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Acta Cirurgica Brasileira

Print version ISSN 0102-8650On-line version ISSN 1678-2674

Acta Cir. Bras. vol.15 n.1 São Paulo Jan./Mar. 2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-86502000000100004 

ESTUDO DA AÇÃO DOS FIOS DE CATEGUTE CROMADO E POLIGLECAPRONE 25, NA ILEOCISTOPLASTIA EM RATOS, DESTACANDO A FORMAÇÃO DE CÁLCULOS1

 

Marli Doroti Schauffert2
Manuel de Jesus Simões3
Yára Juliano4
Neil Ferreira Novo5
Paulo de Oliveira Gomes6
Valdemar Ortiz7

 

 

Schauffert MD, Simões MJ, Juliano Y, Novo NF, Gomes PO, Ortiz V. Estudo da ação dos fios de categute cromado e de poliglecaprone 25, na ileocistoplastia em ratos, destacando a formação de cálculos. Acta Cir Bras [serial online] 2000 Jan-Mar;15(1). Available from: URL: http://www.scielo.br/acb.

RESUMO: Realizou-se um estudo da ação dos fios de categute cromado 6–0 e de poliglecaprone 25, 5-0, para determinar o fio ideal na ileocistoplastia em ratas. O maior objetivo, foi a profilaxia litiásica. Utilizaram-se 51 ratos de Wistar, que participaram de dois grupos experimentais: grupo do plano piloto (27 ratos), que foi o grupo categute (GC) e grupo da tese do mestrado (24 ratos), que foi o grupo poliglecaprone (GP). Sob anestesia intraperitonial com pentobarbital sódico a 3%, todos os animais foram submetidos a ileocistoplastia, após laparotomia mediana longitudinal. Nos ratos do GC, a anastomose da bexiga urinária (aberta 0,5 cm sagitalmente no seu ápice), com a extremidade distal do segmento ileal ,era realizada por meio de pontos separados em plano único, com fio de categute cromado 6-0, e nas ratas do GP, com fio de poliglecaprone 25, 5-0. Seguiu-se a síntese da parede abdominal e recuperação anestésica. O estudo era realizado em 27, 42 e 57 dias nos animais do GC, que eram divididos em 3 subgrupos de 9 ratos. No GP, os animais eram analisados em 28 e 84 dias, por subgrupos de 12 animais. Transcorrido o tempo determinado para cada subgrupo, eram reoperados e observados os aspectos macroscópicos da cicatrização, aderências e formação de cálculos. A bexiga urinária ampliada pelo segmento ileal, era ressecada, aberta, lavada em solução salina isotônica, fixada no Líquido de Boüin, e processada , para histologia. A eutanásia era consumada com dose mínima letal anestésica. Os resultados apresentados, foram 29,6% de litíase, nas ratas do GC: 5,4% em 27dias; 10% em 42 dias e 14,25 em 57 dias do pós operatório (p.o.). Nas ratas do GP, não foram encontrados cálculos. Os estudos microscópicos, foram submetidos à análise estatística (a £ a 0,05), e utilizados para outro trabalho científico. Conclui-se: na ileocistoplastia com categute cromado 6-0, há 29,6% de cálculos, do 27º ao 57º dia p.o. e com o uso do fio de poliglecaprone 25, 5-0, até o 84º p.o.,não há presença de litíase.
DESCRITORES: Anastomose. Bexiga urinária. Cálculo. Cicatrização. Ratos de Wistar.

 

 

INTRODUÇÃO

Segundo alguns estudos, os materiais de sutura usados no aparelho urinário, possibilitaram a formação de cálculos, por atraírem ions de cálcio que cristalizaram. YODOFSKY & SCOTT, afirmaram que as suturas com fios absorvíveis, exibiram a menor incidência de cálculos, quando comparadas com as de outros fios (10). Outros autores, observaram a formação de cálculos na bexiga urinária, quando empregaram categute cromado (MORRIS, BAQUERO, REDOVAN, MAHONEY e BANNET), comparando diferentes tipos de sutura(5). HANKE, TIMM, FALK e KRAMER, concluíram que dos fios absorvíveis, usados para suturas no aparelho urinário, a poligalactina 910, pode ser o material menos litogênico (3). BIONDO-SIMÕES, COLLAÇO, VERONESE, RIBAS e FLORES, concluíram que as reações teciduais do categute cromado e do poliglecaprone 25, são semelhantes nas suturas do aparelho urinário, embora o primeiro fio, produza quase 50% de cálculos nas suturas da bexiga urinária, observadas até o 50o dia pós operatório, enquanto que o segundo fio, não apresenta cálculos nesse período (2).

