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Revista Paulista de Pediatria

Print version ISSN 0103-0582

Rev. paul. pediatr. vol.31 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2013

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-05822013000100008 

ARTIGO ORIGINAL

 

Perfil calórico do leite pasteurizado no banco de leite humano de um hospital escola

 

Perfil calórico de la leche pasteurizada en el banco de leche humana de un hospital escuela en Londrina, Paraná, Brasil

 

 

Priscila Santa de MoraesI; Márcia Maria B. de OliveiraII; José Carlos DalmasIII

Instituição: Universidade Estadual de Londrina (UEL), Londrina, PR, Brasil
IResidente de Enfermagem em Saúde da Criança na UEL, Londrina, PR, Brasil
IIDoutoranda em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP); Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem da UEL, Londrina, PR, Brasil
IIIDoutor pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Professor Doutor do Departamento de Estatística da UEL, Londrina, PR, Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: Conhecer o perfil calórico e higiênico sanitário do leite humano do Banco de Leite Humano do Hospital Universitário de Londrina.
MÉTODOS: Estudo quantitativo transversal do levantamento de dados obtidos de fontes secundárias de registros dos exames de teor calórico, avaliado pelo crematócrito, e da titulação de acidez pelo método de Dornic do leite humano, coletado pelo Banco de Leite Humano do Hospital Universitário de Londrina.

RESULTADOS: Entre 2006 e 2009, foram analisadas 30.846 amostras de leite humano de doadoras de várias localidades, totalizando 5.869L de leite coletado e distribuído. Deste leite humano pasteurizado, 53,5% foi classificado como hipocalórico (menos que 580kcal/L), 36,4% como calórico e 8,3% como hipercalórico (maior que 711kcal/L). De acordo com as várias localidades de origem dos leites, o Banco de Leite Humano de Londrina foi o local onde se observou uma maior quantidade de doação nas três classificações. Ao exame da titulação de acidez Dornic do leite humano coletado, encontrou-se 60,8% com valores entre 4,1º e 8,0º Dornic.

CONCLUSÕES: Grande parte do leite coletado é hipocalórica e está própria para o consumo em relação ao perfil higiênico sanitário. É preciso intensificar a coleta deste alimento para atender à demanda de leite hipercalórico para os recém-nascidos prematuros.

Palavras-chave: recém-nascido prematuro; leite humano; aleitamento materno.


RESUMEN

OBJETIVO: Conocer el perfil calórico de la leche humana del Banco de Leche Humana del Hospital Universitario de Londrina y el perfil higiénico sanitario obtenido por el examen de titulación de acidez Dornic.
MÉTODOS: Estudio cuantitativo transversal del inventario de datos obtenidos de fuentes secundarias de registros de los exámenes de tenor calórico, evaluado por el crematócrito, y de la titulación de acidez por el método de Dornic de la leche humana, recogida por el Banco de Leche Humana del Hospital Universitario de Londrina.

RESULTADOS: Entre 2006 y 2009 fueron analizadas 30.846 muestras de leche humana de donantes de varias localidades, totalizando 5.869L de leche recogida y distribuida, siendo que el 55,3% de esta leche humana pasteurizada fue clasificada como hipocalórica (menos que 580kcal/L), el 36,4% como calórico y el 8,3% como hipercalórico (más que 711kcal/L). Conforme a las varias localidades de origen de las leches, el Banco de Leche Humana de Londrina fue el local en el que se observó una mayor cantidad de donación en las tres clasificaciones. Al examen de la titulación de acidez Dornic de la leche humana recogida, se encontró el 60,8%, con valores entre 4,1° y 8,0° Dornic.

CONCLUSIONES: Gran parte de la leche recogida es hipocalórica y está propia para el consumo respecto al perfil higiénico sanitario. Es necesario intensificar la recolección de este alimento para atender a la demanda de leche hipocalórica para los recién nacidos prematuros.

Palabras clave: recién nacido prematuro; leche humana; lactancia materna.


 

 

Introdução

O leite materno oferece à criança todos os nutrientes necessários e com excelente qualidade, fato que pode ser confirmado pelo ganho ponderal adequado(1). Atua como agente imunizador, além de suprir as necessidades infantis tanto no aspecto biológico como no psicológico, favorecendo o vínculo entre mãe e filho(2-4). O aleitamento materno é recomendado em regime exclusivo, como única fonte de nutrientes, nos seis primeiros meses de vida e, a partir daí, há necessidade da complementação alimentar, sendo o aleitamento mantido durante dois anos ou mais(5).

