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Acta Paulista de Enfermagem

versión impresa ISSN 0103-2100

Acta paul. enferm. vol.25 no.3 São Paulo  2012

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-21002012000300022 

ARTIGO DE REVISÃO

 

Iniciativa Hospital Amigo da Criança - uma política de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno*

 

Iniciativa Hospital Amigo del Niño: una política de promoción, protección y apoyo a la lactancia materna

 

Sonia Fontes FigueredoI; Maria José Guardiã MattarII; Ana Cristina Freitas de Vilhena AbrãoIII

IMestre em Ciências. Enfermeira do Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros. São Paulo (SP), Brasil
IIMedica Pediatra. Coordenadora do Banco de Leite do Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros. São Paulo (SP), Brasil
IIIDoutora em Enfermagem. Professora Adjunto da Disciplina Enfermagem Obstétrica, Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP - São Paulo (SP), Brasil

Autor Correspondente

 

 


RESUMO

OBJETIVO: Realizar uma revisão da literatura sobre os dez passos da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC).
MÉTODOS: Buscou-se documentos e artigos científicos publicados em bases de dados PubMED, Medline, SciELO e LILACS.
RESULTADOS: Foram identificadas inicialmente 110 referências sobre a IHAC, entre os anos de 1979 a 2009. Aproximadamente 21% foram publicadas na década de 1990 e 79% entre 2000 a 2009, sendo 10,8% em livros e documentos oficiais do Ministério da Saúde, Organização Panamericana de Saúde e Organização Mundial da Saúde e 89,2% em artigos indexados nas bases de dados consultadas. Destes foram selecionadas 35 referências. Os estudos analisados evidenciaram que as mudanças nas práticas hospitalares de acordo com os Dez Passos da IHAC aumentaram a prevalência do aleitamento materno.
CONCLUSÃO: Por meio dos estudos analisados a IHAC tem se mostrado efetiva no aumento da prática da amamentação em muitas regiões do mundo, contribuindo com a redução da morbi-mortalidade infantil.

Descritores: Aleitamento materno; Promoção da saúde; Avaliação de programas e projetos de saúde; Política de saúde


RESUMEN

OBJETIVO: Realizar una revisión de la literatura sobre los diez pasos de la Iniciativa Hospital Amigo del Niño (IHAN). MÉTODOS: Se buscó documentos y artículos científicos publicados en bases de datos PubMED, Medline, SciELO y LILACS. RESULTADOS: Fueron identificados inicialmente 110 referencias sobre la IHAN, entre los años de 1979 a 2009. Aproximadamente el 21% fueron publicadas en la década de 1990 y el 79% entre 2000 a 2009, siendo el 10,8% en libros y documentos oficiales del Ministerio de Salud, Organización Panamericana de la Salud y Organización Mundial de la Salud y el 89,2% en artículos indexados en las bases de datos consultadas. De éstos fueron seleccionadas 35 referencias. Los estudios analizados evidenciaron que los cambios en las prácticas hospitalarias de acuerdo con los Diez Pasos de la IHAN aumentaron la prevalencia de la lactancia materna. CONCLUSIÓN: Por medio de los estudios analizados la IHAN se ha mostrado efectiva en el aumento de la práctica del amamantamiento en muchas regiones del mundo, contribuyendo con la reducción de la morbimortalidad infantil.

Descritores: Lactancia materna; Promoción de la salud; Evaluación de programas y projectos de salud; Política de salud Autor.


 

INTRODUÇÃO

O Programa "Iniciativa Hospital Amigo da Criança" (IHAC) é uma estratégia da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) adotada no Brasil em 1992 pelo Ministério da Saúde, que tem como objetivo aumentar a prevalência do aleitamento materno por meio de revisão de políticas e rotinas nos Serviços de Saúde Materno-Infantis, de forma a propiciar uma melhor interação entre o binômio mãe-filho, e promover mudanças culturais sobre o uso de chupetas, mamadeiras e leites industrializados. Constitui-se de metas, denominadas de "Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno", a serem seguidas pelos hospitais nos períodos pré-natal, ao nascimento e após o parto (1).