Após todos esses achados, resolveu-se estudar de forma comparativa os mesmos fios absorvíveis citados, porém na anastomose da bexiga urinária ampliada por segmento ileal pediculado distal (ileocistoplastia). Não foram encontrados na literatura, quaisquer estudos com esse modelo experimental.

 

MÉTODO

Utilizaram-se 51 ratos (Rattus norvegicus albinus, Rodentia Mammalia) de Wistar-OUTB EPM-1, com peso médio corporal de 223 gramas, fornecidos pelo Centro de Desenvolvimento de Modelos Experimentais em Medicina e Biologia (CEDEME) da UNIFESP-EPM. A amostra era exibida por dois grupos: grupo categute (GC), representado pelo grupo do plano piloto da Tese de Mestrado(7,8), composto por 27 ratas, divididas em 3 subgrupos de 9 animais ,que eram observados em 27, 42 e 57 dias do pós operatório e grupo poliglecaprone (GP), formado pelo grupo de experimento da Tese de Mestrado (7,8), com 24 ratos, divididos em 2 subgrupos de 12 animais ,que eram observados em 28 e 84 dias do pós operatório.

Todos os animais eram submetidos ao mesmo procedimento operatório (ileocistoplastia), depois da adequação por 15 dias no alojamento da TOCE da UNIFESP-EPM. Eram anestesiados com pentobarbital sódico a 3% (30 mg Kg-1), pela via intraperitonial, estando em jejum de 18 horas, com água livre. Os ratos eram imobilizados na posição horizontal e após a anti-sepsia da parede abdominal anterior (da qual eram retirados os pelos da região central), eram laparotomizados.. A laparotomia mediana longitudinal de 3 cm, até a cavidade abdominal, expunha as vísceras para o reconhecimento do íleo, do qual era isolado um segmento pediculado distal de 3,5 cm, distante 1,0 cm do ceco. No tempo zero da operação, 1,0 cm dos 3,5 cm do segmento ileal, era retirado (para controle de cada animal(7,8)), fixado no Líquido de Boüin, após abertura longitudinal, para estudos posteriores.

As ligaduras dos vasos proximal e distal ao segmento ileal pediculado, eram realizadas com fio de polipropileno 7-0, que também servira para refazer o trânsito intestinal, por meio de anastomose íleo-ileal, término-terminal, com pontos separados, em plano único.

Na bexiga urinária, era realizada uma abertura sagital de 0,5 cm., anastomosada à extremidade distal do segmento ileal pediculado, no sentido isoperistáltico, e a extremidade proximal era suturada. Nos ratos do GC, era adotado o fio absorvível de categute cromado 6-0 e nos do GP, o fio de poliglecaprone 25, 5-0, para todos os pontos separados em plano único dessa anastomose, que era feita para ampliar a bexiga urinária, bem como para o fechamento da extremidade proximal ileal.

Durante todos os tempos desse procedimento, as vísceras eram mantidas úmidas com solução salina isotônica a 0,9% e a temperatura do ambiente era de 20 a 24 graus centígrados.

Após revisão da cavidade abdominal e da hemostasia que era rigorosa, estando as vísceras em posições anatômicas, a parede era fechada em dois planos, com fio de polipropileno 4-0, para todos os animais de ambos os grupos. Quando recuperados da anestesia, eram reconduzidos ao alojamento da TOCE, onde permaneciam com água livre à vontade e a partir do 2o dia pós operatório, era acrescentada ração balanceada.. Permaneciam assim até completar o tempo estabelecido para cada subgrupo, quando eram reoperados, com os mesmos cuidados anteriores de jejum e anestesia.

Na análise macroscópica da cavidade, eram observadas a cicatrização, a presença de aderências e de cálculos.

Retirava-se a bexiga urinária ampliada com o segmento ileal pediculado, que eram abertos longitudinalmente, seguindo-se a borda mesentérica ileal. A peça era lavada com solução salina isotônica a 0,9% e fixada no Líquido de Boüin, por menos de 48 horas. Todas as peças fixadas eram processadas até coloração pelo método da Hematoxilina-Eosina (H.E.) e do Alcian Blue (pH 2,5) Orange, para estudos(7,8).

Os resultados eram submetidos a análise estatística, que fixou 5%, (a £ a 0,05), o nível para rejeição da hipótese de nulidade.

