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Acta Paulista de Enfermagem

versão impressa ISSN 0103-2100versão On-line ISSN 1982-0194

Acta paul. enferm. v.21 n.spe São Paulo  2008

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-21002008000500013 

WCN 2007/NURSING MEETING

 

Caracterização e etiologia da insuficiência renal crônica em unidade de nefrologia do interior do Estado de São Paulo

 

Caracterización y etiología de la insuficiencia renal crónica en unidad de nefrología del interior del Estado de São Paulo

 

 

Rita de Cássia Helú Mendonça RibeiroI; Graziella Allana Serra Alves de OliveiraII; Daniele Fávaro RibeiroIII; Daniela Comelis BertolinIII; Claudia Bernardi CesarinoIV; Lidimara Copoono Erdosi Quintino de LimaV; Sandra Mara de OliveiraVI

IPós-graduanda, Professora da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto- FAMERP - São José do Rio Preto (SP), Brasil
IIEnfermeira do Hospital de Base FUNFARME e UNIP - São José do Rio Preto (SP), Brasil
IIIEnfermeira especialista em UTI, Pós-graduanda da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo – USP – Ribeirão Preto (SP), Brasil
IVDoutora, Professora do Curso de Graduação de Enfermagem da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto - FAMERP - São José do Rio Preto (SP), Brasil
VMestre, Enfermeira do Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP), Brasil
VIEnfermeira da Fundação Casa – Mirassol (SP), Brasil

Autor Correspondente

 

 


RESUMO

OBJETIVOS: Caracterizar os pacientes com insuficiência renal crônica (IRC) em programa dialítico; verificar as causas de IRC; identificar as doenças associadas a IRC; levantar o tipo de tratamento e o acesso atual destes pacientes.
MÉTODOS: Trata-se de um estudo descritivo epidemiológico, realizado em uma Unidade de Nefrologia e foram incluídos todos os pacientes cadastrados no Programa Nefro Data.
RESULTADOS: Dos 217 pacientes cadastrados na unidade em estudo, observamos 68,2% com idade superior a 40 anos e 59,4% do sexo masculino. Quanto à doença de base, 31,3% dos pacientes apresentavam Nefroesclerose Hipertensiva e 25,3% Diabetes Mellitus (DM), seguido da Glomerulonefrite com 24,5%. Quanto às doenças associadas, 42,4% dos pacientes possuiam Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), 24,9% não possuiam comorbidades, 19,8% HAS e DM. Quanto ao tipo de acesso vascular 70,5% possuiam fístula artériovenosa, sendo a utilização de cateter de Tenckhoff exclusivo da diálise peritoneal em 13,3%.
CONCLUSÃO: Concluiu-se que os resultados permitem um melhor planejamento frente às necessidades reais dos pacientes.

Descritores: Insuficiência renal, crônica/etiologia; Insuficiência renal crônica/enfermagem; Diálise renal


RESUMEN

OBJETIVOS: Caracterizar a los pacientes con insuficiencia renal crónica (IRC) que participan en un programa dialítico; verificar las causas de la IRC; identificar las enfermedades asociadas a la IRC; levantar el tipo de tratamiento y el acceso actual de esos pacientes.
MÉTODOS: Se trata de un estudio descriptivo epidemiológico, realizado en una Unidad de Nefrología en el que fueron incluidos todos los pacientes registrados en el Programa Nefro Data.
RESULTADOS: De los 217 pacientes registrados en la Unidad en estudio, observamos que el 68,2% tenían edad superior a 40 años y el 59,4% eran del sexo masculino. En cuanto a la enfermedad de base, el 31,3% de los pacientes presentan Nefroesclerosis Hipertensiva y el 25,3% Diabetes Mellitus (DM), seguido de la Glomerulonefritis con el 24,5%. Respecto a las enfermedades asociadas, el 42,4% de los pacientes poseen Hipertensión Arterial Sistémica (HAS), el 24,9% no poseen comorbidades, el 19,8% HAS y DM. En relación al tipo de acceso vascular el 70,5% poseen fístula arteriovenosa, siendo la utilización del cateter de Tenckhoff exclusivo de la diálisis peritoneal en el 13,3%.
CONCLUSIÓN: los resultados permiten una mejor planificación frente a las necesidades reales de los pacientes.

