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Acta Cirurgica Brasileira

On-line version ISSN 1678-2674

Acta Cir. Bras. vol.16 no.2 São Paulo Apr./May/June 2001

http://dx.doi.org/10.1590/S0102-86502001000200008 

8 – ARTIGO ORIGINAL

ESTUDO MORFOLÓGICO DE ADERÊNCIAS PERITONEAIS INDUZIDAS PELA RIFAMICINA, EM RATOS1

 

Djalma Manoel Rodrigues D´Oliveira2
Amaury José Teixeira Nigro3
Djalma José Fagundes4
Neil Ferreira Novo5
Yara Juliano6
Ana Luisa Pinheiro Pimenta7

 

 

D´Oliveira DMR, Nigro AJT, Fagundes DJ, Novo NF, Juliano Y, Pimenta ALP. Estudo morfológico de aderências peritoneais induzidas pela rifamicina, em ratos. Acta Cir Bras [serial online] 2001 Abr-Jun;16(2). Disponível em URL: http://www.scielo.br/acb.

RESUMO: O uso da rifamicina sv intraperitoneal e a sua influência na formação de aderências peritoneais pós-operatórias (APs), foram analisados num estudo experimental em 90 ratos, machos, da linhagem Wistar-UNIG, distribuídos em dois grupos iguais. O grupo A (n = 45) foi submetido à laparotomia e instilação de 2 mL de solução salina de cloreto de sódio a 0,9%, realizando-se movimento digital rítmico, nos quatro quadrantes da cavidade peritoneal, totalizando um tempo de manuseio de dois minutos. Após este procedimento, a solução remanescente foi aspirada com seringa, seguida de laparorrafia imediata. O grupo B (n = 45), foi submetido a procedimento semelhante com a instilação de uma solução de rifamicina sv 500mg diluída em 500mL de solução salina de cloreto de sódio a 0,9%, utilizando manobra idêntica àquela utilizada no grupo A. Os animais do grupo A e os do grupo B foram separados em três subgrupos com igual número (n = 15) de acordo com o período de eutanásia, que foi de 7, 14 e 21 dias pós-operatório. As aderências peritoneais foram quantificadas nos seus respectivos períodos de eutanásia, utilizando um método descrito por MORENO-EGEA, AGUAYO, ZAMBUDIO e PARRILLA (1993). O grupo B apresentou aderências significantemente mais intensas que o grupo A em todos os subgrupos. Esta diferença foi mais marcante nos animais submetidos à eutanásia após 21 dias.
DESCRITORES: 1. Aderências peritoneais. 2. Bridas. 3. Rifamicina. 4. Ratos Wistar.

 

 

INTRODUÇÃO

As aderências peritoneais pós-operatórias (APs) podem ser seqüelas da cirurgia abdominal2,3, 4. Atualmente, as APS constituem a causa mais comum da suboclusão, da obstrução mecânica e do estrangulamento intestinal5. Um grande número de fatores etiológicos está implicado na gênese das APs. Muitos cirurgiões adotam como rotina a utilização da rifamicina SV na lavagem da cavidade peritoneal durante o ato operatório como profilaxia à infecções e também como medida terapêutica em casos de infecção intraperitoneal6, 7, 8, 9. Há divergências com relação ao grau de influência desta substância na profilaxia e terapêutica em uso tópico na cavidade peritoneal e também não se tem conhecimento da relação entre o uso da rifamicina sv tópica na cavidade peritoneal e a formação de Aps. Além disso, as Aps, são geralmente assintomáticas e as complicações decorrentes da sua presença são ocasionais, o que torna o estudo clínico extremamente difícil10. Estudos experimentais entretando, constituem a melhor maneira de analisar o problema. Mesmo assim, eles geralmente falham pela dificuldade de se avaliar e mensurar o fenômeno de adesividade.

O objetivo deste trabalho foi analisar a influência da rifamicina sv tópica intraperitoneal na formação de aderências peritoneais pós-operatórias.

