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Revista Brasileira de Farmacognosia

versão impressa ISSN 0102-695X

Rev. bras. farmacogn. vol.19 no.4 João Pessoa out./dez. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-695X2009000600002 

ARTIGO

 

Atividade biológica da jurema-preta (Mimosa tenuiflora (Wild) Poir.) sobre Staphylococcus aureus isolado de casos de mastite bovina

 

Biological Activity of jurema preta (Mimosa tenuiflora (Wild) Poiret) on Staphylococcus aureus isolated of mastitis cattle

 

 

Denise A. C. BezerraI; Andréia. V. PereiraI; Katiuscia M. S. LôboI; Onaldo G. RodriguesII, *; Ana C. R. AthaydeII; Rinaldo A. MotaIII; Elizabeth. S. MedeirosIII; Sheina Campos RodriguesII

IPrograma de Pós-graduação em Zootecnia, Universidade Federal de Campina Grande, Av. Universitária s/n, Bairro Santa Cecília, 58708-110 Patos-PB, Brasil
IILaboratório de Ciências Químicas e Biológicas, Unidade Acadêmica de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Campina Grande, Av. Universitária s/n, Bairro Santa Cecília, 58708-110 Patos-PB, Brasil
IIILaboratório de Doenças Infecto Contagiosas, Universidade Federal Rural do Pernambuco, Rua Dom Manuel de Medeiros s/n, Dois Irmãos, 52071-030 Recife-PE. Brasil

 

 


RESUMO

O objetivo deste estudo foi avaliar a sensibilidade do Staphylococcus aureus ao extrato da jurema-preta (Mimosa tenuiflora (Wild) Poir.). Foram isoladas 25 cepas de S. aureus de amostras de leite de vacas com histórico de mastite clínica e subclínica, submetidas ao teste de atividade antimicrobiana do extrato de M. tenuiflora. Os testes de sensibilidade in vitro foram realizados utilizando o método de difusão em meio sólido. Em seguida foram inoculados 50 μL do extrato nas seguintes diluições 1:1; 1:2; 1:4; 1:8; 1:16; 1:32; 1:64; 1:128; 1:256; 1:512. As placas foram incubadas a 37 °C, por um período de 24 a 48 h. Os ensaios foram realizados em triplicata. Observou-se halos de inibição entre 6 e 25 mm de diâmetro. O percentual de sensibilidade das amostras testadas foi distribuido em: 1:1 a 1:32 (100%); 1:64 (92%); 1: 128 (72%); 1:256 (28%); 1:512 (0%). O estudo da M. tenuiflora sobre as amostras de S. aureus testadas demonstrou que a planta tem ação antimicrobiana.

Unitermos: Jurema-preta, Mimosa tenuiflora, sensibilidade bacteriana, produtos naturais, bovinos.


ABSTRACT

The aim of this study was to evaluate the sensitivity of the S.aureus to the extract of Mimosa tenuiflora (Wild) Poir. (jurema-preta). Twenty five strains of S. aureus were isolated from milk samples with description of clinical and subclinical mastitis and submitted to antimicrobial activity test of the M. tenuiflora extract. The sensitivity in vitro tests were carried out using the agar difusion method (well diffusion method). After that, 50μL of the extract were inoculated in the following dilutions: 1:1; 1:2; 1:4; 1:8; 1:16; 1:32; 1:64; 1:128; 1:256; 1:512. The plates were incubated at 37 ºC during 24 and 48 h. The tests were made in triplicate. Halos of inhibition were observed between 6 and 25 mm of diameter. The percentage of sensitivity of the tested samples was distributed in: 1:1 to 1:32 (100%), 1:64 (92%); 1: 128 (72%); 1:256 (28%); 1:512 (0%). The study of M. tenuiflora on the tested S. aureus samples it demonstrated that the plant has antimicrobial action.

Keywords: jurema-preta, Mimosa tenuiflora, bacterial sensitivity, natural products, cattle. 


 

 

INTRODUÇÃO

Em medicina veterinária o gênero Staphylococcus é o prevalente agente causador de mastites. Houve um grande emprego de antibióticos no tratamento das mastites, resultando em seleção de cepas resistentes aos mesmos, aumentando o número de casos provocados por outros germes não habitualmente ligados a esses processos. Além dos altos custos com o tratamento, há uma preocupação crescente com a presença de resíduos de antibióticos no leite, estimulando uma busca de métodos alternativos para a abordagem clássica dos antibióticos (Costa et al., 1985).

Atualmente, 95% das cepas de Staphylococcus aureus, de todo o mundo, são resistentes à penicilina, ampicilina e penicilina antipseudomonas. A indústria farmacêutica respondeu a esta crise com a síntese da methicilina (penicilina semi-sintética). Mas desde 1980 tem-se notado o aumento da resistência de S.aureus a este antibiótico em vários hospitais do mundo (Neu, 1992). A resistência bacteriana aos antibióticos é mundial. Os riscos da transmissão de bactérias resistentes para o homem é extremamente efetivo através da alimentação (WHO, 1997).

