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Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo

Print version ISSN 0103-0663

Rev Odontol Univ São Paulo vol.13 n.1 São Paulo Jan./Mar. 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-06631999000100007 

Dentística

 

Resistência à tração entre amálgama e resina composta em diferentes condições de oxidação - estudo in vitro

 

In vitro tensile bond strength between composite resin and amalgam - effects of oxidation conditions

 

Michel Nicolau YOUSSEF*
Hugo Roberto LEWGOY**
Mauricio Rufaiel MATSON**
Felipe Valades Herruso PEREIRA***
Camillo ANAUATE NETTO****

 

 


YOUSSEF, M. N.; LEWGOY, H. R.; MATSON, M. R.; PEREIRA, F. V. H.; ANAUATE NETTO, C. Resistência à tração entre amálgama e resina composta em diferentes condições de oxidação - estudo in vitro. Rev Odontol Univ São Paulo, v. 13, n. 1, p. 25-30, jan./mar. 1999.

Este trabalho estuda in vitro a resistência à tração de corpos-de-prova de amálgama-resina composta unidos pelo adesivo dental Scotchbond Multi-Uso Plus. Os corpos-de-prova foram divididos em três grupos de dez, sendo que cada corpo era o resultado da união de dois discos, um de amálgama e outro de resina composta. Esses discos foram obtidos dentro de cilindros de baquelite e sofreram acabamento superficial com lixa de grana 600. Pretendeu-se simular a técnica do amalcomp e verificar a resistência à tração entre o amálgama e a resina composta em diferentes condições de oxidação do amálgama. Dos resultados obtidos e mediante análise de variância e teste de Tukey a 5%, pôde-se concluir que: o Grupo 3, que ficou na saliva artificial por trinta dias e portanto sofreu maior oxidação, apresenta resistência à tração superior e estatisticamente significante em relação aos grupos 1 e 2; o Grupo 2, que ficou na saliva por sete dias e sofreu menor oxidação, não apresenta resistência à tração estatisticamente superior ao Grupo 1 de amálgama recém-condensado.

UNITERMOS: Resistência à tração; Oxidação do amálgama.


 

 

INTRODUÇÃO

Nos dias atuais, em que a estética é um dos principais requisitos das restaurações dentárias, o amálgama, em algumas situações, pode ter sua indicação comprometida, como, por exemplo, nas cavidades de classe II em dentes pré-molares superiores.

No entanto, problemas como a contração de polimerização, perda de volume pela menor resistência ao desgaste oclusal, dificuldade na reconstrução e manutenção da área de contato proximal, além da possibilidade de microinfiltração em regiões cervicais subgengivais com pouco ou nenhum esmalte remanescente, impedem que as resinas sejam utilizadas indistintamente em dentes posteriores4,715.

A Odontologia adesiva moderna possui um tripé de sustentação: a técnica do condicionamento ácido desenvolvida por BUONOCORE6 (1955), as modificações nas resinas compostas propostas por BOWEN5 (1963) e a camada híbrida descrita por NAKABAYASHI14 (1991).

Além da união química e micromecânica entre os adesivos e os tecidos dentais, existe também a união destes aos metais e às resinas2,3,8,10,12,13,16.

Técnicas que combinam amálgama com resina composta em dentes posteriores, na qual basicamente a parte estética comprometida do amálgama é substituida por resina, têm sido propostas na literatura1,7,9. Considerando as propriedades dos adesivos, a restauração de classe II realizada com amálgama e resina composta, denominada de amalcomp, procura explorar as qualidades do amálgama nas regiões onde a resina não teria um bom comportamento, e ao mesmo tempo utiliza as qualidades estéticas da resina onde o amálgama não satisfaz.

O momento da restauração com resina sobre o amálgama em classe II tem sido uma dúvida para o clínico. A resina deve ser colocada na mesma sessão que o amálgama ou deve ser colocada posteriormente? Terá a oxidação do amálgama influência no aumento da retenção ou não?

Procuramos, assim, verificar a influência da oxidação do amálgama na força de retenção entre a resina e o amálgama em diferentes condições de oxidação de superfície do amálgama.

 

MATERIAL E MÉTODO

Dentro de cilindros de baquelite, prepararam-se 30 corpos-de-prova, constituídos de dois discos, um de amálgama e outro de resina composta, unidos por um sistema adesivo.