 

MÉTODOS

Noventa ratos (Rattus norvegicus albinus), machos, adultos da linhagem Wistar-Universidade Iguaçu, com peso entre 280 e 320g foram submetidos a laparotomia mediana sob anestesia geral inalatória com éter sulfúrico. Antes da laparatomia realizava-se depilação abdominal na direção cranio-caudal e pincelava-se a região com solução de álcool-iodado a 2%. O talco das luvas era cuidadosamente removido com solução fisiológica de cloreto de sódio a 0,9% . Os grupos foram divididos da seguinte maneira: 1) Grupo A- Controle (N=45) subdivididos aleatoriamente por sorteio em três subgrupos (N=15) cada, de acordo com o período de estudo submetidos a instilação de 2ml de solução salina de cloreto de sódio a 0,9%, com movimento digital rítmico, em cada um dos quatro quadrantes do abdome, totalizando um tempo de manuseio de dois minutos, após, a solução remanescente era aspirada com seringa, seguindo de laparorrafia imediata; 2) Grupo B- Experimento (N=45) submetidos a instilação de 2mL de uma solução de rifamicina SV sódica 50.000mcg/ml, 500 mg diluída em 500 mL de solução salina de cloreto de sódio a 0,9%, procedendo-se de maneira idêntica àquela utilizada nos animais do grupo A.

O animais foram submetidos a eutanásia no 7º, 14º, e 21º dias pós-operatório sob anestesia com a mesma técnica já descrita, por pneumotórax após ampla abertura do diafragma. A cavidade abdominal era examinada através de uma ampla incisão em forma de "U" invertido11.

Os critérios de qualificação e quantificação das APs foram baseados no estudo de MORENO-EGEA, AGUAYO, ZAMBUDIO e PARRILLA (l993):

a) número foi relacionado a quantidade de aderências encontradas separadas por um espaço. Para cada aderência foi conferido 1 ponto.

b) densidade foi mensurada atribuindo-se 1 ponto para as aderências menores que 0,3cm, 2 pontos para as aderências entre 0,3 e 0,5cm e 3 pontos para as maiores que 0,5cm.

c) tenacidade das aderências foi caracterizada como frouxa a aderência que se descolava facilmente, sem necessidade de dissecção, denominada do tipo I e atribuído 1 ponto para cada uma; quando houve necessidade de dissecção para ser descolada, era do tipo II e atribuídos 2 pontos; e na eventualidade de não se conseguir descolar a aderência, mesmo pela dissecção sem cortá-la, era do tipo III e atribuídos 3 pontos.

d) vascularização foi verificada através da observação da presença ou não de vasos sangüíneos na aderência, sem o uso de lentes de aumento, sendo atribuído 0 ponto para a ausência de vascularização e 1 ponto para a presença.

e) localização foi relacionada da seguinte forma: aderência entre a cicatriz e a gordura peritoneal, 1 ponto; entre o omento e a cicatriz, 2 pontos; entre um segmento visceral qualquer e o peritônio, 3 pontos; entre omento ou gordura peritoneal e uma alça intestinal, 4 pontos; e aderência entre alças intestinais, 5 pontos.

O estudo estatístico foi realizado pela Disciplina de Bioestatística do Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP-EPM.

Para a análise estatística dos resultados, foram utilizados testes não paramétricos, levando-se em consideração a natureza das variáveis estudadas. Foram aplicados os seguintes testes:

Análise das variâncias por postos de KRUSKAL-WALLIS12, com o objetivo de comparar os grupos de eutanásia (7; 14; ou 21 dias) em relação ao número, à densidade e à tenacidade das aderências. Esta análise foi aplicada em separado para os grupos A e B, e quando mostrou diferença significante, foi complementada pelo teste de comparações múltiplas13.

Teste de MANN-WHITNEY12, para duas amostras independentes, com a finalidade de comparar, para cada um dos períodos de eutanásia, os grupos A e B em relação aos valores das variáveis acima assinaladas.