Descriptores: Insuficiencia renal crónica/etiología; Insuficiencia renal crónica/enfermería; Diálisis renal


 

 

INTRODUÇÃO

Define-se insuficiência renal quando os rins não são capazes de remover os produtos de degradação metabólica do corpo ou de realizar as funções reguladoras. As substâncias normalmente eliminadas na urina acumulam-se nos líquidos corporais em conseqüência da excreção renal comprometida, e levam a uma ruptura nas funções endócrinas e metabólicas, bem como a distúrbios hidroeletrolíticos e ácido-básicos. A insuficiência renal é uma doença sistêmica e consiste na via final comum de muitas diferentes doenças do rim e do trato urinário. Estima-se que, a cada ano, 50.000 norte-americanos morrem em virtude da insuficiência renal(1-2).

A Insuficiência Renal Aguda (IRA) é a redução aguda da função renal em horas ou dias. Refere-se, principalmente, à diminuição do ritmo de filtração glomerular, porém ocorrem também disfunções no controle do equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico(3). No Brasil, existem poucos dados sobre a incidência da IRA e mortalidade associada. Estudos realizados em dois centros do Estado de São Paulo mostram uma incidência de IRA em hospital terciário de 0,79% e 0,49% respectivamente. Cerca de 50% desses pacientes foram submetidos ao tratamento dialítico, com mortalidade ao redor de 50%(4-5).

A expressão Insuficiência Renal Crônica (IRC) refere-se a um diagnóstico sindrômico de perda progressiva e geralmente irreversível da função renal de depuração, ou seja, da filtração glomerular. É uma síndrome clínica causada pela perda progressiva e irreversível das funções renais. Caracteriza-se pela deterioração das funções bioquímicas e fisiológicas de todos os sistemas do organismo, secundária ao acúmulo de catabólitos (toxinas urêmicas), alterações do equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico acidose metabólica, hipovolemia, hipercalemia, hiperfosfatemia, anemia e distúrbio hormonal, hiperparatireoidismo, infertilidade, retardo no crescimento, entre outros(6).

A IRC pode ser tratada inicialmente por meio de terapêuticas conservadoras, como: tratamento dietético, medicamentoso e controle da pressão arterial(7). A indicação do programa dialítico será feita quando o tratamento conservador não é capaz de manter a qualidade de vida do paciente e quando há o surgimento de sinais e sintomas importantes da uremia(8).

Os primeiros sintomas da IRC podem demorar anos para serem notados, o mesmo ocorre com a síndrome urêmica, típica da IRC terminal, o que demonstra grande capacidade adaptativa dos rins, permitindo que seres humanos mantenham-se vivos com apenas 10% da função renal(9-10).

Nas fases iniciais da IR, quando as manifestações clínicas e laboratoriais são mínimas ou ausentes, o diagnóstico pode ser sugerido pela associação de manifestações inespecíficas (fadiga, anorexia, emagrecimento, prurido, náusea ou hemólise, hipertensão, poliúria, nictúria, hematúria ou edema). Os principais sintomas são: nictúria, poliúria, oligúria, edema, hipertensão arterial, fraqueza, fadiga, anorexia, náuseas, vômito, insônia, cãibras, prurido, palidez cutânea, xerose, miopatia proximal, dismenorréia, amenorréia, atrofia testicular, impotência, déficit cognitivo, déficit de atenção, confusão, sonolência, obnubilação e coma(5,11).

Nas formas avançadas de IRC, virtualmente todos os órgãos e tecidos sofrem seus efeitos. Ocorre um acúmulo de substâncias tóxicas no meio interno, seja por excreção deficiente, seja por excesso de produção devido a distúrbios metabólicos. A IRC acarreta alterações, entre elas anasarca, alterações ósseas, alterações da acuidade mental e ritmo do sono, alterações da pressão intra-ocular, alterações cardíacas e hipertensão(10,12).

A IRC pode ser causada por doenças sistêmicas como diabetes mellitus; glomerulonefrite crônica; pielonefrite; hipertensão não controlada; obstrução do trato urinário; lesões hereditárias (doença renal policística); distúrbios vasculares; infecções; medicamentos; agentes tóxicos; agentes ambientais e ocupacionais (chumbo, cádmio, mercúrio e cromo)(13-15).