Para a confecção dos discos de amálgama foi utilizada uma liga convencional Velvalloy (SS. White). A dosagem e a trituração foram realizadas no amalgamador Dentomat II (Degussa) pelo tempo de 15 segundos a cada duas porções. A homogeneização foi realizada em pano de linho e para a inserção do material na cavidade utilizou-se um porta-amálgama plástico (Jon). A condensação do amálgama foi manual, sendo realizada no dinamômetro modelo FB (Imada), para o controle da força de condensação exercida, que ficou em torno de 2 kgf.

Utilizando-se um torno mecânico Nardini modelo 500 ES (Nardini), os cilindros de baquelite foram aplanados e sofreram um rebaixo de 1 mm até o limite do disco de amálgama, com o objetivo de se conseguir uma superfície nivelada e em alto relevo do disco de amálgama. Assim, puderam-se unir os discos com adesivo, sem interferência da superfície do cilindro de baquelite.

Para a confecção dos discos de resina composta foi utilizada a resina microíbrida Z-100 (3M). Realizou-se a técnica incremental para acomodar a resina de cor A2 no preparo do cilindro de baquelite, em camadas de aproximadamente 2 mm com fotopolimerização de 40 segundos por camada, realizada por um aparelho XL 3000 (3M) com comprimento de onda auferido em 500 nanômetros. Após o preenchimento total do preparo, os cilindros de baquelite com os discos de resina foram aplanados da mesma forma que os de amálgama, porém não foi realizado rebaixe, pois este procedimento confeccionado em apenas um dos lados mostrou-se suficiente para evitar interferências do baquelite na união entre os materiais. Todos os discos ficaram com 6 mm de diâmetro e sofreram acabamento superficial com lixa d’água de grana 600.

Foram preparados quatro litros de saliva artificial com a seguinte composição: pectina (1,0 g), colesterol (0,1 g), uréia (0,5 g), glicose (0,2 g), bicarbonato de sódio (0,1 g), cloreto de sódio (0,8 g), fosfato monossódico/H2O (0,5 g), sulfato de amônio (0,3 g), soro sangüíneo (10,0 ml), água q.s.p. (1 litro).I 

Os discos de amálgama foram separados em 3 grupos. No primeiro grupo, foram unidos aos discos de resina composta imediatamente após a sua confecção. No segundo grupo, foram armazenados em estufa bacteriológica a uma temperatura de 37°C + 1, e imersos em saliva artificial por 7 dias, antes da união. No terceiro grupo, foram armazenados da mesma forma que os do segundo grupo, porém pelo período de 30 dias, antes da união com os discos de resina composta.

O adesivo utilizado foi o Scotchbond Multi-Uso Plus (3M) na forma de dupla polimerização. Conforme as instruções do fabricante, utilizou-se o adesivo, com a adição do catalisador (frasco nº 3,5) ao agente adesivo (frasco nº 3). Para cada corpo-de-prova dispensou-se uma gota do adesivo e uma gota do catalisador no casulo plástico de manipulação. Aplicou-se o adesivo, com o auxílio de um pincel descartável Microbrush (Microbrush) em quantidades iguais, sobre toda a superfície do amálgama e da resina composta. Para manter os corpos-de-prova sob uma força constante até a polimerização do adesivo, utilizou-se o dinamômetro com 6 kgf de carga por um período de cinco minutos.

Após a união adesiva, os corpos-de-prova foram submetidos a um ensaio de tração em uma máquina de Teste Universal modelo MEM 30000 (Emic) a uma velocidade de 0,5 mm/min.

Os corpos-de-prova foram fixados para o ensaio, através de uma morsa autocentrante parafusada na base da máquina de teste. Na lateral do corpo-de-prova, correspondente ao disco de resina, fixava-se um gancho metálico de tração que por sua vez se unia ao parafuso fixo da parte móvel da máquina de teste através de duas argolas de aço, evitando que a tração fosse realizada de forma excêntrica, mantendo a axialidade de carregamento (Figura 1).

 

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FIGURA 1 - Acoplamento dos espécimes à máquina de ensaios para realização do teste de tração.

