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Acta Cirúrgica Brasileira

Print version ISSN 0102-8650On-line version ISSN 1678-2674

Acta Cir. Bras. vol.15  suppl.2 São Paulo  2000

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-86502000000600048 

21 – TRATAMENTO CIRÚRGICO VERSUS CONSERVADOR NA
HIDRONEFROSE NEONATAL.

SURGICAL VS CLINICAL TREATMENT OF NEONATAL HYDRONEPHROSIS

DIVISÃO DE UROLOGIA - DEPARTAMENTO DE CURURGIA E ANATOMIA DA FMRP-USP

 

Carlos Augusto F. Molina, Silvio Tucci Jr., Valdair Francisco Muglia, Adauto José Cologna, Haylton Jorge Suaid, Antonio Carlos Pereira Martins.

 

 

Introdução: Neste estudo objetivou-se analisar a utilização de protocolo de avaliação pós-natal em crianças com diagnóstico intra-uterino de hidronefrose.
Métodos: O protocolo básico constitui-se da realização de exame ultrasonográfico do sistema urinário, realizado na primeira semana de vida, assim como da dosagem sérica de uréia e creatinina e cultura de urina. Após o primeiro mês de vida, o paciente é submetido à avaliação renal com renograma e cintilografia, associados à cistografia, quanto então são tomadas as condutas dirigidas ao tratamento da anomalia básica, se conservador ou cirúrgico.
Resultados: No período compreendido entre 1996 e 1999 foram avaliadas 62 crianças encaminhadas por hidronefrose intrauterina. Houve preponderância do sexo masculino (45:17) e da cor branca (50:12). A avaliação do sistema urinário permitiu os seguintes diagnósticos: estenose de JUP – 38 pacientes; duplicidade renoureteral – 7; refluxo vésico-ureteral, megaureter primário, displasia multicística e ureterocele – 5 pacientes cada; válvula de uretra posterior – 2 e válvula de uretra anterior – 1. Destes pacientes, 37 (59,7%) foram submetidos a tratamento cirúrgico e 25 (40,3%) a tratamento conservador.
Conclusão: O diagnóstico ultrasonográfico intrauterino das anomalias do trato urinário tem permitido maior conhecimento da sua história natural. Os dados aqui apresentados refletem a literatura, que tem mostrado a possibilidade de regressão espontânea das hidronefroses. Há assim, nesta situação, necessidade de avaliação detalhada do paciente no período neonatal e a utilização de critérios rigorosos para indicação de tratamento cirúrgico.

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