No Brasil, o processo de implementação da IHAC apresentou variações nas taxas de crescimento. Atualmente possui 322 hospitais credenciados na IHAC que correspondem à cobertura de 28% dos nascimentos no País, sendo 37 na região Oeste, 20 no Norte, 137 no Nordeste, 76 no Sudeste e 52 na região Sul (2).

Inúmeros estudos vêm sendo publicados no sentido de mostrar o real impacto desta Iniciativa nas taxas de aleitamento materno. Sendo assim propõe-se apresentá-los na forma de um estudo de revisão da literatura sobre os dez passos e as evidências científicas que comprovam seus efeitos na pratica da amamentação.

 

MÉTODOS

Trata-se de um estudo de revisão bibliográfica realizado por meio da busca de documentos e artigos científicos publicados nas bases de dados PubMed, Medline, Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). A identificação dos artigos foi feita utilizando-se como descritores as palavras "Aleitamento Materno"(breastfeeding), "Promoção da Saúde" (Health Promotion) , "Avaliação de Programas" (Program Evaluation), "Políticas de Saúde"( Health Policy).

Incluíram-se artigos que abordavam sobre o tema de estudo, publicados em português, inglês e espanhol, com os resumos disponíveis nas bases de dados selecionadas, sem delimitação do período de publicação. Adotou-se, como critério de exclusão, artigos que não atendiam aos objetivos dessa revisão, aqueles que não estivessem disponíveis on-line ou em bibliotecas nacionais ou que não apresentassem resumo nas bases de dados.

 

RESULTADOS

Foram identificadas inicialmente 110 referências sobre a IHAC, entre os anos de 1979 a 2009. Destas, aproximadamente 21% foram publicadas na década de 1990 e 79 % entre 2000 a 2009, correspondendo a 2,7% em livros, 8,1 % em documentos oficiais do Ministério da Saúde, Organização Panamericana de Saúde (OPAS) e/ou Organização Mundial da Saúde (OMS) e 89,2% em artigos indexados nas bases de dados consultadas. Destes foram selecionadas 35 referências para discutir o presente artigo. Os estudos analisados evidenciaram que as mudanças nas práticas hospitalares de acordo com os 10 Passos da IHAC aumentaram a prevalência do aleitamento materno.

A seguir serão apresentadas as evidências científicas de cada passo.

PASSO 1 - Ter uma norma escrita sobre aleitamento materno, que deve ser rotineiramente transmitida a toda equipe de saúde.

Estudos identificados em relação a este passo mostram que a existência de uma política escrita está associada ao aumento das taxas de aleitamento materno (3). Outra publicação mostra que mudanças nas políticas, conscientização de todos os funcionários sobre a amamentação, distribuição às pacientes de material educativo, retirada de amostras de fórmula infantil e o apoio às mães após a alta contribuíram para o aumento na duração do aleitamento materno (4).

PASSO 2 - Treinar toda a equipe de saúde, capacitando-a para implementar esta norma.

As publicações identificadas mostram que a aquisição de conhecimento e atitude por parte dos profissionais de saúde influencia na amamentação. Um treinamento realizado com médicos, enfermeiros e parteiras mostrou significante aumento na duração do aleitamento mater-no (5). Treinamento com visitadores (6) e profissionais de saúde (7) resultou em melhor conhecimento e desempenho e as mães orientadas por eles receberam mais apoio e amamentaram por mais tempo (6).

PASSO 3 - Orientar todas as gestantes sobre as vantagens e o manejo do aleitamento materno.

A orientação de gestantes favorece a pratica da amamentação. Estudo realizado com gestantes que receberam orientações sobre os benefícios da amamentação (grupo intervenção) e visitas domiciliares mostrou que aos três meses estas mulheres amamentaram mais tempo (67%) em relação às outras mulheres que não receberam orientação (12%) (grupo controle) (8). Da mesma forma outro estudo mostrou probabilidade maior de mulheres do grupo intervenção praticarem e manterem o aleitamento materno exclusivo (AME) por mais tempo (9)

PASSO 4 - Ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento do bebê.

