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Tempo Social

Print version ISSN 0103-2070

Tempo soc. vol.24 no.1 São Paulo  2012

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20702012000100001 

DOSSIÊ - MAX WEBER

 

Apresentação: Max Weber hoje

 

 

Leopoldo Waizbort

Professor do Departamento de Sociologia da USP e pesquisador do CNPq. E-mail: <waizbort@usp.br>

 

 

I

O título deste Dossiê aponta para mais de uma direção: para um clássico da disciplina, mas também para a permanência e atualidade deste. Contudo, nem uma coisa nem outra devem ser tomadas como resolvidas, mas como objeto de indagação: por que clássico e por que atual? Não pretendo responder a essas perguntas, sobretudo porque tenho em mente uma terceira direção, que se soma e atravessa as anteriores: assinalar um momento na história da recepção e dos efeitos da obra de Weber (1864-1920), que é o atual.

Imediatamente após a morte de Weber, um acontecimento singular foi decisivo para a sua consagração intelectual: o processo de edição de suas obras, sob a tutela e o comando vigoroso de sua viúva, Marianne Weber (1870-1954). Vale a pena lembrar que, ao morrer em junho de 1920 em decorrência da gripe espanhola, que fez vítimas também por aqui, Weber não publicava livros desde o final do século XIX. Durante os seus últimos vinte anos de vida, Max Weber escreveu bastante e publicou consideravelmente, mas não livros: somente textos avulsos, veiculados em publicações de tipo variado (revistas, jornais, enciclopédias, manuais, plaquetes). A almejada edição dos "Escritos reunidos de sociologia da religião" estava em marcha, mas o autor não chegou a ver nem o primeiro volume pronto. Sua viúva levou ao cabo o projeto da reunião dos escritos sobre religião (cf. Weber, 1920a, 1921a, 1921b), mas fez muito mais: ordenou a publicação de uma série volumes que reuniu quase todos os textos dispersos de seu marido, tais como os escritos "metodológicos" (cf. Weber, 1922), os políticos (cf. Weber, 1921c), os de sociologia e política social (cf. Weber, 1924a), os de história social e econômica (cf. Weber, 1924b), a sociologia da música (cf. Weber, 1921d), as aulas sobre história social e econômica (cf. Weber, 1923) e, last but not least, Economia e sociedade (cf. Weber, 1921e). Tudo isso - publicado em uma sequência avassaladora entre 1920, após a morte de Weber, e 1924 -, configurou um corpus organizado e acessível, até então inexistente (e para muitos surpreendente), de enorme visibilidade. Graças a ele, Weber tornou-se a grande referência da sociologia alemã nos anos de 1920 que o estudante Talcott Parsons não tinha como não conhecer, ao chegar a Heidelberg para se doutorar com o irmão de Max, Alfred, em 1925. E com Parsons, sabemos, iniciou-se a carreira internacional e triunfante do "clássico". Ademais, a viúva, para consolidar de uma vez por todas o processo de consagração, publicou em 1926 uma biografia-hagiografia de seu marido, que permanece até hoje como fonte insubstituível de informações (cf. Weber, 1926).

Graças a esse sofisticado e complexo empreendimento editorial (e também intelectual), Max Weber não só se tornou um "clássico", mas também sua atualidade pôde ser aferida, em diferentes momentos, ao longo dos 92 anos que nos separam de sua morte. No total, foram dez grossos volumes, 4 853 páginas em tipografia compacta, enchendo toda uma prateleira (sem contar a biografia). Sublinho o fenômeno editorial por ser ele normalmente esquecido, ou mesmo desconhecido; porém sem ele não haveria o que hoje conhecemos como "Max Weber". Mesmo os que não leem alemão dependeram e dependem desse fenômeno, embora indiretamente, pois foram essas edições que forneceram material para as traduções mundo afora.

Os anos de 1920 foram decisivos para o estabelecimento da "classicidade" de Weber. Se percorrermos a literatura da época, podemos facilmente constatar que ele foi lido através das edições de Marianne, e não das publicações originais, dispersas em jornais e revistas científicas, muitas delas de acesso difícil já naqueles anos.

