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Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo

Print version ISSN 0103-0663

Rev Odontol Univ São Paulo vol.13 n.2 São Paulo Apr./June 1999

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-06631999000200011 

Odontopediatria

 

 Avaliação in vitro da microinfiltração em cavidades classe II de molares decíduos, restaurados com resina composta auto e fotopolimerizável*

 

Analysis in vitro of microleaking in class II cavities of deciduous molars, restored with auto and light-cured composite resin

 

Alessandro Leite CAVALCANTI**
Adolpho CHELOTTI***

 

 


CAVALCANTI, A. L.; CHELOTTI, A. Avaliação in vitro da microinfiltração em cavidades classe II de molares decíduos, restaurados com resina composta auto e fotopolimerizável. Rev Odontol Univ São Paulo, v. 13, n. 2, p. 167-171, abr./jun. 1999.

Estudou-se a microinfiltração marginal presente na interface da parede gengival de cavidades classe II em molares decíduos, restaurados com resina composta (auto e fotopolimerizável), através da penetração de uma solução corante. Os preparos cavitários apresentavam a parede gengival em esmalte e foram restaurados segundo 4 diferentes técnicas: 1) resina composta fotopolimerizável; 2) resina composta autopolimerizável; 3) resina composta auto e fotopolimerizável; e 4) ionômero de vidro/resina composta. Após a análise estatística dos resultados, concluiu-se que todos os grupos apresentaram microinfiltração em graus variados; todavia, os grupos 2, 3 e 4 apresentaram os menores graus de infiltração.

UNITERMOS: Infiltração dentária; Resinas compostas; Dente decíduo.


 

 

INTRODUÇÃO

Dentre os materiais restauradores, a resina composta, provavelmente, foi o que apresentou maior evolução tecnológica. A introdução das resinas compostas fotopolimerizáveis representou um marco na dentística conservadora por apresentar maiores vantagens, entre as quais: maior tempo de trabalho, resistência e estabilidade de cor. Além de apresentar menor grau de porosidade comparado às resinas autopolimerizáveis6.

Apesar da grande melhoria nas características estruturais, alguns fatores indesejáveis continuam presentes, como a contração de polimerização e a alteração volumétrica provocadas pelas variações térmicas, podendo levar a desajuste na interface dente-restauração, com conseqüente infiltração marginal13. A contração de polimerização varia de 2,0 a 3,2% em volume7.

A adaptação marginal é influenciada pelos seguintes fatores: (1) preparo cavitário; (2) técnica de condicionamento ácido do esmalte; (3) uso do adesivo; (4) técnica de inserção; (5) procedimentos de acabamento; e (6) o próprio material restaurador4.

MACK8 (1970) foi o primeiro a relatar a utilização das resinas compostas para a restauração de molares decíduos. Aproximadamente 2.700 superfícies dentárias foram restauradas, encontrando falhas em somente seis superfícies.

Analisando a utilização das resinas compostas em molares decíduos, LEINFELDER; VANN JÚNIOR6 (1982) concluíram que os principais problemas associados ao uso desses materiais foram a perda dos contatos interproximais, espaços ou porosidades macroscópicas e sensibilidade pós-operatória.

De acordo com MARQUEZ et al.9 (1990), os maiores problemas encontrados na resina composta se referiam à contração de polimerização e à excessiva deterioração do material, recomendando sua utilização em situações em que o tempo de vida útil do dente decíduo não ultrapasse três anos, e que a técnica restauradora utilizada nesses casos seja a de inserção incremental.

Uma técnica para a restauração de cavidades classe II em dentes posteriores utilizando resina composta foi descrita por BERTOLOTTI1 (1991), cujo princípio baseava-se na combinação da resina composta autopolimerizável com a fotopolimerizável, como meio de se reduzir sua contração de polimerização, a fim de se obter melhor qualidade e adaptação marginal da restauração. O autor destacou como fatores favoráveis melhor adaptação marginal, menor sensibilidade pós-operatória, redução do tempo de trabalho em decorrência de maior facilidade de colocação da matriz e melhor obtenção dos contatos proximais.

Outros autores12,13 relataram que a utilização do cimento de ionômero de vidro como material forrador diminui significativamente a microinfiltração marginal em restaurações classe II em resina composta em dentes decíduos.