O contato precoce influencia positivamente o comportamento da mãe em relação à amamentação e aumenta sua duração, uma vez que estabelece o aumento nos níveis de ocitocina (10) e determina maior competência na sucção da criança na primeira mamada (11). Estudos realizados mostraram que as crianças que tiveram o contato ou realizaram a sucção precoce apresentaram probabilidade maior de amamentação exclusiva na alta e de continuar a amamentação, quando comparados ao grupo controle (12) e esta prática ainda, representou um dos fatores associados positivamente ao aleitamento materno exclusivo(AME) (13).

PASSO 5 - Mostrar as mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas de seus filhos.

A amamentação não é totalmente instintiva, portanto deve ser aprendida, sendo assim se a mulher tiver um bom conhecimento, este pode influenciar no aleitamento materno. Ensaio clínico realizado mostrou que mães que receberam orientações logo após o parto tiveram chance maior de 1,7 vezes de obter escore acima da média no teste de conhecimentos no final do primeiro mês, e chance maior de 8,2 vezes de AME no 3º mês (14). Metanalise realizada identificou que os programas educacionais tiveram impacto, tanto no início como na duração da amamentação a curto prazo e apenas os materiais escritos, como panfletos, não aumentaram significantemente as taxas de aleitamento materno (15). Já em outro estudo a frequência do AME aos 30 dias foi similar tanto no grupo intervenção quanto no controle e não houve diferença na frequência de trauma mamilar aos sete e 30 dias, assim como para o ingurgitamento mamário, mastite e qualidade da técnica (16).

PASSO 6 - Não dar ao recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida além do leite materno, a não ser que tal procedimento tenha uma indicação médica.

Oferecer outros leites ou líquidos à criança nos primeiros dias de vida é prática comum e freqüente na população brasileira. Inquérito realizado com 24.476 crianças menores de seis meses revelou que no primeiro dia após a alta, 94,6% recebiam leite materno, 5,9% água, 12,6% chá e 10,3% outro tipo de leite. Aos 15 dias de vida, a probabilidade de receberem chá foi de 32,9%; outro leite 23,1% e água, 10,7% (17). Outro estudo identificou que com sete dias, 21,3% das crianças usavam mamadeira e com um mês, 46,9%. O conteúdo da mamadeira aos 30 dias era chá (37%), água (9,4%), e leite industrializado (20,4%). As crianças que receberam água e chá aos sete dias tiveram uma probabilidade três vezes maior de introduzir leite artificial com um mês (18). Estas práticas também influenciam negativamente na duração do aleitamento materno. Estudo realizado mostrou que após 91 dias da introdução de outro leite, 50% das crianças já estavam desmamadas e que a introdução maistardia de leite artificial é fator estatisticamente significativo para o prolongamento da amamentação (19).Outro estudo mostrou que a introdução de outro leite esteve associada à oferta de chá e mama ingurgitada aos sete dias e também à má pega e ao uso de chupeta aos 30 dias (20).

PASSO 7 - Praticar o Alojamento Conjunto - permitir que mãe e bebê permaneçam juntos - 24 horas por dia.

Manter o recém nascido junto de sua mãe após o parto é uma prática que traz inúmeros benefícios. O Alojamento Conjunto (AC) durante 24 horas por dia esteve associado à menor probabilidade de interrupção da amamentação, quando comparado com mulheres que não ficaram com os seus bebês no mesmo sistema (21). Em outro estudo o AC foi fator de proteção para o aleitamento materno exclusivo na maternidade (22). Em relação à opinião das mulheres sobre esta prática, estudo revelou que 96% das mães aprovaram este sistema e 66% alegaram que o AC favoreceu o aleitamento materno (23).

PASSO 8 - Encorajar o aleitamento materno sob livre demanda.

A amamentação em esquema de livre demanda propicia maior produção de leite por aumento da freqüência e estimulação das mamas. Isto pode ser comprovado em um estudo no qual os neonatos que mamaram mais que sete vezes, consumiram maior quantidade de leite materno e perderam menos peso (24).

