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Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo

Print version ISSN 0103-0663

Rev Odontol Univ São Paulo vol.12 n.2 São Paulo Apr. 1998

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-06631998000200005 

Avaliação in vitro da microinfiltração em cavidades de Classe V restauradas com diferentes combinações de resina composta e cimento de ionômero de vidro

In vitro evaluation of marginal leakage in Class V restorations using different combinations of composite resin and glass ionomer cement

 

Régia Luzia ZANATA*
Regina Guenka PALMA**
Maria Fidela de Lima NAVARRO***

 

 


ZANATA, R. L.; PALMA, R. G.; NAVARRO, M. F. L.  Avaliação in vitro da microinfiltração em cavidades classe V restauradas com diferentes  combinações de resina composta e cimento de ionômero de vidro.  Rev Odontol Univ São Paulo, v. 12, n. 2, p. 113-119, abr./jun. 1988.

O propósito deste estudo foi comparar o padrão de microinfiltração em restaurações classe V usando diferentes combinações de cimento ionomérico/resina composta. Cinqüenta cavidades foram preparadas nas superfícies vestibular e lingual de caninos e de pré-molares recém-extraídos. A margem gengival dos preparos estendeu-se até a dentina/cemento, e a margem oclusal localizou-se em esmalte. As cavidades foram restauradas como se segue: cimentos ionoméricos restauradores modificados por componentes resinosos (Fuji II LC e Vitremer); sistema adesivo/resina composta (Scotchbond Multi-Uso/Silux Plus); técnica sanduíche empregando-se o sistema adesivo/resina composta descrito, com um cimento ionomérico forrador (Vitrebond e GC Lining LC). Os espécimes foram armazenados em água destilada, polidos, submetidos à ciclagem térmica e imersos em fucsina. A extensão de penetração do corante foi classificada segundo o critério de escores, e os dados foram analisados estatisticamente, não sendo observadas diferenças significativas tanto entre materiais como entre margens.

UNITERMOS: Microinfiltração; Resina composta; Cimento de ionômeros de vidro.


 

 

INTRODUÇÃO

A capacidade de selamento de qualquer material é sempre crítica20, pois a falha na prevenção da microinfiltração contribui para o manchamento, a sensibilidade pós-operatória e a recorrência de cárie10. Um grande obstáculo a ser transposto pela Odontologia é a eliminação desse fenômeno em preparos cavitários com margens em dentina ou cemento a ser restaurados com resina composta.

Nos últimos 25 anos, as pesquisas têm direcionado seus esforços para o desenvolvimento de sistemas que se unam à dentina efetivamente. A evolução dos adesivos dentinários resinosos se deu rapidamente; porém, o grande número de produtos existentes e a sua curta permanência no mercado dificultam uma avaliação clínica confiável (a longo prazo) da sua efetividade de selamento22.

O emprego de cimentos de ionômero de vidro como forradores de restaurações de resina composta parece melhorar o selamento dente/material restaurador, pois o cimento apresenta união química à dentina, coeficiente de expansão térmica semelhante ao do dente, atividade anticariogênica devido à liberação de flúor e une-se mecânica ou quimicamente à resina composta/adesivo dentinário. Entretanto, apesar da grande difusão dessa técnica restauradora, denominada "técnica do sanduíche", muitos questionamentos a cercam, pois a resistência de união do cimento à dentina é insuficiente diante da contração de polimerização da resina composta3.

A recente introdução de cimentos de ionômero de vidro, modificados por componentes resinosos, como materiais restauradores, mostrou-se bastante promissora, pois esses materiais retêm a propriedade anticariogênica dos cimentos convencionais, adicionada a uma superior estética inicial e à maior resistência de união ao esmalte e à dentina. Contudo, a capacidade de selamento desses materiais mostra-se controversa, havendo observações que não reportam à melhoria no selamento marginal de cimentos modificados quando comparados aos cimentos convencionais, pelo fato de os primeiros apresentarem coeficiente de expansão térmica e contração de presa significativamente maiores16,20.

As cavidades de classe V ou lesões de erosão e abrasão localizadas em áreas estéticas, atualmente, apresentam como opções restauradoras as resinas compostas, os cimentos ionoméricos restauradores modificados e a combinação de cimentos ionoméricos forradores com resinas compostas. O objetivo deste estudo foi avaliar, in vitro, o padrão de infiltração marginal desses materiais através da extensão de penetração de corante na interface dente/material.

