diminuição de peso corporal, dentre outros (Reyes AEL, 2003; Alice CB, 1995). De fato, seus constituintes farmacognósticos acenam para várias possibilidades terapêuticas. Contudo, se carece de estudos que comprovem tais efeitos. Sendo assim, este estudo teve como foco observar o efeito da decocção e do extrato bruto padronizado das folhas do Tarumã (Vitex megapotamica) sobre o perfil lipídico in vivo, já que sua etnofarmacobotânica a apresenta, dentre outras propriedades, anteriormente supracitadas, como capaz de produzir efeito hipolipemiante

 

MATERIAL E MÉTODOS

Material botânico

Os materiais vegetais utilizados foram as folhas e as cascas da Vitex megapotamica (Spreng) Moldenke (V. montevidensis Cham), conhecida popularmente como Tarumã. As amostras da planta foram coletada no mês de maio, entre os horários 10:00 e 11:00 da manhã, no Município de Seara, na localidade de São Rafael. Posteriormente, a partir das amostras da planta coletadas, foi confeccionada exsicata e enviada à Universidade Federal de Santa Maria para devida identificação botânica. O restante da amostra coletada foi utilizado para preparação do extrato bruto e da decocção.

Secagem e preparação do extrato bruto e decocção

As folhas e cascas da planta V. megapotamica foram secas a temperatura ambiente e abrigadas da incidência de luz direta sobre os farmacógenos para, em seguida, se obter o extrato bruto da folhas por turbólise, utilizando sistema etanol/água na proporção de 90:10 (v/v), com proporção entre droga vegetal e solvente de 1:4 (p/v). Após a filtração, o extrato foi depositado em rota-evaporador por cerca de 2 horas, a 25 rpm, 40 °C, obtendo-se no final do processo 250 mL do mesmo, sendo esse volume fracionado em cápsulas de porcelana e secos por fonte térmica (37 ºC). Em seguida, o extrato seco foi pesado e acondicionado a -20 °C em frascos hermeticamente fechados para futura diluição e aplicação in vivo.

Já as cascas da V. megapotamica foram submetidas ao método extrativo da decocção com água destilada, tendo a proporção de casca/solvente de 1:100 (p/v), com base no uso popular, obtendo-se um volume total de 900 mL, sendo este acondicionado a 4 ºC em frasco âmbar limpo, seco e desengordurado e hermeticamente fechado.

Análise fitoquímica preliminar

A análise fitoquímica preliminar foi realizada segundo literatura especializada (Harbone, 1984; Bertucci et al., 2008), e observando a metodologia individual para cada reação conforme preconiza por Simões et al. (2000) para verificar a possível presença de grupos químicos do metabolismo secundário na droga vegetal.

Controle de qualidade

Para realizar o controle de qualidade foram observados parâmetros preconizados pela Farmacopéia Brasileira, sendo então verificada a perda por dessecação, a determinação de cinzas totais e o teor extrativo e resíduo seco (Farmacopéia Brasileira, 1988).

Avaliação do efeito hipocolesterolêmico in vivo

Para avaliar o efeito hipocolesterolêmico do extrato bruto das folhas e decocção das cascas da planta Vitex megapotamica, foram utilizados ratos albinos Wistar (Rattus norvegicus), machos, pesando 100 ± 30g provenientes do Instituto Tecnológico do Paraná (TECPAR). Os animais foram recebidos no Biotério da UNOCHAPECO, pesados e distribuídos randomicamente em grupos de 5 indivíduos por gaiola, mantidos a 24 ± 2 °C, com ciclo claro/escuro de 12 horas, passando por um período de adaptação de 7 dias, recebendo ração comercial padronizada e água ad libitum.

A metodologia utilizada para indução hiperlipemiante foi preconizada por Fillios et al. (1956), Lustalot et al. (1961), com modificações (Oliveira, 2001). Inicialmente, ao Grupo I (controle), foi administrado via oral (v.o.) 0,4 mL de salina, durante o período experimental. Ao Grupo II (controle induzido), foi realizado pré-tratamento, onde se administrou 0,3 mL (V.O.) de propiltiuracil 1,25 mg, por 13 dias. Após este período, o grupo recebeu 0,4 mL (V.O.) de solução de colesterol 200 mg/kg de peso por 7 dias. Os grupos III e IV também receberam esse pré-tratamento, além do tratamento com extrato ou decoto, que perdurou 7 dias. Ao grupo III (induzido-tratado com extrato), foi administrado 0,3 mL (V.O.) de extrato bruto das folhas, na concentração de 300 mg/kg (Oliveira, 2001). Ao grupo IV (induzido-tratado com decocção) foi deixado à disposição dos animais 300 mL do decocto, sendo trocado diariamente.

