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Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo

Print version ISSN 0103-0663

Rev Odontol Univ São Paulo vol.12 n.2 São Paulo Apr. 1998

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-06631998000200008 

Materias Dentários

 

Alterações nas propriedades físicas do amálgama dental por perda de mercúrio durante a trituração mecânica

Modification of the physical properties of dental amalgam due to mercury leakage during mechanical trituration

 

Tomio NONAKA*
Dionísio VINHA**
Guilherme Brião CAMACHO***
Geovani Luis PANDOLFO****

 

 


NONAKA, T.; VINHA, D.; CAMACHO, G. B.; PANDOLFO, G. L.  Alterações nas propriedades físicas do amálgama dental por perda de mercúrio durante a trituração mecânica.  Rev Odontol Univ São Paulo, v. 12, n. 2, p. 137-142, abr./jun. 1998.

O objetivo deste trabalho é verificar, quantitativa e comparativamente, durante a trituração mecânica do amálgama, a ocorrência de perdas de mercúrio em cápsulas, disponíveis em nosso mercado, e os possíveis efeitos dessas perdas sobre as propriedades físicas do material. Os efeitos analisados foram resistência à compressão, alterações dimensionais e fluência estática ("creep" estático).

UNITERMOS: Amálgama dentário; Perda de mercúrio; Alterações dimensionais; Fluência estática.


 

 

INTRODUÇÃO

Não somente o comportamento clínico, mas também as propriedades físicas e mecânicas dos amálgamas dentais foram, ao longo dos anos, sendo melhorados. Algumas dessas melhorias foram devidas às mudanças químicas nas ligas e às alterações no tamanho das partículas, nas proporções liga/mercúrio e nas técnicas de trituração, de condensação e de polimento.

Trabalhos antológicos, como os de HEALEY; PHILLIPS5 (1949) e de ANAISE; SHEM-TOV1 (1982), foram importantes para a melhoria das preparações cavitárias e para a maior consideração das técnicas de manipulação do amálgama por parte dos profissionais.

PHILLIPS; BOYD14 (1947) foram os primeiros a alertar que pequenas variações na proporção liga/mercúrio modificam os percentuais de mercúrio residual, causando perda da resistência, alterações dimensionais e aumento do escoamento dos amálgamas. Em 1972,  MAHLER; VAN EYSDEN7 confirmam que apenas um pequeno aumento no conteúdo do mercúrio remanescente afeta negativamente as boas propriedades do amálgama.

PHILLIPS13 (1973) é taxativo ao exigir correta proporção entre liga e mercúrio para se evitarem alterações dimensionais excessivas, e O’BRIEN; RYGE11 (1981) afirmam que a relação liga/mercúrio apresenta efeito profundo sobre todas as propriedades do amálgama.

Embora seja conhecido que as triturações manual e mecânica produzem resultado final de massa igual, quando corretamente executada, a trituração mecânica se impõe progressivamente, eliminando falhas que poderiam ocorrer na trituração manual devido à fadiga do profissional ao final do dia.

Durante a trituração mecânica, liga e mercúrio são pesados e colocados em cápsulas (com ou sem pistilo), que, por sua vez, são encaixadas na haste do triturador; a trituração é realizada por um período de tempo que pode variar de acordo com o tipo de liga e do amalgamador. Essas cápsulas podem conter tampa com rosca e sem rosca, que é fechada com ligeira pressão.

Segundo JØRGENSEN; OKUDA6 (1971) e NIXON et al.10 (1981), essas tampas podem permitir que uma pequena quantidade de mercúrio seja jogada para fora da cápsula, formando aerosóis e aumentando o risco de contaminação para os profissionais. Entre nós, trabalhos de RIBEIRO et al.15 (1986) e de NASCIMENTO et al.9 (1991) demonstraram a inexistência de cápsulas herméticas e, na maioria das vezes, uma quantidade de mercúrio perdida significativamente elevada.

Este trabalho tem como objetivo analisar quantitativamente e comparativamente, durante a trituração mecânica do amálgama, a perda de mercúrio ocorrida nas cápsulas disponíveis em nosso mercado e os possíveis efeitos dessas perdas sobre as propriedades físicas do material.

 

MATERIAL E MÉTODOS

A - Para avaliar a perda de mercúrio

Para verificar o possível vazamento de mercúrio durante a trituração mecânica de amálgamas, foram utilizadas cinco cápsulas de cada marca mencionada no Quadro 1. O método utilizado para essa verificação é semelhante ao descrito por JØRGENSEN; OKUDA6 (1971), sendo modificado para se tornar mais próximo das atividades clínicas rotineiras.