A pesquisa mais recente relacionada a este passo foi realizada com o objetivo de investigar o volume e o consumo de leite em crianças de um a seis meses amamentadas exclusivamente sob livre demanda. A amostra constituiu-se por 71 mães e bebês, sendo que cada criança mamou 11 +/- 3 vezes por dia. Não houve mudança na frequência da amamentação com a idade e nem foi significativa a diferença na frequência entre as crianças do sexo feminino e masculino. A média de amamentações da mama mais produtiva foi mais alta do que a mama menos produtiva. A maioria das crianças (64%) mamava entre uma e três vezes à noite. Concluiu que a amamentação deve ser encorajada sob livre demanda (25).

PASSO 9 - Não dar bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas ao seio.

A utilização de bicos artificiais e chupetas é uma prática comum no mundo todo, freqüentemente esti mulada por profissionais e leigos. Nesse sentido vários estudos demonstram o seu impacto negativo no sucesso da amamentação. Pesquisa realizada em São Paulo com 22.188 crianças menores de quatro meses, sobre o uso de chupeta, revelou que a sua prevalência foi de 61,3%. A introdução precoce da chupeta em menores de um mês esteve associada à interrupção do aleitamento materno exclusivo e aleitamento materno e a prevalência do uso de mamadeira foi mais alta entre as crianças que usavam chupeta (26). Outros estudos demonstraram que o uso da chupeta esteve associado à confusão de bico, dificuldade de iniciar a amamentação, má oclusão do dente, aumento da incidência de otite (27) e representou também um risco duas vezes maior para não estar em AME (28).

PASSO 10 - Encaminhar as mães, por ocasião da alta hospitalar, para grupos de apoio ao aleitamento materno na comunidade ou em serviços de saúde.

Este passo sugere que as mulheres sejam encaminhadas para grupos de apoio a amamentação. A literatura encontrada sobre o assunto identificou diferentes formas de apoio. Revisão da literatura realizada, com a inclusão de 19 estudos sobre aconselhamento às mães em amamentação no período pós-natal ou no pré e pós-natal, mostrou que as orientações em diferentes momentos levaram a mudanças significativas nos índices de aleitamento materno e representam um importante apoio às mães após a alta hospitalar (29). Alguns estudos mostraram que o apoio de profissionais foi efetivo para aumentar a duração do aleitamento materno e redução do desmame precoce (30), contribuindo também os visitadores treinados (31) e leigos (30). Outro estudo apontou que o apoio de leigos não aumentou a duração do aleitamento materno(32). Em relação aos maridos, as mulheres que perceberam sua preferência pela amamentação apresentaram maior probabilidade de AME na alta hospitalar do que aquelas que perceberam a preferência dos maridos por fórmula (33). A estratégia da Iniciativa Unidade Básica Amiga da Criança para a promoção e manutenção do AM determinou mudanças nas prevalências do AM (34). Em relação à participação em grupos antes e após o parto, a mesma não se mostrou significativa na duração do AME nos primeiros três meses (35).

 

CONCLUSÃO

Por meio dos estudos apresentados verificou-se que a Iniciativa Hospital Amigo da Criança tem se mostrado efetiva no aumento da prática da amamentação em muitas regiões do mundo. As mudanças nas práticas hospitalares, tais como, treinamento dos funcionários, orientação às gestantes, início precoce do aleitamento materno, apoio durante a internação, uso não rotineiro de outros líquidos ou leite artificial, alojamento conjunto, livre demanda, proibição de propaganda e distribuição de fórmulas infantis, bicos e chupetas, contribuem para a redução do desmame precoce, podendo conseqüentemente diminuir a morbi-mortalidade infantil.to-door health promotion: a pilot randomized controlled cluster trial with Lady Health Workers in Sindh Province, Pakistan. Patient Educ Couns. 2008;72(2):178-85.

 

REFERÊNCIAS

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Autor Correspondente:
Sonia Fontes Figueredo
Rua Prof José Miziara, 61 ap. 61B.
São Paulo (SP) Brasil. CEP: 02460-060
E-mail: soniafontes@ajato.com.br

Artigo recebido em 03/10/2011 e aprovado em 28/07/2011

 

 

* Estudo extraído da dissertação de mestrado "Avaliação da Iniciativa Hospital Amigo da Criança na prática do aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida em uma maternidade pública da cidade de São Paulo, Brasil" - apresentada à Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP". Estudo realizado no Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros - São Paulo (SP) - Brasil.