 

MATERIAL E MÉTODO

Foram selecionados vinte e cinco dentes pré-molares e caninos humanos, hígidos, extraídos dentro de um período de seis meses e conservados em solução salina à temperatura ambiente. Os dentes foram limpos com curetas periodontais, e foi feita profilaxia com pedra-pomes. Em cada dente foram confeccionadas, com broca carbide nº 330 em alta rotação com refrigeração água/ar, duas cavidades classe V, uma na superfície vestibular, e outra, na lingual. O perímetro da cavidade foi delineado na superfície do dente com grafite, sendo as dimensões mésio-distal e cérvico-oclusal de 3 mm x 2 mm, respectivamente. A profundidade do preparo foi determinada pelo comprimento da ponta ativa da broca, correspondendo a 2 mm. As brocas foram substituídas a cada seis preparos. As cavidades a ser restauradas com resina composta apresentavam a margem oclusal em esmalte biselada em 45º, com ponta diamantada tronco-cônica, e a margem cervical em cemento terminando em 90º com a superfície externa. Os preparos a ser restaurados com cimentos ionoméricos restauradores apresentavam ambas as margens não biseladas. Todas as paredes da cavidade receberam acabamento com cortantes manuais. Os preparos mantiveram-se úmidos pela aplicação de um algodão embebido em água, até a execução dos procedimentos restauradores. Os materiais utilizados estão especificados na Tabela 1. Os espécimes foram divididos em cinco grupos, constituídos de cinco dentes cada e restaurados com os diferentes sistemas, seguindo-se as recomendações dos respectivos fabricantes:

 

TABELA 1 - Materiais testados.

Material

Fabricante

Lote
Fuji II LC GC Corp., Japão 071233
GC Fuji Lining LC GC Corp., Japão 150112
Vitrebond 3M Dental Prod.
Division, USA
19930504
Vitremer 3M Dental Prod.
Division, USA
19930804
Scotchbond
Multipurpose Dental
Adhesive System
3M Dental Prod.
Division, USA
19930622
Silux Plus 3M Dental Prod.
Division, USA
9CJ2

 

  • Grupo 1: O condicionador do sistema Scotchbond Multi-Uso (ácido maléico 10%) foi aplicado sobre o esmalte e a dentina com um pincel, por 15 segundos, lavado por 30 segundos e seco suavemente, para evitar o ressecamento. Em seguida, foram aplicados o "Primer" e o adesivo. A resina composta foi colocada em três incrementos, sendo o primeiro aplicado obliquamente sobre a parede oclusal, o segundo, sobre a parede gengival, e o terceiro, promovendo o contorno do dente através do uso de uma matriz de acetato de celulose. Cada incremento foi polimerizado separadamente por 30 segundos com um aparelho fotopolimerizador Heliomat II (Vigodent).
  • Grupo 2: O Vitremer Primer foi aplicado sobre o preparo por 30 segundos, seco com jato de ar e fotoativado por 20 segundos. O cimento Vitremer foi proporcionado, manipulado e colocado em um único incremento na cavidade com uma espátula de inserção. O material foi protegido com uma fita de acetato de celulose e fotopolimerizado por 40 segundos.
  • Grupo 3: O condicionador GC Dentin Conditioner (ácido poliacrílico 10%) foi aplicado ativamente com uma bolinha de algodão por 20 segundos sobre o preparo, lavado por 30 segundos e seco. O cimento GC Fuji II LC foi proporcionado, manipulado, inserido e fotopolimerizado de maneira idêntica à descrita no Grupo 2.
  • Grupo 4: O cimento Vitrebond foi aplicado sobre a superfície dentinária, limitando-se à junção dentina-esmalte na parede oclusal e estendendo-se a aproximadamente 0,1 mm da margem gengival, ou seja, o cimento ficou confinado por uma fina camada de resina composta. O cimento foi aplicado numa espessura mínima de 0,5 mm e fotopolimerizado por 40 segundos. Em seguida, foi realizado o condicionamento da margem de esmalte e da superfície dentinária exposta (não coberta pelo cimento) com o ácido do sistema adesivo Scotchbond Multi-Uso. O cimento não foi condicionado, e o sistema adesivo/resina composta foi aplicado como descrito no Grupo 1.
  • Grupo 5: O cimento GC Fuji Lining LC, o sistema adesivo e a resina composta foram aplicados de maneira idêntica à descrita no Grupo 4.