Não seria ousado afirmar que a diversidade da sociologia alemã dos anos de 1920 - de Oppenheimer a Mannheim, de Scheler a Groethuysen, de Lederer a Kracauer, de von Wiese a Adler, de Lukács a Freyer, de Landshut a von Martin, de Loewith a Sombart, de Schütz a Plessner, para ficarmos por aqui - foi ampla, intensa e variegadamente fertilizada pela interlocução com Weber, propiciada pela edição de Marianne e seu impacto.

Uma grande variedade de escritos, a maioria dispersa, quase sempre sem os manuscritos originais, outras vezes com correções ou observações ilegíveis, escritas em uma caligrafia que somente paleógrafos ousam decifrar: não fosse a determinação da viúva e o empenho do editor e amigo Siebeck, Weber seria hoje outro, bem outro.

Sob essa perspectiva, pode-se afirmar que o fenômeno editorial foi determinante para a recepção e constituição do cânone, por maior que seja a variedade de interpretações que ele comporte.

E tudo isso nos interessa porque, desde a metade dos anos de 1980, começou-se a reeditar a obra de Weber na Alemanha, em um projeto intelectual e editorial de grande envergadura que caminha, no momento, para a sua conclusão. Agora, não são mais dez volumes, mas 42 (sendo alguns deles divididos em tomos). E assim como o feito dos anos de 1920, essa nova edição altera consideravelmente os materiais disponíveis, levando a crer que um novo e outro momento na história da recepção e dos efeitos ganha forma. À diferença de 1920, quando tudo se editou muito rapidamente, trata-se desta vez de um projeto longo e lento: sem contar o tempo gasto com o planejamento da edição, entre a publicação do primeiro e do último volumes terão decorrido cerca de trinta anos. Refiro-me à Max Weber-Gesamtausgabe (MWG) [Obra completa de Max Weber].

A nova edição não se justifica apenas pelos novos arranjos dos materiais, pelas datações mais seguras, pelo descortinamento de nexos entre textos e temas, mas, sobretudo, pelo rendimento em termos de conteúdo e de compreensão ampliada que pode vir a oferecer aos interessados no pensamento de Max Weber. É importante destacar que a edição apresenta também, a cada volume, uma introdução substantiva que se coloca, de imediato, como referência indispensável na literatura sobre o tema em questão. Assim, para dar apenas alguns exemplos, já é impossível pensar nos escritos de Weber sobre a bolsa de valores e mercadorias sem mobilizar o texto introdutório que Knut Borchardt escreveu para o respectivo volume, que descortina aspectos inusitados, desconhecidos e necessários para um juízo equilibrado acerca desses escritos, e é igualmente impossível pensar nos estudos de Weber sobre judaísmo antigo sem levar em conta o trabalho editorial e introdutório de E. Otto. O mesmo pode ser dito de todas as introduções aos volumes até agora publicados. Por vezes, são temas que se tornaram distantes dos leitores contemporâneos, com suas referências explícitas e implícitas, suas polêmicas e seus enraizamentos nas discussões da época. Outras vezes, são textos ou anotações desconhecidos. Em todos os casos, estão imersos em um contexto intelectual que, hoje, dificilmente se pode recompor em toda a sua amplitude. E Weber, sem o contexto, é simplesmente um Weber desprovido de sua paixão e de seu daimon. A MWG, como empreendimento intelectual ímpar, oferece elementos para situarmos o pensamento e os escritos de Max Weber em seu contexto e, desse modo, aquilatarmos o sentido e o valor de sua contribuição, seja à época do autor, seja para nós, hoje.