 

RESULTADOS

Os valores de carga do teste de tração, obtidos em kgf, foram transformados em kg/cm2 e os resultados transformados em logaritmo. O tratamento estatístico foi iniciado pela análise de variância, que indicou diferenças ao nível de 5% de confiança entre os grupos estudados. A conversão do teste de tração de kgf para kg/cm2 é apresentada na Tabela 1, e a análise de variância, na Tabela 2.

 

TABELA 1 - Resultados em kgf e conversão para kg/cm2 dos ensaios de tração, dos corpos-de-prova amálgama-resina composta unidos pelo adesivo Scotchbond Multi Uso Plus.

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TABELA 2 - Análise de variância a 5%.

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Aplicou-se, então, o teste de Tukey, que indicou ser o resultado do Grupo 3 superior e estatisticamente significante ao nível de 5% de probabilidade (a > 0,05) em relação aos grupos 1 e 2. Os resultados do teste de Tukey não indicaram diferenças estatisticamente significantes entre os grupos 1 e 2. A Tabela 3 apresenta os resultados do teste de Tukey.

 

TABELA 3 - Teste de Tukey em logaritmo com significância a 5%.

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Na Tabela 4, apresentam-se as médias simples obtidas (x), o desvio padrão (DP) e o coeficiente de variação (CV) dos grupos estudados em kg/cm2, que indicam a dispersão ou variabilidade das amostras em torno da média.

 

TABELA 4 - Médias (x) e desvio padrão (DP) em kg/cm2 e coeficiente de variância (CV) em % dos grupos estudados.

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DISCUSSÃO

O amalcomp, restauração mista ou combinada, é um método alternativo de tratamento, no qual se espera incorporar as propriedades mecânicas do amálgama às qualidades estéticas das resinas compostas. Muitos autores têm apresentado trabalhos descrevendo técnicas de restaurações combinadas entre amálgama e resina composta1,7,9.

Pôde-se verificar, revisando a literatura sobre amalcomp, que existem basicamente três formas para a realização da técnica restauradora, no que diz respeito à união entre o amálgama e a resina composta: restauração em apenas um tempo operatório, unindo-se a resina ao amálgama recém-condensado; restauração em dois tempos operatórios, executando a restauração com amálgama em uma sessão e completando a parte estética com resina em outra sessão, com intervalo de mais ou menos 7 dias; e restauração também em dois tempos, mas com grande intervalo de tempo, por volta de 30 dias.

De acordo com os resultados obtidos nesta pesquisa, observa-se que a oxidação da superfície do amálgama pode influenciar na força de união (resistência à tração) entre o amálgama e a resina composta. A liga convencional Velvalloy foi utilizada por ser um produto muito encontrado no mercado brasileiro e também por sofrer oxidação em função da fase gama 2 . O adesivo escolhido, Scotchbond Multi-Uso Plus, tem, além das propriedades adesivas às estruturas dentais e à resina composta, a capacidade, segundo seu fabricante, de união aos metais.

Segundo TANAKA et al.16 (1988), a oxidação das superfícies metálicas pode melhorar significativamente a força de ligação com os agentes adesivos, pela interação do adesivo com o filme de óxidos metálicos. Em 1994, HADAVI et al.11 afirmaram que o condicionamento ácido do amálgama, por remover a camada de óxidos, favorece a infiltração. Estas afirmações vêm ao encontro dos resultados obtidos neste estudo, em que o único grupo com diferença estatisticamente significante foi o Grupo 3 (armazenado em saliva por 30 dias) que sofreu maior oxidação da liga. Como não houve diferença estatisticamente significante entre o Grupo 1 e o Grupo 2, pode-se afirmar que não existe variação na resistência à tração tanto na restauração em um ato como em dois atos operatórios. Já os resultados do Grupo 3 mostram que, do ponto de vista da resistência à tração, parece não haver contra-indicação na utilização de restaurações de resina sobre amálgama com maiores intervalos de tempo, pois a oxidação contribui para o aumento da força de união.

Dentre os trabalhos pesquisados, todos os resultados foram superiores aos encontrados em nosso estudo, porém isto pode ser explicado por diferenças entre os produtos utilizados, condições de armazenagem dos corpos-de-prova, limpeza e acabamento das superfícies, além do tipo de teste empregado.