Todas as restaurações receberam polimento com disco Sof-Lex (3M Dental Prod. Division) após 7 dias de armazenagem em água destilada a 37ºC. Os espécimes foram então submetidos à ciclagem térmica numa máquina específica para esse fim, tendo sido realizados 500 ciclos nas temperaturas extremas de 4ºC e 60ºC, com um tempo de permanência de 30 segundos em cada banho. Após a termociclagem, os dentes tiveram seus ápices selados com resina composta, e sobre toda a superfície externa do dente, foram aplicadas duas camadas de esmalte de unha, exceto na área envolvendo a restauração e 1 mm além da margem desta. Os dentes foram imersos em solução de fucsina básica a 2% por 24 horas. Foram lavados em água corrente e seccionados longitudinalmente no sentido mésio-distal. As metades foram novamente seccionadas longitudinalmente, com um disco de diamante, através do centro de cada restauração. O grau de microinfiltração foi determinado pela extensão de penetração do corante das margens da restauração em direção à parede axial. As margens foram analisadas separadamente, sob aumento de 40 vezes, utilizando-se um microscópio cirúrgico MC 90 (DF Vasconcelos), e classificadas de acordo com o seguinte critério de escores:

0. nenhuma evidência de penetração de corante na interface dente/restauração;

1. penetração do corante em metade da extensão das paredes (< 1mm);

2. penetração do corante em toda a extensão das paredes (entre 1 e 2 mm);

3. penetração do corante em toda a extensão das paredes e em direção à polpa (> 2mm).

 

RESULTADOS

Os dados relativos à extensão da microinfiltração das margens oclusal (esmalte) e gengival (cemento/dentina) dos cinco grupos testados estão expressos nas Tabelas 2 e 3 e nos Gráficos 1 e 2. A análise estatística dos resultados foi feita através dos testes de Kruskal-Wallis, entre materiais, e Wilcoxon, entre margens. Não foram observadas diferenças significantes entre os grupos, tanto para margem oclusal como para margem gengival, embora em todos os grupos tenha sido observado algum grau de microinfiltração. O padrão de microinfiltração entre as margens oclusal e gengival não diferiu estatisticamente.

 

TABELA 2 - Microinfiltração nas margens oclusais
Grupo Grau de microinfiltração
0 1 2 3
1 2 4 1 2
2 0 10 0 0
3 0 7 3 0
4 5 2 2 1
5 2 5 3 0

 

TABELA 3 - Microinfiltração nas margens gengivais
Grupo Grau de microinfiltração
0 1 2 3
1 0 6 1 2
2 3 6 0 1
3 0 8 2 0
4 2 5 1 2
5 1 4 3 2

 

 

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DISCUSSÃO

Os estudos destinados à avaliação do padrão de microinfiltração na interface dente/material são, na sua maioria, laboratoriais. Contudo, há uma grande variação na metodologia empregada, o que dificulta comparações entre os resultados obtidos21.

Entre os fatores que contribuem para a ocorrência da microinfiltração em restaurações de resina composta, principalmente em margens sem esmalte, podem-se citar a contração de polimerização da resina, a diferença entre o coeficiente de expansão térmica do material e da estrutura dentária e a ausência de união química da resina composta ao dente24.

Considerando essas características, o cimento de ionômero de vidro apresenta propriedades mais favoráveis e, quando empregado como base sob restaurações de resina, além de diminuir o volume do material restaurador, aumenta a flexibilidade da restauração pela absorção dos estresses desenvolvidos durante e após a presa da resina14. No entanto, há muitas evidências conflitantes a respeito do potencial de selamento de restaurações laminadas, sendo sua eficácia comprovada em alguns estudos15,17,19,21 e contestada em outros1,4,5. Neste estudo, não foi verificada diferença significativa no padrão de infiltração entre restaurações de resina composta e restaurações laminadas. A presença de corante foi verificada entre o cimento ionomérico e a dentina, sugerindo o deslocamento do cimento das paredes cavitárias3,12,27.