 

II

O escopo (ou a pretensão) deste Dossiê era apresentar ao leitor brasileiro um tripé constituído por um conjunto de textos elaborados por especialistas envolvidos com a nova edição da obra de Weber, dando notícia do que se fez e do que resta ainda por fazer; uma segunda parte com especialistas internacionais, aquilatando o impacto da nova publicação, que já se faz notar e que, creio, só aumentará no futuro (inclusive se tivermos em mente o processo crescente de "internacionalização", que já vem propiciando um novo surto interpretativo em bases renovadas) e uma terceira, na qual colegas brasileiros seriam convidados a dar a sua visão de como tudo isso chega até nós. Por razões de espaço, o projeto foi reduzido à primeira parte, e o leitor é convidado a cumprir por si mesmo o programa faltante1.

Mas, se achar que não vale a pena, não faz mal: os nove textos reunidos no Dossiê já oferecem material suficiente para uma reflexão própria. Todos eles foram escritos por especialistas alemães envolvidos com a edição e a publicação da MWG e dão notícia, de forma variada e incompleta, do projeto e da realização deste. Pois não foi possível falar de tudo: alguns dos convidados a escrever não puderam enviar textos inéditos e, por isso, foi preciso deixar de lado dois instigantes textos de Wolfgang Schluchter e Hans Kippenberg enviados para compor esse Dossiê. Limitações de espaço, ademais, impediram um convite mais abrangente à equipe da MWG como um todo, que respondeu à minha proposta, em março de 2011, com um entusiasmo e engajamento surpreendentes. A leitura dos textos, espero, oferecerá uma visada inicial diversificada do empreendimento, tanto editorial como intelectual, ao mesmo tempo em que apresenta algumas (apenas algumas) das linhas de força das interpretações contemporâneas do pensamento de Weber.

O Dossiê, portanto, não esgota nada; pretende, antes, pôr uma bola em jogo: quem quiser, pode tentar correr atrás dela. Como disse um dos intérpretes contemporâneos de Weber, Wilhelm Hennis, a MWG "poderia tornar-se em breve o único motivo para que um cientista social que não seja alemão aprenda a língua de Goethe" (Hennis, 2003, p. vi). Esse veredito, entretanto, não deve ser tomado ao pé da letra, pois ao menos os italianos já começaram a editar Weber segundo a MWG, reproduzindo tal e qual alguns dos volumes. De todo modo, é fato que, hoje, a parte mais significativa da Weberforschung ("weberologia") é feita em alemão e que não há como se furtar ao conhecimento da língua para tomar o pé no estado atual da discussão entre os especialistas (cf. Käsler, 2012).

Este Dossiê, como disse, comporta nove artigos, todos eles escritos por pesquisadoras e pesquisadores envolvidos com a MWG (que foi o critério de seleção utlizado, dada a redução do projeto inicial). M. Rainer Lepsius e Gangolf Hübinger fazem parte do comitê de organizadores da edição; Edith Hanke do grupo permanente de apoio, sediado na Academia de Ciências da Baviera. Os outros colaboradores(as), Rita Aldenhoff-Hübinger, Knut Borchardt, Jürgen Deininger, Gerhard Dilcher, Wilfried Nippel e Martin Riesebrodt, atuaram ou atuam ainda como organizadores de volumes específicos da edição. O artigo de Edith Hanke relata a história e os procedimentos da MWG. Os outros textos abordam temas variados, relacionados com os trabalhos de pesquisa que resultaram em volumes específicos da MWG, seguindo sempre as especialidades acadêmicas e os interesses de cada um dos organizadores.

Ao final do Dossiê encontra-se uma bibliografia que arrola o conjunto das referências utilizadas nos artigos.

Por fim, gostaria de agradecer a todos(as) os(as) participantes do Dossiê pelo empenho, entusiasmo e confiança na empreitada - sem dúvida inusitada para esse grupo de acadêmicos alemães, muito distantes do nosso contexto acadêmico e intelectual, mas que se ligam a nós no interesse comum pelo pensamento e atualidade de Max Weber.

 

III

Para encerrar este proêmio e entrar no tema, reproduzo a seguir a lista dos volumes da MWG, os quais foram utilizados, sempre que possível, como referência bibliográfica para todos os artigos do Dossiê.