Avaliando quatro diferentes técnicas de inserção da resina composta (vertical, pré-polimerizada, horizontal e única), IMPARATO5 (1996) concluiu que todas as técnicas apresentaram microinfiltração em diferentes graus, com a técnica vertical mostrando-se superior às demais, não existindo diferenças significativas entre as outras em relação à microinfiltração.

Objetivamos assim: 1) estudar a infiltração marginal na interface da parede gengival da caixa proximal em cavidades classe II, de molares decíduos, restaurados com resina composta auto e fotopolimerizável; e 2) estudar a infiltração marginal presente na união resina composta autopolimerizável/fotopolimerizável.

 

MATERIAL E MÉTODOS

Para a execução do trabalho, selecionaram-se 16 molares decíduos, hígidos, esfoliados ou com indicação de extração por motivos ortodônticos, os quais foram armazenados em solução fisiológica até a sua utilização. A seguir, foram limpos com pedra-pomes e água, com o auxílio de escovas de Robinson montadas em contra-ângulo e micromotor. Em cada dente, confeccionaram-se 2 preparos cavitários ocluso-proximais (OM e OD), com as seguintes dimensões: largura vestíbulo-lingual, 2 mm; altura da caixa proximal, 3 mm, e profundidade da caixa proximal, 2 mm.

Em todas as caixas proximais, a parede gengival localizava-se em esmalte. O condicionamento do esmalte e da dentina foi feito por 15 segundos, com ácido fosfórico a 37%, seguido da lavagem e secagem por igual período de tempo. Em seguida, procedeu-se à aplicação do "primer" e do adesivo, fotopolimerizando-se o adesivo por 20 segundos.

Os dentes foram divididos em quatro grupos, de acordo com a técnica de restauração:

Grupo 1: Utilizou-se a resina composta fotopolimerizável Z-100 (3M). Ela foi colocada usando-se a técnica vertical ou lateral, ou seja, camadas no sentido vestíbulo-lingual, com cada uma delas sendo polimerizada durante 40 segundos.

Grupo 2: Nesse grupo, utilizou-se a resina composta Bis-Fill 2B (Bisco), autopolimerizável. O material foi manipulado em porções iguais, sendo inserido em porção única.

Grupo 3: Colocou-se, na caixa proximal uma camada de 1 mm de resina composta autopolimerizável (Bis-Fill 2B). Antes do endurecimento completo dessa camada de resina, inseriu-se uma camada da resina composta fotopolimerizável (Z-100), condensando-a levemente, e aguardou-se a polimerização por completo da primeira camada. Somente após a completa polimerização da resina Bis-Fill 2B é que se fotopolimerizou a primeira camada da resina composta Z-100, com o restante da cavidade sendo preenchido com resina fotopolimerizável em camadas no sentido vestíbulo-lingual, cada uma delas polimerizada por 40 segundos1.

Grupo 4: Inicialmente, colocou-se uma pequena camada de cimento de ionômero de vidro (Vitremer, 3M), até a junção amelodentinária, a qual foi polimerizada por 40 segundos. Preencheu-se o restante da cavidade com resina fotopolimerizável (Z-100), através da técnica vertical, sendo cada camada polimerizada por 40 segundos.

Os dentes foram armazenados em água destilada, à temperatura ambiente, por uma semana. A fase seguinte consistiu da ciclagem térmica (700 ciclos, 5°C e 55°C, 60 segundos de imersão10), impermeabilização da superfície radicular remanescente com duas camadas de resina epóxica, seguida de duas camadas de esmalte de unha, na porção coronária. Deixou-se uma "janela" de aproximadamente 1 mm2, localizada na face proximal, compreendendo a interface dente-restauração da parede gengival, exposta à ação do corante e interface da resina composta auto e fotopolimerizável.

Em seguida, foram imersos em solução corante de nitrato de prata a 50%, durante 8 horas, lavados em água corrente e expostos a lâmpada fluorescente por um período de 8 horas14. As amostras foram incluídas em resina epóxi, seccionadas mésio-distalmente (três cortes de cada amostra). Procedeu-se à obtenção das fotomicrografias.

A avaliação quanto à infiltração seguiu uma escala preestabelecida: 0 = nenhuma infiltração marginal presente; 1 = infiltração apenas em esmalte; 2 = infiltração em 1/3 da parede gengival em dentina; 3 = infiltração em 2/3 da parede gengival em dentina; e 4 = infiltração em toda a extensão da parede gengival, atingindo a parede axial ou difusão em direção à polpa.