Aos cimentos ionoméricos modificados por componentes resinosos, são atribuídas presa imediata e resistência inicial de união à dentina superior aos cimentos convencionais24. Essa adesão imediata à estrutura dentária não foi suficiente, entretanto, para reduzir a microinfiltração nas restaurações laminadas testadas. Embora não tenham sido testados cimentos convencionais neste estudo, a literatura reporta-se a um comportamento variável na comparação da "performance" de materiais modificados e convencionais no que se refere ao selamento marginal, pois, apesar de uma união imediata, os cimentos modificados apresentam um coeficiente de expansão térmica superior aos dos cimentos de presa química, embora ainda menor do que o das resinas compostas7,9,24.

No presente experimento, foi observada a presença de microinfiltração na interface dente/material para todos os grupos testados, que não diferiram estatisticamente entre si, demonstrando que nenhum dos sistemas promoveu o selamento ideal das interfaces. Tanto na margem oclusal como na margem cervical, na maioria dos espécimes, predominou um padrão de infiltração discreto, limitada à metade da extensão das paredes, o que está de acordo com os dados de TRUSHKOWSKY; GWINNETT25 (1996), que testaram os mesmos materiais. Porém, em algumas amostras, foi observada uma microinfiltração severa ultrapassando os limites cavitários em direção à polpa.

Não houve diferença estatística quanto ao grau de infiltração marginal entre as margens de dentina/cemento e as de esmalte, o que foi inesperado, pois a literatura relata um vedamento superior da margem oclusal2,13,17,21, embora PUCKETT et al.16 (1995) também não tenham observado diferença estatística quanto ao grau de microinfiltração nas margens oclusal e gengival em dentes bovinos restaurados com cimentos ionoméricos restauradores convencionais e modificados. O condicionamento do esmalte com ácido fosfórico 37%, em vez de com ácido maléico, poderia reduzir a microinfiltração na interface25 dente/restauração. Esse fato também poderia ter ocorrido devido a alguma alteração estrutural do esmalte, embora tenham sido rigorosamente observados o período e o meio de armazenagem dos dentes, e tenha sido evitada a desidratação destes durante sua manipulação.

Contudo, a extrapolação dos resultados in vitro para considerações in vivo não pode ser feita de maneira direta, pois o sucesso de um material é indicado por sua longevidade na cavidade oral, e estudos clínicos são essenciais. Avaliações clínicas feitas por períodos de 2 a 4 anos têm mostrado bom desempenho de restaurações laminadas e de resina composta, havendo um alto índice de sucesso para restaurações classe II6,8 e restaurações classe V14,26.

Os cimentos ionoméricos restauradores modificados por componentes resinosos são materiais recentes, e não há dados clínicos disponíveis. No entanto, as evidências laboratoriais apontam-nos como materiais promissores20.

 

CONCLUSÕES

De acordo com os resultados obtidos, conclui-se que:

1. Nenhum dos sistemas restauradores testados foi capaz de eliminar a microinfiltração nas margens oclusal e cervical.

2. Os diferentes materiais empregados apresentaram comportamento similar com relação à capacidade de selamento.

 

 


ZANATA, R. L.; PALMA, R. G.; NAVARRO, M. F. L.  In vitro evaluation of marginal leakage in class V restorations using different combinations of composite resin and glass ionomer cement.  Rev Odontol Univ São Paulo, v. 12, n. 2, p. -, abr./jun. 1998.

The purpose of this study was to compare the microleakage of class V restorations using different combinations of glass ionomer/composite resin. Fifty cavities were prepared on the buccal and lingual aspects of recently extracted premolars and canines. The gingival margins of the preparations were extended into the cementum, and the occlusal margins were kept at the enamel level. The teeth were then divided into five groups and restored as follows: resin-modified glass ionomer cement restorative materials (Fuji II LC and Vitremer); composite resin/adhesive system (Scotchbond Multipurpose/Silux Plus); sandwich technique using the same composite resin/adhesive system and a resin-modified glass ionomer cement liner material (Vitrebond and GC Lining LC). The teeth were stored in distilled water, finished and thermocycled prior to immersion in a 2% basic fuchsin solution. The depth of dye penetration was scored and the results analyzed using Kruskal-Wallis and Wilcoxon Tests. The results revealed no significant differences between any of the groups for both cervical and occlusal margins.

UNITERMS: Microleakage; Composite resin; Glass ionomer cements.


 

 

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Recebido para publicação em 07/05/97
Aceito para publicação em 04/08/97

 

 

* Aluna de Pós-Graduação em Dentística, em nível de Doutorado, e *** Professora Associada do Departamento de Dentística da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo.
** Aluna de Pós-Graduação em Dentística, em nível de Doutorado, da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo.