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Physis: Revista de Saúde Coletiva

Print version ISSN 0103-7331

Physis vol.16 no.2 Rio de Janeiro  2006

http://dx.doi.org/10.1590/S0103-73312006000200001 

Editorial

 

 

O tema desta edição originou–se num painel do III Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde – Desafios da Fragilidade da Vida na Sociedade Contemporânea, realizado em Florianópolis, em julho de 2005. A apresentação de Sérgio Carrara e Cynthia Sarti apresenta a lógica geral do tema e os textos individuais com elegância e expertise muito além do que poderia pretender este editor, o que tornaria qualquer comentário adicional redundante.

É importante registrar, contudo, a importância que atribuímos a essa inciativa. Os congressos organizados pela ABRASCO têm–se firmado progressivamente ao longo dos anos como um dos mais importantes espaços de interação entre pesquisadores, profissionais e estudantes da Saúde Coletiva, e a publicação de textos apresentados em suas atividades contribui para conferir–lhes maior audiência e perenidade. Esperamos manter e ampliar esta estratégia de publicação no futuro.

Para o próximo número da Physis, o tema deverá ser também proveniente de uma atividade de um congresso da ABRASCO – no caso, do VIII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva. Desde já, estendemos aos proponentes de mesas–redondas e painéis na ABRASCO o convite para que nos contatem para possível consideração de sua atividade como um futuro tema de Physis.

A seção dos temas livres é aberta por um artigo de César Sabino e Madel Luz, que abordam a relação entre a produção de identidades e a imagem corporal – mais especificamente, as tatuagens – numa chave antropológica. Segue–se o texto de Karla Adrião e Simone Becker, que estuda a produção político–discursiva da categoria "gênero" em diferentes contextos sociais. Heloisa Máximo e Maria Lúcia Bosi apresentam as concepções de profissionais médicos de hospitais públicos sobre o trabalho dos profissionais "psi" nessas mesmas instituições. Sonia Regina Barbosa fecha esta seção com uma discussão das manifestações de depressão entre trabalhadores de determinadas indústrias, a partir de considerações socioculturais. Por fim, encerrando esta edição, temos a resenha de Raymundo Maués sobre o livro Em busca da boa morte: antropologia dos cuidados paliativos, de Rachel Aisengart.

 

KENNETH ROCHEL DE CAMARGO JR.