As causas da IRC vão desde as doenças primárias dos rins, às doenças sistêmicas que acometem os rins e as doenças do trato urinário. A nefropatia diabética, hipertensão e glomerulonefrite primária são as causas mais comuns da insuficiência renal terminal ao redor do mundo(16-17).

O paciente com IRC apresenta alterações sistêmicas devido às múltiplas funções renais afetadas, doenças de base sistêmicas e às próprias complicações referentes a IR. Assim, o tratamento deverá envolvê-lo de forma ampla, abrangendo desde a psicoterapia, o direcionamento nutricional, o controle das doenças primárias, como diabetes e hipertensão, a correção de distúrbios metabólicos, orientações adequadas sobre a doença, o tratamento e autocuidado, envolvendo equipe multidisciplinar, até a adoção de uma terapia de substituição renal(18-21).

Os objetivos deste estudo foram: caracterizar os pacientes com IRC em programa dialítico na Unidade de Nefrologia do Hospital de Base de São José do Rio Preto; analisar as causas de IRC nestes pacientes; identificar as doenças associadas a IRC nestes pacientes e identificar o tipo de tratamento e o acesso atual.

 

MÉTODOS

O estudo foi realizado na Unidade de Nefrologia do Hospital de Base da Fundação Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto-SP, instituição de direito privado, filantrópico e sem fins lucrativos. Constituiu-se, no decorrer dos anos, em um complexo médico-assistencial e hospitalar indispensável para o atendimento à saúde da população de uma região com cerca de 560 municípios, estimada em dois milhões de habitantes.

A instituição presta serviços com equipes multidisciplinares de medicina, enfermagem, nutrição, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, serviço social e psicologia. É um hospital que atende pacientes particulares, conveniados e do Sistema Único de Saúde na sua grande maioria. Este hospital é, ainda, considerado centro de referência do município e região e atende também aos pacientes de outros Estados do Brasil, além de ser o principal campo de ensino prático para estudantes de medicina e enfermagem, e também se dedica à pesquisa.

O local específico da realização deste estudo foi a Unidade de Nefrologia, que atende atualmente 231 pacientes em tratamento dialítico, sendo 198 em Hemodiálise, 25 em Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua e 8 em Diálise Peritoneal Intermitente.

Trata-se de um estudo retrospectivo epidemiológico, onde foram levantadas as principais causas de IRC nos pacientes que se encontravam em programas de Hemodiálise (HD), Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua (CAPD) e Diálise Peritoneal Intermitente (DPI) no mês de maio de 2005.

Como instrumento de coleta de dados foi utilizado um formulário estruturado para obtenção dos dados por meio do Programa Nefro Data, disponível na Unidade de Nefrologia do Hospital em estudo. O critério de exclusão do estudo foi ser paciente não cadastrado nesse Programa.

Os dados obtidos foram registrados em números absolutos e relativos, apresentados em tabelas, utilizando o Software Microsoft Word e Excel.

Antes da coleta de dados, o projeto de pesquisa foi submetido à aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto – FAMERP, com o objetivo de respeitar os preceitos éticos da pesquisa envolvendo seres humanos. Foi aprovada a dispensa do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

 

RESULTADOS

Caracterização dos pacientes

Foram identificados 217 pacientes cadastrados em programa dialítico na unidade em estudo. Destes pacientes, observa-se na Tabela 1 que 25,3% possuíam idade entre 40 a 49 anos, 19,8% entre 50 a 59 anos e 23,1% idade superior a 60 anos. Quanto ao sexo, verifica-se que 59,4% dos pacientes eram do sexo masculino e, em relação à etnia, 73,7% eram brancos, 14,3% negros, 9,7% pardos e 2,3% amarelos.

 

 

Causas de IRC

Ao analisar-se a doença de base, observa-se na Tabela 2 que os pacientes apresentavam como doença prévia, principalmente, a nefroesclerose hipertensiva(31,3%), Diabetes Mellitus (25,3%), seguido da Glomerulonefrite (24,5%).

 

 

Doenças associadas a IRC

Quanto às doenças associadas, 42,4% dos pacientes apresentaram hipertensão arterial sistólica (HAS), 12,9% diabete mellitus (DM), 19,8% são portadores de HAS e DM e 24,9% não apresentam nenhuma das comorbidades (Tabela 3).