 

QUADRO 1 - Cápsulas para trituração da amálgama testadas.
Sigla Distribuidor/cápsula Origem
C1 Deltronix/sem rosca Brasil
C2 Caulk/sem rosca EUA
C3 Sybron-Kerr/com rosca EUA
C4 Deltronix/com rosca Brasil
C5 Crescent/com rosca e vedante EUA

 

A liga utilizada foi o Novo True Dentalloy (SS White) e o mercúrio, o quimicamente puro, tridistilado, também do mesmo fabricante. A proporção liga/mercúrio foi de 0,600 g de liga para 0,780 g de mercúrio, seguindo-se a especificação do fabricante, proporção essa obtida em balança de precisão com exatidão de 0,001 g.

Determinadas as proporções, as partes foram colocadas nas cápsulas citadas, que eram utilizadas sem pistilo no amalgamador mecânico Crescent, de alta velocidade, com tempo de trituração de 10 segundos.

As cápsulas (C1, C2, C3, C4 e C5) com a liga e o mercúrio proporcionados foram pesadas 10 vezes cada uma antes da trituração e outras 10 vezes depois da trituração. As diferenças entre as duas pesagens — inicial e final — determinaram a quantidade de perda de mercúrio (em gramas).

B - Para avaliar os efeitos da perda de mercúrio

Foram executados ensaios mecânicos e físicos com os amálgamas obtidos após as pesagens. Confeccionaram-se, então, corpos-de-prova para os ensaios de "creep", de alterações dimensionais e de resistência à compressão.

Todos os corpos-de-prova mediam 8,0 mm de altura por 4,00 mm de diâmetro e foram obtidos condensando-se a massa de amálgama dentro de uma matriz de aço inox.

Foram confeccionados 180 corpos-de-prova, sendo 25 para os testes de "creep", 10 para os testes de alterações dimensionais e 150 para os ensaios de resistência à compressão, que foram armazenados em estufa a 37ºC e umidade relativa de 90% durante 7 dias.

Testes de fluência estática ("creep")

De cada cápsula relacionada no Quadro 1, foram obtidos 5 corpos-de-prova, totalizando 25. Decorridos os 7 dias de armazenagem, as suas extremidades foram regularizadas com lixa de granulação 600, e procedeu-se à primeira medição com paquímetro de precisão (Mitutoyo).

Em seguida, cada corpo-de-prova foi submetido a uma carga estática de 36 MPa por 4 horas, empregando-se, para isso, o aparelho B & R (BAEZ & RAMSDEN); após 1 hora e 4 horas, novas medidas foram obtidas.

Para o cálculo da porcentagem de "creep", aplicou-se a fórmula preconizada pela ADA: diferença entre as medidas obtidas entre a 1ª e a 4ª horas, dividida pelo comprimento original, multiplicando-se por 100.

Testes de alterações dimensionais

Para esses ensaios, empregaram-se 02  (dois) corpos-de-prova para cada cápsula contida no Quadro 1.

Juntamente com o aparelho B & R, os corpos-de-prova foram colocados dentro de uma estufa e mantidos a 37,5ºC durante todo o experimento. A primeira medida (por meio de paquímetro Mitutoyo) foi feita após 5 minutos e, a seguir, foram obtidas medidas aos 10, 15, 30, 60, 120, 180, 240, 360, 420, 480, 660 e 1440 minutos.

Testes de resistência à compressão

Foram confeccionados 30 corpos-de- prova com o material obtido de cada cápsula listada no Quadro 1, que foram testados da seguinte maneira: 10 espécimes testados após 1 hora de suas confecções; 10 outros após 24 horas de suas confecções e outros 10 testados após 7 dias de suas confecções.

Para esses testes, empregou-se a máquina de ensaios universais INSTRON (LDCELL) com as seguintes características: 50 KN, F.S.L.: 10 KN, velocidade de 0,2 mm/minuto e velocidade do papel de 100 mm/minuto2,3,4,8,12.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A - Quantidade de perda de mercúrio

A Tabela 1 contém os valores obtidos da diferença entre as pesagens inicial e final das cápsulas com a liga e o mercúrio (média de 10 medidas por cápsula).

 

TABELA 1 - Quantidade de perda de mercúrio (em grama).
Medidas C1 C2 C3 C4 C5
1 0,000 0,000 0,001 0,003 0,001
2 0,000 0,000 0,002 0,002 0,000
3 0,000 0,000 0,001 0,002 0,001
4 0,000 0,000 0,002 0,001 0,000
5 0,000 0,000 0,003 0,001 0,000
6 0,000 0,000 0,001 0,002 0,000
7 0,000 0,000 0,001 0,002 0,001
8 0,000 0,000 0,002 0,001 0,000
9 0,000 0,000 0,001 0,002 0,000
10 0,000 0,000 0,002 0,001 0,000

 

B - Efeitos de perda de mercúrio

Testes de fluência estática ("creep")

A Tabela 2 reflete a porcentagem de "creep", segundo o método utilizado, por cápsula e por corpo-de-prova.

 

TABELA 2 - Médias de fluência estática ("creep") (em porcentagem).
Sigla

Corpo-de-Prova

1 2 3 4 5
C5 0,480 0,482 0,483 0,474 0,401
C4 0,511 0,558 0,396 0,390 0,387
C3 0,235 0,255 0,384 0,381 0,410
C2 0,241 0,253 0,258 0,256 0,244
C1 0,357 0,399 0,411 0,413 0,410

 

Esses valores foram submetidos a tratamento estatístico pela análise de variância e teste de Tukey. Constatou-se que os valores de "creep" dos corpos-de-prova tiveram o seguinte comportamento: C1 ¹ C3 = C5 ¹ C2 = C4, ou seja, a fluência dos corpos-de-prova de amálgamas triturados nas cápsulas com tampa lisa (com menor percentual de vazamento) apresentou valores menores. Os corpos-de-prova sofreram menores deformações, o que nos leva a inferir que o vazamento maior de mercúrio ocorrido nas cápsulas com rosca produziu modificações da proporção limalha/mercúrio e, por conseguinte, resultados de fluência estática mais pobres. Já os corpos-de-prova obtidos de amálgamas triturados em cápsulas com rosca e vedante de borracha apresentaram os valores mais elevados de fluência; entretanto, no teste de vazamento, esses corpos-de-prova se equipararam aos obtidos de cápsulas com rosca.

Testes de alteração dimensional

Na Tabela 3, estão os valores de alteração dimensional, por cápsulas e por corpo-de-prova (média original de 13  medidas executadas ao longo do tempo de 1440 minutos).

 

TABELA 3 - Valores originais de alterações dimensionais
Tempos C1 C2 C3 C4 C5
CP1 CP2 CP1 CP2 CP1 CP2 CP1 CP2 CP1 CP2
5' 0,006 0,008 0,008 0,006 0,008 0,008 0,008 0,008 0,008 0,008
10' 0,012 0,012 0,012 0,010 0,014 0,012 0,012 0,012 0,014 0,012
15' 0,016 0,018 0,018 0,012 0,018 0,018 0,018 0,018 0,018 0,018
30' 0,016 0,020 0,020 0,016 0,018 0,020 0,020 0,020 0,018 0,020
60' 0,016 0,020 0,020 0,016 0,020 0,020 0,022 0,020 0,020 0,020
120' 0,016 0,020 0,020 0,016 0,020 0,020 0,022 0,020 0,020 0,020
180' 0,016 0,020 0,020 0,016 0,020 0,020 0,022 0,020 0,020 0,020
240' 0,016 0,022 0,020 0,016 0,020 0,022 0,022 0,022 0,020 0,022
360' 0,016 0,022 0,020 0,016 0,022 0,022 0,022 0,022 0,020 0,022
420' 0,016 0,022 0,020 0,016 0,022 0,022 0,024 0,022 0,022 0,022
480' 0,016 0,022 0,020 0,016 0,022 0,022 0,024 0,022 0,022 0,022
660' 0,016 0,022 0,018 0,016 0,022 0,022 0,024 0,022 0,022 0,022
1440' 0,018 0,024 0,018 0,016 0,018 0,024 0,024 0,024 0,022 0,024

 

Na Tabela 4, encontram-se as médias dos valores contidos na Tabela 3.

 

TABELA 4 - Médias de alterações dimensionais, por cápsula e por corpo-de-prova (em milímetro).
Sigla CP1 CP2 Médias
C1 0,196 0,252 0,224
C2 0,234 0,188 0,211
C3 0,244 0,252 0,248
C4 0,264 0,252 0,258
C5 0,246 0,252 0,249

 

Para a análise dos resultados desses testes, não se usou tratamento estatístico, dado que a especificação da ADA define que os valores dessa propriedade não devem exceder a ± 20 mm; dessa maneira, os resultados são melhor analisados em tabelas que contêm dados originais.

Da análise das Tabelas 3 e 4, depreende-se que as menores alterações dimensionais ocorreram nos corpos-de-prova confeccionados com amálgama triturado em cápsulas sem rosca (C2 e C1). Certamente, os valores mais pobres obtidos naqueles espécimes que foram triturados em cápsulas com rosca ocorreram devido à perda maior de mercúrio durante a trituração, alterando, portanto, as proporções liga/mercúrio e, conseqüentemente, as propriedades mecânicas do amálgama.