O teste de tração ou arrancamento é uma prova difícil que normalmente indica valores menores que o teste de cisalhamento. Isto explica os baixos resultados obtidos pelos grupos 1, 2 e 3. Outro ponto importante é a falta de padronização entre as metodologias das pesquisas, o que acaba interferindo nos resultados finais. HADAVI et al.12 (1991) e CHANG et al.8 (1992) concordam que trabalhos sobre a união do amálgama às resinas compostas apresentam muitas vezes resultados diferentes, devido às variações de uma pesquisa para outra. BAPNA; MUELLER2 (1993), por exemplo, afirmam que a diferença entre o acabamento com lixa de grana 600 e uma broca carbide é grande, podendo ocorrer maior retenção mecânica no tratamento com broca. Em 1994, BARBERO et al.3 verificaram a resistência adesiva entre amálgama-resina composta, em duas diferentes condições de superfície do amálgama: amálgama recém-condensado e amálgama cristalizado. Seus resultados foram superiores no grupo de inserção imediata. É importante salientar que no primeiro grupo o amálgama foi condensado sobre a resina composta com a interposição do adesivo, e no segundo grupo a resina composta foi aplicada sobre o amálgama. É possível que no primeiro grupo tenha ocorrido uma retenção micromecânica aumentando a força de união. Já FRUITS et al.10 (1997) conseguiram resultados estatisticamente superiores, na força de união de amostras de amálgama-resina composta que foram armazenadas em solução salina por 21 dias, em função da oxidação superficial do amálgama.

Um ponto importante que necessita ser abordado é a diferença do que acontece na prática clínica e nas condições em que foram realizados os ensaios de tração. Clinicamente, aplica-se a resina sobre o amálgama antes de sua polimerização. Nesta pesquisa, foram unidos discos de amálgama (cristalizado) e de resina (polimerizada). O que se realizou, na verdade, foi a colagem entre o amálgama e a resina composta. Mesmo se tentando simular uma situação de compressão no momento da polimerização do adesivo, a superfície alisada com lixa 600 e o fato de a resina estar pré-polimerizada contribuíram para a diminuição da união micromecânica. Além disso, o efeito de travamento proximal entre dois dentes adjacentes, além da ligação do agente adesivo não apenas ao amálgama mas também às estruturas dentais, certamente aumentaria em muito estes valores.

 

CONCLUSÕES

A oxidação do amálgama induzida por saliva artificial após um período de 30 dias aumenta, nas condições deste estudo, a resistência à tração da ligação amálgama-resina composta.

A oxidação do amálgama induzida por saliva artificial após um período de 7 dias não interfere, nas condições deste estudo, sobre a resistência à tração da ligação amálgama-resina composta comparado com o mesmo amálgama não oxidado.

 

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem ao Núcleo de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de Mogi das Cruzes, pelo auxílio na parte laboratorial da pesquisa.

 

 


YOUSSEF, M. N.; LEWGOY, H. R.; MATSON, M. R.; PEREIRA, F. V. H.; ANAUATE NETTO, C. In vitro tensile bond strength between composite resin and amalgam. Effects of oxidation conditions. Rev Odontol Univ São Paulo, v. 13, n. 1, p. 25-30, jan./mar. 1999.

Our in vitro research investigated the effects of three different corrosion periods on the tensile bond strength between amalgam and composite resin discs bonded with Scotchbond Multi Purpose adhesive. The discs were fabricated using a baquelite cilinder matrix. The exposed surface was treated with a 600 grit jig paper. The amalgam discs were bonded to composite resin discs at three different periods of storage: Group 1, immediately after condensation; Group 2, after one week of storage in artificial saliva; Group 3, after one month of storage in artificial saliva. The results were examined by ANOVA and Tukey test in 5%. There was no statistically significant difference between groups 1 and 2. Group 3 showed statistically significant greater bond strength than the other groups.

UNITERMS: Tensile bond strenght; Amalgam oxidation.


 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 13/01/98
Reformulado em 14/06/98
Aceito para publicação em 02/12/98

 

 

* Professor Livre-Docente e ** Alunos de Pós-Graduação da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo - USP.

*** Estagiário Didático e **** Professor Adjunto da Faculdade de Odontologia - UMC.

I Fórmula preparada pelo Instituto de Química da Universidade de São Paulo.

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