Teste da partição do Quiquadrado (X2) para tabelas 2 X N14 com o objetivo de comparar os três períodos de eutanásia em relação à presença de vascularização. Este teste foi aplicado separadamente, para os grupos A e B.

Teste do Quiquadrado ou teste exato de FISHER12, com o propósito de comparar os grupos A e B, em relação à vascularização. Este teste foi aplicado em separado, para cada um dos períodos de eutanásia.

Em todos os testes, fixou-se em 0,05 ou 5%, o nível para rejeição da hipótese de nulidade, assinalando-se com asterisco(*) os valores significantes.

Com relação à variável localização das aderências, foi utilizada a análise descritiva, porque os dados não são analisáveis estatisticamente.

 

 

RESULTADOS

ACHADOS MACROSCÓPICOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DISCUSSÃO

Qualquer forma de trauma ou lesão da superfície peritoneal pode causar aderências. Todas as intervenções cirúrgicas representam um risco potencial de gerar aderências, e esse risco é diretamente proporcional à magnitude do ato e ao número de laparotomias prévias15. A atividade do sistema fibrinolítico local tem sido apontada como o fator mais importante na evolução da rede de fibrina para absorção ou organização . Como a atividade desse fator está diretamente relacionada com a isquemia tecidual, o potencial fibrinolítico cai nessas condições, proporcionando a transformação das pontes de fibrina em aderências fibrosas permanentes16.

A escolha do método de qualificação e quantificação das APs descrito por MORENO-EGEA, AGUAYO, ZAMBUDIO e PARRILLA (1993), através de 5 critérios graduados de acordo com a intensidade do fenômeno encontrado, pareceu-nos mais adequada por permitir uma análise mais rigorosa do ponto de vista estatístico, tornando a avaliação mais concreta e possibilitando verificar se o uso de rifamicina s.v. conforme descrito no método, contribui efetivamente ou não para a formação de APs, através da observação conjunta dos resultados obtidos.

A observação macroscópica da cavidade peritoneal no grupo A não mostrou alterações no aspecto das alças intestinais, imediatamente após o procedimento proposto, bem como nos períodos estudados.

Com relação aos períodos estudados, observaram-se APs predominando entre o omento e a ferida operatória. Não foram observadas APs entre vísceras abdominais. Em todos os critérios analisados, a intensidade do fenômeno de adesividade foi discreto e não apresentou diferença significante em relação a literatura17, 18.

No grupo B, não foram observadas alterações no aspecto das alças intestinais, não só imediatamente após a introdução da solução de rifamicina sv na cavidade peritoneal, bem como nos períodos estudados. Com relação aos critérios utilizados neste trabalho, observamos um aumento significante em todos os ítens de quantificação e qualificação das APs, especialmente nos animais do subgrupo BIII. O cotejo dos dados obtidos com a literatura não pode ser feito pois não se encontrou qualquer trabalho relacionando o uso tópico de antibiótico na cavidade peritoneal com a formação de APs. Os estudos feitos até o momento, que foram pesquisados, se detêm na eficácia do uso profilático e terapêutico de antibióticos por via intraperitoneal, não discutindo sua relação com possíveis alterações morfológicas no peritônio.

Com relação ao exame microscópico, a análise dos resultados histológicos do grupo A revelou que com relação à integridade das camadas houve predomínio absoluto de sua manutenção em todos os subgrupos.

O infiltrado inflamatório foi predominantemente leve e multifocal em todos os subgrupos.

A fibrose reparativa foi encontrada mais comumente no subgrupo AIII.

A vascularização esteve presente em todos os subgrupos com predominância de vasos congestos em comparação com a dilatação e a proliferação que foram também avaliadas.

O estudo microscópico no grupo B mostrou prevalência absoluta da preservação da integridade das camadas em todos os subgrupos.

O infiltrado inflamatório predominante foi leve e multifocal em todos os subgrupos analisados.