Testes de resistência à compressão

A Tabela 5 contém as médias dos valores nos testes de resistência à compressão. Neles, os testes de aderência à curva normal e de homogeneidade de Cochran mostram que os valores originais apresentam distribuição normal e que a amostra testada é homocedástica. Esses dados permitem que  se opte, com segurança, pela análise de variância, o que foi feito.

 

TABELA 5 - Médias de resistência à compressão (em kg/cm2).
Sigla 1 hora 24 horas 168 horas
C1 996,756 3.604,999 3.782,790
C2 909,929 3.509,924 3.695,159
C3 994,582 3.420,305 3.679,060
C4 903,733 3.488,532 3.665,252
C5 892,505 3.613,002 3.729,617

 

Após essa análise, viu-se que as médias de resistência à compressão calculadas para o teste de Tukey a 5% mostram valores estatisticamente diferentes entre os corpos-de-prova triturados nas cápsulas testadas, em relação tanto com o fator de variação "Tempo" (T1/60 minutos, T2/24 minutos, T3/7 dias) quanto com o fator "cápsulas" (C1-C2-C3-C4-C5). Quanto à variável "Tempo", podemos afirmar que T1 ¹ T2 ¹ T3, ou que existe diferença estatisticamente significante nos valores de resistência à compressão nos três tempos estudados (60 minutos, 24 horas e 7 dias). Com isso, podemos afirmar que a resistência à compressão do amálgama aumenta com o tempo; daí o fato de a maior incidência de fraturas de restaurações com amálgama ocorrer nas primeiras horas.

Com relação à variável "cápsula", pode-se afirmar que C1 = C3 = C2 = C5 ¹ C4 quanto à resistência à compressão dos corpos-de-prova triturados, ou seja, os corpos-de-prova triturados na cápsula C1 (Deltronix sem rosca) apresentaram resultados significativamente mais elevados do que aqueles triturados na cápsula C4 (Deltronix com rosca). Esse fato é indicativo de que os corpos-de-prova triturados com cápsulas sem rosca (menor vazamento de mercúrio) apresentaram resultados de resistência à compressão mais elevados do que aqueles triturados nas cápsulas com rosca (maior vazamento de mercúrio), comprovando, assim, a existência de alterações nas proporções limalhas/mercúrio ocorridas durante a trituração nas cápsulas com maior percentual de perda de mercúrio.

 

CONCLUSÕES

1. Das cinco cápsulas utilizadas, somente as C1 e C2 não apresentaram perda de mercúrio.

2. As cápsulas com rosca perderam mais mercúrio, porém, não houve diferença estatística significante entre elas, exceção à cápsula com rosca e vedante de borracha, que apresentou resultados semelhantes aos das cápsulas sem rosca.

3. Os corpos-de-prova confeccionados com amálgamas triturados em cápsulas sem rosca (menor vazamento de mercúrio) apresentaram resultados de resistência à compressão mais elevados do que aqueles triturados nas cápsulas com rosca (maior vazamento de mercúrio).

4. Pode-se dizer que a fluência estática dos corpos-de-prova feitos com amálgamas triturados nas cápsulas com tampa lisa (com menor percentual de vazamento) apresentou valores mais baixos.

5. Os corpos-de-prova obtidos com amálgamas triturados em cápsulas com rosca e vedante de borracha apresentaram os valores mais elevados de fluência, embora, no teste de vazamento, essas cápsulas tenham se equiparado às sem rosca.

6. As menores alterações dimensionais ocorreram nos corpos-de-prova triturados em cápsulas Caulk sem rosca, seguidas pelas Deltronix sem rosca e, finalmente, pelas cápsulas com tampas rosqueadas.

7. As propriedades físicas testadas apresentaram valores mais pobres quando os corpos-de-prova foram triturados em cápsulas com tampa rosqueada, exatamente as que perdem mais mercúrio durante a trituração, indicando seguramente alteração da proporção limalha/mercúrio.

 

 


NONAKA, T.; VINHA, D.; CAMACHO, G. B.; PANDOLPO, G. L.  Modification of the physical properties of dental amalgam due to mercury leakage during mechanical trituration.  Rev Odontol Univ São Paulo, v. 12, n. 2, p. 137-142, abr./jun. 1998.

The purpose of this study was to evaluate quantitatively and comparatively, the occurrence of mercury leakage during the mechanical trituration of amalgam from capsules available in the domestic marketplace, and the possible effects of this leakage on the physical properties of the material. Analyzed items were compressive strength, dimensional change, and static creep.

UNITERMS: Dental amalgam; Mercury leakage; Dimensional change; Static creep.


 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 09/05/97
Aceito para publicação em 28/08/97

 

 

* Professor Assistente Doutor e ** Professor Titular do Departamento de Odontologia Restauradora da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
*** Pós-graduando em Reabilitação Oral pela Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
****Cirurgião-Dentista.

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