Terminado o tratamento, os animais foram submetidos a jejum de 12 horas, seguindo-se coleta de amostras de sangue por punção retro-orbital, sob efeito anestésico de cetamina e xilazina, para realização das análises bioquímicas de glicose, colesterol total, HDLcolesterol, LDL-colesterol, triglicerídeos, proteínas totais, AST, ALT, creatinina, fosfatase alcalina e uréia. Para todas essas dosagens foram utilizados kits laboratoriais para análise BIOCLIN®. Após o término das coletas de amostra biológica os animais forma eutanasiados em câmara de CO2.

Todo este trabalho foi apreciado e aprovado pelo comitê de ética da Universidade Comunitária Regional de Chapecó - UNOCHAPECÓ.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Resultado dos testes de controle de qualidade

Os testes de controle de qualidade revelaram que a droga vegetal apresentou uma perda por dessecação de 9%, condizente ao preconizado em diferentes farmacopéias, onde os valores variam entre 8 e 14%; o teor extrativo foi de 1,27%; e para a determinação de cinzas totais obteve-se um resultado de 5%.

Resultado da análise fitoquímica preliminar

A realização da análise fitoquímica preliminar das folhas da Vitex megapotamica (Tarumã) revelou a presença dos seguintes compostos: taninos, glicosídeos flavonônicos, polifenóis, alcalóides, óleos essenciais e saponinas.

É bem estabelecido que os flavonóides apresentam atividade antioxidante, colagoga, indutora microssomal hepática e inibidora das ciclooxigenases e lipoxigenase, sugerindo, respectivamente, a diminuição da oxidação do LDL-colesterol, aumento da excreção lipídica do organismo e diminuição de processos inflamatórios. Todos esses efeitos poderiam cooperar preventivamente à instalação da aterosclerose (Faludi et al., 2005; Oliveira et al., 2002).

Estudos relatam que a atividade farmacológica que os flavonóides possuem deriva de características específicas como complexação a íons metálicos, atividade antioxidante e seqüestradora de radicais livres e a capacidade de se complexar com moléculas como proteínas e polissacarídeos, podendo, assim, cooperar com a prevenção da instalação de doenças crônicodegenerativas de origem metabólica, onde é bem estabelecido o envolvimento de processos inflamatórios associados com geração de radicais livres (Monteiro et al., 2005).

A presença de óleos essenciais no extrato bruto das folhas do Tarumã faz com que se reporte a possíveis propriedades farmacológicas dessa classe farmacognóstica, tais como carminativa, anitiinfamatória, secretolítica e cardiovascular, as quais poderiam contribuir para um efeito hipolipemiante e anti-aterogênico (Pinto et al., 2001).

As saponinas, segundo Simões et al., possuem a propriedade de se complexarem com o colesterol e, por isso, são utilizadas como hipocolesterolêmicas (Simões et al., 2000).

Dessa forma, é razoável pensar que os farmacógenos utilizados contêm grupos químicos relevantes que podem ter relações com efeitos hipolipemiantes.

Resultado do teste in vivo do efeito hipolipidêmico da tarumã

Avaliação bioquímico-metabólica

Após análise dos níveis séricos de colesterol total, se pode observar diferença estatística significativa entre o grupo induzido em relação aos grupos restante, todavia, não houve diferença entre os grupos normal, extrato e decocção (Figura 1).

 

 

Os grupos tratados com extrato e decocção demonstraram ainda propriedade de recuperar, pelo menos em parte, os níveis de HDL-Colesterol, conforme é possível de se observar na Figura 2, havendo uma diferença estatística significativa entre o grupo normal e o restante dos grupos, bem como entre os grupos tratados e o grupo induzido. Todavia, entre os grupos tratados não houve diferença estatisticamente significativa.