 

 

Tipo de tratamento e acesso atual

No estudo, observou-se que dos 217 pacientes, 188 (86,6%) estavam cadastrados no programa de hemodiálise e 29 (13%) no programa de diálise peritoneal. Quanto ao tipo de acesso utilizado pelos pacientes, dos que estavam em tratamento hemodialítico, a maioria (70,5%) possuía fístula artériovenosa.

 

 

Tempo de início do tratamento

A maioria dos pacientes (86,6%) estava em tratamento entre menos de 1 a 5 anos.

 

 

DISCUSSÃO

O predomínio do sexo masculino na população do estudo é semelhante aos resultados encontrados no Censo 2004, onde 57,7% das pessoas em hemodiálise eram do sexo masculino(22).

A faixa etária predominante neste estudo foi a de acima dos 40 anos representada por 68,2% da amostra. Estudo realizado também no interior do Estado de São Paulo mostrou que 68% da população em hemodiálise era adulta(23). Na literatura, a filtração glomerular cai entre 0,08 ml por ano a partir dos 40 anos, com isto, aumenta a vulnerabilidade do sistema renal e o paciente perde a capacidade de manter a homeostase renal diante do estresse. No idoso há diminuição importante do fluxo renal, devido ao aumento da resistência intra-renal, perda da capacidade de auto-regulação que acarreta ineficiência, tanto no momento da hipertensão, quanto da hipotensão(19-21).

Neste estudo as principais causas de IRC foram nefrosclerose hipertensiva, DM e glomerulonefrite, dados idênticos aos da literatura encontrada(24). As doenças associadas mais prevalentes na população estudada foram HAS e DM. Na literatura, mais de 30% dos pacientes que iniciam diálise são diabéticos. A morbidade e mortalidade são substancialmente maiores em pacientes diabéticos do que nos demais pacientes não-diabéticos, sendo as doenças cardiovasculares e as infecções as principais causas de morte. A HAS é também uma causa importante de morbidade e mortalidade que acelera a aterosclerose e precipita complicações relacionadas ao aumento da pressão(8-17).

Neste estudo, 87% dos pacientes estavam em programa de hemodiálise; a escolha do método dialítico se dá entre a Hemodiálise e a Diálise Peritoneal. No Brasil em 2006, 90,7% dos pacientes estavam em hemodiálise(25). Em termos de diálise peritoneal, a escolha está entre a Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua (CAPD) e a Diálise Peritoneal Contínua Assistida por Ciclador (CCPD). A porcentagem de pacientes em diálise peritoneal crônica é de 20% nos Estados Unidos e chega a 40% no Canadá. A principal contra-indicação para a diálise peritoneal é um peritôneo inadequado devido à presença de aderências, fibrose ou doença maligna(19-21).

O acesso vascular predominante foi a FAV, que permite a depuração extra-renal de uma forma periódica e contínua, que constitui uma das principais metas do tratamento hemodialítico(8 -21).

Quanto ao tempo de início do tratamento hemodialítico os dados encontrados neste estudo são condizentes com estudo de Kusumota(23), que verificou a qualidade de vida relacionada à saúde dos pacientes em hemodiálise, no qual o tempo médio foi de dois anos e meio.

 

CONCLUSÃO

Os resultados possibilitaram as seguintes conclusões:

- A maioria dos pacientes estudados era do sexo masculino, tinha idade acima de 40 anos e fazia hemodiálise há pelo menos três anos.

- As causas da IRC predominantes foram: nefrosclerose hipertensiva, DM e glomerulonefrite .

- A HA e DM foram as doenças associadas a IRC destes pacientes e a FAV foi o acesso venoso mais utilizado.

Este estudo dará subsídios para um melhor planejamento da assistência de enfermagem, contribuindo para melhorar as condições de vida destes pacientes.

 

REFERÊNCIAS

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Autor Correspondente:
Rita de Cássia Helú Mendonça Ribeiro
R. Antonio Marcos de Oliveira, 410 - Jd. Tarraf II
São José do Rio Preto - SP CEP. 04024-002
E-mail: ricardo.rita@terra.com.br

Artigo recebido em 16/06/2007 e aprovado em 27/02/2008

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