 

RESULTADOS

Os valores correspondentes aos índices de infiltração observados foram submetidos à análise estatística, teste de Kruskal-Wallis (teste não-paramétrico). Os resultados desse teste mostraram haver diferença estatisticamente significante ao nível de 5% entre os grupos (Valor (H) = 17,87). Este teste utilizou os dados transformados em postos (Tabela 1).

 

TABELA 1 - Média em postos entre os grupos.

a11t1.gif (2762 bytes)

 

Em seguida, os grupos foram comparados dois a dois pelas médias dos postos para verificar entre quais destes havia diferenças (Tabela 2). Por meio dessa comparação, pôde-se verificar que não houve diferença estatisticamente significante quanto à infiltração marginal, entre os grupos Bis-Fill 2B, Bis-Fill 2B/Z-100 e Ionômero/Z-100; e que a diferença entre o grupo Z-100 e os demais foi significante ao nível de 5%.

 

TABELA 2 - Comparação entre as médias dos postos dos quatro grupos e significância.
a11t2.gif (6243 bytes)
* Estatisticamente significante (a < 0,05);
  n.s. = não-significante.

 

DISCUSSÃO

A infiltração marginal é uma das principais deficiências apresentadas pelas restaurações classe II em resina. Essa infiltração ocorre principalmente na parede gengival da caixa proximal, decorrente de deficiente adaptação do material. Até o presente, não se dispõe de resinas compostas livres da contração de polimerização e com coeficiente de expansão térmica semelhante ao dos tecidos dentários, o que permitiria a confecção de restaurações perfeitamente adaptadas e seladas7,13.

A presença e o tamanho das fendas existentes entre a resina e as paredes cavitárias estão diretamente relacionados com uma combinação de vários fatores: má-adaptação do material às paredes cavitárias, contração de polimerização, absorção de água, margens de esmalte finas, dificuldade na condensação e técnica de inserção.

Segundo LUTZ et al.7 (1986), a qualidade marginal das restaurações em resina composta pode ser substancialmente aumentada através do direcionamento dos vetores de contração. De acordo com POLLACK11 (1987), existe um vetor mais forte de contração nas resinas compostas fotopolimerizáveis do que nas autopolimerizáveis.

A aplicação de um adesivo como alternativa de se minimizar a microinfiltração foi defendida por vários autores5,13. Entretanto, mesmo utilizando um adesivo, observamos que a microinfiltração não foi totalmente eliminada, mas, sim, minimizada de acordo com o material restaurador empregado.

Um problema inerente que limitaria o sucesso com a utilização de resinas compostas fotopolimerizáveis em preparos cavitários classe II é a contração de polimerização do material1,2,12,13. Essa contração estaria em torno de 2,0 a 3,2%7.

A fotopolimerização das resinas compostas, com luz visível, resulta, inicialmente, em polimerização da superfície oclusal, resultando numa tendência em deslocar o material das margens do preparo cavitário, com a polimerização prosseguindo em direção à camada inicialmente colocada, como continuidade do processo1,2.

Contrário ao comportamento das resinas fotopolimerizáveis, as autopolimerizáveis iniciam sua polimerização nas áreas mais profundas do preparo cavitário1,2.

Quando da utilização de uma resina composta autopolimerizável, observa-se, microscopicamente, maior quantidade de porosidades internas presentes nessas resinas comparadas às fotopolimerizáveis, porosidades estas que podem ser atribuídas ao processo necessário para a incorporação das duas diferentes pastas1,6.

Ao compararmos o desempenho quanto à microinfiltração da resina composta autopolimerizável com a fotopolimerizável, quando utilizadas isoladamente na restauração de cavidades classe II em dentes decíduos, encontramos diferenças significativas.

Outro fator que poderia atuar minimizando a microinfiltração é a técnica que utiliza uma base de cimento de ionômero de vidro sob a resina composta. O uso de uma base de ionômero de vidro apresenta várias propriedades clínicas positivas, dentre as quais destacamos: adesão à estrutura dentária, coeficiente de expansão térmica próximo ao do dente, radiopacidade e liberação de flúor7,12,13.

Em nosso estudo, um dos grupos foi restaurado de acordo com essa técnica, sendo a base de ionômero aplicada até a junção amelodentinária. Os resultados encontrados demonstraram que, mesmo não sendo totalmente eficiente quanto à eliminação da microinfiltração, apresentou bom desempenho quanto à limitação da penetração do corante. Tal fato está de acordo com os estudos de LUTZ et al.7 (1986); SPERB et al.12 (1993); VIEIRA13 (1991).

Quanto à técnica de inserção do material, inúmeras foram propostas como método de se diminuir a contração de polimerização, melhorar a adaptação marginal e a conseqüente microinfiltração. Dentre essas, a mais indicada é a técnica de inserção vertical5.

A técnica alternativa adotada nesse trabalho foi a que associa resina composta autopolimerizável à fotopolimerizável, ou seja, a técnica mista citada por BERTOLOTTI1 (1991); GARBEROGLIO et al.3 (1995), em dentes permanentes.

Dentre as principais vantagens dessa técnica, BERTOLOTTI1 (1991) destaca: aumento da adaptação marginal, menor sensibilidade pós-operatória, menor tempo de trabalho e melhor obtenção dos contatos proximais. Ainda segundo este autor, a razão pela qual essa técnica deva melhorar o selamento marginal está relacionada com o iniciador químico do adesivo, que acelerará a polimerização da resina quimicamente ativada em contato com o próprio adesivo.

Esta tendência em polimerização em direção ao dente é melhorada pela tendência de as resinas quimicamente ativadas começarem a polimerizar-se na porção mais quente do preparo, conhecida como interface dente-restauração1,2,3.

Neste trabalho, a utilização da técnica mista, ou seja, a que associa a resina autopolimerizável à fotopolimerizável, resultou em menor grau de microinfiltração, coincidindo, portanto, com os resultados obtidos por BERTOLOTTI1 (1991); GARBEROGLIO et al.3 (1995).

Por conseguinte, recomendamos, quando da utilização de resina composta na restauração de cavidades classe II de molares decíduos, a técnica que associa resina composta autopolimerizável à fotopolimerizável, segundo a técnica mista, ou a colocação de uma base de ionômero de vidro sob a restauração de resina composta, através da técnica de inserção vertical.

Com base nos resultados obtidos nos testes de microinfiltração, pode-se supor que a resina composta, independente do tipo ou da técnica utilizada, apresenta contração de polimerização (fato esse inerente ao próprio material), o que leva à formação de fendas. Essas fendas podem ser menores, com a utilização de uma base de cimento de ionômero de vidro ou de uma camada de resina autopolimerizável na parede gengival.

 

CONCLUSÕES

1.  Os quatro grupos: 1) resina composta fotopolimerizável; 2) resina composta autopolimerizável; 3) misto - resina composta auto e fotopolimerizável; e 4) ionômero de vidro/resina composta fotopolimerizável apresentaram microinfiltração em graus variados;

2.  os grupos que utilizaram resina autopolimerizável, a técnica mista e o cimento de ionômero de vidro, respectivamente grupos 2, 3 e 4, apresentaram menores graus de infiltração quando comparados ao grupo 1;

3.  não foi observada microinfiltração na interface resina composta autopolimerizável/fotopolimerizável (grupo 3).

 

 


CAVALCANTI, A. L.; CHELOTTI, A. Analysis in vitro of microleaking in class II cavities of deciduous molars, restored with auto and light-cured composite resin. Rev Odontol Univ São Paulo, v. 13, n. 2, p. 167-171, abr./jun. 1999.

The purpose of this study was the evaluation in vitro of marginal microleaking, present on gum’s edges of class II cavities of deciduous molars, restored with composite resin (auto and light-cured), with the use of a staining solution to verify the leaking. The prepared cavities presented enamel on gum’s edges and were restored according to four different techniques: 1) light-cured composite resin; 2) auto-cured composite resin; 3) mixed technique (auto and light-cured composite resin); and 4) glass-ionomer/composite resin. After the statistical analysis of the results, it was concluded that all the groups presented microleaking, in variable degrees. However, groups 2, 3 and 4 presented the smallest levels of leaking.

UNITERMS: Dental leakage; Composite resins; Deciduous tooth.


 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Recebido para publicação em 15/01/98
Reformulado em 04/09/98
Aceito para publicação em 02/12/98

 

 

* Parte da Dissertação de Mestrado, ** Pós-Graduando e *** Professor Associado - Departamento de Ortodontia e Odontopediatria - Faculdade de Odontologia da USP.

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