 

 

Finalmente, encerrando as determinações diretamente relacionadas à constituição do perfil lipídico dos grupos, foram dosados os níveis de triglicerídeos que, por sua vez, se apresentaram surpreendentemente baixos e estatisticamente significativos nos grupos tratados com o extrato e com o decocto, apresentando uma redução de 80,63% quando comparado com os grupos normal e induzido (Figura 3). Contudo, não houve diferença estatística significativa entre os grupos normal e induzido, e os grupos tratados entre si.

 

 

Essa expressiva redução pode ser resultado da interferência do extrato bruto e decocto em diferentes vias metabólicas dos animais, como alterações na incorporação dos triglicerídeos exógenos aos quilomicra, uma possível indução da enzima lipase lipoprotéica (LPL), ou ainda a indução de receptores hepáticos. Todos esses eventos, isolados ou conjuntos, concorreriam para uma diminuição sérica dos valores deste lipídeo.

Como é possível perceber, as dosagens de colesterol total, HDL-colesterol e triglicerídeos concorrem harmonicamente para um efeito hipolipidêmico interessante das preparações utilizadas, o que vem corroborar com o emprego da planta na medicina popular como droga hipolipemiante. A análise dos níveis de glicose e proteínas totais (Figuras 4 e 5) não demonstrou diferença estatisticamente significativa entre os grupos, o que sugere que a ação das preparações utilizadas não se dá ao nível de absorção intestinal, mas após esta etapa.

 

 

 

 

Avaliação bioquímica toxicológica preliminar

Para realizar uma análise toxicológica preliminar do extrato utilizado, bem como da decocção, foram estabelecidos os seguintes parâmetros bioquímicos: creatinina, uréia, fosfatase alcalina, alanina aminotransferase e aspartato aminotransferase.

Os resultados obtidos a partir da dosagem de creatinina e uréia demonstraram não haver diferença estatisticamente significativa entre os grupos, conforme é possível visualizar nas Figuras 6 e 7, respectivamente. Sendo assim, estes resultados parecem apontar para ausência de lesão renal pelas preparações e via utilizadas.

 

 

 

 

A avaliação da função hepática compreendeu as dosagens dos níveis séricos de fosfatase alcalina (FAL), alanina aminotransferase (ALA) e aspartato aminotransferase (AST) frente aos tratamentos realizados. As dosagens de FAL demonstraram uma diferença estatística significativa nos valores obtidos com o grupo normal em relação ao grupo induzido, com aumento de 22,55% neste último. Além disso, houve redução de 20,65% no grupo induzido-tratado com decocto, em relação ao grupo induzido, conforme Figura 8.

 

 

O interesse clínico na dosagem de FAL está diretamente relacionada à obstrução biliar (Henry, 1996) e, como pôde ser visualizado, o resultado obtido com o grupo induzido é sugestivo de que o excesso de colesterol não incorporado aos tecidos extra-hepáticos, poderia estar sendo depositado na vesícula biliar ou nos canais que a ligam ao intestino. Entretanto, o tratamento com o decocto demonstrou a recuperação da alteração hepática produzida pela administração de colesterol, sugerindo uma ação hepatoprotetora a partir desta preparação.

As transaminases AST e ALT estão amplamente distribuídas nos tecidos humanos, contudo é importante ressaltar que a ALT é uma enzima dotada de relativa especificidade hepática, se apresentando normal após infarto do miocárdio, mas alterada em lesão hepática oriunda de insuficiência hepática, bem como em casos de pancreatite (Henry, 1996).

Nas dosagens realizadas dessas enzimas, não houve diferença estatística significativa nos resultados obtidos, tanto de ALT quanto de AST, conforme observado nas Figuras 9 e 10, o que sugere não ter havido aparentemente prejuízo hepático com o uso das preparações testadas.

 

 

 

 

CONCLUSÃO

Dessa forma, é possível concluir que este estudo aponta para um efeito hipolipidêmico do extrato hidroalcoólico e da decocção pela redução dos níveis séricos de colesterol e triacilglicerol nas concentrações, via e forma utilizadas, o que, de certa forma, coopera para a validação da planta quanto ao seu uso na medicina popular. Além disso, foi possível verificar que não houve lesão cardíaca, hepática ou renal pelo extrato e decocção utilizados nas avaliações toxicológicas preliminares ensaiadas.

 

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Received 27 December 2008; Accepted 9 March 2009

 

 

* E-mail: annapbran@yahoo.com.br, Tel. +55-49-3452-2196

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