As referências bibliográficas seguem um padrão já estabelecido na weberologia: número romano (indicando a seção), barra, número arábico (indicando o volume), vírgula, página. Exemplo: III/7, p. 467. Isso significa seção III, vol. 7, p. 467.

Max Weber Gesamtausgabe publicada pela editora Mohr Siebeck de Tübingen, Alemanha.

A edição está dividida em três seções:

I. Escritos e discursos (24 volumes)

II. Cartas (11 volumes)

III. Cursos (7 volumes)

A seguir, elenco os volumes que compõem a edição:

I/1 Zur Geschichte der Handelsgesellschaften im Mittelalter. Schriften 1889-1894 [Sobre a história das sociedades comerciais na Idade Média. Escritos 1889-1894]. Organização de G. Dilcher e S. Lepsius, 2008.

I/2 Die römische Agrargeschichte in ihrer Bedeutung für das Staats- und Privatrecht. 1891 [História agrária romana em sua significação para o direito do Estado e privado. 1891]. Organização J. Deininger, 1986.

I/3 Die Lage der Landarbeiter im ostelbischen Deutschland. 1892 [A situação dos trabalhadores agrários na Alemanha a leste do Elba. 1892]. Organização de M. Riesebrodt, 1984.

I/4 Landarbeiterfrage, Nationalstaat und Volkswirtschaftspolitik. Schriften und Reden 1892-1899 [Questão dos trabalhadores agrários, o Estado nacional e a política econômica. Escritos e discursos 1892-1899]. Organização de W. J. Mommsen, com colaboração de R. Aldenhoff, 1993.

I/5 Börsenwesen. Schriften und Reden. 1893-1899 [O sistema da bolsa. Escritos e discursos. 1893-1899]. Organização de K. Borchardt, com colaboração de C. Meyer-Stoll, 1999/2000.

I/6 Zur Sozial- und Wirtschaftsgeschichte des Altertums. Schriften und Reden 1893-1908 [Sobre a história social e econômica da Antiguidade. Escritos e discursos 1893-1908]. Organização de J. Deininger, 2006.

I/7 Zur Logik und Methodik der Sozialwissenschaften. Schriften und Reden 1900-1907 [Sobre a lógica e o método das ciências sociais. Escritos e discursos 1900-1907]. Organização de Horst Baier, ainda não publicado.

I/8 Wirtschaft, Staat und Sozialpolitik. Schriften und Reden 1900-1912 [Economia, Estado e política social. Escritos e discursos 1900-1912]. Organização de W. Schluchter, com colaboração de P. Kurth e B. Morgenbrod, 1998/2005.

I/9 Asketischer Protestantismus und Kapitalismus. Schriften und Reden 1904-1911 [Protestantismo ascético e capitalismo. Escritos e discursos 1904-1911]. Organização de Wolfgang Schluchter. ainda não publicado.

I/10 Zur Russischen Revolution von 1905. Schriften 1905-1912 [Sobre a revolução Russa de 1905. Escritos 1905-1912]. Organização de W. J. Mommsen, com colaboração de D. Dahlmann, 1989.

I/11 Zur Psychophysik der industriellen Arbeit. Schriften und Reden 1908-1912 [Sobre a psicofísica do trabalho industrial. Escritos e discursos 1908-1912]. Organização de W. Schluchter, com colaboração de S. Frommer, 1995.

I/12 Verstehende Soziologie und Werturteilsfreiheit. Schriften und Reden 1908-1917 [Sociologia compreensiva e liberdade face juízo de valor. Escritos e discursos 1908-1917]. Organização de Johannes Weiss, ainda não publicado.

I/13 Hochschulwesen und Wissenschaftspolitik. Schriften und Reden 1895-1920 [Ensino superior e política científica. Escritos e discursos 1895-1920]. Organização de M. Rainer Lepsius, ainda não publicado.

I/14 Zur Musiksoziologie. Nachlass 1921 [Sobre a sociologia da música. Espólio 1921]. Organização de C. Braun, com colaboração de L. Finscher, 2004.