Uma das estratégias para estimular a amamentação e colaborar com o resgate desta prática em recém-nascidos que precisam de internação hospitalar é a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (REDEBLH), que teve seu primeiro Banco de Leite Humano (BLH) implantado em 1943(6). Atualmente, este serviço conta com 208 unidades distribuídas em todos os estados do Brasil, sendo a maior e mais bem estruturada rede de BLH do mundo(6,7). Além dos objetivos de promover, apoiar e proteger o aleitamento materno, os BLH coletam, processam e distribuem leite humano para atender neonatos prematuros e crianças com distúrbios nutricionais e alergias a proteínas heterólogas(8).

Hoje são realizados os seguintes controles de qualidade no leite pasteurizado: microbiológico e físico-químico [um específico para verificar a titulação de acidez e outro, o crematócrito, para definir o teor de gordura e o conteúdo energético do leite humano ordenhado (LHO)](9).

Se o aleitamento materno é essencial para os recém-nascidos nos primeiros meses de vida, para os pré-termo (RNPT) ele é ainda mais importante. O RNPT apresenta pouca reserva de carboidratos e gordura, maior necessidade de glicose para energia e metabolismo cerebral, maior perda de água insensível e peristalse mais lenta, entre outras características(10). Após o nascimento, muitos RNPT devem ficar em jejum, sendo este preconizado pelo menor tempo possível. Depois deste período, o leite materno é o alimento ideal. Uma solução eficaz e possível é coletar o leite da própria mãe e armazená-lo para uso posterior. Neste momento, o BLH pode tanto orientar e ajudar a mãe a coletar o leite, como também pode fazer a coleta, estocagem, processamento e controles de qualidade necessários(11).

Portanto, o trabalho dos BLH deve ser contínuo para fornecer um alimento adequado e que supra as necessidades do principal consumidor, ou seja, o prematuro. Isso contribui para que sua permanência no ambiente hospitalar seja a menor possível e para que sua ida para casa seja viável. Para tanto, este cliente necessita receber, preferencialmente, leite humano cuja concentração de calorias seja de classificação hipercalórica, ou seja, acima de 711kcal/L(12). Se o leite humano não apresentar a concentração de calorias citada, indica-se o enriquecimento do mesmo com aditivos, normalmente obtidos do leite de vaca, para atender às necessidades nutricionais para o crescimento adequado do prematuro. Essa prática favorece o contato precoce do prematuro com a proteína heteróloga, podendo resultar no aumento da incidência de enterocolite necrosante e no aparecimento de alergias potencialmente prejudiciais(13).

Tendo em vista tais ponderações, este estudo foi desenvolvido para conhecer os perfis calórico e higiênico sanitário do leite humano coletado no BLH do Hospital Universitário de Londrina (HUL).

 

Método

Tratou-se de um estudo descritivo e transversal desenvolvido no BLH/HUL, hospital terciário com 316 leitos, que atende a cerca de 250 municípios do Paraná e mais de 100 cidades de outros estados. Foi credenciado como Hospital Amigo da Criança em 2000(14). O BLH/HUL foi criado em 1988 e fornece leite humano pasteurizado principalmente aos prematuros internados nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatais (UTIN) de Londrina e região.

O estudo foi realizado com leite doado pelas mães devidamente cadastradas neste serviço no período de janeiro de 2006 a dezembro de 2009, totalizando 30.846 amostras, o que corresponde a 5.869L de leite humano utilizados. A coleta de dados foi obtida de fontes secundárias, isto é, por meio de registros dos resultados dos exames de análise do teor calórico e titulação de acidez do leite humano coletado pelo BLH/HUL.

O valor calórico foi obtido pelo crematócrito, originalmente descrito em 1978(15), o qual foi testado e adaptado para a rotina dos BLH do Brasil pela equipe da REDEBLH, coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A técnica do crematócrito consiste em levar o leite à centrifugação por 15 minutos, causando a separação do creme e do soro do leite. Com o auxílio de uma régua, mede-se o comprimento do creme (mm) e da coluna total do produto. Estes valores são empregados nas fórmulas descritas a seguir e, com isso, o teor de creme, de gordura e de energia (kcal/litro)(16) é obtido:

  • Creme % = coluna de creme (mm) x 100 / coluna total (mm)
  • Gordura % = (% de creme - 0,59) / 1,46
  • Kcal = % creme x 66,8 + 290

A titulação da acidez foi realizada pelo método de Dornic. Foram consideradas satisfatórias as amostras com acidez menor do que 8°Dornic(17).

A análise de dados foi realizada pela estatística descritiva, sendo os resultados apresentados na forma de números absolutos e percentuais. Esta pesquisa foi submetida à análise e aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos da Universidade Estadual de Londrina.

 

Resultados

O Gráfico 1 mostra o total dos tipos de leite do BLH/HUL, classificados de acordo com seu teor calórico, mostrando que grande parte do leite coletado é hipocalórico.