A fibrose reparativa predominou nos subgrupos BII e BIII, expressa pela proliferação de fibroblastos.

Com relação à vascularização prevaleceu a ocorrência com predominância da congestão vascular com relação à dilatação e à proliferação.

Cabe aqui enfatizar que os resultados obtidos, comprovados estatisticamente, confirmam que o uso intraperitoneal da rifamicina sv contribui significantemente na formação de APs, em ratos. No entanto, há necessidade de se utilizar outro modelo animal de doença na continuação desta pesquisa. Em seres humanos, embora não se cogite estudos experimentais, deve-se considerar a possível relação entre o uso tópico da rifamicina sv intraperitoneal per-operatória, profilático e terapêutico com a formação de APs e suas seqüelas clínicas, o que nos parece ser um fato relevante em benefício do paciente.

 

CONCLUSÕES

1. A rifamicina s.v. intraperitoneal contribui para o aumento quantitativo, estatisticamente significante na formação de aderências peritoneais pós-operatórias.

2. O uso da rifamicina s.v. intraperitoneal induz a alterações qualitativas na morfologia das aderências peritoneais pós-operatórias.

 

REFERÊNCIAS

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D´Oliveira DMR, Nigro AJT, Fagundes DJ, Novo NF, Juliano Y, Pimenta ALP. Rifamycin and peritoneal adhesions induction, in rats. Acta Cir Bras [serial online] 2001 Apr-Jun;16(2). Available from URL: http://www.scielo.br/acb.

ABSTRACT: The intraperitoneal use of rifamycin s.v. and its influence in postoperative peritoneal adhesions occurrence was analysed in a ninety male rats experimental study. The control group was formed by 45 animals subjected to laparotomy and instillation of 2mL of saline solution with rhythmic digital movements in the four quadrants of the peritoneal cavity for 2 minutes. After this procedure, the remaining saline solution was aspirated with a syringe, followed by immediate laparorrhaphy. The experiment group (n=45) was submitted to a similar procedure with instillation of a solution of rifamycin s.v. 500mg diluted in 500mL of a saline vehicle, according to the same movement used in the control group. The animals of both control and experiment groups were distributed in three subgroups with equal number (n=15), according to the euthanasia period, which was 7, 14 and 21 days postoperative. Peritoneal adhesions were quantified in the euthanasia periods, using a method described by MORENO-EGEA, AGUAYO, ZAMBUDIO and PARRILLA (1993). The experiment group presented a rate of adhesion significantly high as compared to the control group in all subgroups. This difference was higher in animals with an euthanasia period of 21 days.
KEY WORDS: 1. Peritoneal adhesions. 2. Rifamycin. 3. Wistar rats.

 

 

Conflito de interesses: nenhum
Fontes de financiamento: CAPES

Endereço para correspondência:

Djalma Manoel Rodrigues d'Oliveira
Rua General Roca, 778/806
Rio de Janeiro – RJ
20521-070
e-mail: djalmaoliveira@openlink.com.br

Data do recebimento: 18/01/2001
Data da revisão: 21/02/2001
Data da aprovação: 15/03/2001

 

1- Resumo de Tese de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Técnica Operatória e Cirurgia Experiemental da Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina (UNIFESP - EPM).
2- Mestre em Técnica Operatória e Cirurgia Experimental pela UNIFESP- EPM.
3- Professor Titular do Departamento de Cirurgia e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Técnica Operatória e Cirurgia Experimental da UNIFESP-EPM.
4- Professor Adjunto e Chefe da Disciplina de Técnica Operatória e Cirurgia Experimental da UNIFESP-EPM.
5- Professor Livre Docente e Adjunto da Disciplina de Bioestatística do Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP-EPM.
6- Professora Doutora Adjunta da Disciplina de Bioestatística do Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP-EPM.
7- Chefe do Serviço de Patologia Animal do Instituto Municipal de Medicina Veterinária JORGE VAITSMAN da Prefeitura do Rio de Janeiro.