Devido ao intenso uso das plantas na medicina popular, desde as épocas mais remotas, estas têm sido valorizadas como produtos naturais importantes para a manutenção da saúde humana, especialmente na ultima década, com a realização de muitos estudos sobre terapias naturais (Corrêa et al., 2001). As propriedades terapêuticas dos princípios e medicamentos fitoterápicos começam a ganhar cada vez mais espaço no tratamento veterinário, profissionais adeptos da fitoterapia revelam alta freqüência de sucessos em tratamento de parasitoses e enfermidades infecciosas, inclusive em tratamentos de mastites (Costa et al., 1985)

A jurema-preta pertence à família Leguminosae e subfamília Mimosoidae, característica da Caatinga, e apresenta grande potencial de produção de forragem constituindo, na maioria das vezes, a principal fonte de alimentação animal nesta região (Caldas Pinto, 2006). É também utilizada como madeira e carvão, bem como na medicina caseira, em tratamentos de queimaduras, acne e problemas de pele (Maia, 2004).

Da casca da M. tenuiflora (Willd.) Poir., foram isolados vários compostos com atividade biológica que vêm sendo estudadas e publicadas nos últimos anos, dando cada vez mais destaque à espécie nos avanços do conhecimento químico-farmacológico. A abundância de taninos e flavonóides detectados no extrato acetato de etila de M. tenuiflora são os prováveis responsáveis pela atividade antimicrobiana da planta (Meckes-Lozoya et al., 1990).

Diante do potencial antimicrobiano desta planta este estudo teve como objetivo avaliar a sensibilidade do S. aureus isolado de casos de mastite clínica e subclínica em bovinos ao extrato da M. tenuiflora.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido no Laboratório de Ciências Químicas e Biológicas da Universidade Federal de Campina Grande, Centro de Saúde e Tecnologia Rural, e no Laboratório de Doenças Infecto Contagiosas da Universidade Federal Rural do Pernambuco. Foi realizada a coleta da jurema-preta na fazenda do Núcleo de Pesquisa para o Desenvolvimento do Semi-árido, pertencente à Universidade Federal de Campina Grande, no município de Patos-PB. A parte da planta utilizada no estudo foi a casca. A identificação botânica e preparação de exsicata foi realizada no Herbário Caririensis Dárdano de Andrade Lima na Universidade Regional do Cariri, Crato-CE, pela botânica curadora do Herbário, Profa. Dra. Maria Arlene Pessoa da Silva. A exsicata foi depositada no herbário sob o No. #3275.

Após a colheita e identificação botânica as amostras foram acondicionadas em sacos de papel comum, aerados e em seguida postas para secagem em estufa de ventilação forçada a 40 °C. Após 72 h a amostra foi moída e acondicionada em reservatórios de vidro estéreis até seu uso.

Obtenção do extrato etanólico

Os extratos foram obtidos a partir de 500 g do material seco e moído e adicionado 1000 mL de etanol PA., segundo a metodologia descrita por Matos (1997). A concentração final do extrato da jurema-preta foi de 0,5 g/mL com rendimento de 57 g de extrato bruto. Para os ensaios, foi utilizado o extrato bruto nas seguintes diluições: 1:1; 1:2; 1:4; 1:8; 1:16; 1:32; 1:64; 1:128; 1:256; 1:512.

Aquisição de amostras de animais infectados

Utilizou-se cem vacas de diferentes estágios de lactação primíparas e multíparas. Os animais apresentavam boas condições de saúde, eram alimentados e suplementados adequadamente e recebiam sal mineral e água ad libitum. Foram coletadas amostras de 5 mL de leite por cada quarto mamário de maneira asséptica, totalizando quatrocentas amostras segundo a metodologia de Bouchot et al. (1985), para a realização do exame microbiológico, e identificação do S. aureus e encaminhadas, sob refrigeração, ao Laboratório de Doenças Infecto-Contagiosas da Universidade Federal Rural de Pernambuco.

Exames microbiológicos

A lactocultura foi feita em placas contendo ágar base acrescido de 8% (v/v) de sangue ovino desfibrinado. As placas foram incubadas em aerobiose a 37 ºC, em estufa microbiológica e analisadas após 24 e 48 h (NMC, 1990). Foram observadas as características de crescimento das colônias em placa, como produção de hemólise, pigmento e características morfo-tintoriais, utilizando o método de coloração pela técnica de Gram. A classificação das bactérias Gram positivas foi realizada de acordo com Quinn et al. (1994).

Identificação das cepas de Staphylococcus aureus

Para a identificação de S. aureus todas as cepas de estafilococos foram submetidas aos testes de produção de coagulase livre (Plasma Coagulase EDTA, Coagu-Plasma LB - Laborclin, Brasil), DNAse (Agar DNAse - DFICO) e catalase (Silva et al., 1997). As provas de produção de acetoína, fermentação da glicose (aerobiose) e do manitol (aerobiose e anaerobiose) foram realizadas segundo Mac Faddin (1980) e os isolados, classificados de acordo com Baird-Parker (1990).