 

 

O BLH/HUL é responsável pela coleta ou recebimento dos leites de Londrina e região, assim como pelo processamento e pela distribuição deste produto para o seu local de origem ou outros destinos. Os locais onde os leites são coletados e levados para o BLH/HUL estão representados no Gráfico 2, conforme a classificação de teor calórico e volume, e observa-se que o BLH/HUL é o que possui maior volume de leite doado nas três classificações.

 

 

A Tabela 1 caracteriza os leites pasteurizados de acordo com seu perfil higiênico sanitário, obtido pelo exame de titulação de acidez Dornic. A maioria das amostras de leite analisadas encontra-se dentro do padrão de aceitação, ou seja, titulação de acidez menor do que 8º Dornic, própria para consumo.

 

 

Quando se associa a classificação de alto teor calórico, neste estudo descrito em quilocalorias (kcal), a uma baixa titulação de acidez Dornic, pode-se oferecer um leite qualitativamente mais adequado ao RNPT. Do total de amostras pesquisadas, foram encontrados 70L com as características descritas.

 

Discussão

A maioria dos recém-nascidos das UTIN é constituída de prematuros, não raramente prematuros extremos e com baixo peso ao nascimento. Isso exige cuidado especial da equipe e estrutura para ofertar uma assistência de qualidade, diminuindo índices de sequelas e tempo de permanência dessas crianças no serviço hospitalar(18).

A importância do leite materno já foi descrita por inúmeras pesquisas, que têm mostrado seu efeito protetor contra a morbidade e a mortalidade infantil, a importância na construção do estado emocional do ser humano e o estabelecimento do vínculo mãe e filho(19,20). No entanto, faltam trabalhos que demonstrem a realidade dos BLH quanto ao estoque de leite pasteurizado, ao número de doadoras e à procedência(21).

Os dados obtidos neste estudo indicam que o maior volume de leite coletado é hipocalórico, fato possivelmente relacionado às características individuais das doadoras e ao seu estágio de lactação, ou seja, se é colostro, leite de transição ou leite maduro. Também pode ser devido ao momento em que ocorreu a coleta deste leite, no início ou no final da mamada, pois a gordura no leite humano sofre uma variação conforme o estágio(22).

A dificuldade de obter leite hipercalórico também foi descrita por sacramento et al, com a maior parte do leite coletado classificado como calórico, e não hipercalórico(23). Em 2006, outra pesquisa obteve resultados semelhantes, revelando apenas 9% do tipo hipercalórico(24). De maneira similar, em investigação realizada na cidade de Bauru, no estado de São Paulo, foi relatado um total de 63% de leite calórico e apenas 12% hipercalórico(25). Resultados análogos foram obtidos também na cidade do Rio de Janeiro, onde 62% do leite humano coletado foi classificado como calórico e apenas 11%, como hipercalórico(26).

Quando o exame de acidez titulável é realizado no leite humano recém-ordenhado, este se apresenta praticamente livre de ácido lático e sua acidez total pode ser considerada original, com valores oscilando entre 1,0 e 4,0ºDornic. À medida que a microbiota encontra condições favoráveis ao crescimento, ocorre a produção de ácido lático e a consequente elevação da acidez. Se esta for maior ou igual a 8,0°Dornic, o produto está desqualificado para consumo(17). No BLH/HUL foi encontrada maior quantidade de leite com resultados entre 4,0º a 8,0°Dornic. Um estudo realizado na cidade de Sorocaba, em 2006, também mostrou maior quantidade de leite coletado com titulação de acidez menor que 8,0°Dornic (76%), sendo que apenas 24% das amostras foram rejeitadas por apresentarem índice de acidez acima de 8,0°Dornic(27). Outra pesquisa realizada em 2001 encontrou que 58% das amostras de leite coletado tinham acidez titulável entre 1,5 e 3,0ºDornic(28). Novak e Cordeiro obtiveram resultados semelhantes, demonstrando maior porcentagem de acidez titulável (80%) entre os valores de 3,0 e 6,0ºDornic(29).

Nesse contexto, o presente estudo permitiu concluir que grande parte do leite coletado pelo BLH/HUL é hipocalórica e está própria para consumo em relação ao perfil higiênico sanitário, o que é de suma importância, pois os receptores deste produto em sua grande maioria são prematuros. Os resultados indicam ser necessário intensificar as orientações às mães doadoras quanto à coleta do leite humano para que sejam obtidas maiores quantidades de leite hipercalórico, mais adequado para o prematuro.

 

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Endereço para correspondência:
Priscila Santa de Moraes
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E-mail: primoraes16@yahoo.com.br

Recebido em: 16/4/2012
Aprovado em: 28/9/2012
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