 

RESULTADOS

O GC desse estudo era composto de 27 ratos, sobreviventes de 50 animais, utilizados no "Plano Piloto" para a "Tese de Mestrado". Os 23 que chegaram ao óbito na anestesia, no ato operatório ou no pós operatório, foram excluídos da avaliação, bem como 8 animais do GP deste estudo, que fez parte da "Tese de Mestrado" e era composto de 24 ratos, sobreviventes de 32 animais. Todos os animais de ambos os grupos, apresentaram aderência da bexiga urinária ampliada, no mesosalpinge. Notificou-se a presença de litíase com diversos diâmetros (0,1 cm a 1,0 cm), em 29,6% dos ratos do GC, assim distribuída: 5,4% em 27 dias, 10% em 42 dias e 14,2% em 57 dias, conforme figuras 1 e 2 da página 6. Os cálculos , eram de cristais de oxalato de cálcio, conforme análise. Nos animais do GP, não foram encontrados cálculos até o 84o dia.

 

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Figura 1 – Gráfico do percentual de ratas com cálculos, em 3 grupos de 9 animais, por tempos diferentes.

 

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Figura 2 – Fotografias do percentual de cálculos, encontrados nas ratas do GC, estudadas em 27 dias(5,4%), 42 dias(10,0%) e 57dias(14,2%).

 

No exame pela microscopia de luz, era observada a evolução semelhante do processo de cicatrização na área de anastomose para ambos os grupos, e a reação tecidual inflamatória, menos intensa, quando o fio era de poliglecaprone 25, 5-0, em relação ao de categute cromado 6-0. Foi também possível esta observação macroscopicamente, conforme figura 3 da página 7.

 

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Figura 3 - Fotografias das áreas de anastomose da bexiga urinária com segmento ileal, em ratas do GC (27 dias) e do GP (28 dias).

 

DISCUSSÃO

A freqüência da formação de cálculos nas operações do aparelho urogenital, não é baixa e está na dependência do material usado para as suturas.

A incidência de cálculos é maior com categute cromado, do que com o simples conforme trabalhos consultados (1,3,4,5,6,9,10). YUDOFSKY & SCOTT (10), encontraram cálculos a partir do 22o dia pós operatório, quando usaram categute cromado.

MORRIS e col. (5) encontraram 14% de cálculos, nas bexigas urinárias suturadas com categute cromado. BIONDO-SIMÕES e col. (2) usaram categute cromado e encontraram cálculos em 46,15% das bexigas urinárias suturadas, após o 50o dia da operação, mas não observaram litíase nas suturadas com poliglecaprone 25, 5-0.

No presente estudo, 29,6% dos animais que tiveram a ampliação da bexiga urinária com segmento ileal, por meio do fio de categute cromado 6-0, exibiram cálculos no 27o dia (5,4%), 42o dia (10%), e em maior número, no 57odia (14.2%) de pós operatório (8).Os ratos que tiveram a ampliação pelo fio de poliglecaprone 25, 5-0 não apresentaram litíase até 28o e 84o dia do pós operatório, para cada grupo. Os resultados deste trabalho, sugerem a preferência por esse fio na profilaxia da litíase (7,8). Estudos com outros animais, serão imprescindíveis, para conclusões definitivas, já que os adotados para este estudo, foram ratos.

Enquanto BIONDO-SIMÕES e col. (2), suturaram a bexiga urinária, neste modelo experimental apresentado, ela foi ampliada com segmento ileal pediculado.Outros modêlos experimentais, serão necessários.

 

CONCLUSÕES

No rato, a reação tecidual para a cicatrização, observada macroscopicamente, é semelhante quando se adota o fio de categute cromado, ou o de poliglecaprone 25,5-0, para anastomose da bexiga urinária com segmento ileal pediculado distal.

A anastomose da bexiga urinária com segmento ileal, quando realizada com o categute cromado 6-0, leva a 29,6% de cálculos à partir do 27o dia pós operatório.

A anastomose da bexiga urinária com segmento ileal, quando realizada com fio de poliglecaprone 25, 5-0, não apresenta cálculos até o 84o dia de observação pós operatória.

Embora a análise dos ratos, quanto ao percentual de cálculos por grupos, foi realizada em tempos diferentes de eutanásia para o GC e GP, impedindo o estudo comparativo bioestatístico, pode- se afirmar que em quaisquer distribuições até 84 dias, não se encontra cálculos no GP.

 

REFERÊNCIAS

1. Bartone FF, Stinson W. Reaction of the urinary tract to polypropylene sutures. Invest Urol 1976;14:44.

2. Biondo-Simões MLP, Collaço L.M, Veronese C, Ribas MM, Flores SN. Behavior of chromed catgut and polyglecaprone 25 sutures in the urinary bladder of rats, with special reference to stone formation. Acta Cir Bras 1998;13(1):26-9.

3. Hanke PR, Timm P, Falk G, Kramer W. Behavior of different suture materials in the urinary bladder of the rabbit with special reference to wound healing, epithelization and crystalization. Urol Int 1994;52:26-33.