Estudo da atividade antimicrobiana da jurema-preta

As linhagens foram cultivadas em caldo nutritivo (BHI- Brain Heart Infusion - DIFCO); incubadas a 37 ºC por 24 h. A atividade antimicrobiana foi determinada pelo método de difusão em meio sólido para a determinação da Concentração Inibitória Mínima (CIM) do extrato alcoólico de M. tenuiflora sobre as linhagens bacterianas. Utilizou-se orifícios de 6 mm de diâmetro os quais foram preenchidos com 50 μL da solução do extrato diluída em água destilada, nas concentrações pré-estabelecidas. A sensibilidade da amostra foi considerada para medidas de halos superiores a 12 mm. Os ensaios foram realizados em duplicata acompanhados de controle positivo com o antibiótico amoxilina (10 mg) e como controle positivo e disco embebido com etanol 70% controle negativo (CECON/SP). As placas foram incubadas em estufa bacteriológica a 37 ºC por um período de 24 h e a leitura efetuada após 24 e 48 h. Foi considerada como CIM a menor concentração do extrato que inibiu completamente o crescimento bacteriano, observada pela presença do halo de inibição. (Silva et al, 2003).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados demonstraram a eficácia do extrato de M. tenuiflora sobre cepas de S. aureus em diferentes concentrações, sendo observado halos de inibição entre 6 e 25 mm. Das amostras testadas, as diluições de 1:1; 1:2; 1:4; 1:8; 1:16 e 1:32 apresentaram halos superiores ao halo mínimo de 12 mm estabelecido por Silva et al. (2003), enquanto que as diluições 1:64; 1:128; 1:256; 1:512 apresentaram percentual de atividade de 92%, 72%, 28% e 0% respectivamente. O microrganismo testado não apresentou halo de inibição no disco controle negativo embebido com álcool 70% e no teste controle positivo o microrganismo foi resistente em 28,8% das amostras, e apresentou um percentual de sensibilidade de 53,7%.

Observou-se que a diluição é inversamente proporcional a eficácia do extrato, como demonstram os resultados obtidos por Heinrich et al. (1992), onde cepas de Streptococcus sp. e Staphylococcus sp foram sensíveis ao extrato de M. tenuiflora, apresentando uma redução na atividade biológica: 1:64 (90%); 1:128 (80%); 1:256 (65%); 1:512 (45%). Em estudos realizados por Pereira et al. (2009a), os extratos etanólicos de M. tenuiflora foram utilizados no tratamento de búfalas com diagnóstico de mastite clínica e subclínica, apresentando ser eficaz no tratamento da doença causada por cepas de S. aureus coagulase positivo e negativo quando comparado ao extrato de Azadiracta indica, confirmando os resultdos obtidos. Os resultados deste estudo demonstraram a eficácia do extrato de M. tenuiflora em diferentes concentrações, corroborando com os resultados obtidos por Pereira et al. (2009b) que avaliou o extrato de M.tenuiflora, Caesalpinia férrea e Punica granatum observando que os halos de inibição formados pelo extrato da M. tenuiflora variaram entre 6 e 30 mm e foram superiores aos encontrados nas outras espécies e ao apresentado pelos antibióticos penicilina e azitromicina cujos os halos foram entre 5- 9mm.

A atividade antimicrobiana do extrato de jurema-preta pode estar vinculada a presença de taninos e flavonóides nessa parte da planta como descrito por Meckes-Lozoya et al. (1990). Essa atividade também foi verificada em Staphylococcus epidermitis, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Micrococcus luteus e Acinetobacter calcoaceticus, além de fungos como Microsporum gypseum, M. canis, Thrichophyton mentagrophytes, T. rubus e Chaetomium indicum (Lozoya et al., 1989). Em extrato hidroalcoólico de jurema preta, Gonçalves et al. (2005) demonstraram que houve atividade sobre S. aureus e P. aeruginosa, obtendo resultados que confirmam a sensibilidade destes microrganismos ao extrato da planta.

Trabalhos posteriores realizados em 2006, pelo mesmo autor demonstraram que a jurema-preta apresentou excelente atividade antimicrobiana contra Staphylococcus aureus, Staphylococcus spp coagulase negativa e outros microorganismos formando halos de inibição de 23 e 12 mm respectivamente. Em estudos utilizando extrato de M. tenuiflora, Heinrich et al. (1992) também verificou a sua atividade antimicrobiana sobre cepas de Streptococcus spp., Staphylococcus apresentando também eficácia sobre Proteus mirabilis e Shigella sonnei.

 

CONCLUSÃO

O estudo da Mimosa tenuiflora sobre amostras de Staphylococcus aureus identificadas e isoladas de leite de vacas com histórico de mastite clínica ou subclínica, demonstrou que a mesma tem ação antimicrobiana, sendo, portanto uma confirmação do potencial deste extrato para a possível utilização dessa planta como indicação terapêutica.

 

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