I/15 Zur Politik im Weltkrieg. Schriften und Reden 1914-1918 [Sobre a política durante a Guerra Mundial. Escritos e discursos. 1914-1918]. Organização de W. J. Mommsen, com colaboração de G. Hübinger, 1984.

I/16 Zur Neuordnung Deutschlands. Schriften und Reden 1918-1920 [Sobre a reorganização da Alemanha. Escritos e discursos 1918-1920]. Organização de W. J. Mommsen, com colaboração de W. Schwentker, 1988.

I/17 Wissenschaft als Beruf 1917/1919 - Politik als Beruf 1919 [Ciência como profissão 1917/1919 - Política como profissão 1919]. Organização de W. Schluchter, com colaboração de B. Morgenbrod, 1992.

I/18 Die protestantische Ethik und der Geist des Kapitalismus. Die protestantischen Sekten und der Geist des Kapitalismus. Schriften 1904-1920 [A ética protestante e o espírito do capitalismo. As seitas protestantes e o espírito do capitalismo. Escritos 1904-1920]. Organização de Wolfgang Schluchter, ainda não publicado.

I/19 Die Wirtschaftsethik der Weltreligionen. Konfuzianismus und Taoismus. Schriften 1915-1920 [A ética econômica das religiões universais. Confucionismo e taoísmo. Escritos 1915-1920]. Organização de H. Schmidt-Glintzer, com colaboração de P. Kolonko, 1989.

I/20 Die Wirtschaftsethik der Weltreligionen. Hinduismus und Buddhismus. 1916-1920 [A ética econômica das religiões universais. Hinduísmo e budismo 1916-1920]. Organização de H. Schmidt-Glintzer, com colaboração de K-H. Golzio, 1996.

I/21 Die Wirtschaftsethik der Weltreligionen. Das antike Judentum. Schriften und Reden 1911-1920 [A ética econômica das religiões universais. O judaísmo antigo. Escritos e discursos 1911-1920]. Organização de E. Otto, com colaboração de J. Offermann, 2005.

I/22-1 Wirtschaft und Gesellschaft. Die Wirtschaft und die gesellschaftlichen Ordnungen und Mächte. Nachlass. Gemeinschaften [Economia e sociedade. A economia e as ordens e poderes sociais. Espólio. Comunidades]. Organização de W. J. Mommsen, com colaboração de M. Meyer, 2001.

I/22-2 Wirtschaft und Gesellschaft. Die Wirtschaft und die gesellschaftlichen Ordnungen und Mächte. Nachlass. Religiöse Gemeinschaften [Economia e sociedade. A economia e as ordens e poderes sociais. Espólio. Comunidades religiosas]. Organização de H. G. Kippenberg, com colaboração de P. Schilm, J. Niemeier, 2001.

I/22-3 Wirtschaft und Gesellschaft. Die Wirtschaft und die gesellschaftlichen Ordnungen und Mächte. Nachlass. Recht [Economia e sociedade. A economia e as ordens e poderes sociais. Espólio. Direito]. Organização de W. Gephart e S. Hermes, 2010.

I/22-4 Wirtschaft und Gesellschaft. Die Wirtschaft und die gesellschaftlichen Ordnungen und Mächte. Nachlass. Herrschaft [Economia e sociedade. A economia e as ordens e poderes sociais. Espólio. Dominação]. Organização de E. Hanke, com colaboração de T. Kroll, 2005.

I/22-5 Wirtschaft und Gesellschaft. Die Wirtschaft und die gesellschaftlichen Ordnungen und Mächte. Nachlass. Die Stadt [Economia e sociedade. A economia e as ordens e poderes sociais. Espólio. A cidade]. Organização de W. Nippel, 1999.

I/23 Wirtschaft und Gesellschaft. Soziologie. Unvollendet 1919-1920 [Economia e sociedade. Sociologia. Inacabados 1919-1920]. Organização de Wolfgang Schluchter, ainda não publicado.

I/24 Wirtschaft und Gesellschaft. Entstehungsgeschichte und Dokumente [Economia e sociedade. História da gênese e documentos]. Organização de W. Schluchter, 2009.