4. Healey G.B, Warren MM. Stone formation on polypropylene suture. J Urol 1979;121:836-7.

5. Morris MC, Baquero A, Redovan E, Mahoney E, Bannett AD. Urolithiasis on absorbable and non-absorbable suture materials in the rabbit bladder. J Urol 1996;135:602-3.

6. Sakai AT, Srougi M, Sakai YI, Mies S. Modelo de litíase urinária em ratos. Acta Cir Bras 1997;7:64-5.

7. Schauffert MD, Ortiz V, Biondo-Simões MLP, Novo NF, Simões MJ. Investigação morfológica e morfométrica na mucosa ileal da ileocistoplastia em ratas. Acta Cir Bras 1997;12(2):60.

8. Schauffert MD. Estudo histológico e histométrico das vilosidades e das células caliciformes ileais, na ileocistoplastia em ratas [Tese Mestrado]. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo; 1998.

9. Trevino R, Goldstein AMB, Vartanian NL. Vesical bladder stones formed around non-absorbable sutures and possible explanation for their delayed apperance. J Urol 1979;122:849.

10. Yodofski S, Scott FB. Urolithiasis on suture materials: its importance pathogenesis and prophylaxis; na introdution to the monofilament teflon suture. J Urol 1969; 102:745-9.

 

 

Schauffert MD, Simões MJ, Juliano Y, Novo NF, Gomes PO, Ortiz V. Study of the action of chromed catgut and polyglecaprone 25 of the threads in the ileocystoplasty in rats, highlighting the formation of stone. Acta Cir Bras [serial online] 2000 Jan-Mar;15(1). Available from: URL: http://www.scielo.br/acb.

SUMMARY: In order to determine the ideal thread in the ileocystoplasty in rats, it took place a comparative study of the action of the thread 6-0 chromed catgut, with the one of 25, 5-0 polyglecaprone.. The largest objective, went to prophylaxis of the urolithisis.. 51 rats of Wistar were used , that participated in two groups: pilot group (27 rats), that was the chromed catgut group (GC) and polyglecaprone group (GP), with 24 rats. Under anesthesia intraperitonial with sodic pentobarbital at 3%, everybody the animals the ileocytoplasty were submitted, after abdominal longitudinal median incision. . In the rats of GC, the anastomose of the urinary bladder (open 0,5 cm sagitally), with the extremity distal of the ileal segment, it was accomplished by means of points separated in only plan, with of chromed categute 6-0 thread and in the rats of GP, with of 25, 5-0 polyglecaprone thread. It was followed synthesis of the abdominal wall and anesthetic recovery. The study was accomplished in 27, 42 and 57 days in the animals of GC, that were divided in 3 undergroup of 9 rats. In GP, the animals were analyzed in 28 and 84 days, for undergroup of 12 animals. Elapsed the time determined for each undergroup, they were reoperated and observed the macroscopic aspects of the cicatrization, adherences and stone formation.. The urinary bladder enlarged by the ileal segment, was resected, open, washed in isotonic saline solution and fastened in the Liquid of Boüin, and processed in laboratory, for histology. The euthanasia was consummated with anesthetic lethal minimum dose. 29,6% of the rats in GC,show urolithisis:5,4% with 27days, 10% with 42 days and 14,2%with 57 days after operation. When it uses 25,5-0 polyglecaprone thread, ther'isn't stones until 84 days after operation. The microscopics results,were submited by the statistical analysis (a £ a 0,05), for other scientific work.
SUBJECT HEADINGS: Anastomosis. Bladder Urinary. Cicatrization. Stone. Wistar’s Rats.

 

 

 

Endereço para correspondência:
Marli Doroti Schauffert
Al. Dr. Muricy, 819, 10 º andar
Curitiba-PR
80020-040
Tel/Fax: (41)225-4050
E-mail: marli@rla01.pucpr.br

Data do recebimento: 20/10/99
Data da revisão: 25/11/99
Data da aprovação: 05/01/2000

 

 

1Trabalho científico experimental, comparando resultados da Tese de Mestrado, com os obtidos no seu plano piloto, no Curso de Pós-Graduação em Técnica Operatória e Cirurgia Experimental (TOCE), da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM).
2Mestre em TOCE pela UNIFESP-EPM, Professora Assistente da Disciplina de Anatomia Humana do Departamento de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC – PR).
3Professor Doutor da Disciplina de Morfologia (Histologia) da UNIFESP-EPM.
4Professora Doutora da Disciplina de Bioestatística da UNIFESP-EPM.
5Professor Doutor da Disciplina de Biostatística da UNIFESP-EPM.
6Prof. Adjunto, Chefe da Disciplina de TOCE do Departamento de Cirurgia da UNIFESP-EPM.
7Doutor, Professor Livre Docente em TOCE. Chefe da Disciplina de Urologia da UNIFESP-EPM.

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