I/24-2 Wirtschaft und Gesellschaft. Register [Economia e sociedade. Índices]. Ainda não publicado.

II/1 Jugendbreife bis 1886 [Cartas de juventude até 1886]. Ainda não publicado.

II/2 Briefe 1887-1894 [Cartas 1887-1894]. Ainda não publicado.

II/3 Briefe 1895-1902 [Cartas 1895-1902]. Ainda não publicado.

II/4 Briefe 1903-1905 [Cartas 1903-1905]. Ainda não publicado.

II/5 Briefe 1906-1908 [Cartas 1906-1908]. Organização de M. R. Lepsius e W. J. Mommsen, com colaboração de B. Rudhard e M. Schön, 1990.

II/6 Briefe 1909-1910 [Cartas 1909-1910]. Organização de M. R. Lepsius e W. J. Mommsen, com colaboração de B. Rudhard e M. Schön, 1994.

II/7 Briefe 1911-1912 [Cartas 1911-1912]. Organização de M. R. Lepsius e W. J. Mommsen, com colaboração de B. Rudhard e M. Schön, 1998.

II/8 Briefe 1913-1914 [Cartas 1913-1914]. Organização de M. R. Lepsius e W. J. Mommsen, com colaboração de B. Rudhard e M. Schön, 2003.

II/9 Briefe 1915-1917 [Cartas 1915-1919]. Organização de G. Krumeich e M. R. Lepsius, com colaboração de B. Rudhard e M. Schön, 2008.

II/10 Briefe 1918-1920 [Cartas 1918-1920]. Ainda não publicado. Deverá ser publicado em 2012.

II/11 Nachträge und Gesamtregister [Complementos e índices gerais]. Ainda não publicado.

III/1 Allgemeine ("theoretische") Nationalökonomie. Vorlesungen 1894-1898 [Economia política geral ("teórica"). Cursos 1894-1898]. Organização de W. J. Mommsen, com colaboração de C. Judenau, H. H. Nau, K. Scharfen e M. Tiefel, 2009.

III/2 Praktische Nationalökonomie. Vorlesungen 1895-1899 [Economia política prática. Cursos 1895-1899]. Ainda não publicado.

III/3 Finanzwissenschaft. Vorlesungen 1894-1897 [Finanças. Cursos 1894-1897]. Ainda não publicado.

III/4 Arbeiterfrage und Arbeiterbewegung. Vorlesungen 1895-1898 [A questão operária e o movimento operário. Cursos 1895-1898]. Organização de R. Aldenhoff-Hübinger, com colaboração de S. Fehlemann, 2009.

III/5 Agrarrecht, Agrargeschichte, Agrarpolitik. Vorlesungen 1894-1899 [Direito agrário, história agrária, política agrária. Cursos 1894-1899]. Organização de R. Aldenhoff-Hübinger, 2008.

III/6 Abriss der universalen Sozial- und Wirtschaftsgeschichte. Mit und Nachschriften 1919-1920 [Compêndio de história universal social e econômica. Apontamentos 1919-1920]. Organização de W. Schluchter, com colaboração de J. Schröeder, 2011.

III/7 Allgemeine Staatslehre und Politik (Staatssoziologie). Unvollendet. Mit- und Nachschriften 1920 [Teoria geral do Estado e política (Sociologia do Estado). Incompletos. Apontamentos 1920]. Organização de G. Hübinger, com colaboração de A. Terwey, 2009.

 

Bibliografia Geral - Dossiê

[A listagem completa da MWG encontra-se ao final da Apresentação "Max Weber hoje" deste Dossiê.]

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Texto recebido em 13/2/2012
Aprovado em 27/3/2012.

 

 

1. O que se pode começar a fazer, por um lado, mapeando a discussão internacional por meio de um periódico como Max Weber studies, disponível no Portal de Periódicos da Capes e, por outro, no que diz respeito à discussão local, com uma busca por assunto na Plataforma Lattes do CNPq.